sexta-feira, janeiro 13, 2006

E QUANDO EU PÔR O PÉ NA ESTRADA / DAÍ NÃO VOU SENTIR MAIS NADA

Por razões técnicas (leia-se bebedeira desenfreada), não vou fazer a resenha do show de Wander Wildner no Miss Modular anteontem. O que eu posso dizer é o seguinte: Wander é O Cara, showman mesmo. É ele, a guitarra, a voz e o público. Claro que baixo e bateria fazem falta, pois fazem você querer pular, dançar - é a pulsação do som. Mas com Wander não tem essa, mesmo praticamente acuado num canto da sala, com a atenção de mais de 100 pessoas voltadas única e exclusivamente para ele (o espaço de shows do Miss M. ficou lotado), o cara botou todo mundo pra cantar suas músicas a plenos pulmões. Eu sou duplamente suspeito para falar de Wander Wildner, pois além de fã incondicional da figura e sua obra, assisti ao show de pileque, ficando emocionado a cada música. Não é qualquer artista que me causa esse efeito, então, quando acontece, É FODA! Pra mim o show foi perfeito, hit atrás de hit. Na verdade, faltou música pra mim, como Narciso invertido (do Eu sou feio, mas sou bonito), mas no geral, foi perfeito. E olha que, conversando com ele depois, Wander disse nem ter gostado muito do show. "Adorei a festa, a produção de Big, o público fantástico cantando as músicas comigo... Em termos de astral, foi o melhor show que eu fiz aqui na Bahia. Mas tive alguns problemas técnicos que afetaram um pouco minha performance", disse o velho punk. Imagine então se ele tivesse achado tudo perfeito...?

CHINESE DEMOCRACY: A PIADA QUE NINGUÉM ENTENDE, MAS O ROCK LOCO EXPLICA - Há cerca de 10 anos, basbaques de todas as cores, nacionalidades e religiões esperam pelo novo disco do Guns n' Roses, intitulado Chinese democracy. O tal CD já consumiu cerca de 13 milhões de doletas só em sua tumultuada produção. Entra ano, sai ano, o - cada dia mais - caquético Axl Rose promete: "agora, vai". Mas, para desespero dos manés que ainda esperam uma obra-prima (huia-ha-hwa-ha!) do grupo que faça jus à fama angariada na época do Apettite for destruction (1987), o tal disco não sai, nem a fórceps. O que ninguém entendeu, é que, na verdade, Chinese democracy é uma piada interna de Axl, cuja pista para seu entendimento reside no próprio nome do disco: Democracia chinesa. Ora, todos (que vivemos no planeta Terra), sabemos que tal coisa não existe. Taí: Chinese democracy, o disco, assim, como a democracia na China, é um conto da carochinha, não existe disco nenhum, nem nunca existiu, porra! E os otários esperando, esperando... Deu pra entender?

BIG BAND AMERICANA DE JAZZ NO TCA DE GRÁTIS - Do release do XIV Festival de Música Instrumental da Bahia: "O XIV Festival de Música Instrumental da Bahia realizará um lançamento de 18 a 20 de janeiro de 2006. No dia 18/01 a Whitworth College Jazz Band, uma big band norte-americana irá se apresentar às 21 horas na Sala Principal do Teatro Castro Alves gratuitamente. Nos dias 19 e 20/01, serão oferecidas duas oficinas, também gratuitamente, com os músicos da orquestra, das 10 às 12 horas. As inscrições estão abertas! Inscrevam-se e divulguem! Vagas Limitadas!".

92 comentários:

Anônimo disse...

chico, deixe de enrolação...cadê o pingue-pongue com fábio cascadura? pivetes de velotrol à parte, nosso amigo é o "cara", man...de longa trajetória na cena rock soteropolitana tudo indica que terá nesse ano o merecido reconhecimento no mercado nacional pop
comentário dedicado ao lynyrd skynyrd, black oak kansas, blackfoot, moly hacht, 38 special, got't mule e zz top

Franchico disse...

Cláudio, já enviei as perguntas pro homem, que se disponibilizou em responde-las. Deixa ele responder em paz, que as perguntas formuladas pelo papai aqui foram muito complexas!... ;-) Tenha paciência, que vai valer a pena, garanto!

marcos rodrigues disse...

Oi Chico, desculpa está escrevendo nos comments deste post mas ai embaixo já estava inflacionado. Me dei ao trabalho de ler os mais de 80 comentários e vi que alguém assinou 'Marcos' algumas vezes. Bem, não acho que seja má fé comigo, pode ser outro, mas queria deixar claro que não sou eu, 'Marcos Rodrigues'. Já tive essas discussões com Luedy num passado recente e, confesso, perdi o interesse por esses malabarismos retóricos e inócuos. No mais, há algum tempo parei de entrar em discussões com anônimos ou pseudônimos. Abç.

Franchico disse...

Sábia decisão, Marcos Rodrigues, sábia decisão....

Marcos disse...

Opa! Sou outro Marcos mesmo... assumidamente. heheh

Sabia decisão mesmo.. acatei essa aí também.

abraços

Marcos disse...

Opa! Sou outro Marcos mesmo... assumidamente. heheh

Sabia decisão mesmo.. acatei essa aí também.

abraços

Franchico disse...

