quarta-feira, janeiro 18, 2006

WE'RE TRASH / YOU AND ME / WE'RE THE LITTER ON THE BREEZE / WE'RE THE LOVERS ON THE STREETS (atualizado RIP Wilson Pickett)

A summertime blues que me assalta todo verão na "terra da felicidade" me atingiu com força total esses dias. Junte à isso a falta de assunto típica da estação, e temos este postzinho safado.

ADEUS, MESTRE PICKETT - Notícia (muito) triste: morreu ontem, aos 64 anos, Wilson Pickett, um dos maiores soulmen de todos os tempos, conhecido por hits clássicos do estilo como In the midnight hour, Land of a 1000 dances, Mustang Sally etc. Perda irreparável não só para a música negra, mas para o rock e todos os que curtem boa música. Diz que foi ataque do coração. Possa ser que eu esteja errado, mas Pickett, junto com Marvin Gaye e Otis Redding, formava uma espécie de santíssima trindade do soul. Agora, estão todos juntos, fazendo um bailão, lá do outro lado. Que merda. Por que tão cedo, Mister Pickett? Um brinde ao grande soulman, e que a terra lhe seja leve. Leiam a notícia na Folha, aqui.

THE ONLY ONE - Parabéns à Ronei & OLDB, que vão fazer o único show de verdade daquele festivalzinho de mentira. E a pedidos do povo, pelo que me consta. Ainda à propósito de Ronei, leiam a resenha do disco por Humberto Finatti, o sempre polêmico colunista da revista Dynamite, que vale a pena. Não concordo, mas tá hilária.

LOST LAST SATURDAY - Não deu pra ir no Miss M. curtir o show do Autoramas, Parafusa e Los Canos. Se alguém puder fazer um breve relato nos comments, agradeço.

ESPEREMOS (E OREMOS) - Poxa, teve show dos Dead Billies em São Paulo (no Outs). Legal. Mais legal ainda vai ser se o privilégio for estendido aos conterrâneos. Ou é só pra paulista ver?

BUSINE$$ - É impressão minha ou tem gente naquele jornal ganhando dinheiro para falar da banda do namorado de Ivete? Por que é isso que tá parecendo. Ou então, haja brodagem!

ACERTO DE CONTAS - Ontem tive a oportunidade de assistir ao clipe da Sangria dirigido por Ricardo Spencer e vou te contar: o gordinho mandou ver pra caralho. Ficou tudo muito bacana: a fotografia em película, os atores - a começar pelo protagonista Mauro Pithon, passando pela avó do diretor (a dama Nilda, lenda viva do teatro baiano) e o senhor Wilson Melo, as cenas de pancadaria no Centro... Porra, eu sou suspeito, mas foda-se: tá bom demais. Desde já, um marco nos anais (ops) do videoclipe baiano.

ISSAC HAYES HOSPITALIZADO - O mestre de voz aveludada e Chef do South Park anda estafado. Mas parece que está bem, nem corre perigo de vida. Ainda bem. Leiam.

ADEUS, TONY SOPRANO? - A sétima temporada deverá ser a última para a Família Soprano. O maior sucesso da HBO - e um dos melhores seriados de todos os tempos - vai deixar saudades. Leia aqui. James Gandolfini deve ser um dos atores mais fodões do showbiz nos últimos, sei lá, 20 anos. A profundidade de sua abordagem ao chefão mafioso de Nova Jersey Tony é de uma complexidade poucas vezes vista num veículo popular como a TV. O cara dá safanões no filho adolescente, espanta os namorados da filha, escapa de um ou dois atentados, trepa com a amante, manda matar algum caguete (quando ele mesmo não mata), dirige um puteiro de nome espetacular (Bada-Bing!), se reúne com seus capitães, dá carão na irmã porra louca, uns tabefes num policiais comprados e depois vai pra analista, com quem está sempre numa interessante situação de tensão sexual. E tudo isso, sem perder a verossimilhança nem por um segundo sequer. Tony Soprano é, possivelmente, o personagem mais complexo da dramaturgia mundial desde Hamlet. É, aquele, do menino William (como se eu tivesse qualquer autoridade para falar sobre isso, mas... enfim). E James Gandolfini é o cara. Robert de Niro? Nunca ouvi hablar. (Breve, posto por aqui um textinho sobre essa e outras séries espetaculares - e melhores que muito filme vagabundo que passa no cinema -, como A Sete Palmos, Nip/Tuck e Deadwood.)

ÍGOR CAVALERA SE AFASTA DO SEPULTURA - Na moral, sem querer ofender ninguém, mas o Sepultura já era pra ter acabado. Sem apresentar nada de muito relevante desde Roots (1996), não por acaso, último disco com Max no vocal, os integrantes remanescentes se dividem em tarefas pouco interessantes como empresário dono de griffe pra playboy (o nojentaço Igor), gigs com o Paralamas do Sucesso (Andreas) e coçar o saco (Paulo Jr. e Derrick). Daí, diz que desde sexta-feira, boatos pela internet dão como certa a saída de Igor, provavelmente, para se dedicar à sua lucrativa empresa de moda fashion (a redundância é proposital). Sinceramente? Caguei. Leia.

HORA DO ROCK 19.01 - Do release: Amanhã tem R.E.M. (um cover do Velvet), Teenage Fanclub, Wilco, Pixies, mclusky, Placebo (música inédita do disco novo que só sai dia 6 de março), Cure (que está no documentário do Coachella), Echo & The Bunnymen, Siouxsie And The Banshees, Yeah Yeah Yeahs, Stereophonics e Scissor Sisters no Hora do Rock. 21h na Globo FM (90,1), ou http://www.gfm.com.br (22h pra quem tá no horário de verão) Hora do Rock no Orkut

BOOGIE NIGHTS & SOUL SESSIONS - Do release: Edição conjunta de duas festas : Boogie Nights e Soul Sessions. A primeira é a pátria do melhor do rock/ cumbias/ disco/ samba rock/ rocksamba/ jovem guarda. A ordem é dançar. A segunda é devotada à cultura mod contemporânea sem purismos nem fetiches vintage. Mod jazz, Motown, sambajazz e todas as variações dos grooves mais sofisticados da música negra. Música para o esqueleto e para a alma. DJs Big Bross e Marcos Rodrigues. DJs convidados (sartorello - 16 toneladas / Felipe Kowalczuk - radiola / Zezão castro - boogie nights). Dia 21 de Janeiro, Sábado, 22h, no Miss Modular (Morro da Paciência, Rio Vermelho). R$10. info: bigbross@terra.com.br 81165322Produção Big Bross Boogaloo Apoio MTV Salvador, Programa 16 Toneladas (Educadora FM), Circuito Sala de Arte e Informativo Se Ligue.

