<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244</id><updated>2012-01-27T13:09:52.029-04:00</updated><title type='text'>ROCK LOCO</title><subtitle type='html'>Blog (que, nos seus primórdios, foi de um programa de rádio muito bacana) sobre rock e cultura pop em geral. Nossa base é Salvador, Bahia, a cidade do axé, a  cidade do terror.</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Greice</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17648488186959230063</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>834</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-3161674427186923092</id><published>2012-01-26T08:02:00.000-04:00</published><updated>2012-01-26T08:02:15.018-04:00</updated><title type='text'>MESTRE PASTINHA GANHA BELÍSSIMO LIVRO ILUSTRADO POR CAU GOMEZ</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-pva_xHid-iI/TyE-vzhFCMI/AAAAAAAAD9w/ZNV807mTgl0/s1600/pastinha_04.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="278" src="http://4.bp.blogspot.com/-pva_xHid-iI/TyE-vzhFCMI/AAAAAAAAD9w/ZNV807mTgl0/s400/pastinha_04.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&amp;nbsp;O período compreendido entre o fim de século XIX e os anos 1970 foi crucial para a Bahia. Foi nesse intervalo de tempo que o (hoje corrompido) conceito de baianidade surgiu e se consolidou no inconsciente coletivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E uma das figuras mais importantes na construção deste conceito foi Mestre Pastinha (1889- 1981), o maior praticante e divulgador de capoeira angola desde sempre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de contar a história do capoeirista no livro Pastinha, o Grande Mestre da Capoeira Angola (Série Gente da Bahia, editado pela Assembleia Legislativa em 2009), escrito em parceria com Otto Freitas, o jornalista José de Jesus Barreto volta ao personagem histórico no encantador Pastinha: O Menino que virou Mestre de Capoeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dirigido ao público infanto-juvenil e espetacularmente ilustrado pelo artista Cau Gomez (da equipe de A TARDE), o livro sai pela editora local Solisluna e tem lançamento nesta sexta-feira em Salvador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O livro da série Gente da Bahia teve uma procura muito grande, por que ainda não havia nada sobre Pastinha. Aí o pessoal da Solisluna entrou em contato comigo com a ideia de um livro para crianças, em cima daquela história”, conta José.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para encurtar a história, o autor extraiu o grosso da narrativa para o livro ilustrado de uma longa entrevista que Pastinha concedeu a Roberto Freire para a revista Realidade, em 1967.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-AAWxzs1sQok/TyE-9gYLetI/AAAAAAAAD-A/rR-HqVEfyVQ/s1600/pastinha_01.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-AAWxzs1sQok/TyE-9gYLetI/AAAAAAAAD-A/rR-HqVEfyVQ/s400/pastinha_01.jpg" width="396" /&gt;&lt;/a&gt;“Foi nessa entrevista que ele contou como um velho capoeirista angolano, Benedito, lhe ensinou a capoeira, para&amp;nbsp; ele não ficar apanhando dos outros meninos no Pelourinho”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O livro conta essa história quase na íntegra. Depois fala um pouco do que é a capoeira, o&amp;nbsp; berimbau, os principais golpes”, descreve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Depois&amp;nbsp; eu e Eneas Guerra (da Solisluna) escolhemos Cau Gomez, que é premiadíssimo e tem um trabalho fantástico,&amp;nbsp; para ilustrar”, diz. &amp;nbsp;“Graças aos desenhos de Cau, o livro se transformou numa pequena obra de arte”, elogia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Zé de Jesus, Pastinha ainda foi muito mais que um mestre de capoeira. “Ele era um filósofo, um pensador. É um orgulho muito grande falar de Pastinha, um verdadeiro mito ao lado de Caymmi, Jorge Amado, Pierre Verger –&amp;nbsp; o pessoal que&amp;nbsp; fez a Bahia ser o que é”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pastinha foi parte da Renascença Baiana, quando isso aqui&amp;nbsp; ainda era um celeiro cultural. Infelizmente, a Bahia é muito ingrata com seus filhos mais valorosos. O&amp;nbsp; baiano reconhece muito pouco os seus heróis. Hoje ele&amp;nbsp; só se interessa em remexer a bundinha”, dispara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Esculpindo Pastinha&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Já Cau Gomez espera iniciar uma nova fase na carreira com mais este belo trabalho. “Esse livro é&amp;nbsp; meu xodó, eu o vejo como um passaporte para uma linguagem nova para mim, que é a literatura infanto-juvenil”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Cau, o mais difícil foi criar a imagem do Pastinha menino, devido a escassez de documentos dessa fase de sua vida. Como talento e inteligência não lhe faltam, logo o artista criou um método próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como no You Tube tem muito material do Pastinha, eu dava pause na imagem dele e ia congelando o frame em vários ângulos diferentes”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;“Aí fui tentando achar a figura dele criança. Foi como esculpir com a imaginação, a partir dos diversos ângulos do rosto do Pastinha. Depois de alguns esboços, cheguei na imagem que está no livro. Foi um grande desafio”, descreve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vjtW93uiwYQ/TyE-yoJcQGI/AAAAAAAAD94/-G0Df2TyJNE/s1600/Pastinha.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-vjtW93uiwYQ/TyE-yoJcQGI/AAAAAAAAD94/-G0Df2TyJNE/s200/Pastinha.jpg" width="166" /&gt;&lt;/a&gt;Cau, que já jogou capoeira regional, conta que outro atrativo para ele foi a sensibilidade artística.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É uma história difícil, ele sofreu a perseguição que hoje é chamada de bullying, mas superou através da capoeira. Ele foi um exemplo de baiano lutador. É uma felicidade imensa compartilhar isto. E era muito sensível as artes, a pintura, estudou no Liceu de Artes &amp;amp; Ofícios, é uma história maravilhosa”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Pastinha: O menino que virou Mestre de capoeira / de José de Jesus Barreto e Cau Gomez / Ed. Solisluna / 32 p. /&amp;nbsp; R$ 35 / Lançamento: Sexta-feira, 18 horas / Livraria Cultura do Salvador Shopping&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PREVIEW:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" id="8c4e17b5-448b-63ff-a685-a44cd7fb4b2a" style="height: 256px; width: 420px;"&gt;&lt;param name="movie" value="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf?mode=mini&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=111128110639-d25f4e7ae2e84540afe9f7e0c144d69f" /&gt;&lt;param name="allowfullscreen" value="true"/&gt;&lt;param name="menu" value="false"/&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"/&gt;&lt;embed src="http://static.issuu.com/webembed/viewers/style1/v2/IssuuReader.swf" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" menu="false" wmode="transparent" style="width:420px;height:256px" flashvars="mode=mini&amp;amp;backgroundColor=%23222222&amp;amp;documentId=111128110639-d25f4e7ae2e84540afe9f7e0c144d69f" /&gt;&lt;/object&gt;&lt;div style="text-align: left; width: 420px;"&gt;&lt;a href="http://www.issuu.com/solislunadesigneditora/docs/pastinha?mode=window&amp;amp;backgroundColor=%23222222" target="_blank"&gt;Open publication&lt;/a&gt; - Free &lt;a href="http://www.issuu.com/" target="_blank"&gt;publishing&lt;/a&gt; - &lt;a href="http://www.issuu.com/search?q=bahia" target="_blank"&gt;More bahia&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-3161674427186923092?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/3161674427186923092/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=3161674427186923092' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/3161674427186923092'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/3161674427186923092'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/mestre-pastinha-ganha-belissimo-livro.html' title='MESTRE PASTINHA GANHA BELÍSSIMO LIVRO ILUSTRADO POR CAU GOMEZ'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-pva_xHid-iI/TyE-vzhFCMI/AAAAAAAAD9w/ZNV807mTgl0/s72-c/pastinha_04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-710250610907500259</id><published>2012-01-25T13:00:00.002-04:00</published><updated>2012-01-25T13:00:32.302-04:00</updated><title type='text'>NÃO RESISTI. É LEGAL DEMAIS</title><content type='html'>&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/gbHTaPk8Qmk" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saiba mais aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://popeye.com/"&gt;http://popeye.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e aqui:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://wilcospinach.com/"&gt;http://wilcospinach.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-710250610907500259?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/710250610907500259/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=710250610907500259' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/710250610907500259'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/710250610907500259'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/nao-resisti-e-legal-demais.html' title='NÃO RESISTI. É LEGAL DEMAIS'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://img.youtube.com/vi/gbHTaPk8Qmk/default.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-4361489260744778268</id><published>2012-01-24T09:17:00.001-04:00</published><updated>2012-01-24T09:20:45.532-04:00</updated><title type='text'>MARCELA BELLAS: NA HORA E NO LUGAR CERTOS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-jvFfl0SBV-s/Tx6t951kWAI/AAAAAAAAD9g/2-dSgG3h4oM/s1600/Marcela+Bellas+por+Dodi+Conti+divulga%25C3%25A7ao.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-jvFfl0SBV-s/Tx6t951kWAI/AAAAAAAAD9g/2-dSgG3h4oM/s640/Marcela+Bellas+por+Dodi+Conti+divulga%25C3%25A7ao.JPG" width="425" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Não adianta: a estupidez, o mau-gosto absoluto e a ganância que regem o negócio da música popular em Salvador jamais darão conta de tolher ou intimidar os verdadeiros talentos que surgem espontaneamente aos borbotões, em todos os cantos desta bela e triste cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está aí&amp;nbsp; Marcela Bellas (foto de Dodi Conti), que não deixa este colunista mentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Popular sem ser vulgar, boa cantora sem precisar imitar ninguém, capaz de dialogar com o “alternativo” sem cair no&amp;nbsp; estereótipo, Marcela é parte de uma geração que aprendeu a crescer comendo pelas beiradas, apoiando-se na internet, no trabalho em rede e nas oportunidades que surgem via coletivos / projetos de incentivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado é um trabalho que, três anos após seu primeiro CD, Será Que o Caetano Vai Gostar?, surge consistente, pronto para ganhar o&amp;nbsp; grande público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E se você ainda não a conhece, este verão é a hora. Marcela cumpre temporada de três datas na adorável Arena do Teatro Sesc-Senac do Pelourinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro show já foi sexta-feira passada, mas ainda tem a sexta agora e a seguinte (dia 3).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A&amp;nbsp; internet é surpreendente mesmo. Eu tava na&amp;nbsp; expectativa, que&amp;nbsp; eu não sabia se as pessoas lembravam de mim. Mas com o&amp;nbsp; download,&amp;nbsp; chegou no show e as pessoas cantam as músicas”, conta Marcela, feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para esta sexta, ela recebe ainda como convidados a banda Radiola, o duo Dois Em Um e o cantor paulista Daniel Cohen, com quem ela compartilha um dos seus muitos projetos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do trabalho solo, ela integra o Undergrude (com Helson Hart e Jorge Papapá, de orientação pop-rock), o duo Cohen &amp;amp; Marcela (de canções românticas) e o trio TEM (com Tennyson Del Rey e Edu Casanova, dedicado a criar novas marchinhas de carnaval).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/EoOdIJg5Ox4" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após uma temporada em São Paulo, Marcela voltou a morar em Salvador. “Tá acontecendo muita coisa aqui. Eu acho que a cidade vive um momento crucial. A impressão é que estou no lugar certo na hora certa". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ciente de que é na crise que se cresce, ela lamenta o triste estado da cidade e convida à reflexão: “O momento de mudar é esse e depende de nós. Não podemos ficar só reclamando da prefeitura que não recolhe o lixo, por que quem&amp;nbsp; joga o lixo na rua somos nós mesmos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;“Precisamos de numa nova consciência por que a cidade é maravilhosa, mas as vezes é preciso chegar neste ponto para poder reagir. Tenho muita esperança para Salvador”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Marcela Bellas no show Achei Music / Sexta-feira e 3 de fevereiro, 21 horas / Arena SESC-SENAC Pelourinho / R$ 20 e R$ 10 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouça / baixe: &lt;a href="http://www.marcelabellas.com.br/"&gt;www.marcelabellas.com.br&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NUETAS: &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Vivendo do Ócio e The Honkers de Ray-Ban na praia&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-1uGCgwB_4vw/Tx6vIrAEwpI/AAAAAAAAD9o/ff2jMIm2EU8/s1600/Flyer+Salvador.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-1uGCgwB_4vw/Tx6vIrAEwpI/AAAAAAAAD9o/ff2jMIm2EU8/s320/Flyer+Salvador.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A marca de óculos Ray-Ban traz suas famosas Couch Sessions à Bahia neste fim de semana, com The Honkers e Vivendo do Ócio. As Couch Sessions se dão de fato em um sofá, no qual as bandas fazem um som e batem um papo com a plateia. Dia 28 (sábado): The Honkers, no Centro da Praia do Forte, das 14 às 20 horas. Dia 29 (domingo): Vivendo do Ócio, na Praia de Stella Maris, das 12h às 18h. Grátis. Mais informações no flyer ao lado. Clique para ampliar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Dão convida Bellas&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Por falar em Marcela Bellas, a moça ainda participa, amanhã, do show de Dão &amp;amp; A Caravanablack no&amp;nbsp;&amp;nbsp; Largo Tereza Batista (Pelourinho). Festão imperdível e de graça, às 21 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;E o Ilê convida Dão&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por falar em Dão, o rapaz se apresenta de novo sábado, na 33ª Noite da Beleza Negra do Ilê Aiyê, com&amp;nbsp; Band’Aiyê e Arlindo Cruz. Às 22 horas, na Senzala do Barro Preto. R$ 50 (pista).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Movidos a Álcool e os cearenses&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Templo do Rock faz prévia do Grito Rock 2012 (Carnaval Fora do Eixo) trazendo à Salvador&amp;nbsp; The Good Garden e Sátiros (ambas do Ceará). A impagável Eduardo Cachaça &amp;amp; Movidos à Álcool completa a night. Sexta, Boteco Ali do Lado (Rio Vermelho), 22 horas, R$ 10.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-4361489260744778268?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/4361489260744778268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=4361489260744778268' title='21 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/4361489260744778268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/4361489260744778268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/marcela-bellas-na-hora-e-no-lugar.html' title='MARCELA BELLAS: NA HORA E NO LUGAR CERTOS'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-jvFfl0SBV-s/Tx6t951kWAI/AAAAAAAAD9g/2-dSgG3h4oM/s72-c/Marcela+Bellas+por+Dodi+Conti+divulga%25C3%25A7ao.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>21</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-396713847131598917</id><published>2012-01-24T09:03:00.000-04:00</published><updated>2012-01-24T09:55:59.673-04:00</updated><title type='text'>INOCENTES REEDITADOS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FBTWnsuyeH8/Tx6ozqTbNEI/AAAAAAAAD9Q/SfpefBW0Zdc/s1600/Inocentes+por+Daniel+Arantes.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://2.bp.blogspot.com/-FBTWnsuyeH8/Tx6ozqTbNEI/AAAAAAAAD9Q/SfpefBW0Zdc/s400/Inocentes+por+Daniel+Arantes.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;Em 1986, uma das principais bandas da primeira geração do punk rock brasileiro lançava seu debut fonográfico por uma gravadora major.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com apenas seis faixas, o EP Pânico Em SP (Warner), foi a estreia da banda Inocentes (foto de Daniel Arantes) – e marcou época em um contexto hoje inimaginável, quando o movimento do rock brasuca (o chamado BRock) dava as cartas no mainstream.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disquinho foi o começo de um contrato de quatro anos que rendeu ainda mais dois álbuns: os LPs completos Adeus Carne (1987) e Inocentes (1989).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, depois de serem remasterizados e relançados sem grande alarde alguns anos atrás, eles retornam em edições comemorativas dos 30 anos da banda, com as capas originais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pânico em SP ganhou ainda seis faixas-bônus novas, gravadas para esta edição em meados do ano passado. Originalmente produzido pelo Titã Branco Mello e Pena Schmidt, o EP original foi gravado em apenas 70 horas de estúdio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-v-5JAMOOeB4/Tx6rwi7biMI/AAAAAAAAD9Y/nzsqrUyLVUE/s1600/clemente1981.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-v-5JAMOOeB4/Tx6rwi7biMI/AAAAAAAAD9Y/nzsqrUyLVUE/s1600/clemente1981.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;“Um custo ridículo para uma gravadora major”, lembra Clemente Nascimento, fundador da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Foi gravado praticamente&amp;nbsp; ao vivo no estúdio. O que foi estranho na época, afinal estávamos em&amp;nbsp; uma multinacional”, acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aí para essa edição incluímos seis músicas atuais. E gastamos 30 horas de estúdio para gravar tudo. O que foi mais ridículo ainda”, ri o sempre bem-humorado Clemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, a inclusão das faixas atuais junto ao material antigo denota a coerência que caracteriza sua banda: “É legal fazer esse link ao comemorar 30 anos de banda e mostrar como ela está hoje. São cinco faixas inéditas e uma regravação de A Face de Deus. A original está no terceiro disco e é no violão. Aí a regravamos como tocamos hoje, na guitarra e acelerada”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As outras cinco faixas representam a&amp;nbsp; banda agora. Em retrospecto, tem muita coerência aí. Isso é importante”, vê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sem emplacar um grande hit nas rádios, a gravadora honrou o contrato com os Inocentes e, em 1987, botou os meninos de novo no estúdio para gravar o LP Adeus Carne.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um álbum ambicioso, que traz o clássico punk Pátria Amada, Eu (poema de Vladimir&amp;nbsp; Maiakovsky musicado por Clemente) e Pesadelo (versão para o samba de Maurício Tapajós e Paulo César Pinheiro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Para mim&amp;nbsp; é o nosso melhor disco, nossa obra-prima, se posso falar assim”, afirma o band leader.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ele foi todo pensado, da primeira a última faixa, todas as letras, os arranjos. É um disco conceitual. Não lembro mais qual era o&amp;nbsp; conceito, mas enfim“, admite, rindo à larga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/C0LMsDj0TZA" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Período confuso&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trinca de discos na fase Warner da banda se concluiu com o disco de título homônimo Inocentes, produzido por Roberto Frejat.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Colocar um potentado do rock carioca para produzir uma das bandas-símbolo do punk paulista deixou as coisas meio confusas no estúdio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Até me surpreendi ouvindo esse disco hoje em dia”, confessa Clemente. “Estávamos em uma fase confusa, prestes a sair da Warner e ainda tinha a pressão de ser popular como os Titãs. A gente ficou meio sem rumo,&amp;nbsp; a década de 1990 já estava começando e a gente já se sentia uma banda da década passada”, comenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hoje eu vejo que tem muitos bons momentos. É um disco&amp;nbsp; desigual, mas tem canções poderososas como&amp;nbsp; (a já citada ) A Face de Deus, uma das melhores letras que já fiz”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Merece menção ainda o baião rock Promessas e o hino Garotos do Subúrbio, resgatado da coletânea Grito Suburbano (1982), marco zero do punk no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Som on line e documentário &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um balanço final, Clemente vê essa fase da banda em uma major como extremamente positiva: “Naquela época era muito mais difícil ser independente do que hoje em dia. Graças a distribuição de uma grande gravadora, esses discos&amp;nbsp; chegaram no Brasil de Norte a Sul. Isso permitiu que fôssemos o que somos hoje”, acredita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E também permitiu&amp;nbsp; fazer essa parceria com a Warner nessas edições comemorativas, incluindo faixas novas – mantendo nossa independência”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho de pai baiano, Clemente diz ter uma relação especial com a Bahia: "Tenho amigos aí, é o lugar que a gente mais tocou no Brasil (fora São Paulo) nos anos 1980 e 90. Tocamos também no Palco do Rock há pouco tempo. Até discotecar eu já discotequei aí (no Groove Bar). Volta e meia estou por aí. Sem falar que sou parceiro do Marcelo Nova. É, eu tenho que aturar ele aqui (risos). Aí quando eu quero fugir dele, eu vou pra Bahia!", diverte-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--U9zNq63cBA/Tx6n60nZjfI/AAAAAAAAD9I/VVAxf6gn7KA/s1600/Inocentes+p%25C3%25A2nico+em+SP.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/--U9zNq63cBA/Tx6n60nZjfI/AAAAAAAAD9I/VVAxf6gn7KA/s200/Inocentes+p%25C3%25A2nico+em+SP.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Em paralelo ao trabalho com os Inocentes, Clemente assumiu uma das guitarras na banda contemporânea Plebe Rude. "Em 2011, lançamos um DVD comemorativo dos 30 anos da banda. Aí concorremos ao Grammy Latino de Melhor DVD de rock brasileiro e adivinha? Perdemos para Caetano Veloso! Esses baianos me perseguem, rapaz! Quando não é Marcelo, é Caetano!", e cai no riso de novo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para 2012, Clemente planeja para breve um show transmitido on line, com a banda executando o Pânico Em SP (edição comemorativa) na íntegra. Em abril a banda também se apresenta no Lollapalooza Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-L4urK4Gqsk4/Tx6n2RuTowI/AAAAAAAAD84/cfmvoq9K0-k/s1600/inocentes+adeus+carne.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-L4urK4Gqsk4/Tx6n2RuTowI/AAAAAAAAD84/cfmvoq9K0-k/s200/inocentes+adeus+carne.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há ainda um documentário, Inocentes 30 Anos, de Carol Thomé e Duca Mendes, rolando no circuito de festivais. “É um curta, mas pretendemos lançar uma versão estendida em DVD”, conclui Clemente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O punk continua vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Pânico Em SP / Inocentes / Originalmente lançado em 1986 / Warner / R$ 16,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-P70CmctoyzQ/Tx6n3p_9S7I/AAAAAAAAD9A/J5poOhmny7g/s1600/Inocentes+capa+cd.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-P70CmctoyzQ/Tx6n3p_9S7I/AAAAAAAAD9A/J5poOhmny7g/s200/Inocentes+capa+cd.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Adeus Carne / Inocentes / Originalmente lançado em 1987 / Warner / R$ 16,90 &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Inocentes / Inocentes / Originalmente lançado em 1989 / Warner / R$ 16,90&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-396713847131598917?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/396713847131598917/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=396713847131598917' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/396713847131598917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/396713847131598917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/inocentes-reeditados.html' title='INOCENTES REEDITADOS'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-FBTWnsuyeH8/Tx6ozqTbNEI/AAAAAAAAD9Q/SfpefBW0Zdc/s72-c/Inocentes+por+Daniel+Arantes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-2001623027052916007</id><published>2012-01-20T08:07:00.002-04:00</published><updated>2012-01-20T08:13:27.644-04:00</updated><title type='text'>SORRIA, OS BEACH BOYS VOLTARAM</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Obra que levou Brian Wilson à loucura em 1967 é recuperada na forma mais próxima da original, 44 anos depois do não-lançamento&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-X1IgvQw2kec/TxlXbf7mE7I/AAAAAAAAD8g/w5UouGaMlZg/s1600/The+Beach+Boys+-+color++photo-+Guy+Webster-C2011+GuyWebster.com.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-X1IgvQw2kec/TxlXbf7mE7I/AAAAAAAAD8g/w5UouGaMlZg/s400/The+Beach+Boys+-+color++photo-+Guy+Webster-C2011+GuyWebster.com.jpg" width="395" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Se hoje em dia “artistas” competem entre si para ver quem mais tem mais seguidores no twitter, houve um tempo em que bandas de rock rivalizavam para ver quem fazia a obra de arte mais espetacular e ambiciosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a rivalidade mais famosa (e frutífera) entre todas que marcaram o rock se deu nos anos 1960,&amp;nbsp; entre os Beatles e a californiana The Beach Boys &lt;i&gt;(foto de Guy Webster)&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma história já bem conhecida entre&amp;nbsp; apreciadores. Quando os Beatles lançaram o genial Revolver (1966), os Beach Boys responderam, no mesmo ano, com uma obra-prima: Pet Sounds, LP que Paul McCartney diz conter a única canção que já o fez chorar: God Only Knows.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pet Sounds instigou os Fab Four, levando a briga para outro nível ainda&amp;nbsp; mais complexo, adicionando ao caldeirão psicodélico vigente à época recursos sofisticados, como arranjos orquestrais, experimentações de vanguarda, referências literárias e folclóricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi a senha para os Beatles e seu mentor, o maestro&amp;nbsp; Sir George Martin, despirocarem de vez no estúdio Abbey Road. O resultado foi o mítico, o insuperável&amp;nbsp; Sargeant Pepper’s Lonely Hearts Club Band (1967).