Vão nesse endereço aqui e entendem, de uma vez por todas, que diabos está acontecendo com o Homem Aranha, hoje o maior corno da Marvel:
http://www.melhoresdomundo.net/arquivos/000525.php

Franchico disse...

O jornal argentino La Nación fez uma enquete perguntando qual seleção vc considera que ganhará a copa. Adivinha quem tá ganhando?
Chuuupem, argentinada! Vote aqui:

http://www.melhoresdomundo.net/arquivos/000525.php

Franchico disse...

Ops, errei o endereço. É esse aqui:
http://comunidad.lanacion.com.ar/encuestas/encuestaPregunta.asp?encuesta_id=2134

saraerickson4793 disse...

I read over your blog, and i found it inquisitive, you may find My Blog interesting. My blog is just about my day to day life, as a park ranger. So please Click Here To Read My Blog

http://www.juicyfruiter.blogspot.com

sora disse...

Chiconha,

por um acaso, trabalharei neste festival ai que vc falou. Se rolar alguma coisa legal, tô lá de olho.


bjs



sora


Ps - Duda, para de falar sério com esse povo. Não rola. Vc não notou que é tudo pose?

Desculpas generalizadas

eu

Eduardo Luedy disse...

mas sora, de que outra maneira poderia chamar a atenção de vcs? malabarismos retóricos, inócuos ou não, em menos e três dias foram mais de 80 comentários após ter carregado o meu cavalo de batalha preferido. mas acho que vc tá certa, pra variar, né? abração
duda

Anônimo disse...

ô luedy o seu cavalo de batalha é um velocípede enferrujado e velho. vai curtir MPB. e me diz: aí se pra voce tudo na bahia é genial (menos o rock, é claro) será q nara costa tem o mesmo valor que gal costa? cara, faz uma viagem para desobrir q a bahia não é o umbigo do mundo.
ass: temístocles

Eduardo Luedy disse...

bicho, é mesmo? puxa vida, que é que eu vou fazer agora que vc me revelou tão profunda verdade? vc só não consegue explicar porque é que sendo mero velocípede ele desperta tanta atenção de vcs.

Anônimo disse...

pq vc é um vara-pau vestindo uma camiseta escrito eu amo axé music num velocipede de menino q vc diz q é cavalo de batalha.. queria o que? só pode chamar a atenção mesmo

Anônimo disse...

ah sim luedy e escreve aí um tratado dizendo a diferença entre nara costa e gal costa. um arrocha pra vc

Eduardo Luedy disse...

caro corajoso anônimo:
por que é que vc acha que eu iria dedicar meu precioso tempo para atender a um pedido seu? de onde foi que vc tirou idéias tão estapafúrdias (e que atribui a mim, tipo "de que tudo que é da bahia é genial, menos o rock, é claro")? não precisa responder. não gaste seu precioso tempo, queimando neurônios - olha que vai te fazer falta. tente responder apenas para vc mesmo: por que é que vc fica aqui lendo as coisas que eu escrevo? para terminar, e para vc ficar um pouquinho menos burro: vá ao dicionário e aprenda o significado de cavalo-de-batalha.

saudações às eglenas, viu?

luedy

miwky disse...

uma novidade disfarçada de análise sobre a programação da tve no www.burnbahiaburn.blogspot.com

especial atenção aos comentários de gabie - musik-non-stop.

Ricardo Carvalhal disse...

luedy, na boa voce realmente acha que o axé é uma manifestação levada a serio fora da bahia? a industria do axe passa uma imagem de que somos um povo eternamente em festa. seres folcloricos, que não nascem, estreiam.morei 2 anos em sampa e sei do que to falando, era chato ser tratado assim, e o pior é que a bahia gosta de se mostrar unicamente desta forma.as outras manifestações culturais baianas(artes plasticas, musica não axé/folclorica, literatura,ect.)não tem a menor visibilidade. não acredito que voce não enxergue isto.

Johnny Ramone disse...

Nõa sei de onde eh q este axezeiro do Luedy tirou esta moral de jegue toda pra falar do rock.lave a boca infeliz.ROOOOOCK Porra!

Anônimo disse...

tem gente que se acha serah mesmo q alguem aki tah preocupado com axebaba? um merda desse num monta um blog sobre essas porcarias vendidas pra esperar se aparece 80 coments. eh mais facil pentelhar nos blogs de rock. vai bater uma laje ouvindo psirico mané e aproveita convida licia fabio pra organizar a feijoada estragada

demóstenes

Anônimo disse...

luedy frequenta bonfim light.

Anônimo disse...

luedy compra abadá na central do carnaval.

Anônimo disse...

luedy usa adesivo "sou chicleteiro" no carro

Anônimo disse...

luedy vai no caruru de dona canô

Anônimo disse...

luedy compra ingresso pra ensaio de pagode na mão de cambista

Anônimo disse...

luedy come na dadá

Anônimo disse...

luedy assiste michele marie

Eduardo Luedy disse...

Ricardo,
pra início de conversa, eu não preciso do aval do sul maravilha (ou do sudeste maravilha) para ter uma opinião formada sobre o que quer que seja. não me entenda mal, não tô dizendo que vc precise disso, apenas tô querendo dizer que não me interessa tanto assim o que sampa pensa da axé. aliás, quem é que, em sampa, fala mal da axé? mais uma vez, acho que se toma o todo pela parte. não é porque um determinado segmento de público ou de impresa desautoriza a axé (ou outros gêneros populares) que se pode dizer "em sampa se pensa assim".
é preciso que se diga: a axé music faz sucesso em sampa também.
aliás, sampa é a terra do pagode romântico. o sertanejo pop (que deve igualmente desagradar a vcs) também é um gênero bastante popular por lá. independentemente do que pensam e falam na folha de são paulo.