LOU e CONVIDADOS - Do release: Todos os domingos de janeiro, a partir das 18h, a banda LOU está no Bar Calypso recebendo convidados super especiais. Para dar continuidade à essa temporada de sucesso, o convidado no dia 22 é a banda LACME. Com a casa lotada nos últimos domingos, comprova a força e a qualidade do rock baiano. O público poderá conferir um repertório recheado com Rock de qualidade e uma performance diferente do convencional. Em 2005, a LOU foi destaque no cenário nacional comprovando a competência do Rock baiano feito por mulheres. Com esse sucesso, o bar Calypso comprova mais uma vez a preferência do dos amantes do ROCK! LOU e CONVIDADOS - Todos os domingos de janeiro (08 / 15 / 22 / 29) Local: Bar Calypso (Rio Vermelho) Horário: 18:00 horas Valor: R$ 6,00 Contatos: janajornalismo@gmail.com / www.lou.com.br / www.fotolog.net/louband

104 comentários:

Anônimo disse...

ah se fosse o claudio esc ou algum xiita do "rock baiano" q escrevesse o q o finatti escreveu sobre roney.... ia ser massacrado pelos leitores do rockloco mas como é o finatti fica tudo bem, é "hilário". provincianismo é isso.

Eduardo Luedy disse...

o cara escreve bem. taí, não conhecia. assim como franchico, tb achei o texto bem engraçado. não, mais que isso: achei o texto muito bom. ele é engraçado porque assume os problemas dele com a rjlb de maneira franca. e o bacana é que ele relativista a coisa: deixa claro de onde tá falando, assim como deixa clara sua preferência pelo "rock é rock mesmo" (seja lá o que isso venha a ser - alguém já se perguntou aqui a quem é dado o direito de definir o que é "rock mesmo" e o que não é?), mas o tal finatti é perspicaz e destaca as qualidades da banda e do cd em questão. achei massa.
comentário dedicado a cláudio e a luciano.

Franchico disse...

É, esse foi um fora do Finatti. Paciência...

Franciel disse...

Franchico,
após degustar uma honesta quiabada no Mini Cacique, ali na Ruy Barbosa, vim direto fazer o digestivo aqui no Rockloco. E segui sua dica. Fui ler a coluna do tal Humberto, que você classificou como hilária.
Porém, o humor dele está muito acima de minha capacidade. Logo no início da matéria, o cara diz que a banda de Ronei Jorge tem, aspas para o Finatti: "Nome felliniano, sem dúvida alguma".

Felliniano, sem dúvida alguma???

Aqui, do alto do morro do NE de Amaralina e de minha ignorância, pensei, pensei e continuei na dúvida: "Mas, por que porra o resenhita botou o Federico na história se ele não se chama Raimundo e foi casado com Giulietta Masina, e não com Vittorio de Sica?".

Thiago disse...

È claro que para quem gosta de rock, rock é rock mesmo.E então, quem define o que é rock mesmo? Vc Luedy?
Pra ler ouvindo It´s Only Rock´n´Roll(But I Like It) dos Stones.

Eduardo Luedy disse...

thiago, vc já tem a resposta, não é mesmo? por que me pergunta? eu já escrevi muito sobre esse assunto. se te interessar, procure nos arquivos do clashcityrockers um comment meu sobre as reações àquele texto de paquito que falava da jovem guarda (o de paquito foi postado no rockloco; o meu foi postado em julho do ano passado para o clashcity).

Anônimo disse...

O espevitado Finatti acertou no baixo ventre sobre o disco dos esforçados garotos de Ronei: comentário impreciso para um disco indefinido (mezzo isso mezzo aquilo, sabor coisa nenhuma). Já "Luciano e Luedy" é um bom nome para dupla sertaneja.

Osama

Janjão de Aratuípe disse...

UMA SUGESTÃO!

Que tal assim: Rock é rock mesmo. Luedy é Luedy mesmo. E cada um é o que é. Sendo que nicori é o diabo (Pai do Rock) e licuri é coco pequeno...

E pra quem não notou, Chiconha acabou de postar outro comment, para outras conversas, até porque Inês continua sem dar um sinal de vida...

Janjão de Aratuípe,
Em campanha contra a "Dança de Rato"

Eduardo Luedy disse...

caro franciel, por quer "dança de rato"? e eu não acho que a gente esteja saindo do foco do post de chico. estavamos comentando o texto de finatti sobre o disco dos ladrões, ou não? obrigado por me considerar tão importante quanto o conceito de rock. taí, gostei "luedy é luedy, rock é rock".

Eduardo Luedy disse...

ah, só uma sufestão: O pedro alexandre sanches fez uma longa entrevista com Hyldon e publicou-a no blog dele (do pedro). a entrevista é massa. http://pedroalexandresanches.blogspot.com/

osvaldo disse...

Luedy, vc parece tá querendo afirmar algum tipo de autoridade desautorizando uma pretensa seita radical do "rock é rock mesmo" quando faz perguntas do tipo " há quem é dado o direito...".Esta seita( que até agora não entendi quem é) é taxada sempre de radical, e dependendo das circunstacias oscilaria entre a ignorância e o pedantismo.Agora concordo com vc que é uma tarefa quase impossivel definir o que é "rock mesmo".Talvez este seja o motivo de existir de bloggers como este.Admiro seu poder de argumentação, mas entenda que este blogger não tem nada de homogeneo, eu e Franchico temos gostos diferentes,as pessoas que frequentam são as mais diferentes possiveis, mas como já afirmei antes, temos um viés rocker, ou seja, na maioria das vezes o nosso referencial é do universo do rock, com seus erros e acertos.Não tem nenhum radicalismo nisso, é uma profunda e inabalavel paixão pelo rock.