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi demais para o juízo de Brian Wilson, líder dos Beach Boys. Empenhado em criar, ao lado do letrista Van Dyke Parks,&amp;nbsp; o que ele definiu como uma “sinfonia adolescente para Deus”, Wilson se debatia entre conceitos cada vez mais ambiciosos, a pressão da gravadora Capitol (que aliás, não estava gostando nada da ideia deles criarem, em paralelo a tudo isso, um selo independente) e a própria loucura que permeou o zeitgeist da segunda metade da década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também não ajudou muito&amp;nbsp;&amp;nbsp; costume de Wilson de ingerir ácido lisérgico (o famoso LSD) como se fossem pastilhas Tic Tac. Resultado: o gênio dos Beach Boys, seu principal compositor, saiu do ar. Pirou o cabeção, como se diz hoje em dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre outras estripulias, ele exigiu que os músicos usassem chapéus de bombeiro na gravação da faixa Fire. Em outra ocasião, mandou afundar um piano na piscina para ver o som que sairia dali.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Wilson estava tão confuso, as ideias estavam tão desconexas e o resultado das sessões de gravação, tão fora do normal, que, em maio de 1967, o assessor de imprensa da banda anunciou que Smile não seria mais lançado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-bE6LzXBegD0/TxlZAQmHieI/AAAAAAAAD8w/he-Tl3WX35k/s1600/smiley-smile.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-bE6LzXBegD0/TxlZAQmHieI/AAAAAAAAD8w/he-Tl3WX35k/s1600/smiley-smile.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Para tapar o buraco com a Capitol, a facção da banda que ainda conseguia pensar objetivamente soltou às presas o LP Smiley Smile (1967), que trazia algumas faixas aproveitadas de Smile em arranjos mais simples, como Good Vibrations, Heroes and Villains e Wind Chimes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco foi recebido com frieza, e, depois desse episódio, a banda nunca mais foi a mesma. Engavetado, Smile teve diversas faixas lançadas em bootlegs (discos piratas) ao longo das décadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2004, recuperado dos problemas mentais, Brian Wilson regravou o disco ao vivo, com sua banda solo, no CD Brian Wilson Presents Smile, para aclamação crítica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, finalmente, as sessões originais de Smile chegam à tona, em diversos formatos: CD simples (lançado no Brasil), LP duplo e os lucrativos&amp;nbsp; box sets com trocentos CDs, LPs, compactos, livro em capa dura,&amp;nbsp; memorabilia e demais frescuras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que importa é que a música de Smile, finalmente, resplandece em uma longa sinfonia de melodias iluminadas como uma tarde de verão à beira-mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um álbum fácil? Não exatamente. Algumas faixas soam como uma colagem de trechos sem muita conexão entre si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/ptxwWt2JeGQ" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas canções centrais do álbum, como Surf’s Up, Good Vibrations, Heroes and Villains e Cabin Essence transcendem o complexo conceito geral, encantando o ouvinte à primeira audição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Smile talvez não seja o melhor disco dos Beach Boys (Pet Sounds, mais fluido e objetivo, ainda é o campeão), mas, no fim das contas, merece sim, figurar entre os LPs míticos do rock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para completar o pacote, em dezembro, os membros remanescentes dos Beach Boys, Brian Wilson, Mike Love, Al Jardine, Bruce Johnston e David Marks anunciaram que voltarão aos palcos e estúdios em 2012, comemorando os 50 anos da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-HzXR-kiXQ1M/TxlYDGeUHAI/AAAAAAAAD8o/dNHJJgzD0BM/s1600/The+Beach+Boys+-+Smile.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-HzXR-kiXQ1M/TxlYDGeUHAI/AAAAAAAAD8o/dNHJJgzD0BM/s200/The+Beach+Boys+-+Smile.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;É primeira vez em décadas que Wilson se juntará aos antigos companheiros. No dia 12 de fevereiro, a banda dá o chute inicial, se apresentando na cerimônia do prêmio Grammy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Smile / The Beach Boys / Capitol - EMI / edição nacional (CD simples): R$ 26,90 (preço médio) / LP importado: R$ 124,90 / The Smile Sessions Box Set (inclui cinco Cds, 2 Lps, 2 compactos de sete polegadas, poster 24 x 36 cm com arte de capa assinada pelo artista plástico&amp;nbsp; Frank Holmes e livreto de 60 páginas com notas de produção): US$ 130.49&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-2001623027052916007?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/2001623027052916007/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=2001623027052916007' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2001623027052916007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2001623027052916007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/sorria-os-beach-boys-voltaram.html' title='SORRIA, OS BEACH BOYS VOLTARAM'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-X1IgvQw2kec/TxlXbf7mE7I/AAAAAAAAD8g/w5UouGaMlZg/s72-c/The+Beach+Boys+-+color++photo-+Guy+Webster-C2011+GuyWebster.com.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-8128723252597089427</id><published>2012-01-19T07:51:00.001-04:00</published><updated>2012-01-19T07:51:22.421-04:00</updated><title type='text'>JOE &amp; A GERÊNCIA EM SSA E CONQUISTA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xMGf6NiPuCI/TxgDE_nuz3I/AAAAAAAAD8Q/wjltVOPNqpo/s1600/Joe+%2526+A+Ger%25C3%25AAncia+por+Alexandra+Spallicci+3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="306" src="http://2.bp.blogspot.com/-xMGf6NiPuCI/TxgDE_nuz3I/AAAAAAAAD8Q/wjltVOPNqpo/s400/Joe+%2526+A+Ger%25C3%25AAncia+por+Alexandra+Spallicci+3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;No final dos anos 1980, uma adorável turma de malucos, alunos da Escola Técnica (ETFBA), se juntava todo santo dia, depois das aulas, para ouvir rock, trocar ideias e compor. Dessa turma nasceu a lendária&amp;nbsp; Os Feios, embrião do Cascadura e Dead Billies. O resto é&amp;nbsp; história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tempo passou e aquelas canções iniciais d’Os Feios ficaram engavetadas. Pelo menos, até outro dia. Por que agora elas ganharam uma segunda chance com a banda Joe &amp;amp; A Gerência (foto: Alexandra Spalicci), liderada por um dos remanescentes da turma, Joe Gomes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem ainda não se ligou, trata-se de Silvano Gomes –&amp;nbsp; que, nos anos 1990, atendia por Joe Tromondo, baixista dos insuperáveis The Dead Billies. Desde 2003, ele mora em São Paulo e é baixista de Pitty.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a patroa dando um tempo para cuidar do projeto paralelo Agridoce, em parceria com o guitarrista Martin Mendonça, Joe está adiantando o lado com seu próprio projeto paralelo, Joe &amp;amp; A Gerência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Turma da pesada&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Essa história tem muito tempo. Eu formei a banda ainda em Salvador, há uns dez anos”, relata Joe. “Eu queria tocar as músicas que a gente tinha feito no tempo da Escola Técnica – eu, Fábio (Cascadura), Rex (Retrofoguetes), Nei Bahia”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na época, a intenção era só tocar as músicas no velho Calypso: “Não tinha ainda essa facilidade toda para gravar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os anos tocando com Pitty passaram. Aí um dia, dedilhando o violão em casa, Joe sentiu aquelas velhas (e boas) canções coçando nos seus dedos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele não teve dúvidas: entrou no estúdio e gravou duas faixas com Duda Machado (baterista de Pitty) e aqui em Salvador, com andré t. e o velho companheiro de Dead Billies e Retrofoguetes, Rex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sequência, intimou três músicos de São Paulo e formou A Gerência: Brunno Cunha (baixo), Rafael Mimi (guitarra) e Rick (bateria).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Agora estamos gravando um EP com as versões definitivas, que representam o que eu queria para essas músicas”, conta Joe. O disco deve sair ainda neste semestre, mas no sábado você já pode ouvi-las em primeira mão. “Espero encontrar os amigos todos lá”, chama Joe. Vamos nélson?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Joe &amp;amp; A Gerência / Com Distintivo Blue: Quinta-feira (19), 20 horas / Viela Sebo Café (Vitória da Conquista) / R$ 5 / com Autoreverso e Maglore: sábado,&amp;nbsp; 22 horas /&amp;nbsp; Groove Bar / R$ 15 e R$ 30&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouça: &lt;a href="http://www.soundcloud.com/joe_eagerencia"&gt;www.soundcloud.com/joe_eagerencia&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/AxVv2OC2TrY" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NUETAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Wado na city, sexta&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;O catarinense / alagoano Wado, um dos bons nomes atuais da música brasileira que não se pauta pelo mero comercialismo, faz show em Salvador nesta sexta-feira. O músico vem lançar Samba808, seu mais recente álbum (o sexto!), disponível para download gratuito. Dia 20, 22 horas, Portela Café (Rua Itabuna, 304, Pq. Cruz Aguiar, Rio Vermelho), R$ 20 (antecipado na Companhia da Pizza) ou R$ 30, na hora.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;A maior Zona. Mundi&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A Zona Mundi promove seu segundo evento neste mês. Desta vez, o projeto leva ao Museu de Arte Moderna&amp;nbsp; BNegão Sistema de Som, a grande Mariella Santiago e a dupla Finlandia (ARG / BR). Nas projeções visuais e performances, VJ Gabiru, VJ Curumin e a mostra Zona Mobile. Sexta-feira, a partir das 20 horas, no Solar do Unhão, R$ 4 e R$ 2. Vanguarda pop, avante!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-8128723252597089427?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/8128723252597089427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=8128723252597089427' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8128723252597089427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8128723252597089427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/joe-gerencia-em-ssa-e-conquista.html' title='JOE &amp; A GERÊNCIA EM SSA E CONQUISTA'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-xMGf6NiPuCI/TxgDE_nuz3I/AAAAAAAAD8Q/wjltVOPNqpo/s72-c/Joe+%2526+A+Ger%25C3%25AAncia+por+Alexandra+Spallicci+3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-8185577488152982239</id><published>2012-01-19T07:45:00.002-04:00</published><updated>2012-01-19T12:44:51.975-04:00</updated><title type='text'>UMA ELEFOA COR-DE-ROSA E UM DITADOR SANGUINÁRIO INCOMODAM MUITA GENTE</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Rei Emir Saad - O Monstro de Zazanov e Uma Patada com Carinho trazem o humor inteligente de André Dahmer e Chiquinha&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-5CuFDyrhj4g/TxgBNegycAI/AAAAAAAAD7w/_YJ575e_vqI/s1600/emir+droga.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://2.bp.blogspot.com/-5CuFDyrhj4g/TxgBNegycAI/AAAAAAAAD7w/_YJ575e_vqI/s400/emir+droga.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Um ditador sanguinário e uma elefoa cor-de-rosa não teriam nada em comum a princípio – além da predisposição à&amp;nbsp; comicidade involuntária. Talvez isso mesmo tenha favorecido o lançamento simultâneo, pela mesmo editora, dos álbuns de cartuns Rei Emir Saad - O Monstro de Zazanov e Uma Patada Com Carinho: As Histórias Pesadas da Elefoa Cor-de-Rosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro, de André Dahmer – o mesmo dos impiedosos Malvados –&amp;nbsp;&amp;nbsp; reúne as tiras publicadas no site G1 com as aventuras do&amp;nbsp; governante supremo do Ziniguistão, país fictício que lembra&amp;nbsp; um cruzamento do Irã com a Líbia (Era Kadhafi) e umas pitadas&amp;nbsp; de Coreia do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolado no humor cruel, sem amarras ideológicas ou pudores moralistas, Dahmer recheia as tiras do Rei Emir Saad não apenas da crítica óbvia aos ditadores – chutar cachorro morto nunca foi sua especialidade – mas também da absoluta descrença no ser humano, seja ele de que procedência for: reis, servos, forças armadas, opositores, jornalistas, gente comum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas a estrela do Ziniguistão é mesmo o Bom Emir, com seus revigorantes banhos de sangue pela manhã e vídeos de atropelamento no You Tube pela noite – para “dar um soninho” ao adorado Regente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com sua espada sempre em punho e bigodes cujos fios chegam até o chão, o Bom Emir é o antídoto perfeito aos incômodos movimentos Occupy.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-uVsNr_mN5u8/TxgBY0u7kcI/AAAAAAAAD74/kZbrjeHWtzc/s1600/elefoa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-uVsNr_mN5u8/TxgBY0u7kcI/AAAAAAAAD74/kZbrjeHWtzc/s320/elefoa.jpg" width="312" /&gt;&lt;/a&gt;Sob seu tacão, essa inconveniente Primavera Árabe logo se tornaria um longo, rigoroso – e hilariante – inverno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Feminismo paquidérmico&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já a Elefoa Cor-de-Rosa veio para esmagar preconceito contra os quadrinhos femininos. A cartunista Chiquinha,&amp;nbsp; pseudônimo da gaúcha Fabiane Bento Langona, passa longe das HQs fofinhas de melancolia indie que costumam ser associada aos cartuns produzidos por moças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferozmente feminista, a Elefoa provoca risos e também reflexão – evitando o mero panfletarismo quase sempre – abordando assuntos caros às mulheres, como homens (claro), moda, consumo, sexo e amizade no tempo das redes sociais, entre outras atualidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Ao lado de suas melhores amigas, Gisbelle (descrita como “uma vaidosa girafa loura natural”) e Janete (“uma ursa com tendências sócio-ambientais”), a personagem desanca, sutil como... uma elefoa em uma loja de louças, a futilidade das revistas femininas, o machismo generalizado e a baixa autoestima das próprias mulheres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Dm71CfPHG80/TxgB7-6zCTI/AAAAAAAAD8A/IG1y2zsjMJI/s1600/rei+emir+saad.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="187" src="http://3.bp.blogspot.com/-Dm71CfPHG80/TxgB7-6zCTI/AAAAAAAAD8A/IG1y2zsjMJI/s200/rei+emir+saad.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Em&amp;nbsp; cena antológica, a Elefoa surta e&amp;nbsp; dá&amp;nbsp; uma bronca brutal em uma&amp;nbsp; atendente que tenta lhe vender um sutiã com enchimento: “Você e as consumidoras desse tipo de produto me constrangem profundamente”, dispara. Grande Chiquinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Rei Emir Saad - O Monstro de Zazanov / André Dahmer / LeYa - Barba Negra / 128 p. / R$ 34,90 / editorabarbanegra.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-pDUFpSno5AE/TxgB8pAFvvI/AAAAAAAAD8I/yGTMwSjbnW8/s1600/patada.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-pDUFpSno5AE/TxgB8pAFvvI/AAAAAAAAD8I/yGTMwSjbnW8/s200/patada.jpg" width="155" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Uma Patada com Carinho: As Histórias Pesadas da Elefoa Cor-de-Rosa / Chiquinha / LeYa - Barba Negra / 128 p. / R$ 34,90 / editorabarbanegra.com.br&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-8185577488152982239?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/8185577488152982239/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=8185577488152982239' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8185577488152982239'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8185577488152982239'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/uma-elefoa-cor-de-rosa-e-um-ditador.html' title='UMA ELEFOA COR-DE-ROSA E UM DITADOR SANGUINÁRIO INCOMODAM MUITA GENTE'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-5CuFDyrhj4g/TxgBNegycAI/AAAAAAAAD7w/_YJ575e_vqI/s72-c/emir+droga.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-4676539779262536872</id><published>2012-01-16T13:14:00.001-04:00</published><updated>2012-01-16T13:19:55.474-04:00</updated><title type='text'>SILVIA MACHETE E MANUELA RODRIGUES NO ESCURINHO DO CINEMA</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-23jdjyJ1KhU/TxRZTGYVGHI/AAAAAAAAD7g/-8Mj7zP3Uu4/s1600/silvia+machete+por+lipe+borges+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="363" src="http://4.bp.blogspot.com/-23jdjyJ1KhU/TxRZTGYVGHI/AAAAAAAAD7g/-8Mj7zP3Uu4/s400/silvia+machete+por+lipe+borges+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;Uma das cantoras mais originais surgidas nos últimos anos, a carioca Silvia Machete (em foto de &lt;a href="http://lipeborgess.wordpress.com/2010/05/11/silvia-machete/"&gt;Lipe Borges&lt;/a&gt;) volta a Salvador para duas apresentações, hoje e amanhã, no projeto Música no Cinema. Além de Silvia, a cantora baiana Manuela Rodrigues também faz seu show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambas vão interagir com as projeções na tela grande a cargo do VJ Gabiru, um dos mais ativos do cenário local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silvia, que já foi artista de rua, ficou conhecida pela performance meio circense, meio cabaré, além da boa música que produz, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O repertório traz um pouquinho dos meus dois últimos discos, Extravaganza (2010) e o ao vivo Eu Não Sou Nenhuma Santa (2008)”, conta a artista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caráter diferenciado das apresentações, porém, instigou Silvia, que diz ter selecionado as canções mais a ver com a ocasião: “Como é um show em um cinema, tô meio que me inspirando nesse clima, com músicas mais cinematográficas e referências visuais”,conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Acredito que vai ser uma experiência interessante pra mim e para o público, deixar as projeções contribuírem com a música, deixar o VJ se inspirar”, acrescenta Silvia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZHPqPE547Vo/TxRaLlmCSrI/AAAAAAAAD7o/kLTIn5BFKjM/s1600/Silvia+Machete+por+andre+mantelli_cc-by-nc-nd1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZHPqPE547Vo/TxRaLlmCSrI/AAAAAAAAD7o/kLTIn5BFKjM/s400/Silvia+Machete+por+andre+mantelli_cc-by-nc-nd1.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Isso não a impede, contudo, de executar no palco os números de acrobacia que já se tornaram a assinatura da sua performance: “Com certeza, vou levar o bambolê, a peruca, os espelhos e mais&amp;nbsp;&amp;nbsp; algumas coisas. Mas vou conversar com o VJ também, até&amp;nbsp; para rolar uma interação. Vai ser uma super experiência”, diz, entusiasmada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No palco, Silvia se apresenta com sua banda, Os Chuchuzinhos – “eu&amp;nbsp; que batizei”, apressa-se, aos risos – formada pelos músicos Fabiano Krieger (guitarra), Bruno Delullo (baixo), João de Sábato (bateria) e Arthur Dutra (vibrafone).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Instrumento incomum em formações de música popular, a opção pelo o vibrafone merece uma declaração da artista: “Ele é climático, misterioso, adoro. E é tão raro alguém bancar a ideia de viajar com vibrafonista pra cima e pra baixo. Arthur&amp;nbsp; é uma das pessoas mais talentosas que eu conheço e tá lançando um CD solo que tá lindo. Mas minha banda toda é maravilhosa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É um trabalho muito pessoal, e eu vivo pra isso. Só quero poder crescer com meu trabalho”, conclui Silvia Machete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O projeto Música no Cinema volta em fevereiro, nos dias 6 e 7, com a cantora paulista Tiê, o duo local Dois Em Um e o artista visual Marcondes Dourado no posto de VJ da rodada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;i&gt;Foto do lustre: André Mantelli / Divulgação.&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Música no cinema com Silvia Machete, Manuela Rodrigues e VJ Gabiru / hoje e amanhã, 20 horas / Cine Cena Unijorge (Shopping Itaigara) / R$ 40 e R$ 20&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-4676539779262536872?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/4676539779262536872/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=4676539779262536872' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/4676539779262536872'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/4676539779262536872'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/silvia-machete-e-manuela-rodrigues-no.html' title='SILVIA MACHETE E MANUELA RODRIGUES NO ESCURINHO DO CINEMA'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-23jdjyJ1KhU/TxRZTGYVGHI/AAAAAAAAD7g/-8Mj7zP3Uu4/s72-c/silvia+machete+por+lipe+borges+2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-9084008653176852933</id><published>2012-01-14T07:58:00.002-04:00</published><updated>2012-01-14T09:01:26.328-04:00</updated><title type='text'>CHEGA DE SINHÔZINHO!</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-mkUwYhYjmM4/TxFtFY3i4uI/AAAAAAAAD7Y/gcQLgrAFMIM/s1600/descocupa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://1.bp.blogspot.com/-mkUwYhYjmM4/TxFtFY3i4uI/AAAAAAAAD7Y/gcQLgrAFMIM/s640/descocupa.jpg" width="450" /&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;Não sei se vou poder ir - estou trabalhando hoje - mas dou o maiorrapoio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até por que um &lt;a href="http://www.atarde.com.br/cidades/noticia.jsf?id=5798737&amp;amp;t=Juiza+proibe+manifestacao+organizada+atraves+da+web+em+Ondina"&gt;acinte destes&lt;/a&gt; não cabe mais na cidade que queremos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-9084008653176852933?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/9084008653176852933/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=9084008653176852933' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/9084008653176852933'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/9084008653176852933'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/chega-de-sinhozinho.html' title='CHEGA DE SINHÔZINHO!'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-mkUwYhYjmM4/TxFtFY3i4uI/AAAAAAAAD7Y/gcQLgrAFMIM/s72-c/descocupa.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-6734951037797687186</id><published>2012-01-12T09:55:00.001-04:00</published><updated>2012-01-12T10:00:31.550-04:00</updated><title type='text'>SOFISTICAÇÃO ACÚSTICA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Na linha do She And Him e do local Dois Em Um, chega às lojas Agridoce, duo de Pitty e Martin&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-iqbMYXjEzdM/Tw7k-VHahdI/AAAAAAAAD64/qepvDSfHpDM/s1600/foto+agridoce+por+caroline+bittencourt+0002.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="428" src="http://4.bp.blogspot.com/-iqbMYXjEzdM/Tw7k-VHahdI/AAAAAAAAD64/qepvDSfHpDM/s640/foto+agridoce+por+caroline+bittencourt+0002.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A menina punk que pulava pra galera nos velhos tempos do rock baiano dos anos 1990 e foi embora no início da década passada em busca do seu destino no Sudeste, definitivamente, cresceu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que sinais desta passagem para a maturidade já não estivessem evidentes desde o álbum Chiaroscuro (2009), mais ambicioso em suas pretensões artísticas do que tudo que ela tinha feito antes em sua carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, com o álbum homônimo do projeto paralelo Agridoce &lt;i&gt;(acima, em foto de Caroline Bittencourt)&lt;/i&gt;, tocado em parceria com o guitarrista Martin Mendonça, ela dá (na verdade, eles dão) vazão à outras facetas criativas de sua musicalidade, investindo em uma sonoridade acústica rica e à beira de uma certa sofisticação pop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravado durante temporada de isolamento em uma casa na Serra da Cantareira, Agridoce, o disco, poderá surpreender quem ainda vê Pitty como uma “cantora de rock adolescente”, rótulo muitas vezes colado à artista – ainda que não sem alguma razão, é verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cantando melhor do que nunca, ela deita a voz de forma suave e emocionada na cama de sons acústicos arrumada por Martin e o produtor / mentor Rafael Ramos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ainda não chega a ser algo 100% original, Agridoce é o testemunho definitivo de que a baiana é sim, uma artista relevante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;ENTREVISTA: AGRIDOCE&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Soteropolitana de nascimento (em 7 de outubro de 1977), Priscilla Novaes Leone passou a infância em Porto Seguro, aonde começou a ouvir rock via Raul Seixas e o BRock dos anos 1980. Logo evoluiu em direção ao punk rock / hardcore, gêneros que abraçou com sua primeira banda, Inkoma, já em 1995 e morando em Salvador. Em 2002, a convite de Rafael Ramos, da Deckdisc, partiu para São Paulo. O resto é história.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Já Martin Mendonça, também de Salvador, começou a tocar guitarra em bandas de heavy metal locais, como Malefector e Gridlock. Depois de um período na Cascadura, foi convocado em 2004 para assumir a guitarra na banda de Pitty. &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;O que motivou o Agridoce surgir como projeto paralelo? O estilo das canções não combinavam com o som de Pitty?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PITTY - O Agridoce já nasceu como uma coisa diferente, na verdade. Desde o embrião, quando nem sabíamos o que ia ser, as músicas já brotavam dentro desse conceito mais minimalista e utilizando elementos diferentes de uma banda de rock – no caso, piano e violão. Foi natural que virasse algo paralelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Que bandas / artistas influenciaram na criação do som do Agridoce, durante a temporada na Serra da Cantareira?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P - Lá a gente ouvia praticamente só vinil. Cada um levou os seus e juntamos todos numa pilha enorme perto da vitrola. Ouvíamos desde John Lennon e Neil Young até Black Keys e Arcade Fire. Serge Gainsbourg, Sean Lennon e o Ghost Of A Saber Tooth Tiger, Charlotte Gainsbourg e coisas de Johnny Cash. E cada um desses trazia uma pontinha de inspiração. Cash pelo timbre de violão, Arcade Fire pelas texturas, Lennon pelos timbres de voz dobrada com slap delay. Por temos essa coisa com os vinis e estarmos tão abertos à experimentações acabamos sampleando coisas dos Beach Boys, Gainsbourg e até Led Zeppelin. Tá tudo diluído ali no meio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Aliás, os violões estão matadores. Deu muito trabalho buscar esses timbres específicos?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MARTIN - Tive dois trunfos fundamentais nessa gravação, que foram os violões e microfones incríveis que descolei com Rafel Ramos (produtor) e Marcelo Gross (Cachorro Grande), aliados a&amp;nbsp; experiência e habilidade de Jorge Guerreiro, nosso engenheiro de som. Usei como referência principal os discos do Johnny Cash produzidos por Rick Rubin, que tem alguns dos melhores sons de violão que eu já ouvi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;E como foi a montagem do estúdio em uma casa na Serra (abaixo, foto de Otávio Sousa)? Foi complicada? Vocês levaram muito material de gravação e instrumentos ou foi uma operação mais simples, graças às técnicas de gravação digitais?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-1Nr9Mpt700c/Tw7lXZwcTiI/AAAAAAAAD7A/sN45cKgIjcA/s1600/agridoce+serra+da+cantareira+3.