Aí vc diz:
"o pior é que a bahia gosta de se mostrar unicamente desta forma".

não, senhor: vcs aqui são a prova viva de que nem sempre a bahia (Salvador, para ser mais exato) gosta de ser representada unicamente pelo axé ou pelo pagode. tudo bem, é um direito que temos à diversidade, mas daí afirmar que tudo é igualmente ruim nestes gêneros é que eu discordo de vcs.

E, no outro trecho:

"as outras manifestações culturais baianas(artes plasticas, musica não axé/folclorica, literatura,ect.)não tem a menor visibilidade."

aí a coisa complica um pouco.
concordo que o que chamamos de axé seja hegemônico por aqui. mas em termos de prestígio, essas manifestações são quase sempre tidas como algo menor, por exemplo, perante o rock. se vc pegar qualquer uma dessas publicações "chiques" dedicadas a "cultura" (revista bravo, cult, etc), vc não ver textos dedicados a axé ou ao pagode. talvez algo sobre o funk carioca (mais devido ao que ele tem de peculiar e "exótico") ou sobre rap. mas, de uma maneira geral, vc não vai encontrar muita coisa sobre esses gêneros.

No dicionário brasileiro de música, vc não encontra nada sobre as grandes bandas de axé. [tem um texto muito bacana do hermano vianna sobre isso). tem rock, tem a chamada "mpb", mas estes gêneros mais populares não constam ali.

então, essa questão da "visibilidade" tem ser ser melhor qualificada.

mas, quer saber, quando os anônimos me acusam de "axezeiro" (como se fosse um grande xingamento) , eu fico achando que eu estou mesmo no lugar errado. é divertido ficar conversando sobre esses assuntos aqui, mas, na moral, não acho que alguém aqui (além de luciano, talvez) esteja muito interessado em relativizar as coisas. talvez seja mais comodo acreditar que há um inimigo que nos sufoca, um inimigo cruel que nos vitimiza. ele se faz importantíssimo para que se afirme aqui o que não pretendemos ser.
como diz sora, não combina com a pose rocker (a que eu encontro muito por aqui) gostar ou mesmo reconhecer a importância de axé, de pagode etc.

até a jovem guarda e o tropicalismo já foram desautorizados por alguns aqui, imagine.

eduardo luedy

Anônimo disse...

luedi se veste na chacha dumdum

Anônimo disse...

luedy tem um poster do cacique jones

Eduardo Luedy disse...
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Anônimo disse...

a coisa fica bonita assim, com luciano fazendo comentário completamente sem noção sobre os adeptos do bom rock do rock loco e luedy insistindo na sua análise pra lá de elástica sobre a produção axezeira local...como se não relativizássemos o próprio rock (70% dele, por sinal, uma porcaria) e ficamos todos assim como radicais idiotas e vcs, como donos de mentes abertas pós-modernas nesses tristes trópicos baianos...isso tá parecendo briguinha de egos
comentário em homenagem ao mustang (grande banda carioca)

Anônimo disse...

assina cláudio! bom comentário!

Eduardo Luedy disse...

errata: onde se lê "eglenas", leia-se "euglenas" (as aulas de biologia ficaram lá atrás). e onde se lê "euglenas", leia-se "anônimos".
cláudio: eu gosto e análises "elásticas" - que compreendo como "relativistas". elas são menos retumbantes, menos pretensiosas, mais locais. pra muitos de vcs, talvez, elas sejam estúpidas e sem sentido.
mas a revolta de vcs ao que escrevo é ótima: 70 por cento do rock é uma porcaria? puxa, isso é mais do que eu esperava! os 30 por cento pertencem a vcs, né?

Anônimo disse...

meu caro luedy, quando coloco que 70% do rock é porcaria não estou me referindo a gosto pessoal...mas, sim do valor estético (não preciso gostar de bjork e sting para reconhecer o valor estético do trabalho deles, que por sinal não gosto e nem seria idiota de achar que meu gosto é que é padrão para bom gosto)...o rock foi uma das músicas mais criativas do planeta (naquela fase que esteve associado à contracultura) e, na atualidade, está agregado ao extremo a uma lógica de mercado, que muiitas vezes interfere até na sua criação, momento sublime de criação do artista (sem papo de purismo)...quantas bandas são "pensadas" para atingir fatias de mercado, bandas até consideradas respeitáveis...isso sem falar na interferência de interesses comerciais durante a produção de cd e na sua pós-produção...minha leitura da música baiana não é de má vontade...mas, já que vc acredita que ela é uma música de entretenimento de qualidade razoável porque não dá nomes aos bois...
comentário dedicado a batatinha, riachão e panela

Eduardo Luedy disse...