Eduardo Luedy disse...

sim, osvaldo, eu percebo que há posicionamentos diferenciados. e fico feliz de poder estar aqui discutindo isso.
porém quando me falam "vá montar um blog de axé e pare de encher o saco da gente" eu fico intrigado: será que as pessoas vêem o mundo assim tão dividido mesmo? serã que a gente não pode deixar os rótulos de lado (um pouco que seja) e discutir música, cultura, comportamento? sem necessariamente ter que ter uma filiação obrigatoriamente definida?
quanto a sua questão, acho que ela já anuncia a resposta: se é seita, se se arvora a ter "a resposta", então, sempre que ela excluir, impor limites, desconsiderar possibilidades outras; sempre que se pautar por um "a priori" para definir o que pode e o que não pode, e sem que se proponha a discutir "quem" está autorizado a estabelecer a "verdade", então eu acho que, sendo seita, a ela cabem as medalhas de pedante, arrogante, fechada. em alguns casos extremos, de ignorância também.
por isso a pergunta: a quem é dado o direito da definição última? e quando essa definição exclui um monte de possibilidades bacanas?
mas, como disse antes, fico contente de poder estar aqui discutindo e percebendo que há posicionamentos diferenciados.

Anônimo disse...

agora, mando comentário para doutor chico....não tinha lido ontem, mas vi sua reação a um anônimo reclamando do desconhecimento do pessoal moderninho de nomes como rory gallagher, james gang e wishbone ash....tudo bem, ninguém precisa ter conhecimento sobre bandas como um enciclopedista, mas o que o cara tava se referindo é sobre algo mais profundo, meu velho...daí estranhei seu comentário....por que?
1) fica patente que o cara estava se referindo é que essa galera moderninha despreza muita coisa básica da árvore genealogica do rock (observe que eu não disse que ele tem de gostar, apenas pelo menos respeitar como faço com o velvet underground, por exemplo pela sua importância em ter introduzido modernidade no rock)....coisas de relevância artística, como rory gallagher....quero ver quem não o conhece desconhecer seu valor como compositor, instrumentista e vocalista na história do hard blues celta...então, chico é ignorância mesmo ou má fé...não me venha com esse papo desonesto porque quando éramos adolescentes corríamos atrás da informação na maior dificuldade movidos pela paixão pela música...por que essa geração internet e mp3 não se dá ao trabalho mínimo...porra, sou de uma geração que esperava uma hora de programa na tv para ver um clipe de uma banda, enchia uma sala de vídeo para assistir um show de banda que gostávamos, comprávamos a preço de ouro discos e revistas importadas, esperávamos aos sábados de manhã a abertura de lojas de disco para aguardar a chegada de importados ou lançamento de nacionais, que nós mesmos descobríamos na rede alternativa...francamente chico, sem papo de jornalista de música, meu velho...é estranho mesmo sua defesa apaixonada de luciano e seu factóide contra xiitas do rock...argumento desonesto para com sua própria história...outros interesses o movemaqui no cyber space...muita estrela para pouca constelação
comentário dedicado ao stress (grande banda do pará pioneira no heavy metal nacional que lançou disco, totalmente independente, em 82 e que tive a honra de assistir vários dos seus shows no circo voador)

Franchico disse...

Agora, magoou. Como assim, outros interesses, Cláudio Esc? E não tem defesa apaixonada, não, velho. O que eu defendo é o direito de cada um ser do jeito que é, sem juízo de valor. E sinceramente, ainda não entendi aonde vc quer chegar. Sim, nossa geração se informava à duras penas, via revista poster da Somtrês e importadoras (entre outros canais), mas isso acabou. Essa facilidade toda gerou uma certa preguiça e confusão na cabeça da molecada? Claro! Isso se chama information overload, sobrecarga de informação, mas e daí, que porra eu tenho a ver com isso? Tem culpa eu? Agora, ainda não entendi do que vc está me acusando, eu acho que vc deveria ser mais claro e dizer o que realmente pensa. Agora, preste atenção: não me interessa debater com gente que acha que tem "a verdade absoluta" sobre o rock, isso pra mim é fundamentalismo e lugar de fundamentalista é no Afeganistão e nas igrejas evangélicas da esquina mais próxima, e não num blog frequentado por pessoas educadas como o RL. Por que o fundamentalista parte do pressuposto que a verdade dele é a única que conta, quando vc, que é um cara inteligente, sabe que cada um tem a sua verdade. Então, tal debate seria uma batalha perdida. Vc acha que eu, puta véia que sou, 34 anos de praia, 22 deles no rock (aluno de mestre Cebola desde 1988!), vou me impressionar com neguinho vomitando nome de banda? Pau no cú, meu irmão! Cada um tem sua formação (e informação). Nunca ouvi X-Ray Specs, mas e daí? Quem ouviu é melhor do que eu (ou Luciano)? Me economize, man! E fiquei magoado com suas insinuações, que não entendi. Trate de se explicar, e torça para que eu fique satisfeito com o que vou ler.

Anônimo disse...

deixe de história comigo porque vc sabe que estou me referindo a essa confraria argumentativa sua com luciano...por causa disso vc defende argumento desonesto com todos rockers das antigas com essa história aí...é sobre isso que estou me referindo e não sobre sua integridade pessoal ou profissional...tá ficando paranóico é?! e deixe de ser corporativista com essa curriola de moderninhos tardios dos 90 e 00 porque os dos anos 80 eram até mais chatos, mas estão mais vivos do que nunca...artur ribeiro que não me deixa mentir
comentário dedicado a frank zappa

Franchico disse...

Taí o que nos difere, Cláudio. eu não vejo corporativismo nenhum, aqui, nem ali. Corporativismno sobre o quê? Supremacia intelectual no rock baiano? Não, obrigado (até por que eu acho que tem gente muito mais preparada pra isso do que eu, um pobre leitor de orelhas). Não me interessa se Arthur é dos anos 80 e Luciano, dos 90. O que me interessa é que somos todos do rock, e apaixonados por tudo isso, o que já é sectarismo o bastante. Taí o que nos difere: vc é sectarista e eu, agregador. O que é que fico falando aqui toda hora? "Vamos nos unir, vamos deixar as pequenas diferenças de lado e ficar juntos pelo que temos em comum, que é o rock", porra. Mas parece que, por culpa de algum gene defeituoso ou vagabundo entranhado na nossa fisiologia, o discurso desagregador sempre tem mais adeptos do que o apaziguador. Pena. Mas, tudo bem, Claudão. Vc ainda é um ícone pra mim. Apesar de suas acusações infundadas, desastradas e desfocadas.

Franchico disse...

"Rockers das antigas", "rockers moderninhos", É TUDO A MESMA RAÇA! A raça é humana, (como dizia aquele comercial), porra! Vamo se ligar!