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-1Nr9Mpt700c/Tw7lXZwcTiI/AAAAAAAAD7A/sN45cKgIjcA/s400/agridoce+serra+da+cantareira+3.bmp" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;M - Apesar das facilidades promovidas pelas técnicas de gravação digital, ainda dá um puta trabalho montar um estúdio numa casa que não foi preparada pra isso. Tivemos que improvisar espaços e nos virar como podíamos. Mas esse desafio era algo que estávamos procurando quando optamos por gravar lá. Queríamos que o som do disco tivesse, acima de tudo, personalidade – e gravar fora do esquema asséptico de um estúdio profissional acaba conferindo uma sonoridade muito peculiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P - Foi um tiro no escuro, uma aventura. Não sabíamos qual seria a acústica da sala, nem como montaríamos os equipamentos. Tudo foi descoberto lá. Levamos ferramentas para transformar aquilo num laboratório. Até um gravador de rolo estava no pacote e acabou sendo usado de rompante numa gravação na piscina, com apenas um microfone. De instrumentos, catamos tudo o que podia em casa. Tudo que produzisse algum barulhinho interessante ou que pudesse somar e texturizar de alguma forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;A&amp;nbsp; voz de Pitty em sua banda principal parece estar cada vez mais similar à voz da Pitty do Agridoce. Você está se "agridocificando"? &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P - Hahaha, será? Nunca pensei por esse ângulo. Talvez a coisa esteja caminhando para uma identidade mais coesa, mesmo os dois trabalhos sendo tão diferentes. De qualquer forma, como cantora, penso que é um trabalho de descoberta que nunca cessa. Sempre vou querer saber de quantos jeitos eu posso usar esse instrumento (a voz), buscar formas diferentes de emissão. E é um campo muito, muito amplo. Foi um mega desafio cantar desse jeito no Agridoce, com menos volume, controlando minuciosamente a saída de ar, as sílabas. E me surpreendi com a descoberta de que cantar suavemente é mais difícil do que gritar– pra mim pelo menos, pela minha vivência. Pro grito, pro brado, é necessário explosão, potência. Pra esse outro tipo de canto é preciso muito mais controle. A base tem mais “espaço” e qualquer nota que você emita com um pouco mais ou menos de ar fica evidente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Que outros instrumentos você&amp;nbsp; tocou no disco, Martin? Tem algum que achou mais difícil ou que deu mais trabalho para achar os timbres ideais?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i style="color: black;"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;i style="background-color: yellow; color: black;"&gt; &lt;span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;(Foto: &lt;span style="font-family: Arial;"&gt;OtavioSousa)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-G9rKhI8dMX0/Tw7iZHeNB6I/AAAAAAAAD6o/0ly74s9SPoM/s1600/agridoce+serra+da+cantareira+4+menor.bmp" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-G9rKhI8dMX0/Tw7iZHeNB6I/AAAAAAAAD6o/0ly74s9SPoM/s400/agridoce+serra+da+cantareira+4+menor.bmp" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;M - Além do violão, toquei dobro, ukulele, bandolim, baixo e guitarra, sendo que esta última, sempre de uma maneira não-ortodoxa. Os maiores desafios foram o bandolim, com o qual não fiz as pazes até hoje, e as experimentações com E-Bow e slide, duas abordagens da guitarra que nunca tinha tentado até então e pelas quais me apaixonei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Haverá shows do Agridoce, uma turnê de divulgação? Se houver,&amp;nbsp; passa por Salvador?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P - Estão pintando alguns shows, tô sentindo que vai rolar uma tourzinha, sim. Espero MUITO que passe por Salvador, é uma pena aparecerem tão poucas oportunidades de tocar na nossa terra natal. Saibam que queremos loucamente, mas que não depende só da gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Vocês dividiram os vocais em algumas faixas do CD. Foi aquele “esquema Beatles”, tipo quem escreve a letra canta a canção – ou alguém fazia questão de cantar essa ou aquela música?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;M - Esquema Beatles, quem fazia a letra cantava a música, ou trechos dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Como surgiu a parceria da dupla com Ricardo Spencer (cineasta baiano, diretor de diversos clipes e vídeos para Pitty e sua banda), na faixa Say?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P - Surgiu do nada, numa madrugada dessas em que ele e Martin ficaram cantarolando coisas e registraram no gravador do celular. Martin me mostrou depois e eu achei lindo, achei (e achamos) que renderia uma música. Aí fomos desenvolvendo. Eu e Martin criamos um arranjo, Spencer mandou uma letra, eu lapidei a melodia. Foi bem inusitado o jeito que essa música surgiu, e foi uma ótima surpresa pra gente. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Quais os planos de Pitty para 2012? Disco novo, turnê? Ou será um ano mais reservado, com férias etc?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P - Agora encerramos a turnê do DVD Trupe Delirante, e vamos nos dar uma férias para arrumar a casa, realinhar as ideias e deixar brotar algo novo. Imagino que em 2012 role um disco, mas não sei quando ainda. Vou fazendo à medida em que aconteça tempo-vontade. Enquanto isso não rola, faço shows com Agridoce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Cantar em uma língua estrangeira não é nada fácil. Na verdade, é bem difícil. Mas ainda assim, você foi bem corajosa ao cantar uma faixa em francês (Ne Parle Pas, lançada em compacto de vinil, além de duas outras em inglês). Não deu frio na barriga de, de repente, pagar um mico em francês? Você contou com alguma assessoria aí, um professor de francês para ajudar na pronúncia, ou foi na cara e na coragem, mesmo?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="color: navy; font-family: Arial; font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-TXY-Uw0Sxjk/Tw7lozyl72I/AAAAAAAAD7I/M8BG06T_q64/s1600/agridoce+compacto.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="219" src="http://2.bp.blogspot.com/-TXY-Uw0Sxjk/Tw7lozyl72I/AAAAAAAAD7I/M8BG06T_q64/s320/agridoce+compacto.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;P - Foi na minha boa e velha cara-de-pau mesmo (risos). Contei com a percepção de que palavras em outras línguas são sons. Uma vez que seu ouvido os capta, eles podem ser reproduzidos. É difícil principalmente porque não domino o idioma, mas acho que o que vale nessa hora não é a pronúncia matematicamente perfeita. É o feeling, a interpretação, o fato de combinar com a sonoridade. É necessário se arriscar artisticamente. Se existe mico, é para aquelas pessoas que acham que tudo tem que ser perfeito e asséptico e só enxergam a rigidez, e estão aquém da arte. Estão mais preocupados com a forma do que com o conteúdo. Obviamente cuidei para que fosse o melhor possível, mas tenho consciência de que sempre será um francês falado por um estrangeiro, que existe o sotaque. E o sotaque é bom, é o que você é, de onde veio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Seu primeiro álbum como Pitty, o Admirável Chip Novo, saiu em 2003. De lá para cá, já se vão quase nove anos. Seu público, que era majoritariamente adolescente, cresceu. Já os adolescentes de hoje em dia parecem mais ligados em bandas mais recentes, como Restart e Cine, ou por outro lado, em artistas de perfil menos ligado ao imaginário roqueiro, como Luan Santana etc. Como você se vê posicionada no mercado da música pop brasileira dos próximos anos, Pitty? Cada vez mais roqueira, mais para o radical? Ou buscando uma mudança de perfil?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P - Eu não sei se “busco” nada conscientemente, não é tão pragmático assim. Eu só quero gravar discos que eu goste, fazer músicas nas quais eu possa me expressar, que eu ouça e fique feliz por tê-las feito. Música não é encomenda, não é para suprir regras de mercado, para atingir de forma calculista este ou aquele (público). É pra gente transcender, se revelar, se conhecer. Parece papo hippie, mas é que é muito estranho quando eu vejo a arte sendo tratada de forma tão pequena e mundana, quando eu sinto que é algo maior. Enfim, o que vai ser eu não sei. Mas sei que vou continuar gravando os discos que eu quero gravar. E aí só me resta torcer para que as pessoas se identifiquem com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Martin, você é o cara dos projetos paralelos na banda da Pitty, correto? Além do Agridoce, tem ainda o Martin &amp;amp; Eduardo, projeto seu com o baterista de Pitty, Duda Machado, que lançou o disco Dezenove Vezes Amor (2010). Esse projeto ainda está rolando? Se sim, quais são os planos para ele?&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-AjmenGeKhaE/Tw7lpceRg4I/AAAAAAAAD7Q/sYBBdo1zNqY/s1600/agridoce+capa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-AjmenGeKhaE/Tw7lpceRg4I/AAAAAAAAD7Q/sYBBdo1zNqY/s200/agridoce+capa.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;M - O projeto com Duda está de férias. Gravamos o disco, fizemos uma mini-turnê e acho que esse ciclo já fechou, agora é esperar pra ver no que vai dar. Ainda não fiz planos mas já tenho todas as músicas prum próximo disco então tudo pode acontecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Agridoce / Vigilante - Deckdisc / R$ 21,90 / LP em vinil Polysom: R$ 79,90 / Compacto Vinil de Ne Parle Pas Polysom: R$ 34,90&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-6734951037797687186?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/6734951037797687186/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=6734951037797687186' title='18 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/6734951037797687186'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/6734951037797687186'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/sofisticacao-acustica.html' title='SOFISTICAÇÃO ACÚSTICA'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-iqbMYXjEzdM/Tw7k-VHahdI/AAAAAAAAD64/qepvDSfHpDM/s72-c/foto+agridoce+por+caroline+bittencourt+0002.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>18</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-1119830771451566507</id><published>2012-01-10T06:46:00.001-04:00</published><updated>2012-01-10T06:49:15.722-04:00</updated><title type='text'>MUNDO LIVRE S/A EVOCA ETNIA ANCESTRAL DA HUMANIDADE</title><content type='html'>&lt;i&gt;&lt;b&gt;A trupe de Fred Zeroquatro volta com um dos melhores álbuns de 2011 em Novas Lendas da Etnia Toshi Babaa, disco borbulhante de música criativa, ousada e dançante&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ghZLGnNrti0/TwwWaTlbZ9I/AAAAAAAAD6Y/ldbAlGCSnHc/s1600/mundolivresa%25282%2529+por+Rodrigo+Valenca.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="425" src="http://2.bp.blogspot.com/-ghZLGnNrti0/TwwWaTlbZ9I/AAAAAAAAD6Y/ldbAlGCSnHc/s640/mundolivresa%25282%2529+por+Rodrigo+Valenca.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Parece incrível, mas em um ano (2011) em que a maioria dos lançamentos de artistas badalados pela crítica sulista parecia mais interessada em botar o ouvinte para dormir, coube a veteranos como Erasmo Carlos, Autoramas e, por fim,&amp;nbsp; Mundo Livre S/A (foto de Rodrigo Valença), dar sinais de vida com ótimos discos inéditos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A trupe pernambucana de Fred Zeroquatro, depois de alguns anos na independência total, retorna com o novo disco, Novas Lendas da Etnia Toshi Babaa, lançado em parceria com a gravadora Coqueiro Verde – de Leo Esteves, filho do já citado Tremendão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E mesmo tendo chegado às lojas no apagar das luzes de 2011, o novo CD do Mundo Livre não deixa dúvidas: é um dos melhores do ano que passou e está pau a pau com os grandes discos da banda, como a estreia Samba Esquema Noise (1994) e Carnaval na Obra (1998).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio Fred Zeroquatro, líder do grupo criado em 1984 e um dos fundadores do movimento Manguebit, deixa a falsa modéstia de lado ao falar do novo trabalho: “Sou suspeito para falar, mas acho que chegamos num grau de excelência em termo de composição, de aprimoramento, melodia e harmonia que é bem ousado, um nivel muito superior a todos os outros discos da banda”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Em nenhum outro álbum nosso atingimos esse grau de composição das faixas&amp;nbsp; Constelação C.A.R.I.N.H.O.C.A 7.3.2.4. ou Ela é Indie. Me sinto muito mais realizado nesse disco do que em todos os outros que fizemos”, afirma Fred.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Comunhão profana&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, o álbum esbanja uma sonoridade vibrante e rica como pouco se vê nos dias de hoje. A referência principal continua sendo a&amp;nbsp; mesma desde o início – Jorge Benjor – mas acrescida de linhas de baixo funk (de James Brown, não do carioca), levadas&amp;nbsp; disco music, texturas new wave, melodias de marchinhas de carnaval, batidas de frevo e muitas outras influências, citações e ingredientes, tudo fervido em um caldeirão cibernético que é a cara da banda – mescla de alta &amp;amp; baixa tecnologia, alta ciência &amp;amp; sabedoria popular em comunhão profana, sem concessão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Foi o disco que demoramos mais para concluir. Tem música aí que vínhamos tocando desde 2009, sempre de forma diferente, aprimorando a interpretação, o jeito de cantar”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A democratização dos meios de produção digital também teve sua parte nisso, claro. “Antigamente você entrava no estúdio com data certa para sair. Agora não, você tem esse ganho de ficar muito mais tempo maturando a música”, admite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Deuses astronautas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com toda essa carga, Zeroquatro &amp;amp; Cia conseguiram cometer um disco que soa quase sempre leve, solar – com exceção de uma ou duas faixas mais sombrias, como o eletrossamba deprê Soneto do Envelhecido Sem Pretexto e Cabôcocopyleft, bossa abolerada de protesto contra o movimento Creative Commons / Copyleft: “Pois na era da internética / o capeta se transfigurou / numa assombração pseudoacadêmica / que me deixa atordoado só de pensar”, canta Zeroquatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tema, um dos preferidos do compositor na atualidade, faz parte do conceito geral do álbum, a tal Etnia Toshi Babaa: “Resumindo,&amp;nbsp; o conceito junta a coisa tribal com o espacial, cósmico. Tem a ver com deuses astronautas, a cyber selva e o novo fundamentalismo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É uma construção metafórica, um eixo narrativo fio condutor para todos os ecossistemas que abordamos no disco: biopirataria, direito autoral,&amp;nbsp; aquecimento global. Tudo isso pode ser amarrado por esse fio metafórico da etnia Toshi Babaa”, viaja o músico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo dessa adorável complexidade que reveste a música do Mundo Livre é a já citada Constelação C.A.R.I.N.H.O.C.A 7.3.2.4.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-sBqrDJzm2X0/TwwW3PBS7KI/AAAAAAAAD6g/i9LMYkGZJTk/s1600/capa_mundo_livre_sa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="289" src="http://1.bp.blogspot.com/-sBqrDJzm2X0/TwwW3PBS7KI/AAAAAAAAD6g/i9LMYkGZJTk/s320/capa_mundo_livre_sa.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;“Essa faixa retrata uma musa de Copacabana, mas também é uma senha para discutir, de forma enviesada, o aquecimento global. Não foi a toa que gente optou por ela para abrir o CD. Não só a batida foge do compasso convencional do samba, por isso o 7324 do titulo, mas também discute a malícia da azaração de praia bem carioca e o aquecimento global, sugerindo a hipótese de que o sol está muito mais violento, descontrolado e tarado”, ri.&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;Novas Lendas da Etnia Toshi Babaa / Mundo Livre S/A / Zero Ponto Um - Coqueiro Verde&amp;nbsp; / R$ 20 / &lt;a href="http://www.coqueiroverderecords.com/"&gt;www.coqueiroverderecords.com&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-1119830771451566507?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/1119830771451566507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=1119830771451566507' title='42 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1119830771451566507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1119830771451566507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/mundo-livre-sa-evoca-etnia-ancestral-da.html' title='MUNDO LIVRE S/A EVOCA ETNIA ANCESTRAL DA HUMANIDADE'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ghZLGnNrti0/TwwWaTlbZ9I/AAAAAAAAD6Y/ldbAlGCSnHc/s72-c/mundolivresa%25282%2529+por+Rodrigo+Valenca.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>42</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-4052314994825726426</id><published>2012-01-05T07:24:00.003-04:00</published><updated>2012-01-05T07:24:53.161-04:00</updated><title type='text'>APOSTA ROCK LOCO PARA 2012: ERIC ASSMAR TRIO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-kicLrvWLwIo/TwWIBNi9ghI/AAAAAAAAD6E/LYpd-6JWyKM/s1600/Eric+Assmar+Trio_Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://2.bp.blogspot.com/-kicLrvWLwIo/TwWIBNi9ghI/AAAAAAAAD6E/LYpd-6JWyKM/s640/Eric+Assmar+Trio_Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" width="441" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;O Rock Loco orgulhosamente antecipa aquele que promete ser um dos melhores trabalhos do rock / música independente baiana este ano: o primeiro CD do Eric Assmar Trio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho do patrono do blues baiano, o grande Álvaro Assmar, Eric, claro, partilha do amor pelo blues rock desde o berço, está no DNA do rapaz. Diabos, até o nome dele, Eric, é homenagem a vocês sabem quem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu trabalho com uma banda própria começou em outubro de 2009, quando, a convite do então produtor do Groove Bar, João Carlos, ele montou o power trio para um show semanal de standards de blues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A partir disso, resolvemos tocar adiante como banda”, conta Eric. “Depois dos primeiros shows, com o tempo eu fui escrevendo e foi surgindo o material autoral, com&amp;nbsp;&amp;nbsp; algumas coisas que resolvemos gravar no nosso primeiro CD”, relata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Som de power trio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao lado de Rafael Zumaeta (baixo) e Thiago Gomes (bateria), Eric desenvolveu e arranjou 11 composições autorais que estarão no disco, produzido pelo seu próprio pai, Álvaro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O som tomou um direcionamento mais rock, mas também reggae e o blues que está sempre na veia, e é meu ponto de partida para tudo”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Agora estamos na pós-produção e a previsão é que saia ainda neste primeiro semestre. Estamos trabalhando muito pra isso”, acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jovem guitar hero de talento natural e impressionante, Eric só falta soltar faísca quando sola na sua Fender Stratocaster.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, a exemplo daquele outro Eric (no seu trio Cream), Jimi Hendrix (com o Experience) Stevie Ray Vaughan (&amp;amp; Double Trouble) e até mesmo Andy Summers (no Police), ele define a proposta de sua banda (e do disco) como “som de power trio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vai ser essencialmente um disco de power trio, aquela sonoridade característica de guitarra, baixo e bateria que veio do Cream e passou por muita gente, até desembocar, mais recentemente, no Gov’t Mule, no John Mayer e outros”, define.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre trabalhar no estúdio com seu pai, ele conta que “a gente discute bastante, até batemos cabeça, mas é uma experiência bem intensa, uma fonte de grande aprendizado. Meu pai é o grande tutor da minha vida. E em muitas coisas, não só na música”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Crédito foto: Pedro Coelho&lt;/span&gt;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Ouça: &lt;a href="http://www.myspace.com/ericassmartrio"&gt;www.myspace.com/ericassmartrio&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NUETAS&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-qdBFwQOUeg4/TwWIWAyg79I/AAAAAAAAD6Q/DX94Jf17Yyk/s1600/Reverendo+T+em+foto+de+fatima+berbert.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-qdBFwQOUeg4/TwWIWAyg79I/AAAAAAAAD6Q/DX94Jf17Yyk/s200/Reverendo+T+em+foto+de+fatima+berbert.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Templo de Ano-Novo&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;O evento Templo do Rock saúda a chegada do Ano-Novo com shows de Reverendo T (ao lado, em foto de Fátima Berbert) &amp;amp; Os Discípulos Descrentes, Tronica, Os Normandos e Os Clandestinos. Sexta-feira (dia 6), no Ali do Lado Boteco Musical, às 21 horas, R$ 10. R$ 15 com CD.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;E sábado que vem tem mais...&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Tentrio, Hessel, Peito de Planta e Jonas: mais quatro bandas tocam logo no primeiro fim de semana de 2012. As três primeiras, da cena instrumental. A última segue a linha stoner. Sábado,&amp;nbsp; 22 horas,&amp;nbsp; Dubliners Irish Pub (Rio Vermelho),&amp;nbsp; R$ 10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Zona Mundi 2012&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;O evento rola sexta-feira 6, com Radio Mundi e Nsista, Zona Mobile, Ambulante Original e projeções de Gabiru e Quetzal. MAM,&amp;nbsp; 20 horas, R$ 4&amp;nbsp; e R$ 2.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-4052314994825726426?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/4052314994825726426/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=4052314994825726426' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/4052314994825726426'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/4052314994825726426'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/aposta-rock-loco-para-2012-eric-assmar.html' title='APOSTA ROCK LOCO PARA 2012: ERIC ASSMAR TRIO'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-kicLrvWLwIo/TwWIBNi9ghI/AAAAAAAAD6E/LYpd-6JWyKM/s72-c/Eric+Assmar+Trio_Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-1791314840506348940</id><published>2012-01-05T07:18:00.001-04:00</published><updated>2012-01-05T07:18:47.820-04:00</updated><title type='text'>O RETORNO DE DREADSTAR, O GUERREIRO ESPACIAL MAIS FODÃO DOS QUADRINHOS</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Dreadstar, publicada no Brasil entre os anos 1980 e 90, volta em graphic de luxo e confirma status de obra-prima de Jim Starlin&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ZZADYkEu6GM/TwWGwJ_JdoI/AAAAAAAAD54/R1nB0d2Olgc/s1600/prev_v01_002.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-ZZADYkEu6GM/TwWGwJ_JdoI/AAAAAAAAD54/R1nB0d2Olgc/s400/prev_v01_002.jpg" width="297" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Sagas cósmicas não são novidade nos quadrinhos desde 1928, quando Buck Rogers hibernou&amp;nbsp; quinhentos anos em sua nave e acordou no século 25. Mas poucas foram tão marcantes e ousadas quanto Dreadstar, personagem criado por Jim Starlin nos anos 1980 para o selo Epic da Marvel Comics e cuja primeira aparição – inédita no Brasil – chega agora às livrarias&amp;nbsp; no álbum de luxo A Odisseia da Metamorfose (Devir).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marco inicial da longa trajetória do guerreiro espacial de capuz, A Odisseia, a despeito de ter sido publicada a partir de 1982,&amp;nbsp; é um dos mais bem-acabados e icônicos produtos da FC dos anos 1970, pós-Star Wars e Heavy Metal (a clássica revista de ficção e fantasia).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando os zygoteanos, uma raça altamente beligerante dos confins da Via Láctea, ataca e destrói o planeta Orsiros (aonde, curiosamente, tudo lembra o antigo Egito), um mago tomado pelo ódio cria a arma definitiva do juízo final: a Trombeta do Infinito, que só pode ser “tocada” por três seres escolhidos (um deles, uma terráquea).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para protege-los, o mago, Aknaton, convoca o furioso guerreiro Dreadstar, do planeta gelado Byfrexia – uma espécie de Luke Skywalker mal-encarado, amargurado, dono de uma espada mística altamente mortal e pronto para fatiar qualquer um que se aventure a enfrentá-lo.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_a5rsiNaxhA/TwWGT8jwWJI/AAAAAAAAD5g/M49qGn4hFsE/s1600/e1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-_a5rsiNaxhA/TwWGT8jwWJI/AAAAAAAAD5g/M49qGn4hFsE/s200/e1.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Entre batalhas em cenários espetaculares, a busca pelo armamento, encontros com deuses espaciais e o apocalipse, Jim Starlin constrói uma fábula eletrizante com forte mensagem anti-imperialista e anti-religião – um marco da HQ de FC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Trajetória editorial agitada&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o melhor é constatar que, passadas três décadas desde sua publicação, Dreadstar continua uma leitura tão impactante quanto nos anos 1980 – fãs com mais de 35 anos devem lembrar do guerreiro de capuz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1985, a Editora Abril publicou os seis primeiros números do seu título próprio (HQs pós-Odisseia) como carro-chefe da revista Epic Marvel, dedicada a publicar os títulos do então ainda ativo “selo adulto” da Casa das Ideias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FbxwyvewcKU/TwWGiyvGGjI/AAAAAAAAD5s/5t6DDZq1jZo/s1600/dreadstar_n2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-FbxwyvewcKU/TwWGiyvGGjI/AAAAAAAAD5s/5t6DDZq1jZo/s200/dreadstar_n2.jpg" width="144" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A despeito da excelente qualidade, porém, a revista foi cancelada (sem aviso aos leitores) no número seis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A interpretação é que o mercado de&amp;nbsp; HQ da época não estava preparado para absorver um material tão “pesado”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Em seis meses, Dreadstar, a série, tocou, sem sutileza, em assuntos como incesto, pedofilia, intriga política, religião como instrumento de manipulação das massas, midia corrupta, holocausto nuclear e outros tópicos não muito comuns em gibis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levou uns quatro anos para Dreadstar voltar às HQs&amp;nbsp; no Brasil, quando a Editora Globo lançou um gibi em formatinho retomando de onde a Abril tinha parado. Sob o comando do editor Leandro Luigi Del Manto (o mesmo de Odisseia), Dreadstar publicou todas as edições da Epic, encerrando no número 10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Globo lançou ainda duas graphic novels, ambientadas logo depois de Odisseia: Dreadstar (1990) e O Preço (1993).&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Z8Tg2tJvQPU/TwWFm-80-CI/AAAAAAAAD5I/I9uwn37HisE/s1600/capa_DREADSTAR_fechada_alta%255B1%255D.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-Z8Tg2tJvQPU/TwWFm-80-CI/AAAAAAAAD5I/I9uwn37HisE/s200/capa_DREADSTAR_fechada_alta%255B1%255D.JPG" width="148" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Pois bem. Essa foi a última vez que Dreadstar deu as caras no Brasil, até agora. A Odisseia da Metamorfose é justamente o início de tudo, a graphic novel de origem – e o melhor: é inédita no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora é torcer pela republicação completa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Dreadstar: A Odisseia da Metamorfose / Jim Starlin / Devir / 128 p. / R$ 53 / &lt;a href="http://www.devir.com.br/"&gt;www.devir.com.br&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-1791314840506348940?