cláudio,
(é vc, né?) bicho, não ligue para as minhas provocações. as euglenas despertam em mim aquilo que o roberto jefferson falou para o zé dirceu (o que não quer dizer que não esteja me divertindo com toda essa conversa).
olha, eu concordo com quase tudo que vc disse. mas veja, quando vc diz que que eu acredito que a axé é "uma música de entretenimento de qualidade razoável" receio que se esteja, mais uma vez, tomando a axé como um bloco monolítico - onde tudo é igualmente uma coisa só, uniforme. do mesmo modo, só que com outro sentido, se costuma dizer "o rock é assim, não é vendido como a axé", "ao contrário do rock, todas as bandas de axé são armação", ou "o público de rock tende a ser mais inteligente que o de axé". em suma, generaliza-se a torto e a direito, apagando-se assim as nances, as pequenas ou grandes diferenças, inclusive de qualidade em ambos os gêneros.
eu já publiquei minha lista das dez mais do axé na bahiabeat de marcos rodrigues - que como toda lista reflete minhas preferências pessoais, minha história com este gênero - que é muitas vezes atritosa. por que deveria fazê-lo novamente? é tão importtante assim que eu legitime algo por aqui? bem, se é por curiosidade, tem uns nomes muito recorrentes nas minhas falas por aqui: gerônimo, brown, virgílio, sarajane, banda reflexus, luiz caldas.
mas como disse, nem sempre foi assim. lá nos primórdios, eu me horrorizava com muita coisa, fui mudando de idéia depois que toquei, em meados da década de oitenta, e por três anos seguidos, em palanques montados pela prefeitura em bairros de periferia (eu e outros músicos montávamos uma banda cover de axé pra ganhar uns trocados durante o carnaval; participávamos de um concurso organizado pelo sindicato dos músicos). aí, pude testemunhar com muita intensidade a relevância, a importância que bandas que eu detestava, como chiclete com banana, por exemplo, tinha para tanta gente. passei a gostar de muita coisa de axé a partir desta experiência.
sinto muita identificação com os meninos dos retrofoguetes (rex, principalmente) quando percebo neles o mesmo carinho que eu sentia por aquele repertório.
mas é isso aí. garnde abraço,

Anônimo disse...

puta cara chato meu. ôrrra!

paulista

Anônimo disse...

luedy tem um poster de rex

Anônimo disse...

hehehe vamos chegar aos 100 nesse pro luedy massagear seu ego

Franchico disse...

cuma?

Anônimo disse...

Veja bem assim em termos de filosofia axezeira temos que contextualizar o que acontecia nos primórdios. Partindo do pressuposto que o telurismo baiano nos fornece o substrato bem como o seu correlato ou muito pelo contrário nos fornece o túnel no fim do túnel da prosopopéia astral legal total e considerando nessa perspectiva o cocar do Cacique Jones devidamente resgatado pela paróquia da Lapinha na figura do ilustre pároco RalaoPinto nessa que foi uma revelação nagô de profundo respeito ao sincretismo ajaiô temos que levar em conta que a guitarra verde de Ricardo Chaves tem uma relação biunívoca com o fundo da garrafa da qual a boquinha apontava para o olho da dançarina de lentes. Verdes também, se bem entendido. Nessa perspectiva da boquinha toda a baianidade se reveste de magia dente de marfim pele de cetim. Ou não.

Dr. Tomás do Sul (PhD)

miwky disse...

hahahahaha!! me perdoem, mas essa do dr. tomás foi ótima.

Johnny Ramone disse...

UOHAHAHAHHAAAAAAHAHAHAHAHAHA!Tomas do Sul é o papa do relativismo, Luedy se fudeu nessa.Rock Porraa!

Gabriela disse...

Ainda bem que tem figuras feito Luedy e Luciano para abrir a cabeça desses roqueiros radicais.As pessoas tem que entender que tem muita coisa boa na musica baiana e que se as pessoas olharem sem preconceito que artistas como Carlinhos Brown, Ivete Sangalo,Chiclete com Banana, Tatau e Afrodisiacos sao excelentes, fazem sucesso no Brasil inteiro.Tambem gosto de rock feito na Bahia e artistas como Radiola e Diamba tem tudo para fazer sucesso nacional igual a Pitty.

Anônimo disse...

luedy, luciano e gabriela tão ganhando DINHEIRO por baixo do pano pra ficar elogiando as merdas e excrementos da bahia.
ass: Platão

Anônimo disse...

eu ja vi até eles num banco lá no centro administrativo mariana

Eduardo Luedy disse...

pôxa, vcs descobriram toda a verdade... fui contratado por um pool de empresários de axé, preocupados que estão com o baixo conceito que este gênero tem por aqui. eles perceberam que eu poderia me imiscuir por entre os roqueiros de verdade para tentar fazer com que vcs baixassem um pouco a guarda e dessem uma colher-de-chá para este gênero tão combalido.
ganhei muito dinheiro defendendo a axé em blogs como o rockloco e o clashcityrockers. tanto foi que cheguei a acreditar que ela tinha valor - o que é o que o capitalismo não faz com a gente, né? hoje eu sou um axezeiro.
mas eu vou mudar: vou fazer um curso intensivo com as euglenas anônimas. talvez ainda haja salvação. vou me tornar um fundamentalista, ou melhor, um talibã do rock - eu prometo!

ps. afrodisíacos, gabi? cê tá de brincadeira, né? pierre onassis tem composições lindas da época do olodum, mas afrodisíacos nem eu com este meu relativismo todo consigo encarar...