Anônimo disse...

ok, chico, meu coração fica tranquilo em vc perceber que não tenho nada contra vc e lhe tenho em alta medida como ser humano, mas velho, amizade para mim é algo dialético não vou aliviar em termos argumentativos se acredito que um amigo está se posicionando de forma equivocada...porra, se sou sectário é por indignação genuína...acredito que está equivocado sobre isso...mas, não tem importância, erro e acerto com a mesma dignidade...continuo achando que estou certo...sinto a falta de espírito e paixão na cena...sei que é bom que exista na atualidade mais infra para se tramprar no rock no Brasil, mas não engulo modismo regular ou modismo às avessas...
comentário dedicado a tadeu, guitar hero maldito que vive exilado em ipitanga e sabe das coisas, loucuras à parte

Franchico disse...

E danem-se se me acharem demagogo, mesmo eu não sendo candidato à porra nenhuma. É o que eu penso, ingênuo ou não. o problema é que, hj em dia, todo mundo é cínico, tá com o pensamento contaminado pela ânsia de parecer inteligente e descolado. Aí fode tudo.

Franchico disse...

Vc é meu brother, Esc, discordando ou concordando, nada vai mudar isso. E que saudade de Tadeu, sua conversa sem pé nem cabeça, mas sempre hilária. Tomara que ele esteja bem...

Nei Bahia disse...

Comentário em tóipicos:
1- não vou entrar nessa nigrinhagem
2- Geraldo Azevedo foi PHODA, eu quero o ácido que ele tomou pra escrever esse artigo
3- Chico, de onde vem essa sua mania de acabar com bandas? Está preocupado com a explosão populacional mundial rockeira?
Sinceramente se o Sepultura cabar ficarei triste pra caralho; apesar de não ser fã da banda, acho um exemplo eterno e permanente da atitude rock & roll. A falta de preparo para as agruras do Show business atingiu a banda em cheio, justamente onde eles foram brilhantes no início da carreira.

Anônimo disse...

mas, chico, pelo amor de deus, quem mais quer parecer descolado é a galera moderninha do rock triste (sempre foi assim, lembro-me da extinta casa noturna crepúsculo de cubatão em copa nos idos dos 80) e os pós-mpbistas tribalistas...pelo amor de deus, olhe em sua volta...alguns deles lhe fazem companhia na night
comentário dedicado a vid e sangue azul

Franchico disse...

Nei Bahia,

1 - Sábia decisão.

2 - Geraldo Azevedo? Ah, cê tá falando do artigo do Finatti, né? Arruma pra dois (o AC)?

3 - Tem vontade de acabar com banda nenhuma, não, Nei. Só acho que o Sepultura não tem mais nada mesmo a dizer. Foi uma banda extraordinária, que chegou aonde nehuma outra banda brasileira chegou no exterior, mas de uns tempos pra cá, se banalizou. Não fico triste se acabar. Fico triste é de ver ela minguando aos poucos. It's better to burn out, than to fade away, Nei Bahia. Mas isso é só minha opinião, e é legal vc discordar dela. Veja os Stones: depois de alguns discos bunda, nos 70 e 80, desde os 90 que eles lançam bons discos. Bissextos, mas melhor assim do que lançar um disco fraco a cada dois anos. Tá vendo? Não existe uma verdade universal. cada um que sabe do seu caminho. Quem sabe o Sepultura não lança um disco genial daqui uns 10 (ou 20) anos?

Franchico disse...

Os cínicos estão em todo canto, Esc. Todo canto.

Anônimo disse...

ah, eu queria que os fãs dos strokes (grande banda) tivessem prestado atenção aquele guitarrista de cabelos pretos encaracolados estava no backstage do primeiro show do rio vestindo uma camisa do journey do álbum "escape"...alô nei bahia!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
comentário dedicado ao the rods e azul limão

Anônimo disse...

isso sem falar que um dos guitarristas do pearl jam disse que tem uma banda paralela: banda de cover do UFO (aliás, essa vc nunca vai ouvir no programa de gabi na globo fm...)
comentário dedicado a Papo (grande guitarrista argentino falecido recentemente) e ao heavy oitentista espanhol do baron rojo (o barão vermelho de lá era do cacete, muito melhor do que o daqui)

Franchico disse...

Olha, tudo bem, UFO e Baron Rojo eu nunca ouvi, só conheço de nome (lembra do Dicionário do Heavy Metal de Leopoldo Rey e Gilles Philippe que a Som três lançou pelos idos de 1983? Por sinal, o meu tá com Leão da Drearylands há uns 10 anos, já era). Mas Journey eu conheço bem por causa de um brother das antigas que se amarrava e na boa: era um lixo! Hollywood, O Sucesso! Vá, era divertida, mas farofa total.

Esse Dicionário do Heavy Metal hj em dia vender muito mais do que naquela época, esses caras deviam fazer uma edição revista e ampliada, iam se dar bem. Ia dar um trabalho insano, mas ia ficar bala.

Anônimo disse...

ô chico, eu também não sou fã não, mas os caras no início tinham um outro vocalista e faziam um som hard mais vianjandão, depois ficaram hard pop (pais do bon jovi, com certeza, é dessa fase que estouraram nas propaganda de hollywood da vida) e tiveram abrigo certo nas rádios rock fm (mais conservadoras) dos USA dos 80...mas, nei se amarra...mas, quis chamar a atenção para o fato do guitar dos strokes ser fã dos caras...muito longe do universo dos fãs dos strokes...como diria luedy (man, acho que já lhe vi na cantina de vovô na facom) é o tal relativismo pós-construtivista...eu ainda tenho a bíblia negra do rock...baron rojo, chico, chegaram a fazer jam com micheal schenker...os caras eram muito bons...pappo fez muito hard blues na argentina em plena ditadura argentina nos 70, tocou na europa como banda de apoio de peter green e montou o ell riff (heavy do cacete nos 80) e tocou com o patrulha do espaço num ep de 85, depois tocou blues e foi reconhecido por bb king nos USA...
comentário dedicado a álvaro assmar, que toca pra caralho, mas devia se encontrar num trabalho mais autoral

Franchico disse...

Concordando com vc, Esc, repito uma frase que eu sempre repetia pra Mário Jorge (e os ouvintes) nos tempos do Rock Loco na Primavera FM: rock pra mim é que nem mulher: Eu gosto de todo jeito. Preto, branco, triste, alegre, calmo, nervoso, paranóico, relaxado, moderno, antiquado... Eu só num gosto de rock ruim. Mas aí esse é um conceito subjetivo meu, capicce?

Anônimo disse...

taí velho, por falar em mulher...acho que vou dar uma prestigiada no show das meninas da lou (a baixista é super gente fina e pra lá de elegante, além de vocalista, nossa velha conhecida de shows dos '90)...saoi fora aqui...
comentário dedicado ao plasmatics

Franchico disse...