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/1791314840506348940/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=1791314840506348940' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1791314840506348940'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1791314840506348940'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/o-retorno-de-dreadstar-o-guerreiro.html' title='O RETORNO DE DREADSTAR, O GUERREIRO ESPACIAL MAIS FODÃO DOS QUADRINHOS'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-ZZADYkEu6GM/TwWGwJ_JdoI/AAAAAAAAD54/R1nB0d2Olgc/s72-c/prev_v01_002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-1027968239057091263</id><published>2012-01-03T07:33:00.001-04:00</published><updated>2012-01-03T07:38:02.546-04:00</updated><title type='text'>MÁRCIO MELLO NO OLHO DA RUA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-W-5cHeGySJM/TwLmW1AZznI/AAAAAAAAD4A/Oy3JoXY56dQ/s1600/M%25C3%25A1rcio+Mello+Bizarrom%25C3%25B3vel+Rio+Vermelho.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="425" src="http://1.bp.blogspot.com/-W-5cHeGySJM/TwLmW1AZznI/AAAAAAAAD4A/Oy3JoXY56dQ/s640/M%25C3%25A1rcio+Mello+Bizarrom%25C3%25B3vel+Rio+Vermelho.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Cantor lança DVD gravado ao vivo na rua, em plena festa de Iemanjá, no Rio Vermelho - e dispara a metralhadora verbal contra o estado das coisas em Salvador&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio Mello dispensa apresentações. O cantor / compositor, que já namorou com o mainstream (na época de Nobre Vagabundo, hit na voz de Daniela Mercury), iniciou sua carreira no underground local, na banda Rabo de Saia. E é ali que ele, orgulhosamente, continua.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O testemunho inegável desta afirmação está no DVD independente&amp;nbsp; que ele acaba de soltar: Márcio Mello Ao Vivo no Rio Vermelho. De cara, o que se pode dizer é que se trata do mais precioso documento audiovisual&amp;nbsp; a sair do cenário do rock / música independente local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravado no dia 2 de fevereiro de 2010, em plena festa de Iemanjá, o vídeo é o documento definitivo do show gratuito que ele faz todos os anos, desde 1998 (data que ele mesmo lembra, mas não tem certeza)&amp;nbsp; na varanda da empresa gráfica Venture, no Rio Vermelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É um vídeo primoroso nos quesitos espontaneidade / verdade. Com diversas câmeras espalhadas em cima do palco e no meio da plateia, ele capta todo o clima de bagunça do evento, transportando o espectador para o meio do povo, entre&amp;nbsp; doidões, gatinhas, roqueiros, malucos de rua, ônibus, carros e caminhões abrindo caminho no meio da multidão a todo momento – além de convidados inusitados, como o ator Fábio Lago (dando uma canja no pandeiro) e o ex-baixista do Camisa de Vênus, Robério Santana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, mesmo feliz com o resultado do DVD, Márcio anda muito descontente com Salvador – e com todo direito. No DVD, o baterista é seu amigo Paulo Perrone, que respira por aparelhos desde julho, após ser baleado durante um assalto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio já queria gravar um DVD ao vivo há muito tempo. Mas faltava uma oportunidade realmente bacana, com a sua identidade, para a coisa andar. “Cheguei a pensar em fazer de forma careta, em um teatro. Mas também tinha esse show no Rio Vermelho, que é demais”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus sócios foram contra. “Acharam a ideia ruim, o lugar sem estrutura e tal, até por que a gente não faz passagem de som para esse show”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;”Mas, pô, nos anos 1970 era assim mesmo. Se ficasse ruim, não tinha essa de tocar a mesma música de novo e de novo. Era a coisa real. E é isso que eu quero. Se ficar ‘bagunçado’, dane-se”, acrescenta Márcio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A&amp;nbsp; coisa ficou tão divertida e espontânea que o espectador corre o risco de achar que certas passagens do vídeo foram “combinadas”, mas não: era só o caos conspirando a favor. “Tem uma hora que a lâmpada de um poste estoura, você acha que é fogo de artífício”, ri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ZkK0MLb3FEo/TwLmyiDf-wI/AAAAAAAAD4k/VpJ2uakzGrg/s1600/M%25C3%25A1rcio+Mello+Bizarrom%25C3%25B3vel+Rio+Vermelho+2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://3.bp.blogspot.com/-ZkK0MLb3FEo/TwLmyiDf-wI/AAAAAAAAD4k/VpJ2uakzGrg/s400/M%25C3%25A1rcio+Mello+Bizarrom%25C3%25B3vel+Rio+Vermelho+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Ele conta que já fez shows de divulgação do DVD em São Paulo, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre com o Bizarromóvel, um caminhãozinho adaptado para shows.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O executivo de marketing de uma operadora de telefonia viu o Bizarromóvel no Rio Vermelho e pirou. Detalhe: do marketing de Belo Horizonte. Os caras da mesma operadora daqui de Salvador não estão nem aí”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 2 de fevereiro ele faz o show de lançamento do DVD, no mesmo lugar. A nota triste é que este deverá ser o último ano do evento que já rolava há mais ou menos 15 anos, já que a Venture, empresa dona do “palco improvisado”, já avisou a Márcio que está deixando o local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2012, Márcio pensa em gravar um álbum com músicas inéditas, seguindo o mesmo padrão despojado: “Vou fazer um acústico. Voz, violão e só. Hoje é tanta ‘mistura’ indigesta,&amp;nbsp; tudo tem que ter DJ, VJ, toneladas de percussão, mas a verdade é que tudo começa ali, no violão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tá na hora de ter coragem, de fazer guerrilha. Salvador tá careta demais”, constata. “A cidade toda está em crise total faz tempo. E é crise artística. Tá na hora de expulsar a meia dúzia de mauricinhos que produzem o mercado e ditam o que todo mundo vai ouvir”, dispara.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Chega da música baiana com cara de jingle da Bahiatursa, essa caricatura do negão feliz rebolando de óculos escuros. A verdade é que o negro baiano continua sendo vendido como escravo, só que em outro patamar. Se antes eram escravos do senhor de engenho, hoje eles tem de rebolar pra enriquecer os donos de bloco e das bandas, que são todos meninos branquinhos, ex-alunos de escola particular. Nada mudou”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Outro dia um cara me perguntou se eu ouvia pagode. Eu disse que não. Ele estranhou: ‘E você ouve o quê?’, como se só existisse isso. Percebeu o nível da mediocridade?”, pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Márcio acredita que essa mediocridade já contaminou todas as instâncias da sociedade. “O axé não deixou nada para cidade, só destruição. Acabou com o Carnaval, a noite, até a arquitetura. A cidade está&amp;nbsp; feia. A conclusão que eu tiro é que uma cidade com música ruim é uma cidade ruim de se viver”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aí fica todo mundo com cara de Carlinhos Brown. Tem uns 15 anos que aturamos um cataclisma de Carlinhos Browns, todo mundo igual. Ninguém pensa em fazer um trabalho artístico. Só pensa em se dar bem”, lamenta.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QKUtzhKwnAc/TwLm961Tu7I/AAAAAAAAD48/GPyFTie477w/s1600/DVD+M%25C3%25A1rcio.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-QKUtzhKwnAc/TwLm961Tu7I/AAAAAAAAD48/GPyFTie477w/s1600/DVD+M%25C3%25A1rcio.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Márcio confessa que não tem mais prazer em estar na cidade, ainda mais depois do que aconteceu com o baterista Paulo Perrone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O cara tá semimorto no hospital por que foi tirar 300 contos no banco. Poderia ser eu ou você. A música que as pessoas insistem em ouvir de forma ensurdecedora nas ruas é estressante. Você não consegue tomar uma cerveja em paz nessa cidade. A gente tem que ficar trancado em casa, por que Salvador nos tortura o dia inteiro”, desabafa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com isto, só resta desejar boa sorte aos desavisados turistas...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Crédito fotos: &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;a href="http://www.flickr.com/photos/solitariopunk/"&gt;www.flickr.com/photos/solitariopunk/ &lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;DVD AO VIVO NO RIO VERMELHO / MÁRCIO MELLO / Macaco Gordo / R$ 25 / À venda na Mídia Louca (3334-2077) / &lt;a href="http://www.midialouca.com.br/"&gt;www.midialouca.com.br&lt;/a&gt; / Baixe / ouça: &lt;a href="http://www.marciomello.com.br/"&gt;www.marciomello.com.br&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;object height="360" width="640"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/T7l3PYyShMs&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;version=3"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/T7l3PYyShMs&amp;amp;hl=en_US&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="360"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt; &lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-1027968239057091263?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/1027968239057091263/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=1027968239057091263' title='26 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1027968239057091263'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1027968239057091263'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2012/01/marcio-mello-no-olho-da-rua.html' title='MÁRCIO MELLO NO OLHO DA RUA'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-W-5cHeGySJM/TwLmW1AZznI/AAAAAAAAD4A/Oy3JoXY56dQ/s72-c/M%25C3%25A1rcio+Mello+Bizarrom%25C3%25B3vel+Rio+Vermelho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>26</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-6693620599807113794</id><published>2011-12-28T08:39:00.001-04:00</published><updated>2011-12-28T08:39:48.251-04:00</updated><title type='text'>MICRO-RESENHAS FINAIS DE 2011: A ADORÁVEL RASPA DO TACHO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;(Dedicadas ao companheiro brother Braminha, um insuspeito apreciador destas mini-opiniões)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Grande banda, altos sons&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-i3zXlr8IKNI/TvsGC-UnfDI/AAAAAAAADzI/-TzLAUD9qFM/s1600/SP+Ska+Jazz.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-i3zXlr8IKNI/TvsGC-UnfDI/AAAAAAAADzI/-TzLAUD9qFM/s320/SP+Ska+Jazz.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Depois da grande estreia da Orquestra Brasileira de Música Jamaicana, eis que surge no cenário outra ótima banda na mesma levada: a São Paulo Ska Jazz, liderada pelo baixista Marcelo Calderazzo. Se na OBMJ o foco são regravações de clássicos brasileiros, aqui é a música autoral que dá o tom – com exceção do cover de Samba de Uma Nota Só. Com fartas doses dos gêneros que lhe dão nome,&amp;nbsp; o SPSJ é capaz de entortar o cangote até de monges beneditinos ao som de petardos como Alta Frequência, Sombrinha (com frevo na mistura), Estação da Luz, Periferia e outras. Imagina isso ao vivo? &lt;i&gt;São Paulo Ska Jazz / São Paulo Ska Jazz / DNZ Music - Tratore / R$ 23,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Canções de pirar o cabeção&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_yV919Y0XVQ/TvsMr9XEwVI/AAAAAAAAD3o/FrsGcDGfmRU/s1600/SuzanneVegaCloseUpV3States-OfBeing.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-_yV919Y0XVQ/TvsMr9XEwVI/AAAAAAAAD3o/FrsGcDGfmRU/s200/SuzanneVegaCloseUpV3States-OfBeing.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Mais do que a grande cantora folk de sua geração, Suzanne Vega tem sido, ao longo de sua carreira, uma mestra do minimalismo. Neste terceiro volume (de um total de quatro) em que revê sua produção em novas gravações, ela aplica o bom e velho princípio do “menos é mais” em suas canções sobre “estados do ser”, ou, como ela diz no encarte, o seu “lado mais lelé da cuca”. Com sua vozinha macia, violões dedilhados, algumas poucas cordas e percussões, Vega oferece versões adoráveis de Undertow, Last Year’s Troubles e doze outras faixas. Para fechar os olhos e se entregar.&lt;i&gt;Suzanne Vega / CLOSE UP Vol. 3, STATES OF BEING / Cooking Vynil - Lab 344 / R$ 26,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ainda vivo e&amp;nbsp; dando coices&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YpDgZ7t-WHw/TvsK-NgrbiI/AAAAAAAAD14/UxBgA26hNao/s1600/megadeth-thirteen-300x300.jpg.scaled500.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-YpDgZ7t-WHw/TvsK-NgrbiI/AAAAAAAAD14/UxBgA26hNao/s200/megadeth-thirteen-300x300.jpg.scaled500.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Ainda quente do show no festival SWU, o Megadeth tem seu 13º álbum de estúdio, simplesmente intitulado “Treze”, lançado no Brasil. E o que se pode dizer é que a idade não amoleceu o coração de pedra do band-leader Dave Mustaine. O disco soa tão pesado, afiado e duro quanto seus clássicos Peace Sells... But Who’s Buying? (1987) e Countdown to Extinction (1992). Faixas como Public Enemy Number 1, We The People, Fast Lane e a faixa- título são testemunhos vigorosos da fidelidade de Mustaine ao gênero que lhe garantiu fama e fortuna. &lt;i&gt;Megadeth / Thirt3en / Roadrunner - Warner / R$ 24,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Overdoses de imaginação e humor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-J3SFAQ4MvuY/TvsBDllj9NI/AAAAAAAADvY/8HmhcvmuVqs/s1600/4822os-dias-estao-todos-ocupados-as-aventuras-de-calvin-e-haroldo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="150" src="http://1.bp.blogspot.com/-J3SFAQ4MvuY/TvsBDllj9NI/AAAAAAAADvY/8HmhcvmuVqs/s200/4822os-dias-estao-todos-ocupados-as-aventuras-de-calvin-e-haroldo.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-y5m2Y0wvf94/TvsFQJIR3MI/AAAAAAAADyA/jZkSGvJKcUg/s1600/O_Grande_Gatsby.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Foi um dia triste o 31 de dezembro de 1995, quando os jornais norte-americanos publicaram a última tirinha produzida por Bill Watterson para Calvin. Foram apenas dez anos de produção diária, mas foi o bastante para garantir ao garoto hiperativo de seis anos e seu tigre de pelúcia um lugar cativo entre os personagens mais queridos dos quadrinhos. Nesta coletânea, muitas tiras&amp;nbsp; P&amp;amp;B e mais as raras pranchas dominicais coloridas. Altas doses de imaginação e humor. &lt;i&gt;Calvin &amp;amp; Haroldo: Os Dias Estão Todos Ocupados / Bill Watterson / Conrad/ 176 p./ R$ 44,90/ lojaconrad.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Teen angst à germânica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-NXZTatNG4Yg/TvsDcPTXcYI/AAAAAAAADwU/nBBzmFbq1kM/s1600/capa_tchick.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-NXZTatNG4Yg/TvsDcPTXcYI/AAAAAAAADwU/nBBzmFbq1kM/s200/capa_tchick.jpg" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;Aclamado por público e crítica&amp;nbsp; na Europa, Tchick põe dois adolescentes menores de idade em fuga pela Alemanha até a Rússia, em um carro roubado, com a polícia logo atrás. Comparado a O Apanhador no Campo de Centeio, é um bom romance de formação, com adrenalina e ternura em doses equivalentes.&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;i&gt;Tchick / Wolfgang Herrndorf / Tordesilhas/ 228 p./ R$ 39,90/ tordesilhaslivros.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Patrição era "o cara"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/--wNxuoGq5NI/TvsEqAhm9yI/AAAAAAAADxo/qtYxUfSvxOM/s1600/o+perd%25C3%25A3o+est%25C3%25A1+suspenso.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/--wNxuoGq5NI/TvsEqAhm9yI/AAAAAAAADxo/qtYxUfSvxOM/s200/o+perd%25C3%25A3o+est%25C3%25A1+suspenso.jpg" width="137" /&gt;&lt;/a&gt;Os romances policiais de Patricia Highsmith nunca são protagonizados por detetives ou tiras de fato. São pessoas comuns, que muitas vezes se veem no papel de criminosos. Aqui, ela testa – de novo – os limites entre pessoas “de bem” e assassinos em potencial. Febril e espetacular. &lt;i&gt;O Perdão Está Suspenso / Patricia Highsmith / Benvirá / 272 p. / R$ 39,90 / benvira.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nenhum trabalho é em vão...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PNRK1FdVbZY/TvsDpvuhe_I/AAAAAAAADwg/R-EYW5wQvBg/s1600/Cartas_na_rua.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-PNRK1FdVbZY/TvsDpvuhe_I/AAAAAAAADwg/R-EYW5wQvBg/s200/Cartas_na_rua.JPG" width="121" /&gt;&lt;/a&gt;Os catorze anos de Bukowski como funcionário do Correio dos EUA não foram em vão: renderam seu primeiro romance – agora em versão pocket, e nova tradução, de Pedro Gonzaga. Preso à rotina da vida de carteiro, seu alter-ego Henry Chinaski se depara com cães ferozes, donas de casa insanas, colegas pentelhos etc. &lt;i&gt;Cartas na Rua / Charles Bukowski / L&amp;amp;PM / 192 p./ R$ 17/ lpm.com.br&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cuidado! Ruiva braba!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8txHofefBII/TvsGiwfvfhI/AAAAAAAADzs/x1Nl2Qm8cA4/s1600/vermelho+vivo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-8txHofefBII/TvsGiwfvfhI/AAAAAAAADzs/x1Nl2Qm8cA4/s200/vermelho+vivo.jpg" width="137" /&gt;&lt;/a&gt;Não é incomum, na ficção, mulheres ruivas serem retratadas como fêmeas sexualmente agressivas e de índole determinada. Este pequeno conto em quadrinhos parte deste clichê para provocar o leitor com uma personagem polêmica, que reage violentamente aos preconceitos masculinos. &lt;i&gt;Vermelho, Vivo / Cristina Judar e Bruno Auriema / Devir/ 48 p./ R$ 18,50/ devir.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Já fomos bons nisso...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xj0TGXIiTIU/TvsMjMO5CxI/AAAAAAAAD3c/zGwNid8qg_w/s1600/ultraje.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-xj0TGXIiTIU/TvsMjMO5CxI/AAAAAAAAD3c/zGwNid8qg_w/s200/ultraje.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Sim, houve um tempo em que o rock brasileiro foi bom e inteligente o suficiente para se apossar do mainstream. Neste CD duplo, os dois primeiros (e melhores) álbuns do Ultraje a Rigor: Nós Vamos Invadir Sua Praia (1985) e Sexo!! (1987). Comparar com qualquer coisa produzida nos últimos dez anos seria mera covardia. Digamos apenas que nunca mais o rock em português foi tão divertido, inteligente, bem humorado e politicamente incorreto na dose certa, sem precisar ofender ninguém. Roger Rocha Moreira, QI 172, dizia apenas a verdade. Não a toa, Inútil ainda é o hino informal deste País. &lt;i&gt;Ultraje A Rigor / Sucessos em Dose Dupla / Warner / R$ 19,90&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ritual rasta-judaico em Austin&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-ub0O7vmWFO4/TvsEYz8epnI/AAAAAAAADxQ/QBrSUwZfk14/s1600/Matisyahu+DVD.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-ub0O7vmWFO4/TvsEYz8epnI/AAAAAAAADxQ/QBrSUwZfk14/s200/Matisyahu+DVD.jpg" width="139" /&gt;&lt;/a&gt;O cantor norte-americano que conjuga judaísmo com rastafarianismo reaparece no mercado brasileiro nesta edição especial de DVD e CD ao vivo gravado em Austin, Texas. Faixas como Youth (seu maior hit), Jerusalem e Time of Your Song tornam este pacote o presente perfeito para aquele seu sobrinho neo hippie. &lt;i&gt;Live At Stubb’s Vol. II (DVD + CD) / Matisyahu / Coqueiro Verde / R$ 32,90&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O início (e o fim) da bagaceira&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mZzqIZWIYBw/TvsKdeP5unI/AAAAAAAAD1M/lzyTpG2lO6s/s1600/FNM.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-mZzqIZWIYBw/TvsKdeP5unI/AAAAAAAAD1M/lzyTpG2lO6s/s200/FNM.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Uma das bandas de rock mais originais dos últimos 20 anos, o FNM tem seus cinco álbuns com o insano Mike Patton reunidos neste pacote simples (capas em envelope de papel). Estão aqui o maravilhoso The Real Thing (1989), o genial Angel Dust (1992), o irregular King For a Day... Fool For a Lifetime (1994), o melancólico canto do cisne Album of The Year (1997) e o interessante ao vivo You Fat Bastards: Live At Brixton Academy (1991). Pela simplicidade do produto, poderia ser mais barato, mas a iniciativa é boa. &lt;i&gt;Original Album Series / Faith No More / Warner / R$ 64,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ninguém entende um iraraense&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-l7CyCm2GrJg/TvsMbP5KUFI/AAAAAAAAD3Q/7OV_yALjZ1c/s1600/Tom+Z.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-l7CyCm2GrJg/TvsMbP5KUFI/AAAAAAAAD3Q/7OV_yALjZ1c/s200/Tom+Z.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Outro pacote simples, porém, de preço justo, traz dois discos do gênio de Irará:&amp;nbsp; Se o Caso é Chorar (1972) e Estudando o Samba (‘76). O último é mais famoso e ganhou ares cult na nova geração da MPB, que o citam em entrevistas a torto e a direito – mas parece que ninguém entendeu bulhufas. &lt;i&gt;Sucessos em Dose Dupla / Tom Zé / Warner / R$ 19,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Master senior over plus hadouken genius duplo carpado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-o9gDRh9YFPE/TvsKlhyz7OI/AAAAAAAAD1Y/f01fY8DiAMQ/s1600/frank.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-o9gDRh9YFPE/TvsKlhyz7OI/AAAAAAAAD1Y/f01fY8DiAMQ/s200/frank.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;A Voz, Olhos Azuis – não importa como você o chame, Sinatrão é e sempre será um clássico popular sofisticado, que transcende gerações (jovens, aprendam com ele!). Aqui, hits como That’s Life, Mack The Knife, All The Way e 21 outras faixas. &lt;i&gt;Best of The Best / Frank Sinatra / EMI / R$ 34,90&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O poder da igreja&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-J_llX2lZZxg/TvsLr2rDjUI/AAAAAAAAD2s/lu9o07qCxzk/s1600/rexmundi4.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-J_llX2lZZxg/TvsLr2rDjUI/AAAAAAAAD2s/lu9o07qCxzk/s200/rexmundi4.jpg" width="130" /&gt;&lt;/a&gt;A série de HQs Rex Mundi é mais uma daquelas que misturam sociedades secretas, conspirações no Vaticano e mortes misteriosas. A diferença é que ela se passa em um mundo paralelo, no qual a Igreja ainda detém tanto poder quanto na Era Medieval. Bom ritmo, ótima arte de Juan Ferreyra. &lt;i&gt;Rex Mundi – Livro Quatro: a Coroa e a Espada / Arvid Nelson e J. Ferreyra / Devir/ 192 p./ R$42/ devir.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mônica HC&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9AprhlxzWTY/TvsEJS8uUoI/AAAAAAAADxE/U-BgfGrXIl4/s1600/koko.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-9AprhlxzWTY/TvsEJS8uUoI/AAAAAAAADxE/U-BgfGrXIl4/s200/koko.jpg" width="164" /&gt;&lt;/a&gt;Muito elogiada e premiada no exterior, esta HQ retorna ao tema do ritual de passagem à vida adulta através da história de Jon, um músico tímido e Koko, uma garota furiosa e sem rumo, definida como a “versão hardcore da Mônica”. É meio clichê a história dos diferentes que se descobrem juntos, mas tem lá sua originalidade. &lt;i&gt;Koko be good / Jen Wang / Barba Negra / 304 p. / R$ 29,90 / editorabarbanegra.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Doutor, eu tenho cura?&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-8FivkMsm0BU/TvsFkwiGWtI/AAAAAAAADyk/j-Q1PzqU66c/s1600/ozzy2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-8FivkMsm0BU/TvsFkwiGWtI/AAAAAAAADyk/j-Q1PzqU66c/s200/ozzy2.jpg" width="136" /&gt;&lt;/a&gt;Tremor nas pálpebras? Cancro mole? Filho vagal? Transtorno bipolar? Incontinência urinária? Queixo quádruplo? Não importa qual seja seu problema, Dr. Ozzy Osbourne tem um conselho para você. Pode até não resolver nada, mas pelo menos, vai te fazer rir, o que já é uma grande coisa. &lt;i&gt;Confie Em Mim, Eu Sou o Dr. Ozzy / Ozzy Osbourne (com Chris Ayres) / Benvirá/ 264 p./ R$ 39,90/ benvira.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Pesado, leve e assim sucessivamente&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-oDS4fy8mRJ4/TvsC_4cuKwI/AAAAAAAADvw/vXz3hKHNSvA/s1600/CAPA_CERTOS_HOMENS-194x300.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-oDS4fy8mRJ4/TvsC_4cuKwI/AAAAAAAADvw/vXz3hKHNSvA/s200/CAPA_CERTOS_HOMENS-194x300.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;Cronista da Veja São Paulo desde 1999, Ivan Angelo tem 50 textos neste volume da ótima coleção A Arte da Crônica. Bom de prosa, como todo mineiro, Angelo passeia com leveza por temas pesados como violência urbana e vê profundidade em cenas mínimas, como uma conversa entre avô e neto. &lt;i&gt;Certos Homens / Ivan Angelo / Aquipélago/ 208 p./ R$ 35/ arquipelagoeditorial.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Jovem musa pop mexicana&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-shdLI-TDSW0/TvsHK8HXW2I/AAAAAAAAD0Q/_m42lecreGw/s1600/Ximena.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-shdLI-TDSW0/TvsHK8HXW2I/AAAAAAAAD0Q/_m42lecreGw/s200/Ximena.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Raridade: uma cantora pop direcionada ao mercado adolescente que não parece incentivar o ato de babar como atividade intelectual. Segundo álbum da mexicana Ximena Sariñana, este CD autointitulado é o cartão de visitas da moça no concorrido mercado norte-americano. Essencialmente eletrônico, é um álbum solar, alto astral, mas não histérico. Mais para Regina Spektor (com quem tem sido comparada), do que para a insuportável Katy Perry, Miss Sariñana teve o auxílio do multi-homem Dave Sitek (TV on The Radio) e do namorado, Omar Rodriguez-Lopez (Mars Volta) em diversas faixas. Vale a pena conferir pelo menos as faixas Different e Tu Y Yo. &lt;i&gt;Ximena Sariñana / Ximena Sariñana / Warner / R$ 29,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Chillwave: valium musical?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-M1Pkmj7Y9G0/TvsG3ZK84KI/AAAAAAAAD0E/38sv2g2F0vs/s1600/washed-out-within-and-without.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="199" src="http://2.bp.blogspot.com/-M1Pkmj7Y9G0/TvsG3ZK84KI/AAAAAAAAD0E/38sv2g2F0vs/s200/washed-out-within-and-without.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Há duas formas de se avaliar Within and Without, álbum do projeto chillwave Washed Out, do músico norte- americano Ernest Greene. Uma delas é como um irrecusável convite ao sono profundo, um verdadeiro valium em forma de CD. Como o nome já denota, chillwave é subgênero de música eletrônica em downtempo, para relaxar mesmo. A segunda maneira de perceber o disco é como um interessante desdobramento do pop eletrônico oitentista de bandas como Talk Talk e similares. Aqui e ali dá para pescar faixas interessantes, como Amor Fati e Echoes. &lt;i&gt;Washed out / Within And Without / Domino - LAB 344 / R$ 24,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Valor histórico apesar de...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-gjzbw4fowag/TvsFywArSyI/AAAAAAAADyw/95DwQ7cbuMU/s1600/rockbrasilia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="196" src="http://2.bp.blogspot.com/-gjzbw4fowag/TvsFywArSyI/AAAAAAAADyw/95DwQ7cbuMU/s200/rockbrasilia.