Ricardo Carvalhal disse...

luedy, quando falei da minha vivência em sampa, me referi a forma como a bahia é percebida( e se mostra desta forma sim) no dia a dia, pelo jornaleiro, pelo cara da padaria, pelos meus colegas na universidade. um lugar paradisíaco num eterno carnaval, não era só um? determinado segmento? e sim uma percepção, misturada com preconceito, de uma grande parcela das pessoas com as quais eu convivi, pertecentes a segmentos diversos.e a axé music( e seus artistas) é parte integrante e conivente(porque lhe é conviniente) desta balela .não como pilha de sulista, mas é inegável que a bahia só mostra esta cara pelo mundo afora.talvez vc devesse sair um pouco da bahia, deixar de achar que a bahia é o centro do mundo, não to te ofendendo não.talvez vc devesse abrir um pouco a sua cabeça.não acho que todos do blog estão ? procurando um inimigo que sufoca? e ?um cruel que vitimiza?.estas afirmações suas são conclusões que vc tirou a partir de comments de anônimos, e soam , desculpe, retumbantes e pretenciosas.

Eduardo Luedy disse...

porra, tá foda deixar o debate. principalmente quando surgem comentários inteligentes e interessantes. ricardo, eu concordo com o que vc disse. e esse é o dark side da axé - algo que me incomoda também. fecho aí contigo.
agora, não venha me dizer que são apenas anônimos-euglenas que manifestam visões "essencialistas" que tomam por base uma certa "natureza" roqueira. não, não. se tiver paciência, leia o que tantos e tantas escrevem por aqui. não vou ficar repetindo.
agora, me desculpe, mas de onde foi que vc tirou essa idéia de que eu acho que a bahia (salvador?) é o "centro do mundo"? onde, em que diabo de comment meu, vc leu algo parecido com isso? pô, logo eu, todo pós-estruturalista, puxando o tapete das verdades essenciais e totalizantes acerca do que quer que seja - claro, aqui eu tenho um prato cheio. e mais: é só ler e perceber a raiva (visível nas ofensas e nas respostas agressivas) que as pessoas têm de alguém que está pondo estas verdades à prova.
no mais, um abraço.

Eduardo Luedy disse...

ah sim, quem escreveu sob a alcunha de tomas do sul conhece muito de axé. eu achei muito bem feita a brincadeira, apesar da tentativa de me ridicularizar.
tão vendo, não sou só eu que acompanho a axé. o cara (ou a cara) sabem do que estão escrevendo. tomás do sul, hein? pagode da fase gerasamba.

Anônimo disse...

ok luedy....lá em casa tem o disco velho de meu irmão dos acordes verdes com luiz caldas, jota morbeck e não sei que mais...lá tem forró, frevo, música instrumental e axé pra januário...bom, tudo tosco, mas muito mais sincero do que viria se transformar a axé music (é isso a que vc se refere)...cresci ouvindo dodo e osmar...acho que eles me levaram ao rock (no sentido da eletricidade)...agora gabi, não elogie o trabalho de ícones da axe music só porque fazem sucesso mercadológico nom Brasil porque isso não é referência artística para ninguém em termos de credibilidade...não foi essa gradação de valor citada por luedy... e luciano está sendo equivocado ao querer nos colocar como talibãs do rock (nós, putas velhas)...
comentário em homenagem ao zona abissal, que nunca teve vergonha de ser heavy metal em terra de axezeiros e roqueiros tirados a moderninhos

Gabriela R. Almeida disse...

HAHAHHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHA

Tomás do Sul merece o troféu Joinha 2006 de filosofia. Certamente a mais engraçada contribuição que eu lembro de ter lido nestas discussões de blog, desde a época em que as brigas rolavam no blog de Big.

A propósito, a Gabriela que postou um comentário ai não sou eu.

Thiago disse...

Peraê Peraê, como é isso? Pode Chiclete com Banana e não pode Afrodisiacos?Qual a diferença?

Anônimo disse...

Do problema da fase oral e outras perversões adquiridas no contato com a vida selvagem

Nobre colega Luedy em momento algum almejei ridicularizar V.Sa posto que vislumbro elevadas doses de egolatria em sua desmedida pretensão o que segundo o amigo Freud revela traumas mal resolvidos na fase oral. Da sua tenra infância, se bem entendido, quando V.Sa deveria ter superado a questão básica de ser/estar no mundo como centro da sua celestial órbita. Posto isto devo dizer que não o considero como um dos meus pares na possibilidade das análises profundas do fenômeno axezeiro. Falta-lhe estofo e se me permite a sinceridade falta-lhe também o devido distanciamento crítico que se adquire em sucessivas análises de campo observando a vida dos selvagens dos tambores(Método de Malinovski, pgs 345-468). Permita-lhe explicar: o processo experimental do fenômeno do baticum está intrinsicamente ligado ao mal estar da civilização na sua passagem para a chamada era moderna onde o Homem libertando-se das amarras esotéricas passa a ser responsável pelo seu próprio ser/estar no mundo, como nos ensinava Sartre, o corno de Beauvoir. Veja bem observando os selvagens dos tambores soteropolitanos foi possível concluir que se trata de fenômeno isolado no mundo e que foi descoberto pelas hordas das globalização e os intelectuais pósestruturalistas que assim como Dodó também não havia superado a fase oral e morreu achando que foi o responsável por resolver o problema da microfonia em instrumentso amplificados, dai o nome "pau elétrico" (entendeu?). Elevadas doses de problemas com a sexualidade, com o falus, agora "eletrificado" e com o isolamento geográfico causado pelo mau cheiro proveniente da célebre epidemia da "Caganeira do Dendê" nos idos de 1972, deixaram os nativos da Cidade da Bahia propensos em acreditar que eram o povo escolhido. Popoli Ignarus Rex Postus. Assim nasce o reinado de White Head, King of Axé City, descendente direto da dinastia redentora de Selassié. Volto depois.