É legal ver essas meninas na batalha, pode crer. Déa Gabi é das antigas, menina gente fina. As outras não conheço pessoalmente, mas dou valor à batalha delas.

Eduardo Luedy disse...

relativismo pós-construtivista? esse conceito eu não conhecia, cláudio. cantina de vovô... ele teve uma filial na emus, não foi? mas, bicho, isso faz mais de dez anos, será que vc lembra mesmo de mim de lá?
e eu tô achando massa ficar de platéia nessa discussão. no final das contas, o que a gente quer é discutir música - independentemente de rótulos. legal também perceber que os diversos sub-gêneros que se abrigam sob o imenso guarda-chuva do rock pleiteiam seu espaço por aqui. rock triste, moderninho, hard rock, rock farofa, heavy metal, punk, pós-punk... qual deles é o detentor da medalha "rock é rock mesmo"? me parece ser uma boa idéia admitir que pode haver espaço para todos eles e que a convivência, antes de ser sinal de fraqueza e falta de opinião, pode ser estimulantemente enriquecedora por conta da possibilidade de diálogo.
roubando a assinatura de claudio, comment dedicado aos novos baianos que misturava samba com rock, baião com rock, jacó do bandolim com hendrix e ficava muito massa. {se ainda não escutaram os discos "novos baianos futebol clube" e "novos baianos", posteriores ao clássico acabou chorare, e que charles gavin remasterizou e relançou há uns três anos, vcs não sabem o que estão perdendo)

Eduardo Luedy disse...

ah sim, eu tb não saquei a referência a geraldo azevedo que o finatti encontrou em ronei e os ldb. e também percebi que fellini é só conterrâneo de de Sica...

Anônimo disse...

porra luedy, novos baianos foram do cacete...fundiram música brasileira e rock com muita maestria...meia banda mais acústica regional e outra elétrica rock carnavalizante...sobre o conceito supra acima citado, deixa pra lá...não sou acadêmico mesmo...essa coisa de "rock é rock mesmo" é uma grande piada...o lance é a alma e a sinceridade de fazer uma música libertária sem fronteiras...acho o violonista yamandú mais feeling agressivo do rock do que muito rock por aí...agora, eu pessoalmente sou fissurado em hard and heavy da old school
comentário em homenagem ao el loco do charlie garcia e robin trower

Anônimo disse...

ah, sim sobre a crítica de rÔnei e os pivete de velotrol...evidente que bola fora geraldo azevedo...nada dele nem dos 70 está no dna do trabalho de rÔnei...quye bebe mesmo é em jorge mautner, jards macalé, caetano, donato, jorge bem...por aí
comentário (porra tá ficando difícil) em homenagem a jararaca e ratinho

Anônimo disse...

ah, sim para terminar...eu vou sumir por uma semana...retiro espiritual...gostaria apenas de deixar regoistrado que o programa de gabi poderia mudar de nome para ser mais fiel ao segmento de rock que tem rolado lá e poderia ser rebatizado como "A hora do rock...indie, é claro"...
comentário final dedicado a james marshall hendrix, esse sim, o "cara" de seattle

Franciel disse...

Bom. Jogo rápido porque a larica tá batendo e a fome não é boa companheira do raciocínio.
Vamos combinar assim: Antes da gente responder qualquer coisa, que tal checar quem escreveu?
Luedy, quem está em campanha contra a tal "Dança de Rato" é Janjão de Aratuípe, que é de minha coligação. Mas, eu sou Franciel. Repetindo: Franciel.

Claudio, como sei que você gosta de cizânia, vou lhe contrair e concordar com você. Realmente, Yamandú bota pra vê talba lascá ni banda, como gosta de dizer o poeta Beto Bahia. Vi um show dele (de Yamandú, não de Beto) no interior de Pernambuco. E foi foda.

Comentário dedicado a alguns amigos que acham Yamandú bunda de caruru. (quem fizer a rima é mulher de Padre Pinto)

Franchico disse...

Porra, é mesmo, Janjão teve por aqui e eu nem dei atenção pro cabra. Alô, Janjão, apareça mais, doidão! Até por que, se depender de mim, a Inês sempre será uma figurante dos filmes do George Romero: morta-viva e faminta por carne humana. Não enterrem ela, não!

miwky disse...

sobre o programa de gabie:

sim, tem muito a amadurecer, acho que bandas deste esteio e do underground brazuca, podiam começar a aparecer, visto que deve ser perseguida a evolução e tals, mas considero um ponto a favor, dentro das atuais programações radiofônicas da cidade.

particularmente, adoro ouvir rádio, lembro de ter o ouvido colado na antiga 96 fm e de me empolgar, vez ou outra, com os programas do estilo que pipocavam aqui e ali e que sumiam tb com a mesma rapidez.

agora, gabie produz um programa numa rádio grande e com seus paradigmas e preconceitos. ela tem colocado coisas do meu agrado, quero dizer, fora ws que é um cu acentuado e muita coisa que sei que não faz parte do chamado rock indie.

quem quiser, que faça melhor, onde puder. nada contra!

Franchico disse...

O programa tá mandando bem, Miwky. Cláudio é que é rabugento, mesmo...

Anônimo disse...

ah como o luedy é dócil e paciente com o finatti e tem uma postura tão diferente com os "xiitas" (termo dele e de franchico) roqueiros da bahia.
nas discussões no bahiabeat e no clashcityrockers o luedy ficava irado e transtornado coma postura dos que estão do lado do rock e não enxergava humor nem habilidade em escrever dos "xiitas". por que é dócil com a resenha do finatti? complexo de inferioridade perante um jornalista do sul maravilha? provincianismo rastaquera? luedy, deixe de onda porque o pau que dá em chico tambem dá em franchico. comentário dedicado a savoy brown a exene cervenka e a bachman turner overdrive
ass DIUMBANDA

Franchico disse...

Má rapá, que conversa é essa? Tem pau nenhum dando ni mim, não!...

Gabriela R. Almeida disse...

O programa precisa ter algum "apelo", tocar coisas não muito obscuras e não muito pesadas também, porque a programação easy listening da rádio é voltada para um público que não é especialista em música, muito menos em rock.

Ainda assim, acho que a programação do Hora do Rock consegue fugir de coisas que estão no mainstream, nos são empurradas goela abaixo e no meu ponto de vista são ruins, tipo New Metal. Nunca toquei Nightwish, Linkin Park nem os seus respectivos genéricos, o que eu acho que seria bem a correspondência no rock para o que toca na óbvia programação diária da rádio.