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Assim como o documentário que lhe deu origem, a trilha sonora de Rock Brasília centra seu foco no núcleo da chamada “Turma da Colina”, de onde saíram Renato Russo e os irmãos Fê e Flávio Lemos, verdadeiros artíficies do rock brasiliense. Isso porém, não livra o documentário (e sua trilha) de cometerem o pecado que foi suprimir desta história bandas pioneiras importantes, como Finis Africae e Detrito Federal (para ficar só nos anos 1980). Em todo caso, é inegável o valor histórico de clássicos como Que País é Este, Geração Coca-Cola, Psicopata, Música Urbana, Até Quando Esperar, Proteção... &lt;i&gt;Vários Artistas / Rock Brasília: Era de Ouro / EMI / R$ 24,90&lt;/i&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sou japonês, não desisto nunca&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--O-0phCPbWg/TvsKuMK8nKI/AAAAAAAAD1k/N8hyvFsWGWM/s1600/Gen+P_s+Descal_os.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/--O-0phCPbWg/TvsKuMK8nKI/AAAAAAAAD1k/N8hyvFsWGWM/s200/Gen+P_s+Descal_os.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;Na terceira parte da obra-prima autobiográfica de K. Nakazawa sobre a vida pós-bomba atômica no Japão, o protagonista Gen (pronuncia Guén) cuida de um artista inválido coberto de feridas (e vermes em cima delas) para poder sobreviver com a mãe e irmã. E apanha, passa fome, chora e ri. Mas nunca se deixa abater. &lt;i&gt;Gen Pés descalços 3 / Keiji Nakazawa / Conrad/ 272 p./ R$ 25,90/ lojaconrad.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nostalgia e solidão&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-TIHkEzmaoFc/TvsJyJx-jhI/AAAAAAAAD0c/PZriWr_5C-M/s1600/a_dama_do_bar_nevada_NOVA%255B1%255D.JPG" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-TIHkEzmaoFc/TvsJyJx-jhI/AAAAAAAAD0c/PZriWr_5C-M/s200/a_dama_do_bar_nevada_NOVA%255B1%255D.JPG" width="119" /&gt;&lt;/a&gt;Um dos mais apreciados escritores gaúchos contemporâneos, Sérgio Faraco apresenta, nesta seleção de contos, sua prosa econômica e refinada. São histórias curtas de cinco páginas em média, protagonizados por personagens quase sempre solitários, imersos em nostalgia e melancolia. &lt;i&gt;A Dama do Bar Nevada - Cenas Urbanas / Sérgio Faraco / L&amp;amp;PM/ 160 p./ R$ 14/ lpm.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A crônica do “sexo ruim” &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-fAdVCLcP4Dk/TvsMOJkbH2I/AAAAAAAAD3E/lvYFWKUjcp8/s1600/Wild-Beasts-Smother.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-fAdVCLcP4Dk/TvsMOJkbH2I/AAAAAAAAD3E/lvYFWKUjcp8/s200/Wild-Beasts-Smother.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Com este álbum, Smother, o duo inglês de música eletrônica Wild Beasts tem recebido entusiasmados elogios da crítica europeia, perigando figurar nas listas de “melhores de 2011”. De fato,&amp;nbsp;&amp;nbsp; o disco soa bastante coeso na sua proposta de fazer a crônica&amp;nbsp; do proverbial “bad sex” britânico – parece que, por lá, eles mesmos admitem serem ruins de cama. Com um estilo reflexivo (este não é um CD de pista), aqui e ali ouve-se ecos de Sparks, Associates e Roxy Music em faixas que, se não arrebatam de cara, crescem se ouvidas de novo e de novo. O lance é ter a disposição... &lt;i&gt;Wild Beasts / Smother / Domino - Lab 344 / R$ 24,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vrFsMj7y388/TvsGKvMzXkI/AAAAAAAADzU/fjkFudVJUa4/s1600/The_Kooks_-_Junk_Of_The_Heart.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Eles continuam esquecendo a bendita toalhinha &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-g6OUquZETmI/TvsKBQHx4xI/AAAAAAAAD0o/qQSfkhK8pTc/s1600/etemoutracoisa.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-g6OUquZETmI/TvsKBQHx4xI/AAAAAAAAD0o/qQSfkhK8pTc/s200/etemoutracoisa.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;Melhor série de ficção científica cômica do planeta, o Mochileiro das Galáxias&amp;nbsp; havia terminado no quinto volume, depois dque seu autor, Douglas Adams, morreu, em 1992. O apetite por lucro – e cretinices galácticas, claro – dos editores estrangeiros trouxe Arhur Dent e o robô deprê Ford Prefect de volta, agora sob a batuta de Eoin Colfer (autor da série Artemis Fowl, o Harry Potter do mal). Diversão garantida. &lt;i&gt;E tem outra coisa... / Eoin Colfer / Arqueiro - Galera Record/ 368 p./ R$ 29,90/ record.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Um estudo sério sobre a graça&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-4WvHYlQ-XUY/TvsKNSWwlfI/AAAAAAAAD1A/f4l8W2Yygqo/s1600/FACESDOHUMOR-CAPAFINAL.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-4WvHYlQ-XUY/TvsKNSWwlfI/AAAAAAAAD1A/f4l8W2Yygqo/s200/FACESDOHUMOR-CAPAFINAL.jpg" width="139" /&gt;&lt;/a&gt;Com o subtítulo Uma Aproximação entre Piadas e Tiras, o livro de Paulo Ramos (Doutor em Letras pela Usp e titular do Blog dos Quadrinhos - Uol) busca encontrar os pontos de contato entre esses dois subgêneros do humor. Trabalho de fôlego, utiliza como exemplo tiras de Laerte, Maurício de Sousa e muitos outros. &lt;i&gt;Faces do Humor / Paulo Ramos / Zarabatana/ 224 p./ R$ 39/ zarabatana.com.br&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Abaixo de zero + 25&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-a16NZznqzoE/TvsL5XwZr4I/AAAAAAAAD24/SPuwdRoyeDQ/s1600/Suites-imperiais.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-a16NZznqzoE/TvsL5XwZr4I/AAAAAAAAD24/SPuwdRoyeDQ/s200/Suites-imperiais.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Em 1985, Bret Easton Ellis fez a crônica de sua geração em Abaixo de Zero (que rendeu filme com Robert Downey Jr.), sobre um punhado de riquinhos mimados&amp;nbsp; de Los Angeles em meio a sexo, drogas, violência e futilidades. 25 anos depois, ele retoma os personagens, agora quarentões, paranóicos e ainda mais decadentes. &lt;i&gt;Suítes Imperiais&amp;nbsp; / Bret Easton Ellis / Rocco/ 176 p./ R$ 26,50/ rocco.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A bossa do bon-vivant&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Mw0lRoMfdtc/TvsLSgnv1VI/AAAAAAAAD2I/NP_x_5SARoo/s1600/miele.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-Mw0lRoMfdtc/TvsLSgnv1VI/AAAAAAAAD2I/NP_x_5SARoo/s1600/miele.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Conhecido humorista, locutor e redator (além de notório bon-vivant), o showman Miele lança, somente agora, seu primeiro disco solo, com muita bossa nova e som de piano bar à beira-mar – aquele clima adorável, tipicamente carioca. Acompanhado pelo Alberto Chimelli Trio, Miele interpreta, cheio da classe e graça que Deus lhe deu, canções do bossa-novista mineiro&amp;nbsp; Pacífico Mascarenhas, como Menina de Copacabana, Meu Amor na Barra e Bem-Vindo ao Rio. Há ainda boas versões de Let’s Face The Music and Dance (de Irving Berlin) e Bluesette à Brasiliénne (Toots Thielemans, versão de Ivan Lins). &lt;i&gt;Luiz Carlos Miele / Bem-Vindo Ao Rio / Discobertas / R$ 19,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Brit pop tardio e genérico&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-vrFsMj7y388/TvsGKvMzXkI/AAAAAAAADzU/fjkFudVJUa4/s1600/The_Kooks_-_Junk_Of_The_Heart.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-vrFsMj7y388/TvsGKvMzXkI/AAAAAAAADzU/fjkFudVJUa4/s200/The_Kooks_-_Junk_Of_The_Heart.jpg" width="199" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Egresso da malfadada geração (injustificadamente) ultra-over-hypada de bandas como Glasvegas e The Fratellis, o quarteto inglês The Kooks até que se esforça, mas tudo o que consegue é ainda soar mediano em seu terceiro álbum, Junk of The Heart. Claro, há as duas ou três faixas acima da média que renderão os singles e clipes de costume. No caso, a música- título e a malcriada F**k The World Off. Mas também há coisas absolutamente dispensáveis como Is It Me e Taking Pictures of You. É um disco de brit pop tardio e genérico, que não chega a irritar, mas também pouco acrescenta. &lt;i&gt;The Kooks / Junk of the heart / Virgin - EMI&amp;nbsp; / R$ 29,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os diretores que viraram suco&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_V7bVRjz1hw/Tvr_w1wjO7I/AAAAAAAADvM/yl0YGs6owx4/s1600/24%2Bletras%2Bpor%2Bsegundo.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-_V7bVRjz1hw/Tvr_w1wjO7I/AAAAAAAADvM/yl0YGs6owx4/s200/24%2Bletras%2Bpor%2Bsegundo.jpeg" width="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Nesta divertida antologia, 17 novos autores homenageiam seus diretores de cinema preferidos em contos nos quais tentam reproduzir seus estilos – via temática ou&amp;nbsp; linguagem. Tem Polanski, Woody Allen, Kevin Smith, Spielberg, Tarantino, Zé do Caixão, Irmãos Coen, Almodovar, David Lynch... &lt;i&gt;24 letras por segundo / Vários Autores / Não/ 192 p./ R$ 32/ naoeditora.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Drácula &amp;amp; As Gatinhas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PnB1FZ5PB4M/TvsE5aBBNtI/AAAAAAAADx0/eUJX9yhzBEE/s1600/o+toque+da+morte.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-PnB1FZ5PB4M/TvsE5aBBNtI/AAAAAAAADx0/eUJX9yhzBEE/s200/o+toque+da+morte.jpg" width="143" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Além dos dez livros que compõem a série de vampiros tarados True Blood, a criadora Charlaine Harris ainda escreveu diversos contos. Aqui estão cinco deles, quase todos bem banais (como a série em si). Exemplo: em A Noite do Drácula, o vampiro Eric dá uma festa a fantasia e convida o Príncipe das Trevas. Será que ele vem? &lt;i&gt;O Toque da morte / Charlaine Harris / Benvirá/ 176 p./ R$ 29,90/ saraiva.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Leia o livro, esqueça o filme (o novo)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-y5m2Y0wvf94/TvsFQJIR3MI/AAAAAAAADyA/jZkSGvJKcUg/s1600/O_Grande_Gatsby.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-y5m2Y0wvf94/TvsFQJIR3MI/AAAAAAAADyA/jZkSGvJKcUg/s200/O_Grande_Gatsby.jpg" width="119" /&gt;&lt;/a&gt;Há uma boa e uma má notícia sobre&amp;nbsp; O Grande Gastby, obra- prima de Scott Fitzgerald sobre os loucos anos 1920. A boa: o livro está disponível em econômica edição pocket. A má: o pior diretor do mundo, Baz Luhrmann (Moulin Rouge) está adaptando-o&amp;nbsp; para o cinema. Melhor ficar com o livro – ou com o filme de 1974. &lt;i&gt;O Grande Gatsby / F. Scott Fitzgerald / L&amp;amp;PM/ 208 p./ R$ 14/ lpm.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Meio Tracy, meio Corinne&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-gr6m8Aanc5s/TvsCwkoJaFI/AAAAAAAADvk/I6uvT3MjRD4/s1600/Asa+Beautiful.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="175" src="http://3.bp.blogspot.com/-gr6m8Aanc5s/TvsCwkoJaFI/AAAAAAAADvk/I6uvT3MjRD4/s200/Asa+Beautiful.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Nascida em Paris e criada em Lagos (Nigéria), Asa (asha) lembra um cruzamento entre Tracy Chapman e Corinne Bailey Rae. Ela flerta com um soul de voz suave (como a segunda), mas é mais pé no chão e política, como a primeira. Não é virulenta, mas é firme o bastante para incluir no disco três (belas) canções em iorubá (Bimpé, Oré e Broda Olé).&amp;nbsp; Com uma voz belíssima e sonoridades acústicas, crava este segundo álbum de carreira com muita estabilidade e coerência – o que não o impede de as vezes soar inofensivo. Mas por enquanto, está bom o bastante. &lt;i&gt;Asa / Beautiful Imperfection / Naïve - LAB 344 / R$ 24,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ruas sujas, traços idem&lt;/b&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-JM8ztntnAO4/TvsD3f__T9I/AAAAAAAADw4/nWvPCeYITg0/s1600/encruzilhada-hq-d-salete-original.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-JM8ztntnAO4/TvsD3f__T9I/AAAAAAAADw4/nWvPCeYITg0/s200/encruzilhada-hq-d-salete-original.jpeg" width="139" /&gt;&lt;/a&gt;Em São Paulo, cinco personagens à margem da sociedade lutam para sobreviver. Elogiadíssima pela crítica Brasil afora, a HQ Encruzilhada mostra,&amp;nbsp; em uma arte suja e expressiva e narrativa enxuta, a barra pesada da vida&amp;nbsp; de dois meninos de rua, uma garota de programa, um viciado, um ladrão e uma vendedora de DVDs piratas. Prefácio de Marcelo Yuka. &lt;i&gt;Encruzilhada / Marcelo d’Salete / Barba Negra/ 128 p./ R$ 29,90/ editorabarbanegra.com.br&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-6693620599807113794?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/6693620599807113794/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=6693620599807113794' title='26 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/6693620599807113794'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/6693620599807113794'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/12/micro-resenhas-finais-de-2011-adoravel.html' title='MICRO-RESENHAS FINAIS DE 2011: A ADORÁVEL RASPA DO TACHO'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-i3zXlr8IKNI/TvsGC-UnfDI/AAAAAAAADzI/-TzLAUD9qFM/s72-c/SP+Ska+Jazz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>26</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-1296470305857099854</id><published>2011-12-20T07:18:00.000-04:00</published><updated>2011-12-20T07:18:32.520-04:00</updated><title type='text'>BANDA SET7E! GANHA PÚBLICO DE ANIMÊS</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sdO77rtFKMc/TvBs25WmQnI/AAAAAAAADtc/eQRKQM2k8XA/s1600/banda+Set7e.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="369" src="http://4.bp.blogspot.com/-sdO77rtFKMc/TvBs25WmQnI/AAAAAAAADtc/eQRKQM2k8XA/s640/banda+Set7e.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;Quando criança, nos longínquos anos 1970 e 80, o blogueiro era fã de seriados japoneses toscos – os chamados tokusatsus –, como Ultraseven, Robô Gigante e Spectreman, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especialmente o último – por causa da música-tema, que era um rock tão empolgante que o fazia pular no sofá. O que o blogueiro não imaginava é que as canções-tema de seriados japoneses, incluindo os animês (animações), acabariam se tornando um subgênero musical à parte dentro do J-Pop (ou J-Rock), a música jovem nipônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a proliferação dos eventos e convenções dedicados à cultura pop japonesa, bandas de rock especializadas vão surgindo – inclusive em Salvador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a primeira a chamar atenção é a Banda Set7e! (acima, em auto-retrato), na estrada desde o final de 2008 e transitando bem entre dois mundos: o rock local e os eventos nerds, como o I Festival Anual de Quadrinhos, Anibahia,&amp;nbsp; Anipólitan e&amp;nbsp; Anihime (Feira de Santana). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Animê songs à baiana&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tA8Tgd9-a8E/TvBuo18KJcI/AAAAAAAADtk/j9sKHlPMi3o/s1600/anipolitan-36.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://3.bp.blogspot.com/-tA8Tgd9-a8E/TvBuo18KJcI/AAAAAAAADtk/j9sKHlPMi3o/s400/anipolitan-36.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Fã de animês e mangás desde criança, foi da vocalista Ana Carolina Menezes que partiu a iniciativa de montar a banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Em 2008, eu fui pra um evento desses e lá conheci várias pessoas. Criou-se então um chat de MSN e nele sempre discutíamos o fato de que nesses eventos não tocavam os temas dos animes. Tocavam J-Rock mesmo, que a maioria das pessoas não conhece”, lembra Karol_Funny, como também é conhecida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O pessoal do chat começou a conversar sobre isso, formar&amp;nbsp; uma banda de anime songs que tocasse os temas conhecidos, como Dragonball, Naruto, Cavaleiros do Zodíaco etc”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fim de agitar, a menina e seus contatos virtuais começaram a buscar músicos na própria rede “Fomos buscando pessoas via Orkut, nas comunidades dos eventos, amigos dos amigos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em dezembro de 2008, a Banda Set7e! estreou, pouco depois de formada. “Rolou um festival de J-Music no Irish Pub da Barra. Foi o primeiro show”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De lá para cá, o sexteto virou figura fácil nos eventos do gênero, tocando para multidões de nerds enlouquecidos – vejam os vídeos da Banda no You Tube, são muito divertidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É muito engraçado. Até quando tocamos em shows de rock, é muito legal, por que tem várias pessoas que nunca vimos em eventos de animê, se acabando de gritar. Por que são músicas que qualquer pessoa conhece, tocam na TV”, ri.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acompanhada por&amp;nbsp; Diego e Yuri (guitarras), Rafael (vocais), Milton (bateria) e Flávio (baixo), Karol conta que a banda também está criando repertório próprio em Português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E em janeiro vamos tocar em Porto Seguro, no primeiro evento de animê por lá”. Arigatô, Karol!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Conheça: &lt;a href="http://www.bandaset7e.com/"&gt;www.bandaset7e.com&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-1296470305857099854?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/1296470305857099854/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=1296470305857099854' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1296470305857099854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1296470305857099854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/12/banda-set7e-ganha-publico-de-animes.html' title='BANDA SET7E! GANHA PÚBLICO DE ANIMÊS'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-sdO77rtFKMc/TvBs25WmQnI/AAAAAAAADtc/eQRKQM2k8XA/s72-c/banda+Set7e.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-2455425038603876054</id><published>2011-12-20T07:05:00.001-04:00</published><updated>2011-12-20T07:05:36.885-04:00</updated><title type='text'>MARCONI LINS: ROCK ALONE EM EM OROPA, FRANÇA E BAHIA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-NcH1JOPh3gA/TvBru-R52pI/AAAAAAAADtU/CdyoKQBVelA/s1600/Marconi+Lins+no+West+Wend+St%25C3%25BAdios.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-NcH1JOPh3gA/TvBru-R52pI/AAAAAAAADtU/CdyoKQBVelA/s400/Marconi+Lins+no+West+Wend+St%25C3%25BAdios.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Nada como viajar pelo mundo, conhecer outras culturas e se despir um pouco do imenso e proverbial provincianismo soteropolitano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marconi Lins (foto de Nara Nogueira), músico e jornalista baiano com uma certa estrada no rock local, teve recentemente uma boa experiência caminhando e cantando pelo Velho Mundo, a troco de vivência e aprendizado insubstituíveis – além de alguns poucos Euros generosamente depositados no case do seu violão. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;”Minha mulher está morando em Londres por conta de&amp;nbsp; um curso. Aí&amp;nbsp;&amp;nbsp; lá fui eu com meu violão de 12 cordas (craviola) nas costas, passear e tocar pelas ruas”, conta Marconi, líder da Sindirock e ex-membro de Os Herege e Sombra Sonora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após um contato prévio com alguns músicos locais (via sua esposa no território estrangeiro), Marconi descolou pequenas gigs no circuito de pubs em Camden Town (bairro boêmio, reduto de Amy Winehouse).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Toquei em alguns pubs: Latin Corner, Camden Rock, The Alley Cat. Esse é&amp;nbsp; um pub subterrâneo, de rockabilly, aberto&amp;nbsp; de segunda a segunda, é demais. A cena ferve lá”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aí eu tocava meu violão, mandava uns blues em português. As pessoas abriam logo um sorriso quando ouviam a sonoridade da nossa língua. A verdade é que eles só se interessavam mesmo quando eu cantava músicas em português”, constatou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aí no final no dia dava pra comer um kebab e tomar umas Guinness”, diverte-se&amp;nbsp; o cantor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Craviola &amp;amp; Hammond Live&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De volta do giro por Londres, Paris e Amsterdam, Marconi apresenta o mesmo repertório que afiou na Europa gratuitamente todas as quartas-feiras, no projeto Blues Free Salvador, comandado pela Água Suja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sou eu na craviola e o Ricardo Lopo (Rick Freak) me acompanhando no órgão Hammond. Fica lindo, é tipo um semiacústico, fica bem diferente do som da Água Suja”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Toco tudo o que eu gosto. É rock passional, tipo Velhas Virgens, Raul, Made In Brazil, O Peso e mais algumas músicas minhas. Amanhã tem show. Pinta lá, que é legal”, convida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Blues Free Salvador / Com banda Água Suja e Marconi Lins (Rock Alone) / Toda quarta-feira, 21 horas / Dubliner’s Irish Pub (Rio Vermelho) / Grátis &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheça: &lt;a href="http://www.marconilins.blogspot.com/"&gt;www.marconilins.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-2455425038603876054?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/2455425038603876054/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=2455425038603876054' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2455425038603876054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2455425038603876054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/12/marconi-lins-rock-alone-em-em-oropa.html' title='MARCONI LINS: ROCK ALONE EM EM OROPA, FRANÇA E BAHIA'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-NcH1JOPh3gA/TvBru-R52pI/AAAAAAAADtU/CdyoKQBVelA/s72-c/Marconi+Lins+no+West+Wend+St%25C3%25BAdios.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-6103154951234389664</id><published>2011-12-20T07:01:00.001-04:00</published><updated>2011-12-20T07:01:24.946-04:00</updated><title type='text'>NEM O CARA DO TV ON THE RADIO SALVOU</title><content type='html'>&lt;i&gt;Auxiliada por Dave Sitek, californianos até que tentam, mas CD novo soa irregular&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-dFhJHhrnp6I/TvBq6jQtPaI/AAAAAAAADtM/I3c9b0KriOY/s1600/Janes+Addiction+2+foto+Eliot+Lee+Hazel.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="462" src="http://3.bp.blogspot.com/-dFhJHhrnp6I/TvBq6jQtPaI/AAAAAAAADtM/I3c9b0KriOY/s640/Janes+Addiction+2+foto+Eliot+Lee+Hazel.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Banda importante no contexto do rock alternativo norte-americano que emergiu para o mainstream no final dos anos 1980, início dos 1990, o quarteto californiano Jane’s Addiction chega ao quarto álbum de estúdio em 26 anos de uma carreira bastante errática: The Great Escape Artist.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a pergunta que fica é exatamente o por que dessa volta. The Great Escape Artist não chega a ser um disco ruim e de fato tem lá seus momentos, mas eles são tão poucos – e ficam em tamanha desvantagem em relação ao que eles produziram nos seus dias de glória – que o álbum pouco justifica a sua própria existência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fundada em 1985 por Perry Farrel, o guitarrista Dave Navarro, o baixista Eric Avery e o baterista Stephen Perkins, o Jane’s Addiction (gíria para “vício em maconha”) causou espanto entre os roqueiros quando lançou seu primeiro LP em 1988, o espetacular Nothing’s Shocking.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma época em que o penteado dos músicos era mais importante do que a música – mais ou menos como hoje em dia – a trupe liderada por Farrel surgiu como um oásis de liberdade criativa e guitarras realmente pesadas em um som caleidoscópico, que combinava os riffs grandiosos&amp;nbsp; do Led Zeppelin, uma dose de suíngue funky, a psicodelia californiana e um certo sentido de zeitgeist, tudo&amp;nbsp; de forma bastante coesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Canções como Ocean Size, Mountain Song&amp;nbsp; e Jane Says se tornaram hits instantâneos entre a rapaziada mais esperta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sucesso só aumentou no segundo LP, Ritual de Lo Habitual (1990), que trouxe o maior hit do JA, Been Caught Stealing, ode de Farrel aos ladrões de loja, além do peso suingado de Stop!, entre outros petardos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tudo parecia lindo para os fãs, porém, nos bastidores, uma guerra se travava entre os egos dos integrantes. No ano seguinte, a banda anunciou seu fim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Farrel criou o festival Lollapalooza (que chega em 2012 ao Brasil) e formou a banda Porno For Pyros, levando Perkins com ele. Navarro teve breve período no Red Hot Chili Peppers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde então, o Jane’s Addiction já fez três retornos. Em 1997, lançou a coletânea Kettle Whistle, mas logo acabou de novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2003, lançou um razoável álbum de inéditas, Strays – apenas para encerrar atividades de novo, em 2005.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este retorno aos estúdios e palcos teve a mão amiga do músico Dave Sitek, da cultuada banda TV on The Radio, que tocou baixo e co-escreveu diversas faixas com Farrel &amp;amp; Cia . O resultado é bastante irregular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura, com Underground, soa anti-climática e sem impacto, já que, mais adiante, tem coisa melhor, como Curiosity Kills e I’ll Hit You Back.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-YRY2u1FbJs4/TvBqruFguYI/AAAAAAAADtE/IAlosn58_BI/s1600/capa+janes.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-YRY2u1FbJs4/TvBqruFguYI/AAAAAAAADtE/IAlosn58_BI/s200/capa+janes.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Mas o melhor está no fim, nas duas últimas faixas, Broken People (co-escrita por Duff McKagan, ex-Guns ‘n’ Roses) e Words Right Out of My Mouth.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira, curiosamente, remete ao Jesus &amp;amp; Mary Chain pela melodia doce. E a segunda, pesadona, é a faixa que mais lembra a banda nos tempos áureos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;The Great Escape Artist&amp;nbsp; / Jane's Addiction / Capitol - EMI Music / R$ 24,90 / www.janesaddiction.com&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-6103154951234389664?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/6103154951234389664/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=6103154951234389664' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/6103154951234389664'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/6103154951234389664'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/12/nem-o-cara-do-tv-on-radio-salvou.html' title='NEM O CARA DO TV ON THE RADIO SALVOU'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-dFhJHhrnp6I/TvBq6jQtPaI/AAAAAAAADtM/I3c9b0KriOY/s72-c/Janes+Addiction+2+foto+Eliot+Lee+Hazel.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-5003313137457127172</id><published>2011-12-09T08:55:00.001-04:00</published><updated>2011-12-09T09:10:50.412-04:00</updated><title type='text'>MEDO, DELÍRIO E MAGIA NA PSICODÉLICA LONDRES DE 1969</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-X1OgKD0A_10/TuIHYVcKSeI/AAAAAAAADss/diBeX5CvjyA/s1600/LOEGTripping-480x521.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-X1OgKD0A_10/TuIHYVcKSeI/AAAAAAAADss/diBeX5CvjyA/s1600/LOEGTripping-480x521.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Não existe autor de quadrinhos mais espantoso – e meticuloso – do que o inglês Alan Moore.