Dr. Tomás do Sul (PhD)

Dr. Tomás do Sul (PhD) disse...

Este último Dr. Tomás é falso.

Anônimo disse...

ora tá na cara, salvo engano, que esse phd aí é o franciel, velho chapa jornalista anarquista sertanejo dos bons...de onde zezão tira inspiração
comentário em homenagem a ednardo e manassés

Franciel disse...

Claudio,
infelizmente, não sou eu. Não tenho talento para.

Comentário dedicado a Modesto, aquele que muitas vezes a gente deixa à parte.

Anônimo disse...

Arqueologia musical
(Anexos da Pesquisa Deuses, divindade infinita do Universo - Parte I)

Intro: C G

C Dm
É de babarixa!
C
é de balacumbaca
G C
tetetetere tere tete tere tetere
C Dm C
Eu quero beijar a sua boca loca
C Dm C
eu quero beijar a sua boca loca
C G C
Eu vou enfiar uva no ceu da sua boca
C G C
eu vou enfiar a uva no ceu da sua boca
C Dm C
chupa toda, disse toda
C Dm C
chupa toda, disse toda


Dr. Tomá do Sul (PhD)

Anônimo disse...

Compêndios para a nova História (Notas preliminares para uma currículo baiano - Parte I)

Da Mitologia e Do Imperador Vovô Babaovus I

Vejam bem os Deuses, divindade infinita do universo nesse predominante esquema mitológico tem uma ênfase do espírito original Chu que formará no Edén o ovo cósmico. A emersão nem Osiris sabe como aconteceu ou seja a ordem ou submissão do olho seu transformou-se na verdadeira humanidade, uma verdadeira epopéia do Código de Geb e Nut gerou as estrelas. Osíris proclamou matrimônio com Ísis e o mau Set irado o assassinou e agora impera. No que Hórus levando avante a vingança do pai e derrotando o império do mau Set no grito da vitória que os satisfaz. Eu pergunto, cadê Tutancamon, heim Gizé? Akhenaton?

Dr. Tomás do Sul (PhD)

Anônimo disse...

então tá franciel...bom, esse papo já tá pra lá de bagdá, ops, conchichina...melhor, pra lá de vladvostock e mais dois territórios...no fundo, somos todos iguais e diferentes ao mesmo tempo...todos gostam de música...só que para uns isso é uma questão existencial vital; para outros, apenas um verniz cultural para dar mais brilho ao sábado à noite embalado pelo indiscreto charme da pequena burguesia soteropolitana...agora, que essa cena (que cena?!) está um saco de gatos, tá sim...
comentário dedicado a rônei em si (sem os pivetes de velotrol) e ao vinho tinto

Anônimo disse...

franciel não adianta negar. Todo mundo já sabe que você é tomás, tomás do sul.

Anônimo disse...

rapaz, analisei melhor e percebi que não parece ele não...se vc observar melhor o estilo de texto dele no ingresia...é diferente...
comentário dedicado ao autoramas, que arrebentou sábado com sua nova baixista de pernas longas

Anônimo disse...

verdade, thiago. fui contraditório ao condenar o afrodisíaco. eu ia até escrever tratando disso. ora, se pode bon jovi, por que não pode afrodisíaco. vc tá certo. quanto ao chiclete, devo dizer que respeito, admiro e tal, mas não gosto deles. e, que diabo, eu tb tenho meus preconceitos e minhas contradições caramba! só vcs que podem ser assim?
luedy

Luciano disse...

A discussão até que melhorou. Tô rindo muito, mas sem paciência para responder vários posts que deu vontade. Eu acho que uma parcela do pessoal do rock tem sua razão de odiar tudo que vem do axé. Luedy,eu concordo com você que o Axé em si não fez nada, mas foi instrumento, ferramenta, acabou ocupando espaços que poderiam ser para outras expressões. Inclusive até os blocos afros sofreram com isso. O que acho bobo é exatamenteo que você fal, quando colocam tudo como uma coisa só. E foi o que disse no outro post. Dai fico imaginando o cara que não curte rock, mas até respeita. Mas só tem avesso a esses 70% ruim do gênero. Para ele então o rock vai ser uma bosta, sem graça, armação e ninguém vai poder constestar. O cara que curte e saca de rock, no entanto, vai dizer para ele que existe muito além daquilo e vai procurar mostrar que o rock não é uma coisa igual, existem diferenças. Ou vai chamar o cara de burro tapado e preconceituoso, como rola muito aqui em Salvador. Mas tem o lado inverso da história. Se achar superior, profundo conhecedor de tudo e discriminar o resto, especialmente se não vem de seu meio.

miwky disse...

ai, a tia miwky tá queimando sua cdteca. cds originais, e em excelente estado de conservação, maiores informações: www.burnbahiaburn.blogspot.com

Anônimo disse...