Obviamente o meu repertório é limitado, portanto acabam entrando mesmo no programa coisas que eu gosto e conheço mais, e acho que seria assim com quem quer que estivesse à frente.

No mais, tocou Radiohead, Strokes, Arcade Fire, Elastica, Sonic Youth, mas também já tocou Animals, Jam, Eric Clapton, Neil Young, Elvis, Bob Dylan, Brian Wilson, Beach Boys, Cream, Stooges, Johnny Cash, Paul Weller, Ramones, Sonics, Kinks e outras coisas que não são NADA indie.

Espero conseguir em breve fazer com que o Hora do Rock dê espaço para bandas brasileiras, pq desde que o programa foi criado a programação não contempla nada de rock nacional. Se dependesse somente de mim, o Hora do Rock teria outra cara, teria convidados fazendo seus sets, entrevistas, banda nacional, etc. Mas a rádio não é minha e eu já acho lucro abrirem espaço para o que está tocando no programa. E, como Miwky lembrou muito bem, a intenção só é melhorar.

Davi & Iris disse...

extremamente infeliz a crítica do Humberto Finatti, de um humor chulo , esculhambado e mascarado. no mais... bizarro.
Ah! e o programa tá bão.
Iris

Eduardo Luedy disse...

seu diumbanda, magoou foi? ficou tristinho porque fui dócil com finatti e não com sua turminha, foi?
olha, fico preocupadop com sua zanga, mas não sabia que minha opinião é tão importante assim para vc. vou ser mais atencioso da próxima vez, viu?

Anônimo disse...

Paz na terra aos homens de boa vontade. Amanhã das 10 as 12 da matina, oficina gratuita sobre cool, smoothie, soft and sauer jazz.Na sala da orquestra do tca. gratuita, acho que pode se inscrever na hora.

abçs

sora


logo mais,
fotos no malica blogspot

Anônimo disse...

chico, vaselina man, se eu sou rabugento...quando lhe conheci vc gostava menos de papo de comadre...
comentário dedicado ao anÔnimo que citou savoy brown (caralho, bela lembrança)

Anônimo disse...

gabi, sei o estilo da rádio, mas mesmo colocando cream (lançamento) vc podia pesquisar outros sub-gêneros do rock e ampliar mais a programação...
comentário dedicado ao cactus

Anônimo disse...

estou me referindoa volta do cream (muito bom), que deve ter rolado no programa, e não os velhos discos...coloque coisas que vc não gosta, mas que tem valor artístico
comentário dedicado a girlscholl (banda punk hard metal da virada dos 70 e 80 que deixa no chinelo muitas das bandas de mulheres da atualidade)

Franchico disse...

Cláudio, sabe que dia é hj? 20 de janeiro. Sabe onde é que vc estava exatos 15 anos atrás? Tomando latada de cerveja na cabeça, na confusão para entrar no Maraca, Rock in Rio II. E eu: "Calma, pessoal! Guerra, só no Golfo!" Até hj me pergunto por que aquela lata, certamente endereçada à minha cabeça, atingiu a sua. Deve ter sido a vaselina. Quando a lata bateu na minha cabeça, deslizou e foi parar bem no seu coco.... Doeu, bem?

Comentário dedicado aos imortais Emerson Borel, Márcio B.A., Vandex, Fred Bola, Rozendo Loyola e Neocid,que tb estavam lá, mas não tiveram o privilégio de testemunhar essa cena antológica. (Tenho até foto, tirada momentos antes da latada, para provar!)

Anônimo disse...

pois é, na confusão cebola e borel zarparam na frente e fiquei contigo...naquela época nem de bob marley vc gosta
comentário dedicado a figuraça antológica de serguei, que fez um freak show naquele festival

Anônimo disse...

pois é, na confusão cebola e borel zarparam na frente e fiquei contigo...naquela época nem de bob marley vc gostava
comentário dedicado a figuraça antológica de serguei, que fez um freak show naquele festival

Franchico disse...

A mais pura verdade, Esc. Só fui conhecer Bob uns dois anos depois, e foi amor à primeira vista. Tanto que não larguei dele nunca mais... Aos 19 anos (na época) eu ainda era beeem amarelão. Foi até bom, por que se eu tivesse pirado mais cedo, talvez nem estivesse aqui hj...

Franchico disse...

Um brinde aos 15 anos de nossa amizade, completados hj, Esc. (cof, cof!)

Anônimo disse...

se pode me explicar em termos de onamatopéia o que significa esse "cof, cof"?
comentário dedicado a bob seger (nos 70)

Anônimo disse...

onomatopéia, corrigindo
comentário dedicado ao ac/dc

Franchico disse...

Significa que eu me engasguei aqui com um abará, Esc. Só isso.

Anônimo disse...

porra, se come abará às 10h da manhã...que é isso?! vai pegar uma gastrite...
comentário dedicado ao trust (grande banda heavy francesa dos 70)

Franchico disse...

Ei, eu saco o Trust! Quer dizer, pelo menos uma faixa que tenho numa coletânea em vinil, "Heavy Rock", dos anos 80. Muito engraçado aquele hard rock cantado em francês... O nome da faixa, mais curiosa e engraçada do que realmente boa, é "Ideal".

Franchico disse...

A propósito, Esc, vc teria alguma coisa do Blue Oyster Cult? Em priscas eras eu tinha um cassete (eu disse k-7!), de um disco deles de 1981, 82, chamado Fire of unknown origin, que eu gostei tanto, que ouvi até a fita enroscar no tape deck. Ninguém que eu conheço tem esse disco, nem nunca ouviu. Aliás, o BOC é uma banda extremamente obscura aqui no Brasil. Vc saca? Teria alguma coisa deles, esse disco em especial? me lembrei por que na coletânea que citei no comment anterior, tinha o BOC tb...

Anônimo disse...

eles cantavam em francês e o anthrax regravou uma versão em inglês da clássica "antisocial"...velhos tempos do programa "guitarras" da flluminense fm, a maldita, lá do rio...
comentário dedicado aos koyotes (fase ainda com o guitar hero kiko nos anos 90)

Franchico disse...

Caralho, "Antisocial" era deles, é verdade! Aquele disco do Anthrax eu ouvi muuuito, o State of Euphoria, que ainda tinha Who cares wins, outra porrada sensacional, da fase áurea dessa banda. Eu, Borelzinho e Apú batemo muita cabeça ouvindo esse som, êêê tempo bão!!! Grande disco.