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na&amp;nbsp; nova HQ da sua série A Liga Extraordinária, Século: 1969, ele continua a divertidíssima saga de personagens famosos da literatura às voltas com o possível surgimento do anticristo na Londres do final dos anos 1960 – com direito à toda aquela obsessão por detalhes e a narrativa cerebral que o tornaram universalmente cultuado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda parte da história iniciada em Século: 1910 (publicada ano passado no Brasil), 1969 acompanha o grupo liderado por Mina Murray (personagem de Drácula, de Bram Stoker) o rejuvenescido Allan Quatermain (de As Minas do Rei Salomão, de H. R. Haggard) e Orlando (do livro homônimo de Virginia Woolf) tentando impedir que o mago Oliver Haddo traga o anticristo à Terra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descrito assim, pode até parecer uma grande bobagem. Mas, como toda obra mooreana, 1969 é um grande jogo com o leitor mais atento. Auxiliado pelo artista e co-criador Kevin O’Neill, ele cria uma narrativa que pode ser desdobrada em múltiplos níveis de leitura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até por que, a exemplo de Grant Morrison, outro escritor inglês envolvido com bruxaria, Moore encara suas obras como atos de magia em si. Como diz o&amp;nbsp; personagem Andrew Norton (criado pelo escritor de FC Ian Sinclair): “Certas ficções atraem energias subterrâneas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito isto, é bom lembrar que nos dias de hoje, a máscara de V de Vingança (obra fundamental de Moore) assombra líderes mundiais como símbolo do movimento Occupy Wall Street.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-D3dVJenqdYk/TuIIdqvHFCI/AAAAAAAADs8/24RHhNHS4Ss/s1600/prev_v004_002.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-D3dVJenqdYk/TuIIdqvHFCI/AAAAAAAADs8/24RHhNHS4Ss/s320/prev_v004_002.jpg" width="236" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;No plano mais superficial de leitura de 1969, há as referências visuais. Escritor e desenhista se esmeram em espalhar pelas páginas as mais inesperadas sugestões da cultura pop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas HQs de Moore, nada, absolutamente nenhum detalhe, por mais ínfimo que seja, está ali por acaso. Nas cenas de rua, por exemplo, é possível perceber versões “realistas” de&amp;nbsp; personagens como Zé do Boné (das tiras) e Recruta Zero, caminhando despreocupadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso para não citar os vários personagens obscuros retirados de livros de ficção pulp e seriados de TV, com os quais os protagonistas topam a todo momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “vilão” da história, por exemplo, Oliver Haddo, é criação de um dos mais amados escritores britânicos, W. Somerset Maugham (1874-1965) – o qual, por sua vez, se inspirou no ocultista Aleister Crowley (1875 -1947)&amp;nbsp; para dar vida a Haddo, no livro O Mágico (1908).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Kosmo Gallion, que, em 1969, é discípulo de Haddo, surgiu em um episódio do seriado sessentista inglês The Avengers (depois adaptado em um filme de 1998, com Uma Thurman).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parte da crítica estrangeira tem reclamado dessa obsessão do inglês, sugerindo que a série sucumbiu ao próprio peso, já que ela seria hoje mais um compêndio de citações e esconde-esconde de personagens e menos uma narrativa bem amarrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-tcBVZekGhas/TuIHyMhhdgI/AAAAAAAADs0/tyOFWIiji9s/s1600/l5.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="159" src="http://2.bp.blogspot.com/-tcBVZekGhas/TuIHyMhhdgI/AAAAAAAADs0/tyOFWIiji9s/s200/l5.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Concerto no Hyde Park&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No nível das metáforas, o próprio escritor declarou ao site Newsarama que “se há alguma moral aqui é que ‘os tempos mudam’. Invariavelmente, através da história, essa tem sido a lição: ‘os tempos mudam’”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com três protagonistas imortais, Moore tem o gancho perfeito para tratar do assunto, já que cada um deles lida de uma forma diferente com sua condição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1969, Mina Murray, mordida por Drácula há pouco menos de um século, começa a demonstrar seu desgaste emocional com a impossibilidade de morrer, testemunhando a mudança dos tempos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja como for, para os fãs do escritor, este é mais um capítulo imperdível de sua obra mais recente. O clímax, ambientado em uma recriação do famoso concerto dos Rolling Stones (Orquestra Púrpura na HQ) no Hyde Park em homenagem ao guitarrista Brian Jones (Basil Thomas na HQ), morto em circunstâncias misteriosas – outro gancho perfeito para Moore, que aliás, inicia a HQ mostrando como ele morreu, vista mais acima, clique para ampliar – é de arrepiar, com direito a viagens lisérgicas no plano astral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-MHxaaWS5gKI/TuIHNoDn_BI/AAAAAAAADsk/00j731uPTQ4/s1600/capa_v004d.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-MHxaaWS5gKI/TuIHNoDn_BI/AAAAAAAADsk/00j731uPTQ4/s200/capa_v004d.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;Agora, que venha a terceira parte, 2009.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Leia &lt;a href="http://rockloco.blogspot.com/2010/10/volta-da-repaginada-liga-extraordinaria.html"&gt;aqui&lt;/a&gt; a resenha do Rock Loco para a primeira desta história,&amp;nbsp; A Liga Extraordinária – Século: 1910.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;A Liga Extraordinária – Século: 1969 / Alan Moore &amp;amp; Kevin O’Neill /&amp;nbsp; Devir/ 96 p./ R$ 48,50 (capa dura)/ R$ 35&lt;/i&gt; (brochura)&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-5003313137457127172?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/5003313137457127172/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=5003313137457127172' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/5003313137457127172'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/5003313137457127172'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/12/medo-delirio-e-magia-na-psicodelica.html' title='MEDO, DELÍRIO E MAGIA NA PSICODÉLICA LONDRES DE 1969'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-X1OgKD0A_10/TuIHYVcKSeI/AAAAAAAADss/diBeX5CvjyA/s72-c/LOEGTripping-480x521.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-8123310924865246373</id><published>2011-12-07T06:42:00.001-04:00</published><updated>2011-12-07T07:30:16.557-04:00</updated><title type='text'>TOMA NA CARA, UM DOS ÚLTIMOS BLOGS DO ROCK LOCAL, PROMOVE NIGHT DE HARDCORE E HIP HOP</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dIx0N5GdRxY/Tt9ITz3PEII/AAAAAAAADsM/AXM4QVSd-T0/s1600/cobracity.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-dIx0N5GdRxY/Tt9ITz3PEII/AAAAAAAADsM/AXM4QVSd-T0/s320/cobracity.jpg" width="211" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Uma cena de rock (ou de música alternativa, que seja) sadia e produtiva se faz não apenas com boas bandas (e estúdios e casas decentes aonde se possa tocar), mas também com veículos de comunicação – profissionais e amadores, como blogs – cobrindo, noticiando e incentivando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Como se sabe, o espaço nos grandes veículos, com raras exceções, é quase sempre escasso. Restam, então, os blogs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí é que o bicho pega: aonde estão os blogs que deveriam cobrir o rock baiano?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A década passada começou com diversos deles ativos, mas, hoje, só uns dois continuam sendo atualizados: o &lt;a href="http://nemo.com.br/elcabong"&gt;el Cabong&lt;/a&gt;, de Luciano Matos, e o &lt;a href="http://tomanacarahc.blogspot.com/"&gt;Toma Na Cara HC&lt;/a&gt;, dedicado a cobrir a prolífica cena hardcore local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Comecei no fotolog. Aí um brother meu, Gabriel, criou o blog e disse: você escreve e eu posto”, conta o blogueiro, Eduardo Felipe Teixeira Lima – o xDudux –, que, no melhor estilo faça você mesmo, também conta com vários colaboradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De tão bem feitinho, o Toma Na Cara parece ter se tornado o eixo em torno do qual gira o HC local.Não a toa, Eduardo e aliados tem organizado minifestivais anuais como uma forma de “confraternização de fim de ano” da cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Confraternização hardcore&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-WKIQh_cCEsI/Tt9IhCWrTJI/AAAAAAAADsc/oKYhjvTGDwY/s1600/FracassadosdoUnderground.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-WKIQh_cCEsI/Tt9IhCWrTJI/AAAAAAAADsc/oKYhjvTGDwY/s320/FracassadosdoUnderground.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Neste sábado, o Festival Toma Na Cara HC&amp;nbsp; chega à&amp;nbsp; terceira edição, reunindo nove bandas, entre grupos de hardcore e hip hop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A zoada começa às nove da noite e cada grupo deve se apresentar por cerca de meia hora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na grade, constam: Cobra City (primeira foto, sem créditos), Fracassados do Underground (segunda foto, por Antônio Loula), DaGanja, Dimak, Derrube o Muro, Fim, Veredicto, Robot Wars (SE) e Dispor (terceira foto, mais abaixo, sem créditos). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A ideia é cada banda fazer um pocket show, até para&amp;nbsp; a galera se conhecer, se integrar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como são&amp;nbsp; bandas de que gostamos, é também uma oportunidade para nos divertirmos, até por que eles não tocam muito, já que não há muito espaço para HC em Salvador”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na verdade, acho que a cena deu uma &lt;i&gt;morgada&lt;/i&gt;”, observa. “No início da década de 2000, era mais ativa. Muitas bandas acabaram, o espaço diminuiu. A galera prefere ouvir bandas moderninhas. Eu mesmo curto a Vivendo do Ócio, mas o pessoal tem deixado de ir aos shows sem nem saber como é”, lamenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da cena atual, ele aponta como preferidas duas bandas que, por já terem tocado no Toma Na Cara em anos anteriores, não estão escaladas desta vez – sua política é não repetir atrações ano a ano: Charlie Chaplin e Buster.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ykJac39jtLk/Tt9IZiFjhkI/AAAAAAAADsU/kCmrGoXew8s/s1600/dispor.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/-ykJac39jtLk/Tt9IZiFjhkI/AAAAAAAADsU/kCmrGoXew8s/s320/dispor.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;"Aposto muito na Charlie Chaplin, que é uma das poucas bandas que saiu do nosso círculo de HC para tocar para outras galeras e é bem aceita em vários lugares. Sempre que tem show, eu vou. Aposto muito neles, se continuarem, acho que vão se dar bem", elogia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E gosto muito da Buster também, é uma banda sensacional. É a melhor banda de HC melódico de Salvador, indiscutivelmente", aponta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se tiver show de&amp;nbsp; HC, vá, vale a pena conhecer. Não preciso nem falar do hip hop baiano, que vai muito bem, obrigado”, garante Dudu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Festival Tomanacara HC / Com Fracassados do Underground, Cobra City, DaGanja, Dimak, Derrube o Muro, Fim, Veredicto, Robot Wars (SE) e Dispor / Sábado, 21 horas / Dubliner’s Irish Pub (Rio Vermelho ) / R$ 10&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-8123310924865246373?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/8123310924865246373/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=8123310924865246373' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8123310924865246373'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8123310924865246373'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/12/toma-nada-cara-um-dos-ultimos-blogs-do.html' title='TOMA NA CARA, UM DOS ÚLTIMOS BLOGS DO ROCK LOCAL, PROMOVE NIGHT DE HARDCORE E HIP HOP'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-dIx0N5GdRxY/Tt9ITz3PEII/AAAAAAAADsM/AXM4QVSd-T0/s72-c/cobracity.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-6480425940843573178</id><published>2011-12-02T07:48:00.001-04:00</published><updated>2011-12-02T08:47:54.609-04:00</updated><title type='text'>MICRO-RESENHAS DE PAPAI NOEL 2011</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Rkb1mUC519w/TtjA3fpCGUI/AAAAAAAADp0/TVyZxZs__J4/s1600/raul_seixas_-_bilogia_-_2_cds.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="174" src="http://3.bp.blogspot.com/-Rkb1mUC519w/TtjA3fpCGUI/AAAAAAAADp0/TVyZxZs__J4/s200/raul_seixas_-_bilogia_-_2_cds.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;O testamento de Raulzito&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois últimos LPs de Raulzito voltam às lojas em um&amp;nbsp; lançamento da série Bilogia (EMI). Uah-Bap-Lu-Bap- Béin-Bum! (1987) é o melhor dos dois, com hits como Cowboy Fora da Lei, Quando Acabar O Maluco Sou Eu e I Am (versão em inglês de Gita). Já o subestimado&amp;nbsp; A Pedra do Gênesis (1988), testamento do gênio, traz sua verve ainda intacta (apesar do seu péssimo estado de saúde à época), em faixas como Check-Up e Não Quero Mais Andar na Contramão (versão de No No Song, hit de Ringo Starr). Ambos os títulos, porém, sofrem com a brega sonoridade&amp;nbsp; oitentista. &lt;i&gt;Bilogia Raul Seixas / Coppacabana - EMI / R$ 29,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-iLVbFqjkv6Q/TtjBKj-kNdI/AAAAAAAADp8/XyuHw7qVl60/s1600/um+passeio+musical.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-iLVbFqjkv6Q/TtjBKj-kNdI/AAAAAAAADp8/XyuHw7qVl60/s200/um+passeio+musical.jpg" width="197" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;A independência do Brasil &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este&amp;nbsp; álbum, lançado originalmente em 1958 e relançado agora pelo selo Discobertas, é um marco. Além de se tratar do primeiro disco independente brasileiro, traz 14 músicas de Pacífico Mascarenhas, um esquecido porém maravilhoso compositor mineiro. Oriundo da burguesia de Diamantina, Pacífico recrutou uma banda com cantor (Marcus Vinícius), pianista (Paulo Modesto), baterista (Dario) e baixista (Alvarenga) para executar suas composições. O resultado é esta linda coleção de boleros, pré-bossas e jazz latino cheios de suíngue, que remetem ao &lt;i&gt;son&lt;/i&gt; cubano. Curta com a patroa. &lt;i&gt;Paulinho &amp;amp; Seu Conjunto / Um Passeio Musical / Discobertas / R$ 19,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vIfRLLndXac/TtjAazUPSPI/AAAAAAAADps/Gdf0glXUxg4/s1600/Black_Label_Society_-_The_Song_Remains_Not_The_Same_artwork.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-vIfRLLndXac/TtjAazUPSPI/AAAAAAAADps/Gdf0glXUxg4/s200/Black_Label_Society_-_The_Song_Remains_Not_The_Same_artwork.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;A delicadeza do brucutu&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, os brutos também amam. Revelado há quase duas décadas por Ozzy Osbourne, o super guitarrista (e armário ambulante) Zakk Wilde brinda os fãs com este belo álbum acústico com versões de canções de sua própria banda, Black Label Society, e mais alguns covers. A base de pianos e cordas, ele manda bem nas versões de Junior’s Eyes (Black Sabbath), Helpless (Neil Young) e Can’t Find My Way Home (Blind Faith). A surradíssima Bridge Over Troubled Waters (Simon &amp;amp; Garfunkel) não acrescenta e&amp;nbsp; poderia ter ficado de fora. Mas o saldo, que fecha com um número instrumental natalino, The First Noel, é bem positivo. &lt;i&gt;Black Label Society / The Song Remains Not The Same / Lab 344 / R$ 24,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1etq7DgQ_Bc/TtjFZSzo0KI/AAAAAAAADqM/GIV5NNEiTDQ/s1600/Mulheres-de-Charles-Bukowski-LPM-2011.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-1etq7DgQ_Bc/TtjFZSzo0KI/AAAAAAAADqM/GIV5NNEiTDQ/s200/Mulheres-de-Charles-Bukowski-LPM-2011.jpg" width="118" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Adoráveis neuróticas em sequência&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém quiser se iniciar na literatura suja e louca de Charles Bukowski, este romance é um dos melhores pontos de partida. O livro é o relato de uma sequência de affairs do alter ego do autor, Henry Chinaski, com diversas mulheres – uma mais insana do que a outra. A obra-prima de um grande autor, no auge da forma. &lt;i&gt;Mulheres / Charles Bukowski / L&amp;amp;PM/ 320 p./ R$ 19/ lpm.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-G31OSTzEN04/TtjFs-lKJpI/AAAAAAAADqY/ZHW4LYK1M60/s1600/vanessacarltonrabbitsontherun.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-G31OSTzEN04/TtjFs-lKJpI/AAAAAAAADqY/ZHW4LYK1M60/s200/vanessacarltonrabbitsontherun.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Menos Coldplay, Vanessa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cantora e pianista norte-americana Vanessa Carlton até que impressiona nas primeiras faixas do seu quarto álbum,&amp;nbsp; Rabbits on The Run. Registradas ao vivo no estúdio,&amp;nbsp; Carousel e I Don’t Want to Be a Bride impressionam na ambientação&amp;nbsp; – ela claramente gravou as canções em um salão, concedendo ao som uma grandiosidade quase eclesiástica, como se estivesse numa igreja. Apoiado nos belos arranjos de piano e cordas, o disco soa bem, mas começa a cansar ali pela metade. Talvez se ela ouvisse menos Coldplay e mais Dr. John... &lt;i&gt;Vanessa Carlton / Rabbits on the run/ Lab 344/ R$ 24,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FZ56NFxQ0t0/TtjFsAuaj8I/AAAAAAAADqU/Y9k-w8y9940/s1600/tn_311_600_o_selvagem_da_motocicleta.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-FZ56NFxQ0t0/TtjFsAuaj8I/AAAAAAAADqU/Y9k-w8y9940/s200/tn_311_600_o_selvagem_da_motocicleta.jpg" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Canção para o fim da inocência&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pungente epitáfio para o fim da adolescência e da era das gangues de casaco de couro, o clássico de Susan Hinton de 1975 mantém o (des)encanto sensível que levou Francis Coppola a adaptar as agruras de Rusty James e seus amigos&amp;nbsp; para o cinema em um de seus melhores filmes. Bem vinda republicação. &lt;i&gt;O Selvagem da Motocicleta&amp;nbsp; / Susan E. Hinton / Benvirá/ 152 p./ R$ 19,90/ benvira.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-2SsqE7RCcr4/TtjGDrjcD_I/AAAAAAAADqk/Ehqy2VFS4X0/s1600/superpowers.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-2SsqE7RCcr4/TtjGDrjcD_I/AAAAAAAADqk/Ehqy2VFS4X0/s200/superpowers.jpg" width="137" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Super desconhecidos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alex Ross, o desenhista de estilo realista que estourou com Marvels (1994), volta em seu tema preferido: a mitologia super-heroica. Aqui, ele traz de volta vários supers da época da 2ª Guerra (direitos em domínio público) para novas aventuras nos sombrios dias atuais. Bela HQ, típica de Ross. &lt;i&gt;Projeto Superpowers / Alex Ross, J. Krueger, C. Paul,&amp;nbsp; S. Sadowski,&amp;nbsp; Klauba / Devir/ 256 p./ R$ 48,50/ devir.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-StXtJgPX99A/TtjGEOmCJkI/AAAAAAAADqs/xXx_eO1S1pw/s1600/n%25C3%25A3o+crist%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-StXtJgPX99A/TtjGEOmCJkI/AAAAAAAADqs/xXx_eO1S1pw/s200/n%25C3%25A3o+crist%25C3%25A3o.jpg" width="135" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Devia ser adodato em escolas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em tempos de obscurantismo religioso galopante, ler o filósofo inglês Bertrand Russell (Nobel de Literatura 1950) pode ser revigorante. Ao negar o conforto pós-morte do Cristianismo, Russell oferece uma chave para a maturidade definitiva: o homem é quem deve se responsabilizar pelos seus atos. &lt;i&gt;Por que não sou cristão / Bertrand Russell / L&amp;amp;PM/ 256 p./ R$ 17/ lpm.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-J1Q26fMcZcU/TtjGyGLRnoI/AAAAAAAADq8/6ycZkNC63QA/s1600/xaxado-365.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-J1Q26fMcZcU/TtjGyGLRnoI/AAAAAAAADq8/6ycZkNC63QA/s200/xaxado-365.jpg" width="137" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;365 risadas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quadrinista baiano maior, Antonio Cedraz continua publicando as tiras da sua Turma do Xaxado em ordem cronológica, chegando agora ao Ano 4. Aliando humor inteligente para todas as idades e crônica social mordaz ambientada no sertão baiano, Cedraz mostra por que não é multipremiado a toa. &lt;i&gt;Xaxado ano 4 / Antonio Cedraz / Editora Cedraz/ 96 p./ Preço não informado/ xaxado.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Trio de bravos marinheiros &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-mVg40K0LkH8/TtjGxAodNnI/AAAAAAAADq0/o16xYXogyks/s1600/tt+Melville.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-mVg40K0LkH8/TtjGxAodNnI/AAAAAAAADq0/o16xYXogyks/s1600/tt+Melville.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;Parte da cada vez mais numerosa&amp;nbsp; cena de rock instrumental da Bahia (será uma crise de discurso?), o Tentrio lança seu primeiro álbum para download gratuito e confirma sua vocação para criar grandes épicos sônicos / cinematográficos. E bota épico nisso: inspirados nas seiscentas e tantas páginas de Moby Dick, de Herman Melville, o trio navega ora em calmaria tropical (Bairro Sujo), ora em mares encapelados (Cachalote), sobre águas misteriosas (Mamba Negra II) e até mesmo encarando densas tempestades (9000 Zumbis). Bela estreia. &lt;i&gt;TenTrio / Melville / Big Bross Records / Download gratuito: tentrio.blogspot.com&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FlXcyj3Im5g/TtjBjGWjoeI/AAAAAAAADqE/A6Iq_rs756k/s1600/the_best_of_joss_stone_2003_2009_CD_large.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-FlXcyj3Im5g/TtjBjGWjoeI/AAAAAAAADqE/A6Iq_rs756k/s200/the_best_of_joss_stone_2003_2009_CD_large.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;A metade da missa soul&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a lourinha neo hippie Joss Stone surgiu em 2003 com o hit Super Duper Love, apreciadores de soul music prenderam a respiração: uau, o estilo ainda está vivo? Estava. E ainda não sabíamos da missa a metade, já que um ou dois anos depois, uma judia de Londres (não tão bonita, porém mais talentosa), fugitiva da clínica de reabilitação (Rehab) traria o soul definitivamente de volta a ordem do dia. E Joss? Continuou na dela (com um detalhe importante: viva), construindo uma carreira bastante respeitável. Nesta coletânea, seus primeiros hits. &lt;i&gt;Joss Stone / The best of joss stone 2003-2009 / EMI Music / R$ 28,90&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-nCSMqf8BC0w/TtjHBYtqw4I/AAAAAAAADrE/novNKTUZ46w/s1600/N_passaremos_em_branco_-_CAPA.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-nCSMqf8BC0w/TtjHBYtqw4I/AAAAAAAADrE/novNKTUZ46w/s200/N_passaremos_em_branco_-_CAPA.jpg" width="135" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Pelas ruas de Curitiba&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançamento da coleção A Arte da Crônica, de cronistas contemporâneos, esta coletânea do curitibano Pellanda percorre as ruas da capital paranaense enfocando fatos e personagens ora cômicos, ora perversos. Boa oportunidade para ler outros cronistas,&amp;nbsp; fora do eixo Rio-SP. &lt;i&gt;Nós passaremos em branco / Luís Henrique Pellanda / Arquipélago/ 192 p./ R$ 34/ arquipelagoeditorial.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-179i5nqL6DQ/TtjHCIjQP2I/AAAAAAAADrM/_66FQJJJbXE/s1600/Esse-inferno-vai-acabar-CAPA-Baixa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-179i5nqL6DQ/TtjHCIjQP2I/AAAAAAAADrM/_66FQJJJbXE/s200/Esse-inferno-vai-acabar-CAPA-Baixa.jpg" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Pelas ruas de BH&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos primeiros títulos da coleção A Arte da Crônica, este livro traz uma boa amostra da produção do jornalista&amp;nbsp; mineiro Humberto Werneck. Exímio contador de histórias, ele transita com desenvoltura entre o cômico e o sensível, com um texto econômico e elegante. &lt;i&gt;Esse inferno vai acabar / Humberto Werneck / Arquipélago/ 192 p. / R$ 34/ arquipelagoeditorial.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-IFJvkGfK_i4/TtjHZpfuhgI/AAAAAAAADrU/4i2KV2MYjn0/s1600/Persuas%25C3%25A3o_baixa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-IFJvkGfK_i4/TtjHZpfuhgI/AAAAAAAADrU/4i2KV2MYjn0/s200/Persuas%25C3%25A3o_baixa.jpg" width="123" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Agora tu me quer, né?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Último romance da cultuada autora inglesa, Persuasão aborda a temeridade que é dar (e seguir) conselhos. Foi seguindo o conselho de uma amiga que Anne Elliot dispensou o pobretão (porém charmoso) Frederick Wentworth. Sete anos depois, já solteirona, Anne reencontra Frederick, agora um distinto capitão da marinha britânica. Daí vem as inevitáveis reflexões, conjecturas, arrependimentos. &lt;i&gt;Persuasão / Jane Austen / L&amp;amp;PM/ 192 p./ R$ 15/ lpm.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-wEr-MLGK4XU/TtjHaQkf_6I/AAAAAAAADrc/G7oOwZy3P7c/s1600/herzog.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-wEr-MLGK4XU/TtjHaQkf_6I/AAAAAAAADrc/G7oOwZy3P7c/s200/herzog.jpg" width="138" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Cartas para ninguém&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moses Herzog está na pior. Sua mulher o traiu com seu melhor amigo. Ele está na crise da meia-idade e também na profissão. Intelectual refinado, ele abraça a insanidade e escreve cartas (nunca enviadas) aos parentes e pessoas que admira. Lançado em 1961, Herzog é um clássico moderno. &lt;i&gt;Herzog / Saul Bellow / Companhia das Letras/ 400 p./ R$ 56/ companhiadasletras.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sexo, drogas &amp;amp; matança&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-InbR8CcrM6c/TtjHqpsu-QI/AAAAAAAADrk/SyVF4GoWyZY/s1600/O_psicopata_americano.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-InbR8CcrM6c/TtjHqpsu-QI/AAAAAAAADrk/SyVF4GoWyZY/s200/O_psicopata_americano.jpg" width="119" /&gt;&lt;/a&gt;Em tempos de Wall Street ocupada, a versão pocket deste livro chega em boa hora. Patrick Batemann ganha milhões trabalhando durante o dia em Wall Street. A noite, veste Armani, cheira cocaína, bebe champanhe francês e diverte-se nas boates mais chiques de Manhattan. Na saída, assassina prostitutas e mendigos para&amp;nbsp; espantar o tédio. &lt;i&gt;O Psicopata Americano / Bret Easton Ellis / L&amp;amp;PM - Rocco/ 480 p./ R$ 16/ lpm.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-iZlLO6GBg7o/TtjHrZ-0mcI/AAAAAAAADrs/t2EqtIsTQl8/s1600/d%25C3%25A1lia+n.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-iZlLO6GBg7o/TtjHrZ-0mcI/AAAAAAAADrs/t2EqtIsTQl8/s200/d%25C3%25A1lia+n.jpg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Caçada humana&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseado em fatos reais, o romance de estreia de James Ellroy foi resultado da obsessão do autor pela história de uma jovem estuprada, torturada e assassinada em Los Angeles, em 1947 e apelidada “Dália Negra”. A busca pelo assassino gerou uma das maiores caçadas humanas da história da Califórnia. &lt;i&gt;Dália Negra / James Ellroy / Best Bolso/ 448 p./ R$ 19,90/ record.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-xDNQPcvVl4I/TtjAB3-axgI/AAAAAAAADpk/sIupLoUwLQ4/s1600/LMFAO+-+Sorry+For+Party+Rocking+%2528Frente%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="199" src="http://1.bp.blogspot.com/-xDNQPcvVl4I/TtjAB3-axgI/AAAAAAAADpk/sIupLoUwLQ4/s200/LMFAO+-+Sorry+For+Party+Rocking+%2528Frente%2529.