Compêndios para o ensino do Inglês para meninos do Pelô (extraído do método Olodum Pra Gringo Ver: The Book Is On The Table Black Bible)

"Be near me, darling
I miss you darling
Oh bring me, darling
Your sweet kiss, darling

Oh jah! Oh jah!
I'd like to be near her
Oh jah! Oh jah!
I miss and love her"

Vejam bem, como podem notar, aqui toda propedêudica popular vem ao encontro dos vendedores de fitinhas do Bonfim e dos nativos profissionais de capoeira transmutados em agentes facilitadores do turismo "Sorria você está na Bahia". É bem fácil faça um "sótá-que" de gringo and repeat after me: "ióó suite quis dárliin". Treinando diariamente e com um pouco de sorte você consegue aparecer em algum vídeoregistro de Spike Lee. É claro que não dá pra chegar à Dr. Thomas do Sul, porque todo menino do Pelô saber tocar tambor (mas nunca vai vira doutor). E a idéia é essa.

*
Também na série Arqueologia Musical

Dr. Tomás do Sul (PhD)

miwky disse...

doutor tomás,
depois que lhe deram corda, o senhor ficou impossível, mas pra não ficar chatão, nos poupe!!

eduardo luedy disse...

a brincadeira do tomás do sul, anarquizando com a axé, expondo a cinetificidade ingênua do olodum é divertida e tal, como toda caricatura é. nos faz parar de se levar tão a sério, promove a auto crítica, nos faz perder a pose etc etc.
mas a brincadeira, apesar de bem tramada (e quem tá escrevendo tem conhecimento de causa, conhece muito bem o repertório que está desancando) tem infelizmente um motivação conservadora. algo que, pelo menos pra mim, faz perder a graça.
assim como aquela "novíssima poesia baiana" do los catedrásticos, que se pretendia crítica, mas era também no fundo conservadora. usava do mesmo expediente de ridicularização para avacalhar com um repertório tido de mau-gosto como pretexto para afirmar seu conservadorismo estético.
mas não repare não, dr tomás, não quero cortar seu barato.
luedy

Anônimo disse...

alô miwky: pelo seu gosto eu não compraria NENHUM cd da sua coleção q vc está vendendo.
e uáu, pelos coturnos de pitty, q discussão maluca. e a turma do rock exige q o magnânimo Dr Phd Thomás do Sul se faça presente a todo e qualquer momento que Luedy e o fraquinho Luciano se manifestarem.
ass. DIUMBANDA

Anônimo disse...

ahahahaha está aberta a inscrição pro mais chato dos comments do rock loco. miwky, luedy, luciano matos, claudio, o próprio chico e novo mas já disputando o páreo dr.tomás do sul ahahahaha o que isso aqui virou...chicooooo!!! dr.tomás entornou o caldo de vez ahahahahaha eh melhor fechar pra balanço ahahahaha rock'n'roll poorrra que o resto é luedy em comentário de rock loco ahahaha quem guenta?

Anônimo disse...

Estarei atento, meu nobre rapaz Diumbanda e Dijuízo.

Srta Miwky, repeat quickly after me: u "o" tem som de "u"?

Conservadorismo estético, Sr. Luedy? Bondade sua.

Dr. Thomas do Sul (PhD)

miwky disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
miwky disse...

ah, cury, brincando de phd do sul, né??

sim, cavarei tua ip.

BETO BAHIA disse...

CHEGA DE SAUDADE DE XIBANSSA!!!

Cheguei para botar ordem nesse galinheiro!

Que mané mêpêbê porraniuma... Roqui?! Que vcs pensam que sabem de roqui?!

...E esse povo que pra falar mal desse tal de Eduardo Dusek, professor cheio de catilogência, fica citando Marcelo Velha?!!

Agora nêgo fica anunciando que tá dando sua coleção, outro dizendo que gosta mesmo é de tomás do sul... Quer tomar, tome!! Mas tome sem ficar gritando tanto...

Eu é que não tomo nada, bebo e com farinha!!

Melhor, a minha é deixar a conversa pra depois, primeiro a obrigação que tenho por ofício, a de pôr no orifício das infelizes... Por aqui tem alguem triste? Deixa comigo, que só eu sei botá pra vê talba lascá ni banda!!

Eu e a minha voz rascante e arregassante, pra aveludar o coração das piriguetes roqueiras, com minha cativante empunhadura vocal!!!

rocabili, progressivo, punqui, surfimusique e outras paradas? Só com Beto, neném... O resto é esse rebanho de menino cheio de verme cuspindo xurumela!!!

Vão tomar calcigenol e óleo de rícino pra vê se crescem com saúde!!!

...E antes que me esqueça, lugar de conversa mole é no pé do caboclo...

BETO BAHIA, o Cantor Xêta!!

Johnny Ramone disse...

Rooock Porra!!

Anônimo disse...

luciano, não adianta tentar se explicar, pois seus comentários anteriores foram muito desonestos com pessoas que vc sabe a dignidade....aqui, ninguém se diz dono da verdade em termos de música...acho que vc está confundindo pessoas que brincam e outras que estão argumentando de forma séria
comentário dedicado ao bando do teatro seraphin

Eduardo Luedy disse...

luciano tem todos os motivos para falar o que fala. aqui mesmo no rockloco ele foi atacado pelas euglenas anônimas de sempre - e com um preconceito da porra. tinha gente patrulhando porque ele não foi ao show de marcelo de nova. ou vcs não lembram disso?