Anônimo disse...

o pessoal do trust abriu para o ac/dc e fizeram noitadas antológicvas em paris...porra, lembrei agora que eu ia fazer um retiro espiritual e ia ficar uma semana sem postas nada...zzzzzzzzzzzzz!!!!!!!!!!!!!!!!
comentário derradeiro dessa semana em homenagem ao grand funk railroad e a nariga, que está provando, sim, que uma banda de rock triste no Brasil pode ter um guitar hero de viés hard (lá foram temos o dino jr.)

Franchico disse...

derradeiro, uma casseta! Entrega o ficha do Blue Oyster Cult, aí!

Ah: não suporto o Grand Funk. acho que foi Zezão que me traumatizou. Mas é uma banda muito exagerada, não consigo curtir.

Anônimo disse...

porra, voltei, tenho do boc uns cds lá em casa...entre em contato que acertamos...BOC até 82, heavy bem criativos, letras de ficção científica e som da pesada...
derradeiro do derradeiro comentário dedicado ao riot

Franchico disse...

Opa, valeu, Esc, vou querer copiar alguma coisa. Aproveita e separa aquelas Zero que vc pegou no meu aniversário em 2004... Que eu vou levar aquela cópia do Specials que te prometi faz uns dois anos...

Anônimo disse...

zzzzzzzzzzzzzzzzzzz!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Franchico disse...

Sssshh! Fala baixo, pra não acordar as crianças!...

Gabriela R. Almeida disse...

Como foi o aniversário de Bia ontem, Cláudio?

Anônimo disse...

zzzzzzzzzzz!!!!foi intimistazzzzzzzzzzz!!!!!!!mas, uma outra será mais aberta e circensezzzzzzzzzzzz!!!!!!!!!entre em contato com sua comadrezzzzzz!!!!!!!!!
zzzzzzzzzz!!!!!comentário dedicadozzzzzzzzz!!!!!!!!ao krokus bandinah suíça safadinha em imitar o ac/dc, mas gostosa de ouvir 25 anos depoiszzzzzzzzzzzz!!!!!!!!!

Anônimo disse...

que merdazzzzzz!!!!!!!!!!!viva wilson pickett!!!!!!!!Knock on wood!!!!!!!!!!!!!!zzzzzzzzzzzzzz!!!!!!!!!!!!!!!!!
comentário dedicado ao mother's finest

Nei Bahia disse...

Começou!!!


Chicão e amigos, finalmente no Clash City rockers começa a série sobre o rock dos anos 90 nessas praias.
Não percam!!!


obs: chicão, Grand funk é Phoda, tenteb o da "Moeda".

Marcos Rodrigues disse...

Oops, desculpa estar entrando em tão doméstico ambiente, mas é só para dar alguns toques.

Publicamos no Clash City Rockers o primeiro texto do nosso especial sobre Rock Soteropolitano Anos 90 e começamos em grande estilo: Cascadura. O MP3 de Queda Livre já está na nossa playlist. Confiram.

Amanhã tem edição conjunta Boogie Nights/Soul Sessions. Nas pickups Big, Sartorello, Roger, Nei Bahia, Zezão (cadê vc?!) e este que vos escreve. Black music em grooves que mexem com seu esqueleto e melhoram o seu dia.

No mais, em termos de rock'n'roll, apesar do oportunismo de muitos, sorry, essa é de fato uma seara para iniciados. E nesse festival de baboseiras ai em cima, autoridade pra falar do assunto tá com pouquíssimos. Coisa, aliás, que não se conquista com a audição de meia dúzia de álbuns dos Beatles. Soou pedante, elitista ou xiita? Who cares? 38 anos este ano, 20 deles tocando em bandas de rock e um quarto de século ouvindo o que de melhor tem no gênero. Não relativizo nada, não como nada e ouricuri é côco pequeno. Muito me admira que alguns percam tempo se explicando porque ouvem rock e que não são radicais e etc. Deste receio não padeço. Estão jogando pérolas aos porcos. Aos fariseus procurem mesmo outro lugar onde não "tenha rock doido / só levada de quintal".

Anônimo disse...

é verdade franchico. é claro q vc não gosta de grand funk railroad. pq quem ama flaming lips, my blood valentines e etc nunca vai entender ou gostar de grand funk, ou de taste ou stone the crows (maggie bell). comentário dedicado a nelson sargento, howlin´ wolf e cat stevens.

Anônimo disse...

arerê ioiô arerê qu'ioiô

Anônimo disse...

chico, zzzzzzzzzz!!!!!!!!!!!!!!zzzzzzzjá estão copiando meu anti-estilo de fazer comentárioszzzzzzzz!!!!!!!!!!!!!marcos, vc agora tá dando "carteirada" para saber quem pode ou não fazer comentário aquizzzzzzzzzzz!!!!!!!!!!!!!!!!!!deixe de bobeira que sua banda é ótimazzz!!!!!!!!!!deixa eu descansar no meu retiro espiritual (sem rima!!!!!!!!!zzzzzzzzzz!!!!!!!!!!!!
comentário dedicado ao uriah heep (fase david byron)

Franchico disse...

Na minha opinião, Grand Funk é uma merda e ponto final. Banda de punheteiro histérico. (E Nei, já ouvi o da moeda, não adianta).

marcos rodrigues disse...

exato, esc. o termo é esse: carteirada. vc, que tem uma, tome cuidado porque o pós 30 transforma muitos incendiários em bombeiros 'sensatos'. abç.

marcos rodrigues disse...

ah, o comentário acima é dedicado à Miguel Cordeiro, que até tirou uma segunda via da carteira dele para não ser confundido por ai.

Franchico disse...

Marcos, na boa, essa birra toda é com quem, meu caro? Só para saber...

marcos rodrigues disse...

Chico, sempre prefiro apostar na perspicácia e na inteligência, então a birra vai pra quem quiser vestir a carapuça. Não é nada que, a essa altura, consiga estragar meu dia mas é aquele estória do Maiakowski: "Na primeira noite / Eles se aproximam / E colhem uma flor / Do nosso jardim/ E não dizemos nada. / Na segunda noite / Já não se escondem: / Pisam as flores, / Matam nosso cão / E não dizemos nada. / Até que um dia /
O mais frágil deles / Entra sozinho em nossa casa, / Rouba-nos a lua e, / Conhecendo nosso medo, / Arranca-nos a voz da garganta / E porque não dissemos nada, / Já não podemos dizer nada."

Franchico disse...

Então, tá. E obrigado pelo momento cultural, com o belo poema...