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;O velho Gordy não merecia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui está uma coisa incomum: uma dupla de electro hip hop (oi?) formada por tio e sobrinho – sendo que um deles, o DJ Redfoo, é filho de Berry Gordy, o fundador da Motown. Já SkyBlu é neto de Gordy. A bizarrice (descontados os óculos e roupas esdrúxulas) para por aí, já que o LMFAO (Laughing My Fucking Ass Off) não vai&amp;nbsp; além de nada que Black Eyed Peas e demais representações de som playboy de boate já não tenha feito. Parece que esse povo segue uma cartilha. Som genérico para pessoas genéricas (mas que juram serem muito originais).&amp;nbsp; &lt;i&gt;LMFAO / Sorry for Party Rocking / Universal / R$ 24,90&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-BUhfVdvXGBE/TtjIZ6avlnI/AAAAAAAADsE/P5RLs-a3FMc/s1600/momoserenadeofasailor.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-BUhfVdvXGBE/TtjIZ6avlnI/AAAAAAAADsE/P5RLs-a3FMc/s200/momoserenadeofasailor.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;O folk carioca de Momo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Momo é o nome artístico de Marcelo Frota, músico carioca enturmado com a nova geração de compositores pop brasileiros, como Lucas Santtana (que toca flauta em duas faixas aqui) e Domenico Lancellotti (percussão e bateria em outras duas). Bastante elogiado por parte da crítica, Momo tem seus momentos neste CD bilíngue, como Blue Bird (melancólica, com bela guitarrinha fuzz)e Pescador. Apesar da voz suave e bonita, dos belos arranjos acústicos e tal, um certo sentimento de tédio se sobrepõe à medida que o álbum avança. Deve ser uma coisa de geração. &lt;i&gt;Momo / Serenade of a sailor&amp;nbsp; / Pimba - Tratore / R$ 23,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zrqiUI0SHiU/TtjIY8ljKoI/AAAAAAAADr8/Yl6lwEbU3yc/s1600/lcd-soundsystem-london-sessions.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-zrqiUI0SHiU/TtjIY8ljKoI/AAAAAAAADr8/Yl6lwEbU3yc/s200/lcd-soundsystem-london-sessions.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Fecha a conta, passa régua&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Principal nome da onda disco punk que assolou Nova York na primeira metade da década passada, o LCD Soundsystem, projeto do músico James Murphy, dá adeusinho (pelo menos até o próximo revival) com este álbum, gravado ao vivo em um estúdio de Londres. Com versões longas (de até oito minutos), os melhores momentos ficam com a especialidade de Murphy – as faixas de pista –, como Us Vs Them (funk de branco de responsa), Drunk Girls, o synth-funk&amp;nbsp; Get Innocuous! e, claro, a tresloucada Daft Punk is Playing At My House. A joydivisioniana All My Friends também soa bem resolvida. &lt;i&gt;LCD Soundsystem / London Sessions / EMI - DFA / R$ 29,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-jzHSzSUBxeo/TtjIX4XwGZI/AAAAAAAADr0/ZERWa9XwbiA/s1600/novelas+de+fc+brasil.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-jzHSzSUBxeo/TtjIX4XwGZI/AAAAAAAADr0/ZERWa9XwbiA/s200/novelas+de+fc+brasil.jpeg" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Viva a FC Brasuca!&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pioneira utopia futurista-tropical&amp;nbsp; Zanzalá (1936), de Afonso Schmidt (1890-1964), abre esta antologia de novelas de FC brasileira, editada por Roberto de Sousa Causo. A Escuridão, de André Carneiro, O 31º Peregrino, de Rubens T. Scavone (1925 -2007) e A Nós o Vosso Reino, de Finísia Fidelli, fecham o rico painel desta produção. &lt;i&gt;As Melhores Novelas Brasileiras de Ficção Científica&amp;nbsp; / Vários Autores / Devir/ 224 p./ R$ 29,50/ devir.com.br&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-6480425940843573178?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/6480425940843573178/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=6480425940843573178' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/6480425940843573178'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/6480425940843573178'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/12/micro-resenhas-de-papai-noel-2011.html' title='MICRO-RESENHAS DE PAPAI NOEL 2011'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-Rkb1mUC519w/TtjA3fpCGUI/AAAAAAAADp0/TVyZxZs__J4/s72-c/raul_seixas_-_bilogia_-_2_cds.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-2682842960391047829</id><published>2011-11-29T07:07:00.001-04:00</published><updated>2011-11-29T07:15:10.177-04:00</updated><title type='text'>GIRLS E AS GAROTAS (E A SEITA, O ROCK E...)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-IJeRvbfOdwQ/TtS9gmuFzPI/AAAAAAAADpU/eV9Ji0hwLJU/s1600/Girls-bus-sandy-kim.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="452" src="http://1.bp.blogspot.com/-IJeRvbfOdwQ/TtS9gmuFzPI/AAAAAAAADpU/eV9Ji0hwLJU/s640/Girls-bus-sandy-kim.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;No mundo do rock, existem bandas que são boas por si só – e existem outras que, além de serem boas (ou ruins, vá lá), tem as histórias mais malucas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O duo norte-americano Girls conta com ambas as características: ótimas canções (no recém-lançado&amp;nbsp; álbum Father Son Holy Ghost) e uma história pessoal (do vocalista Chris Owens) para lá de excêntrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filho de dois hippies ingressos na polêmica seita apocalíptica&amp;nbsp; Children of God (fundado em 1968, hoje conhecido como Family International), Owens passou a maior parte de sua infância e adolescência vivendo em comunidades isoladas do culto, entre a Europa e a Ásia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 16 anos, o rapaz fugiu daquela maluquice e se refugiou na casa de sua irmã mais velha, no&amp;nbsp; Texas. Virou punk e se drogou até quase morrer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só saiu dessa graças a mão estendida de um milionário filantropo texano, Stanley Marsh III. Abrigado no Cadillac Ranch, fundação do ricaço, Owens se dedicou à música e pintura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inquieto, logo se mudou novamente, para São Francisco. Foi lá que, finalmente, conheceu o músico e produtor Chet “JR” White, com quem formou o duo Girls – que vem se destacando&amp;nbsp; no cenário rock internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Várias referências e unidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo disco do Girls, Father, Son, Holy Ghost é, tranquilamente,&amp;nbsp; um dos lançamentos mais interessantes do ano que já termina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de um tanto melancólico, é um álbum que retrabalha com muita personalidade diversas facetas do rock – tanto nas encarnações mais clássicas, quanto contemporâneas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ouvindo o disco, é possível apontar influências bem claras, que vão desde o Beach Boys (na linda faixa de abertura, Honey Bunny), até o hard rock setentista (em Die), passando por Beatles via Teenage Fanclub (em Alex), folk rock (Saying I Love You) e até um épico noise progressivo pink-floydiano comovente (Vomit).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo soando com unidade – é obviamente a mesma banda em todas as faixas. Um trabalho de composição e produção de grande vigor criativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-arwmOsSU5Ow/TtS9sAdtpEI/AAAAAAAADpc/ReQt7dHei5M/s1600/Girls+father+son+hg.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-arwmOsSU5Ow/TtS9sAdtpEI/AAAAAAAADpc/ReQt7dHei5M/s200/Girls+father+son+hg.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;O ritmo cai um pouco na segunda metade do álbum, com canções mais acústicas e contemplativas, mas ainda assim, reserva boas surpresas, como a balada estilo 60’s Love Like a River e as faixas-bônus da edição brasileira, Love Life e Martina Martinez, dois números instrumentais adoráveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como o espetacular The Black Keys, o Girls é mais uma boa banda que faz música para agora, a partir das melhores referências do passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Father, Son, Holy Ghost / Girls / Fantasy Trashcan - Lab 344 / R$ 24,90 / www.lab344.com.br / Twitter: @Lab_344&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="225" mozallowfullscreen="" src="http://player.vimeo.com/video/29374990?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/29374990"&gt;Girls - Honey Bunny&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/piasgermany"&gt;PIASGermany&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-2682842960391047829?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/2682842960391047829/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=2682842960391047829' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2682842960391047829'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2682842960391047829'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/11/o-girls-e-as-garotas-e-seita-o-rock-e.html' title='GIRLS E AS GAROTAS (E A SEITA, O ROCK E...)'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-IJeRvbfOdwQ/TtS9gmuFzPI/AAAAAAAADpU/eV9Ji0hwLJU/s72-c/Girls-bus-sandy-kim.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-1149147548594501271</id><published>2011-11-24T08:42:00.001-04:00</published><updated>2011-11-24T12:36:20.300-04:00</updated><title type='text'>HESSEL: SOM INSTRUMENTAL DO KRAUT ROCK À BLACK MUSIC</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-umcAiFzE7y0/Ts49gm6I9zI/AAAAAAAADpM/9wYXXc8R5qk/s1600/Hessel+-+Foto+de+Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/-umcAiFzE7y0/Ts49gm6I9zI/AAAAAAAADpM/9wYXXc8R5qk/s400/Hessel+-+Foto+de+Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;...E o rock instrumental no cenário alternativo local segue de vento em popa. Agora foi o power trio Hessel (foto de Tiago Lima) que soltou seu primeiro trabalho, um EP autointitulado com três faixas, para download gratuito, no site do selo independente baiano Torto Fonogramas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formado por Zé Felipe (guitarra) e Mário Baqueiro (baixo), a dupla contou com o virtuose Louis (Drearylands, Mystifier, Camisa de Vênus) na bateria para as gravações. Agora, quem empunha as baquetas em definitivo é Lucas Furtado, outro batera oriundo da cena metálica (Pandora).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Projeto antigo de Zé Felipe, a Hessel na verdade começou por volta de 2002, 2003. “Nessa época, eu já fazia esse som, mas a coisa não andou”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi só em 2009, depois de assistir ao show dos cuiabanos instrumentais da Macaco Bong no Pelourinho, que ele viu que o momento era mais favorável a sua proposta inicial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Punk Floyd&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu nem conhecia a banda. Gostei de cara do som. Pensei, pô, esses caras tão fazendo esse som estranho e sendo aceitos, com vários elogios da critica, tocando em&amp;nbsp; festivais pelo Brasil e no exterior. Aqui já tínhamos os Retrofoguetes, no Sul tem o Pata de Elefante, aí vi que era hora de tentar de novo”, relata Zé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu tinha umas quinze fitas gravadas em casa com bases de guitarra. Pensei em jogar fora por que era um peso, mas aí, duas semanas depois disso, resolvi retomar a banda”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No EP, as faixas Double Dragon, Eclipse e Ballard ainda são composições dessa fase anterior, mas o guitarrista / band leader adianta que, logo logo, o trio entra de novo em estúdio para registrar músicas novas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No momento, a Hessel planeja uma coletânea do rock instrumental local, em parceria com mais cinco bandas. Além disso, a Hessel planeja split album com o Tentrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Agora estamos explorando outras sonoridades. Tem uma música chamada Cosmonauta, em que brincamos com as influências do kraut rock (som experimental alemão dos anos 1970). Já em Noturno, o ritmo é black. A gente curte muito o Earth Wind &amp;amp; Fire” , avisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para quem achou estranho as influências quase opostas da banda, Zé explica (ou confunde): “Eu brinco dizendo que&amp;nbsp; nosso som é punk floyd, tipo ‘punk progressivo’.&amp;nbsp; A gente tem que se desafiar. Eu acredito muito nisso, no desafio artístico. É a função do artista: inovar”, reivindica o músico. Ah, Zé, se todos pensassem assim... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Conheça / Baixe: &lt;a href="http://www.tortofonogramas.com/hessel"&gt;www.tortofonogramas.com/hessel&lt;/a&gt; &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NUETAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Jz4ILHw2CYI/Ts483C0dkGI/AAAAAAAADpE/mk-f_ro-52k/s1600/flyer_virtual_bequadro.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-Jz4ILHw2CYI/Ts483C0dkGI/AAAAAAAADpE/mk-f_ro-52k/s200/flyer_virtual_bequadro.jpg" width="150" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Passando em revista&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Dois lançamentos de revistas bacanas, recomendadas pela coluna, marcam a semana. Hoje, a banda Retro–Visor (aquela é só com baixo, bateria e vibrafone) faz o som do coquetel da Bequadro, revista que enfoca a real pluralidade da música baiana, sem preconceito e com muita arte. Às 19 horas, na Galeria do Livro (Espaço Unibanco Glauber Rocha). Revista e entrada gratuitas. É só imprimir o flyer ao lado e comparecer, que ganha a revista (limitado aos primeiros 200 que comparecerem). Quem não puder ir, poderá baixar em breve o pdf inteirinho aqui: &lt;b&gt;&lt;a href="http://www.revistabequadro.com/"&gt;www.revistabequadro.com&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Já no &lt;b&gt;sábado (26)&lt;/b&gt;, os caóticos The Honkers e a banda Expresso Libre (com canja de Vandex) animarem o lançamento da revista &lt;b&gt;&lt;a href="http://revistafraude.com/"&gt;Fraude nº 9&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;. Praça Pedro Archanjo (Pelô), 19 horas. Também grátis. Uhú!&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Diego Orrico, sexta&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Parece que a gaita está mesmo em um momento especial por aqui. Quase toda semana tem uma fera fazendo show. Desta vez, é Diego Orrico &amp;amp; The Blue Bullets no Balthazar. Sexta-feira, 22 horas. R$ 15 (salão).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-1149147548594501271?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/1149147548594501271/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=1149147548594501271' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1149147548594501271'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1149147548594501271'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/11/hessel-som-instrumental-do-kraut-rock.html' title='HESSEL: SOM INSTRUMENTAL DO KRAUT ROCK À BLACK MUSIC'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-umcAiFzE7y0/Ts49gm6I9zI/AAAAAAAADpM/9wYXXc8R5qk/s72-c/Hessel+-+Foto+de+Divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-7079441270703067981</id><published>2011-11-24T08:34:00.001-04:00</published><updated>2011-11-24T08:54:32.267-04:00</updated><title type='text'>ÁLVARO ASSMAR: 25 ANOS DE BONS SERVIÇOS PRESTADOS AO BLUES NA BAHIA</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ZzubUfV4_PU/Ts462xDtu9I/AAAAAAAADo8/AbHh1DsKBx0/s1600/ERIC+ASSMAR+%2526+%25C3%2581LVARO+ASSMAR+2011.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/-ZzubUfV4_PU/Ts462xDtu9I/AAAAAAAADo8/AbHh1DsKBx0/s400/ERIC+ASSMAR+%2526+%25C3%2581LVARO+ASSMAR+2011.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;Pioneiro do blues na Bahia, o guitarrista Álvaro Assmar comemora 25 anos de carreira dedicada à música surgida no Delta do Mississipi lançando o primeiro disco duplo do gênero no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravado ao vivo em março último, no Groove Bar, o álbum vem com CD e DVD e terá lançamento nesta sexta-feira, com&amp;nbsp; coquetel e pocket show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O repertório é baseado nos últimos dois discos do músico baiano, Special Moment (2001) e Blues à La Carte (2005), além de canções inéditas, como Lonesome Walker, de autoria de seu filho, Eric, que segue os passos do pai e em breve lança tambem trabalho próprio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tentei preservar o lado autoral na seleção das faixas, além de trabalhar com pessoas que fizeram parte desse quarto de século dedicado ao blues, gente com quem trabalhei no Cabo de Guerra (banda de rock em que tocou nos anos 1980) e no Blues Anônimo, que foi a primeira banda de blues daqui (surgida em 1989)”, relata Álvaro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Caminho tortuoso&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, além da banda base que o acompanha, formada por Rafael Zumaeta (baixo), Reny Almeida (bateria) e José Luiz Lima (teclados e acordeom), Álvaro recebe no palco figuras importantes como Octávio Américo (baixista, ex-Blues Anônimo e Mar Revolto), Adelmo Assmar (irmão, ex-Cabo de Guerra), além do filhão Eric e da revelação da gaita, Luiz Rocha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Aposto muito em Eric e Luiz Rocha como os caras que vão dar continuidade no que eu comecei, mas com uma outra abordagem outra ótica”, elogia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo depois de 25 anos soltando faísca com sua guitarra e maravilhando quem o ouve tocar, Álvaro demonstra humildade para se definir como um artista que ainda desenvolve uma linguagem própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“André Christovam (guitarrista de blues, referência nacional) me disse uma vez que o músico brasileiro de blues tem a tendência natural de soar como covers dos originais americanos. A gente que trabalha com composição tem que estabelecer uma linha que defina o que se é”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-zLXyu84TQOM/Ts46qGQKTyI/AAAAAAAADo0/_PCcqzT42tE/s1600/%25C3%2581lvaro+Assmar+25+Anos+Ao+Vivo+-+CD%252BDVD+-+2011.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="188" src="http://3.bp.blogspot.com/-zLXyu84TQOM/Ts46qGQKTyI/AAAAAAAADo0/_PCcqzT42tE/s200/%25C3%2581lvaro+Assmar+25+Anos+Ao+Vivo+-+CD%252BDVD+-+2011.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Feliz pela estrada percorrida com dignidade, Álvaro sabe que “o caminho é tortuoso, mas quando eu vejo o que produzi nesse período, o gosto é bom, cara. Posso chegar e dizer que cumpri&amp;nbsp; meu papel”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Álvaro Assmar 25 ANOS AO VIVO / Sexta-feira, na Cheiro de PIzza (Rio Vermelho) / 19 horas / Entrada gratuita / CD - DVD: Álvaro Assmar 25 Anos Ao Vivo / Álvaro Assmar / Star Blues - Independente&amp;nbsp; /&amp;nbsp; R$ 40&amp;nbsp; (CD + DVD) / &lt;a href="http://www.alvaroassmar.com.br/"&gt;www.alvaroassmar.com.br&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/mhhAgBh5ilM" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-7079441270703067981?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/7079441270703067981/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=7079441270703067981' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/7079441270703067981'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/7079441270703067981'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/11/alvaro-assmar-25-anos-de-bons-servicos.html' title='ÁLVARO ASSMAR: 25 ANOS DE BONS SERVIÇOS PRESTADOS AO BLUES NA BAHIA'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-ZzubUfV4_PU/Ts462xDtu9I/AAAAAAAADo8/AbHh1DsKBx0/s72-c/ERIC+ASSMAR+%2526+%25C3%2581LVARO+ASSMAR+2011.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-2561503734890937870</id><published>2011-11-22T07:18:00.001-04:00</published><updated>2011-11-22T07:48:41.519-04:00</updated><title type='text'>SEM DERRAPAR, AUTORAMAS CHEGA AO (ÓTIMO) QUINTO ÁLBUM DE ESTÚDIO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-nxx8jx-M4EI/TsuFf7N6c5I/AAAAAAAADoc/69h0eRTzi9g/s1600/autoramas%25281%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://1.bp.blogspot.com/-nxx8jx-M4EI/TsuFf7N6c5I/AAAAAAAADoc/69h0eRTzi9g/s400/autoramas%25281%2529.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Banda-símbolo de articulação independente e fidelidade a uma proposta, o Autoramas &lt;i&gt;(em fotos de Lucas Correia)&lt;/i&gt; é um daqueles grupos que não costuma trazer grandes novidades a cada disco novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda assim, o trio liderado pelo cantor e guitarrista Gabriel Thomaz consegue fazê-los soar fresquinhos – mais instigante do que muita coisa rotulada de “moderna” por aí. E&amp;nbsp; Música Crocante,&amp;nbsp; novo álbum, não é diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estreia da banda no selo Coqueiro Verde, o disco é o quinto álbum de estúdio do trio, após o CD / DVD acústico MTV Apresenta Autoramas Desplugado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado é redondinho, um álbum que se ouve sem pular faixas. “Na nossa opinião, é nosso melhor disco”, afirma a baixista Flávia Couri, que ingressou no trio em 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro disco de estúdio do Autoramas no qual ela participa, Flávia ficou feliz em poder incluir duas composições suas: “Fizemos esse esquema meio Beatles, de quem compôs a música faz o vocal principal. Como entrei na época do Desplugado, um disco ao vivo, ali não deu para colocar nada meu ainda. Agora o Gabriel abriu espaço e eu pude colaborar”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conhecido pelas letras raivosas, nas quais solta cobras e lagartos de forma bem irônica e ácida, Gabriel parece&amp;nbsp; experimentar um refinamento no discurso, como em Abstrai e Tudo Bem: “Sai pela tangente e tudo bem/ Sujeira embaixo do tapete e tudo bem / fica o dito pelo não dito e tudo bem/ Tapa o Sol com a peneira e tudo bem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Discurso político&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-wcajvEximEE/TsuF1srFOiI/AAAAAAAADok/xiUrABYiGQw/s1600/autoramas%25283%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://1.bp.blogspot.com/-wcajvEximEE/TsuF1srFOiI/AAAAAAAADok/xiUrABYiGQw/s400/autoramas%25283%2529.jpg" width="266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;“Tenho visto muita discussão de que o rock não é mais politizado”, observa Gabriel. “Eu acho que uma atitude política eficaz é falar do que está errado. Eu vejo pessoas com mentalidades inacreditáveis de conformismo. Aprendemos a conviver com corrupção, achamos natural. Eu não acho! Que pais é esse”?, reclama, quase berrando no telefone e rindo depois. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É uma questão de posicionamento político mesmo, me sinto fazendo a minha parte. E se não tocar no rádio, problema de quem não tocou. Eu boto a minha verdade nas minhas letras e é assim que vai ser”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É por essas e outras atitudes que o Autoramas é um trio respeitado até por quem não curte tanto assim o estilo surf music de seus rocks recheados de riffs cortantes, embebidos em tremolo e ritmos dançantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Música Crocante, esse estilo está lá, intacto e afiado como nunca – o que não impede Gabriel, Flávia e o baterista Bacalhau de flertarem com a música regional paraense em Guitarrada II.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É a segunda vez que gente grava a guitarrada.&amp;nbsp; Até tava inseguro, mas ainda bem que nenhum paraense veio para me dizer que eu tava tocando errado. Meu pai é do Amapá, então&amp;nbsp; tá no meu sangue”, ri.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3LMVjgcpjoI/TsuGOUGAQvI/AAAAAAAADos/s8AH2jF8jjg/s1600/musica-crocante.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-3LMVjgcpjoI/TsuGOUGAQvI/AAAAAAAADos/s8AH2jF8jjg/s200/musica-crocante.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;“A guitarrada paraense é uma coisa que tá me fazendo estudar a guitarra de novo. São outros padrões musicais que a própria surf music tem, mas nela eu já tinha achado meu jeito de fazer”, explica o músico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Música Crocante / Autoramas / Coqueiro Verde / R$ 24,90 / www.coqueiroverderecords.com&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-2561503734890937870?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/2561503734890937870/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=2561503734890937870' title='28 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2561503734890937870'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2561503734890937870'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/11/sem-derrapar-autoramas-chega-ao-otimo.html' title='SEM DERRAPAR, AUTORAMAS CHEGA AO (ÓTIMO) QUINTO ÁLBUM DE ESTÚDIO'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-nxx8jx-M4EI/TsuFf7N6c5I/AAAAAAAADoc/69h0eRTzi9g/s72-c/autoramas%25281%2529.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>28</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-5797253919227464777</id><published>2011-11-22T07:10:00.001-04:00</published><updated>2011-11-22T07:18:03.363-04:00</updated><title type='text'>A GRANDE MULHER POR TRÁS DO GRANDE HOMEM</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zFGX8CRQwJg/TsuEXmQ525I/AAAAAAAADoE/GYU6NBmWHsw/s1600/Livro+Essa+Bunch++um+amor2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-zFGX8CRQwJg/TsuEXmQ525I/AAAAAAAADoE/GYU6NBmWHsw/s320/Livro+Essa+Bunch++um+amor2.jpg" width="251" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Todo clichê costuma ter um fundo de verdade. Até por que nada se torna um clichê a toa. Aquele que diz que “por trás de todo grande homem há uma grande mulher” acaba de ganhar mais uma confirmação com o recém-lançado álbum de HQ Essa Bunch é um Amor (Conrad).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua autora, Aline Kominsky-Crumb, como o nome indica, é a esposa de ninguém menos que Robert Crumb, um dos maiores quadrinistas de todos os tempos – depois da morte de Will Eisner em 2005, não seria exagero dizer que se trata de um dos dois&amp;nbsp; mais importantes artistas vivos de HQ, ao lado de Alan Moore (Watchmen).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E esse peso, o de ser casada com um ícone desde 1978, está bem patente em boa parte das HQs de Essa Bunch é um Amor, que reúne histórias criadas desde o início de sua carreira, no começo da década de 1970, até meados dos anos 1990. Mas esse fato não afeta&amp;nbsp; em nada o brilho do seu trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aline Kominsky-Crumb está longe, bem longe, de ser apenas “a mulher do Robert Crumb”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Au revoir, América&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa jovem senhora, hoje com 63 anos, nascida em uma família judia de classe média de Long Island (Nova York), já carregava em si, desde os primeiros trabalhos, a marca do humor anárquico, despudorado e autodepreciativo tão comum aos outros humoristas / cartunistas de sua geração – especialmente os de origem judaica.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Y5HzMoTr4Do/TsuEeDXMVZI/AAAAAAAADoM/rkXsKlvA88s/s1600/bunch+au+revoir.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-Y5HzMoTr4Do/TsuEeDXMVZI/AAAAAAAADoM/rkXsKlvA88s/s320/bunch+au+revoir.jpeg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Assim como Woody Allen (e seu próprio marido), Aline também demonstra verdadeiro horror ao espírito do norte-americano branco médio (o tal do redneck), aquele tipo consumista que dirige carros SUV, vota em políticos do Partido Republicano e faz churrasco de hambúrguer no quintal no fim de semana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não a toa, foi ela quem fez a maior pressão em Robert para que se mudassem em definitivo para uma vilazinha no interior da França, aonde vivem desde o início dos anos 1990.