Anônimo disse...

quequeissoaqui?! até beto bahia reapareceu. e claudio tá lançando moda com os comentários dedicados...cadê chico?!

Anônimo disse...

oitenta!

Anônimo disse...

não é por aí não luedy....luciano já insinuou a torto e direita que somos radicais bobos...qual é?! para cima das putas velhas?! Ele que vá se entender com a turma de moderninhos dele lá...a atitude dele faltou com a verdade, pois ele conhece o pessoal...
comentário dedicado ao van halen (fase david lee roth)

Franchico disse...

1 - Hj, quarta, eu tô aqui e tô vendo tudo.

2 - Ontem eu não tava aqui por que tava de folga (se mordam de inveja), então, não vi nada.

3 - Cláudio, que picuinha besta é essa com Luciano? Na moral, vc tá se ofendendo por nada, meu velho... Vamo parar com essa patrulha pra cima do cara, que ele é honesto, ao contrário de alguns colegas de profissão, que... ó, vcs me deixem... (nada a ver contigo, Claudão, antes que vc ache que eu tô falando de vc).

4 - Aguardem pst novo de hj pra amanhã... Eu espero....

Anônimo disse...

chico, nada pessoal e nem profissional contra luciano, que sei do carárter dele...falei dos argumentos deles e não dele enquanto pessoa...falo isso porque sei que ele é uma pessoa bem intencionada, mas está fechando posição equivocada...fiquei chateado com o posicionamento dele no rock loco, querendo colocar um universo de pessoas como talibãs do rock...pelo amor de deus...isso não existe aqui (pelo menos para quem está escrevendo de forma séria, mesmo que num clima informal)...pode parecer algo bobo, mas não é bicho
comentário dedicado a steve ray vaughan e leslie west

Anônimo disse...

Claudio, mas deu acusei alguém pessoalmente? disse nome de alguém? Po, escaldam o Retrofoguetes porque tocam Luis Caldas no maior clima diversão rock´n´roll. Discriminam pessoas que vão aos shows só porque não se enquadram no padrão rock. Falam mal de bandas só porque não tem o formato clássico do rock. O que quero dizer é que há preconceito dos dois lados. De um os "não roqueiros" que tem medo do rock e acham tudo coisa de adolescente revoltado. De outro "roqueiros" puristas que se acham donos da verdade e desprezam o que não é do mundo deles. Agora quem quiser vestir a carapulça que vista. Eu não fico me doendo quando me acusam de tudo, como bem lembrou Luedy, na ocasião de Marcelo Nova. Tenho mais o que fazer e pra mim isso aqui é só diversão.

Anônimo disse...

tá bom luciano, também tenho mais o que fazer...
comentário em homenagem ao dorsal atlântica

Anônimo disse...

atenção meu povo. tomem cuidado e prestem muita atenção aos passos de luedy e luciano. esses caras são vasilina demais. vamos cortar as asas deles agora no inicio pra depois não ficar lamentando o leite derramado. esses caras farão de tudo pro rock não devolar na cidade; atenção redobrada.
ass: DIUMBANDA

Anônimo disse...

luciano sua area é trabalhar com informação e vc tem de pesquisar e se informar prá não ficar só falando do q fica saindo na coluna de lucio ribeiro. então responda com sinceridade se vc já ouviu ou já ouviu falar destas bandas: wishbone ash, james gang, gentle giant, bachman turner overdrive, alice cooper, robin trower, rory gallagher, richie havens, x ray specs, subway sect, locomotiv gt. claro q vc nunca ouviu falar então não fique com essa moral de jegue achando q rock é só aquilo q os antenados e modernetes ficam dizendo. vai estudar guri. já luedy não tem jeito e só chibata mesmo

Franchico disse...

Na moral, que saco esse povo que se acha dono do rock, viu. Fundamentalismo perde. É claro que se vc quer trabalhar com imprensa rock, vc tem que saber dele de trás pra frente e conhece-lo em todas as épocas, mas daí a ficar desmoralizando quem só exprime sua opinião sem ofender ninguém, É FODA. Cuidado é com os xiitas do rock, que ficam vomitando nomes obscuros como se fosse obrigação de todo mundo conhecer tudo. Não é, não, meu irmão. Se ligue, que o buraco é mais embaixo... Boa merda, ficar vomitando esses nomes... Alice Cooper? ooohhh, nunca ouvi hablar! Bachman Turner Overdrive? Conheço e acho uma BOA MERDA. Me bata um abacate com leite ninho integral, aí, como diria Nei Bahia, vá. Patrulheiros de merda.

Marcos disse...

Franchico é o rei.
botou pra fuder, concordo totalmente.

Eduardo Luedy disse...

chico, fechou com chave de ouro. encerro aqui a minha participação também.

Anônimo disse...

é franchico é a sua cara mesmo. quem adora aquela merda de pelucia do flaming lips só pode mesmo detestar o bachman turner overdrive. haja ignorança

Franchico disse...

Amo o Flaming Lips com muito orgulho mesmo e não escondo nada de ninguém, muito menos quem sou eu. E não é ignorancia, não, meu caro, é (bom) gosto mesmo.