Eduardo Luedy disse...

tá um dia chuvoso, né, será que vai fazer sol amanhã?
comment dedicado ao Darkness e ao bom-humor

Franchico disse...

Danou-se: coloquei um comment no Zap n' Roll falando da repercussão do texto de Finatti sobre o CD de Ronei por aqui e o doidão Zap 'n Roll da revista Dynamite fez menção à isso na coluna dessa semana, prometendo "mais para a semana que vem". Só não entendi se é mais sobre Ronei ou sobre o Rock Loco. Vejam lá, no pé da coluna.

http://www.dynamite.com.br/2003a/view_coluna_action.cfm?id_colunista=23&id_show=262

Marcos Rodrigues disse...

Chico, Gabi, Miwki, Claudio, Nei, Cebola, Osvaldo, Sora, João Sampaio, Luedy...o nome de vcs tá na lista de convidados da Boogie Nights/Soul Sessions. Inté +

Cury disse...

O blog podia mudar o nome pra rockecomentariosloco.blogspot.com

Eduardo Luedy disse...

Pôxa, obrigado, Marcos. Olha que eu vou mesmo, viu. Como é que faz? Vai ter nome na porta? De grátis, assim, e sendo convidado publicamente a gente se anima mais (meu caso) a sair da toca.

Bola disse...

Porra cury falou tudo!
Fiquei uns dias sem entrar aqui e...
Loucura total esses coments!

Marcos Rodrigues disse...

O nome tá na porta, cheguem cedo. Estendido tb para Cury e Bola. Abçs.

Cury disse...

Marcos, valeu, mas já tinha até falado com big, não poderei ir...
De qalquer forma, mais uma vez obrigado.

Bola disse...

Valeu Marcão!
To lá!
Abraz

João Sampaio (Janjão de Aratuípe) disse...

Com licença Chiconha, deix'o adentrar o seu espaço pr'eu agradecer a simpática cortesia de Marcos Rodrigues - ex-colega da Bahia Beat, do rock e da infância. Muito obrigado pelo singelo convite pra Boogie Nights/Soul Sessions, mas estou em meu torrão natal (Aratuípe) aproveitando os últimos dias de férias... Sem querer abusar, põe meu nome na próxima, que vou aparecer e matar saudades de todos...

Anônimo disse...

já disse o public enemy: don´t believe the hype. não acredite no hype.
franchico adora o hypado flaming lips e acha grand funk railroad e bachman turner overdrive uma merda. então vai uma lista de bandas q franchico não deve gostar ou nunca se interessou em ouvir mas q são do caralho: atomic rooster, pretty things, easybeats, the falcons, man without hats, birthday party, tempole tudor, guess who

miwky disse...

poxa, marcos, valeu de com força, mas eu tava em set e só cheguei agora. ainda assim, espero que tenha sido um sucecso!

qto a flaming lips ser o hype do momento, acho bala. agora, lembro a primeira vez que escutei uma musiquinha naquela loja de messias na barra. quantos anos atrás?? muitos! nunca imaginei que acabaria caindo no gosto do povão. que seja, eu aceito.

Anônimo disse...

esquecçam,, anonimos.
franchico é muito chato mesmo e por forildo de tudo o q aconteceu antes de 90. o cara achar grand funk uma merda +e muita ignorancia mesmo. ele só gosta do q é hype. fuçar meter sa caras pra ver o q é interessante não é com ele mesmo. dida

Anônimo disse...

outras bandas q franchico não gosta ou nunca ouviu falar:
black oak arkansas, war, raspberries, budgie.
mas flaming lips ele gosta até o caroço

osvaldo disse...

Mandou muito bem Marcos. Juro a você que pensei neste lance das "perolas aos porcos", foi transmimento de pensação.Outra que coisa que me veio a mente foi "pregar para os convertidos".Citando Franciel, a partir de agora o expediente vai ser duro, sopa de tamanco.Me sinto confortavel falando tanto dos classicos do rock, como de novidades e obscuridades(apesar do saco para estes estar diminuindo).O que sinto falta é das pessoas terem mais curiosidade, a velha guarda procurar novas bandas(não precisa serem as hypadas) e os mais novos se interessarem mais por bandas "das antigas".Mas, caralho antes de falar procurem se informar.Tá muito facil com a internet.Agora precisa gostar de verdade da parada.
Dedicado a Richard Hawley( alguem aí ouviu Cole´s Corner?),Akron/Family of Light(banda nova de Michael Gira), Nektar e Eric Burdon.

Anônimo disse...

grandes budgie (essa banda foi sencional), nektar e eric burdon...olhem marcos e chico na defensiva...aliás, difícil esse dois aí discordarem de alguma coisa...parece que nas rodas eles conseguem ter argumentos diferentes, mas aqui no rock ou no clash fica aquele papo de comadre...repeito e gosto dos dois, mas para quê chicão vai atrás de repercussão em coluna de quem quer que seja...pra quê, meu deus??????!!!!!!!!!!!!!!!!!!
comentário (tive que parar meu retiro espritual) dedicado ao rush (que não tiveram vergonha de terem sido fiéis à bússula criativa deles num mercado dominado por posers e modistas)

Anônimo disse...

corrigindo
...repseito e gosto dos dois...
comentário dedicado ao rose tatoo

Anônimo disse...

quer dizer...corrigindo...
...respeito...
comentário dedicado ao queen (fase anos 70)

Franchico disse...

Marcos, valeu pelo convite, Big até me mandou um par de entradas por Apú, mas por problemas de saúde de minha senhora, não deu para ir... Mas obrigado de qualquer forma...

De hj para amanhã, post novo, pro povo reclamar que eu só ouço Flaming Lips (e mesmo assim, continuam vindo aqui, não me perguntem por que...), que esse já cansou...

Franchico disse...

Ah, passei os convites para Mário Jorge e senhora, para não desperdiçar.

Hj é segunda.

Marcos Rodrigues disse...

Tranquilo. Mário e senhora marcaram presença. Fizemos (eu e Nei) uma pequena homenagem à Wilson Pickett sequenciando alguns clássicos. Grande estréia de Nei Bahia nas pickups. Pista atenta, antenada e divertida. Próximo mês tem mais Soul Sessions. Abçs.

Eduardo Luedy disse...

pô, Marcos, eu acabei não indo também. Tava querendo, sim, dar um rolê e encontrar alguns de vcs por lá. Seria interessante tb para poder trocar algumas idéias ao vivo com tanta gente que eu polemizo por aqui. Mas, infelizmente, não deu. Fica pra uma próxima.
abs