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Neuroses femininas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com seu traço a primeira vista um tanto tosco – mas que evoluiu bastante ao longo das décadas –, Aline cria HQs em que basicamente conta, com&amp;nbsp; fluência espantosa e sinceridade absoluta, episódios de sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde os tempos de Long Island, quando seu pai ficou horrizado ao ver seus primeiros trabalhos na escola de arte (“Que diabo é isso? Pago esses idiotas para ensinarem lixo pra minha filha?”, pergunta ele, irado, em plena exposição), até a casa dos&amp;nbsp; 40 anos, morando na França e lutando para se livrar do sotaque de Nova York.&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CbAm3VEsPNk/TsuEv4_e-uI/AAAAAAAADoU/MHKKNgpoYCM/s1600/Essa_Bunch_e_umAmor.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-CbAm3VEsPNk/TsuEv4_e-uI/AAAAAAAADoU/MHKKNgpoYCM/s200/Essa_Bunch_e_umAmor.jpg" width="140" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto de atração inequívoco no trabalho de Aline – especialmente para as mulheres – é sua abordagem das neuroses tipicamente femininas, como a preocupação com peso, a insegurança, o esforço para ser aceita em turminhas descoladas na juventude, para acompanhar a moda e a autopressão em se firmar como artista, independente do marido famoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de um amor, essa Bunch é também um sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Essa Bunch é um Amor / Aline Kominsky-Crumb / Conrad/ 160 p./ R$ 49,90/ www.lojaconrad.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-5797253919227464777?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/5797253919227464777/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=5797253919227464777' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/5797253919227464777'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/5797253919227464777'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/11/grande-mulher-por-tras-do-grande-homem.html' title='A GRANDE MULHER POR TRÁS DO GRANDE HOMEM'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-zFGX8CRQwJg/TsuEXmQ525I/AAAAAAAADoE/GYU6NBmWHsw/s72-c/Livro+Essa+Bunch++um+amor2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-1453771183102499035</id><published>2011-11-17T07:35:00.001-04:00</published><updated>2011-11-17T07:54:22.433-04:00</updated><title type='text'>ROCK PARA VER E APRECIAR</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-1zdGzNVgkL4/TsTyL4hp4mI/AAAAAAAADns/N2xZ73SqLzM/s1600/arte+rock+interna.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="356" src="http://3.bp.blogspot.com/-1zdGzNVgkL4/TsTyL4hp4mI/AAAAAAAADns/N2xZ73SqLzM/s640/arte+rock+interna.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Livro: O design de grupos fundamentais é destrinchado pelo historiador Paul Grushkin em A Arte do Rock, livrão em capa dura &lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rock é música, mas não só. Fenômeno que só poderia ter ocorrido (com a dimensão universal que lhe é peculiar) na era da comunicação de massa, o rock também se caracteriza como um vasto campo de expansão das artes visuais. Isso fica bem claro no recém-lançado livro A Arte do Rock, de Paul Grushkin.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se sabe, tudo o que está a nossa&amp;nbsp; volta tem design. Da cadeira em que se senta a caneta com que se escreve. Imagine-se então o peso da direção de arte no mundo do rock, em que o visual tem tanta importância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, é quase sempre pelo visual da capa de um disco (ou dos membros de uma banda em uma foto) que se estabelece o tom do que vai se ouvir ali. Já pensou se os membros do Iron Maiden aparecessem nas fotos, vídeos e shows&amp;nbsp; com o visual do Justin Bieber – ou vice-versa? Será que teriam alcançado o sucesso que alcançaram?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;“É fundamental o papel do design na formação do imaginário rock”, opina Mauro Ybarros, diretor de arte ligado ao rock local e autor de capas de discos para bandas como brincando de deus e The Honkers.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Desde o tempo em que era uma coisa apenas comercial,&amp;nbsp; aonde botava a cara do cantor e o título do disco, até a hora em que, por exemplo,&amp;nbsp; alguém pintou a cara do artista de amarelo&amp;nbsp; e&amp;nbsp; aquilo virou tendência”, crê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então, quem comprava disco de vinil tinha um quadro que ele consumia de forma tátil. O design é a primeira exposição daquele material (a música)”, observa Mauro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele está certo. Não se imagina o Pink Floyd sem as capas do estúdio Hipgnosis, de Storm Thorgenson, ou o Yes, sem as paisagens oníricas do pintor Roger Dean.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que dizer então dos Rolling Stones sem sua famosa língua, símbolo da lascívia tão ligada ao imaginário da banda, criada por John Pasche?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-od7FGkXJiXk/TsTyeQN8yRI/AAAAAAAADn0/nJqswnk78_U/s1600/led_zeppelin_houses.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="315" src="http://4.bp.blogspot.com/-od7FGkXJiXk/TsTyeQN8yRI/AAAAAAAADn0/nJqswnk78_U/s640/led_zeppelin_houses.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Acervo vasto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em A Arte do Rock, o leitor encontrará o vastíssimo acervo coletado ao longo de quatro décadas pelo colecionador Rob Roth, um produtor de espetáculos da Broadway apaixonado pelo design de rock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No livro, o autor Paul Grushkin selecionou boa parte do material de oito dinossauros fundamentais: Rolling Stones, Elton John, Led Zeppelin, Pink Floyd, David Bowie, The Who, Queen e Alice Cooper – que assina o prefácio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em uma edição de luxo de grandes dimensões (quase as mesmas de um disco de vinil), com capa dura e papel nobre, o leitor encontra uma enorme variedade de materiais: das capas de disco e compactos a displays dos artistas em tamanho natural, passando por cartazes de shows e filmes, anúncios de revista e jornal, flyers e programas de turnê, até crachás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada banda / artista responde por um capítulo do livro, no qual Grushkin detalha, em bons textos, a criação de capas clássicas da história do rock, o que rende ótimas histórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a capa de Houses of The Holy (1973), do Led Zeppelin, o artista Aubrey Powell se inspirou no clássico livro de ficção científica O Fim da Infância, de Arthur C. Clarke, no qual todas as crianças da Terra se reúnem para serem levadas em uma nave alienígena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí a icônica imagem das crianças (filhos do cantor Robert Plant) escalando as curiosas formações rochosas de Giant’s Causeway, na Irlanda do Norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Rex (baterista dos Retrofoguetes) é sócio do Santo Design (ao lado de David Pádua e Iansã Negrão), estúdio ligado ao rock local, e lembra de passar horas contemplando capas de discos na adolescência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ficava olhando os pequenos detalhes meio escondidos nas capas do Iron Maiden, como um&amp;nbsp; casal transando, no LP&amp;nbsp; Killers (1981)”, lembra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dnQ2VW_zo9M/TsTy3GwkUKI/AAAAAAAADn8/AXUQ4jWKITs/s1600/arte+rock+capa.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-dnQ2VW_zo9M/TsTy3GwkUKI/AAAAAAAADn8/AXUQ4jWKITs/s320/arte+rock+capa.jpg" width="287" /&gt;&lt;/a&gt;"O trabalho do designer no momento em que vai fazer uma capa de disco é traduzir graficamente o conceito, a ideia da banda. A pessoa tem que olhar a capa e dizer: isso deve ser banda de metal ou de folk ou de rockabilly. Tem que passar alguma ideia do que se vai ouvir lá dentro, o conceito da banda e do próprio trabalho (disco) em si. No caso da Santo, temos sido bem procurados por que como somos musicos (Rex e David, que tocava na banda de heavy metal Gridlock), acho que conseguimos traduzir isso mais facilmente", acredita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cartazes da Santo Design, de tão bonitos, costumam ser roubados na rua. “Rogério Big Brother (produtor de bandas) fica puto. Aí ele reclama: ‘Porra Rex, faz um cartaz feio que aí não dá prejuízo, pô’,” conta o baterista / designer, rindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;A Arte do Rock / Paul Grushkin, baseado na coleção de Rob Roth / Companhia Editora Nacional / 256 páginas / R$ 98,00&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-1453771183102499035?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/1453771183102499035/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=1453771183102499035' title='37 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1453771183102499035'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1453771183102499035'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/11/rock-para-ver-e-apreciar.html' title='ROCK PARA VER E APRECIAR'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-1zdGzNVgkL4/TsTyL4hp4mI/AAAAAAAADns/N2xZ73SqLzM/s72-c/arte+rock+interna.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>37</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-35034839621833748</id><published>2011-11-17T07:18:00.001-04:00</published><updated>2011-11-17T07:31:31.876-04:00</updated><title type='text'>CINNAMON: SUPERGRUPO REÚNE EX-AGUARRAZ E EX-LADRÕES DE BICICLETA EM TORNO DE SOM ESTILO FOLK</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-g97lDLqi-Yw/TsTuolDKB-I/AAAAAAAADnk/QRv0GRiykis/s1600/Cinnamon+%255BFoto+por+Ricardo+Prado%255D.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://1.bp.blogspot.com/-g97lDLqi-Yw/TsTuolDKB-I/AAAAAAAADnk/QRv0GRiykis/s640/Cinnamon+%255BFoto+por+Ricardo+Prado%255D.JPG" width="425" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;No mundo do rock, quando ex-membros de bandas conhecidas se juntam e formam um uma terceira banda, estas são chamados de “supergrupos”. Dois exemplos: Blind Faith (com Eric Clapton, Steve Winwood e Ginger Baker) e Audioslave (com membros do Rage Against The Machine e Soundgarden).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atualmente esquálido contexto cultural local não permite aqui o uso de um termo como este – “superbanda” –, mas, a se analisar a ficha corrida dos membros da recém-lançada Cinnamon, até que faria sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;A cantora, Roberta Simões (voz e violão), era a banda leader da extinta Aguarraz, que, com apenas um disco, lançado em 2008, logo foi escalada para os grandes festivais mainstream baianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O baixista Sérgio Kopinski e baterista Maurício Pedrão respondiam pela azeitada cozinha da espetacular Ronei Jorge &amp;amp; Os Ladrões de Bicicleta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o guitarrista, Cândido Amarelo Neto, é um desgarrado por natureza, um franco-atirador master com serviços prestados a&amp;nbsp; bandas locais do primeiro time, como Cascadura e Vandex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Norah Jones e Calexico&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só por ter conseguido fazer essa criatura se comprometer, a Cinnamon já merece atenção. “Rapaz, eu acho que&amp;nbsp; ele só entrou na banda por que adora beber uma cervejinha&amp;nbsp; depois do ensaio”, ri Maurício Pedrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que aconteceu para unir os quatro em torno do projeto foi que, além da afinidade musical entre os membros, Pedrão, Kopinski e Roberta ficaram sem banda mais ou menos ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Logo depois, Roberta fez um curso de canto nos Estados Unidos. Quando voltou, veio com essas músicas novas em inglês que ela queria gravar, mas sem traduzir”, conta Pedrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contatos com amigos feitos, os ensaios logo começaram, seguidos de gravações no estúdio de Tadeu Mascarenhas. “Foi um trabalho feito com zero recurso, muita brodagem e&amp;nbsp; muita vontade de fazer”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Uma ação entre amigos, mesmo. Tadeu Mascarenhas deu deu uma força boa, cobrando uma valor ridículo para gravar algumas coisas lá no estúdio dele. Graças a Luis Brasil ainda conseguimos masterizar com um cara incrível, o Carlos Freitas. Foi tudo feito assim", descreve,&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"E todo mundo participou por que acha legal e está a fim. Sem a choradeira de que tudo é difícil. A gente também não procurou muita ajuda por ai. Só não estamos no clima da choradeira", acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado está no álbum Jambo Sessions, disponível para download gratuito desde sábado: “É tudo bem simples: guitarra limpa, violão, baixo e bateria. As referências são Norah Jones e a banda Calexico. O som tem muitos espaços vazios, silêncios, guitarras semiacusticas. Em dezembro ou janeiro deve rolar um show”, conclui Pedrão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Conheça / baixe: &lt;a href="http://cinnamondiary.wordpress.com/"&gt;cinnamondiary.wordpress.com&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NUETAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Facom Som vezes 5&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;As bandas Lunata, Velotroz, Suinga, Pirigulino Babilake e Ministereo Público tocam na FacomSom, neste sábado (19), na&amp;nbsp; Biblioteca Central da UFBA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Rock in Conceição&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;As bandas Drearylands, Confiteor, Human (da cidade de Santa Bárbara) e Magdalene &amp;amp; The Rock ‘n’ Roll Explosion (de Feira de Santana) fazem o som do IV Rock ‘n’ Metal neste sábado, em Conceição do Coité. No 4 Estações, às 19 horas. R$ 15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Futurama 2011, finale&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;Ronei Jorge, os rappers do Opanijé e os cariocas do&amp;nbsp;&amp;nbsp; Fino Coletivo fazem a última edição do ano do evento Futurama no Pelourinho. Na intervenção, os VJs Gabiru, Quetzal e Happy Downlady (Andrea May). Praça das Artes, 18h30, grátis.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-35034839621833748?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/35034839621833748/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=35034839621833748' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/35034839621833748'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/35034839621833748'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/11/cinnamon-supergrupo-reune-ex-aguarraz-e.html' title='CINNAMON: SUPERGRUPO REÚNE EX-AGUARRAZ E EX-LADRÕES DE BICICLETA EM TORNO DE SOM ESTILO FOLK'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-g97lDLqi-Yw/TsTuolDKB-I/AAAAAAAADnk/QRv0GRiykis/s72-c/Cinnamon+%255BFoto+por+Ricardo+Prado%255D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-8880611403724541359</id><published>2011-11-12T12:37:00.001-04:00</published><updated>2011-11-12T12:44:51.093-04:00</updated><title type='text'>NO ESCURINHO COM TIM BURTON</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-DoLCy0SqbXE/Tr6hdJ2Vn-I/AAAAAAAADnU/703gZNHEFuM/s1600/ed-wood-1994-tou-01-g.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="255" src="http://1.bp.blogspot.com/-DoLCy0SqbXE/Tr6hdJ2Vn-I/AAAAAAAADnU/703gZNHEFuM/s400/ed-wood-1994-tou-01-g.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Dizem que os grandes diretores de cinema costumam fazer sempre o mesmo filme. Se isso é verdade, Tim Burton – ainda que críticos mais rigorosos ou puristas do cinema não concordem – deve ser mais um a figurar na galeria desse “grandes”. Isso fica mais ou menos claro na leitura de O Estranho Mundo de Tim Burton, almanaque compilado por Paul A. Woods.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Woody Allen tem, como principais temas permeando sua carreira, neuroses urbanas e relacionamentos amorosos, Burton tem o sentimento de inadequação e a constante presença da morte em todos os seus filmes. Seus personagens estão sempre fora de lugar, em alguma jornada muito insana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se John Ford tinha John Wayne como ator-fetiche e Hitchcock tinha James Stewart, como espelhos de si próprios refletidos na tela, Burton tem Johnny Depp, uma parceria que já atravessa duas décadas e rendeu mais de dez filmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se Hitchcock tinha Bernard Herrmann como compositor da trilha sonora de praticamente todos os seus filmes (há até quem diga que, na verdade, o Mestre do Suspense é que criava filmes para as partituras de Herrmann), Burton tem em Danny Elfman o autor da música de todos os seus filmes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há ainda outras ocorrências de fidelidade canina do diretor, como a figurinista Colleen Atwood e os roteiristas John August e Caroline Thompson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-OgPgNArM-fE/Tr6hr-9m7nI/AAAAAAAADnc/HhZDVYAdsvg/s1600/Ed+Wood.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://4.bp.blogspot.com/-OgPgNArM-fE/Tr6hr-9m7nI/AAAAAAAADnc/HhZDVYAdsvg/s400/Ed+Wood.JPG" width="325" /&gt;&lt;/a&gt;Mas o fato é que, com ou sem todas essas parcerias, Burton é mesmo um sujeito muito peculiar – e foi graças essa peculiaridade que ele construiu um imaginário cinematográfico próprio, carregado de originalidade (ainda que suas referências sejam claras, quase óbvias) e largamente admirado mundo afora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O eterno moleque pálido&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem estiver procurando uma biografia de Tim Burton, este ainda não é o livro. Organizado cronologicamente pela ordem de produção dos&amp;nbsp; filmes (começando pelo curta-metragem de animação Vincent, de 1982, até Alice no País das Maravilhas, 2010), O Estranho Mundo de Tim Burton reúne diversos textos jornalísticos norte-americanos escritos na época de lançamento de cada filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A edição original só cobre a carreira de Burton até A Noiva-Cadáver (2005), seu espetacular retorno ao cinema de animação desde O Estranho Mundo de Jack (1992).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir de Sweeney Todd - O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007), os textos são assinados pelo tradutor do livro, o jornalista Cassius Medauar, em uma atualização exclusiva para a edição brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para admiradores de Tim Burton (ou mesmo de Johnny Depp), o livro é uma ótima pedida, sendo possível traçar a evolução artística do descabelado diretor através de suas reações às críticas e declarações, captadas in loco pelos jornalistas – seja nos sets de filmagem, seja nas estreias dos filmes.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-oqHtWworJf0/Tr6hMfHnk5I/AAAAAAAADnM/k2rjLuZKVuY/s1600/capa+timburton.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-oqHtWworJf0/Tr6hMfHnk5I/AAAAAAAADnM/k2rjLuZKVuY/s200/capa+timburton.jpg" width="176" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Mas a lição que fica mesmo é que, não importa o quanto envelheça (ele agora está com 53 anos), Burton será sempre o moleque pálido que, mesmo morando na ensolarada Califórnia aonde nasceu, não sai da sala escura do cinema por nada deste mundo – ou mesmo de outros mundos, que ele já demonstrou conhecer tão bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;O Estranho Mundo de Tim Burton&amp;nbsp; /&amp;nbsp; Paul A. Woods / LeYa / 352 p. / R$ 44,90 / www.leya.com.br&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/QkmKhd_h3lk" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-8880611403724541359?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/8880611403724541359/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=8880611403724541359' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8880611403724541359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8880611403724541359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/11/no-escurinho-com-tim-burton.html' title='NO ESCURINHO COM TIM BURTON'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-DoLCy0SqbXE/Tr6hdJ2Vn-I/AAAAAAAADnU/703gZNHEFuM/s72-c/ed-wood-1994-tou-01-g.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-2722441377278861925</id><published>2011-11-11T06:50:00.001-04:00</published><updated>2011-11-11T07:00:07.031-04:00</updated><title type='text'>AMANHÃ NUNCA MAIS:  A LOUCA JORNADA NOITE ADENTRO DE UM CARA QUE SÓ QUE VOLTAR PRA CASA</title><content type='html'>&lt;i&gt;Estreia de Tadeu Jungle na direção de longa-metragem não decepciona, com trama a la Depois de Horas, de Scorsese&lt;/i&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-l3kY6_-POYg/Trz_5lSPhdI/AAAAAAAADm8/47U9kWBK9us/s1600/maria-luisa-mendonca-e-lazaro-ramos-em-cena-de-amanha-nunca-mais-de-tadeu-jungle-1318632390206_615x300.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="195" src="http://2.bp.blogspot.com/-l3kY6_-POYg/Trz_5lSPhdI/AAAAAAAADm8/47U9kWBK9us/s400/maria-luisa-mendonca-e-lazaro-ramos-em-cena-de-amanha-nunca-mais-de-tadeu-jungle-1318632390206_615x300.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Tadeu Jungle, diretor de Amanhã Nunca Mais, filme que estreia hoje em todo o Brasil, é um veterano do vídeo que só agora estreia no cinema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dos fundadores da linguagem do vídeo brasileiro&amp;nbsp; nos anos 1980,&amp;nbsp; Jungle se notabilizou&amp;nbsp; na mesma geração de gigantes midiáticos como Marcelo Tas e Fernando Meirelles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dado o vasto currículo do diretor, este primeiro filme deve ter sido esperado com expectativa por quem milita na área. E Jungle não decepcionou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã Nunca Mais pode ser descrito como um Depois de Horas&amp;nbsp; à paulista. Como no filme de Martin Scorsese (de 1985), a trama se passa quase toda numa única noite, durante a desesperada jornada&amp;nbsp; de um homem para chegar em casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso, Lázaro Ramos, na pele do médico anestesista Walter, que passa por todo tipo de apuros e encontra os personagens mais alucinados que tentam a todo custo&amp;nbsp; (mesmo que sem querer), tira-lo do seu caminho, rumo a festa de aniversário de sua filha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As condições também não ajudam em nada. O trânsito está sempre monstruosamente engarrafado. A chuva torrencial&amp;nbsp; nunca cessa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E em seu caminho, Walter terá de se livrar de uma judia bêbada (Maria Luisa Mendonça), um motoboy no lugar e hora errados (Luis Miranda), uma confeiteira esotérica (Imara Reis) e sua filha tarada (Anna Guilhermina), entre outras figuras que parecem saídas do hospício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-cdh7y8v29OQ/Tr0ACrPPPwI/AAAAAAAADnE/PuokAdymYLQ/s1600/amanh%25C3%25A3+nm.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-cdh7y8v29OQ/Tr0ACrPPPwI/AAAAAAAADnE/PuokAdymYLQ/s1600/amanh%25C3%25A3+nm.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Jungle faz jus à sua escola de vídeo com uma linguagem ágil e edição com muitos cortes nos momentos que pedem isso. Só exagera um pouco nos supercloses, que mostram até os poros do nariz de Lázaro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se interpretar Amanhã Nunca Mais como uma elegia para a combalida masculinidade contemporânea, espremida entre a ditadura matriarcal (representada pelas mulheres que mandam em Walter: a mulher, a filha pequena e a sogra) e o machismo crepuscular do brasileiro casca-grossa, simbolizado em seu colega Geraldo (o engraçadíssimo Milhem Cortaz, de Tropa de Elite 2).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A película caminha muito bem até o desfecho, quando Jungle cede em um final medonho, digno de novela. Mas até lá, valeu o ingresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Amanhã Nunca Mais / de Tadeu Jungle / Com Lázaro Ramos, Maria Luisa Mendonça, Luis Miranda e Fernanda Machado, Milhem Cortaz /&amp;nbsp; Multiplex Iguatemi, Glauber Rocha e Cinemark&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/L8sczd0geZ8" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-2722441377278861925?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/2722441377278861925/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=2722441377278861925' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2722441377278861925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2722441377278861925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/11/amanha-nunca-mais-louca-jornada-noite.html' title='AMANHÃ NUNCA MAIS:  A LOUCA JORNADA NOITE ADENTRO DE UM CARA QUE SÓ QUE VOLTAR PRA CASA'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-l3kY6_-POYg/Trz_5lSPhdI/AAAAAAAADm8/47U9kWBK9us/s72-c/maria-luisa-mendonca-e-lazaro-ramos-em-cena-de-amanha-nunca-mais-de-tadeu-jungle-1318632390206_615x300.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-8483309662608926504</id><published>2011-11-10T07:10:00.000-04:00</published><updated>2011-11-11T06:47:06.812-04:00</updated><title type='text'>BRAINSTORM: 15 BANDAS, 20 VANS, 5 CASAS – E VOCÊ NO MEIO DE TUDO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="" style="clear: both; text-align: left;"&gt;Um grande painel atual do pop rock local. Uma noite diferente. Um passeio musical. Uma semente para uma lógica de produção alternativa mais profissional.&amp;nbsp; Com uma proposta diferenciada, o festival Brainstorm, que acontece hoje a noite, em cinco locais diferentes,&amp;nbsp; é tudo isso e mais um pouco.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-K4F2zhz1zxI/Trz8I0ixS3I/AAAAAAAADmk/6a-MppbNeac/s1600/Capitao_Parafina__902+-+por+Bruno+Barretto.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://1.bp.blogspot.com/-K4F2zhz1zxI/Trz8I0ixS3I/AAAAAAAADmk/6a-MppbNeac/s400/Capitao_Parafina__902+-+por+Bruno+Barretto.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;A proposta: são 15 bandas divididas em grupos de três, tocando em cinco casas de show da cidade. Com apenas um ingresso, o espectador tem direito de entrar nas cinco casas. Para facilitar o deslocamento entre uma casa e outra, a produção disponiblizará vinte vans que ficarão circulando entre os locais, transportando o povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo: depois de assistir ao show do Pirigulino Babilake no Bohemia, quem quiser pegar a banda Café Com Blues (de Vitória da Conquista) no Farol Music Bar, pode se aboletar na próxima van para o local que esta o levará até lá – este serviço de transporte já está incluído no preço do ingresso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A ideia do Brainstorm nasceu no ano passado, durante uma reunião com os outros produtores do evento, João Lessa e Marcus Ferreira”, conta o produtor Emmanuel Mirdad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele e Marcus já são bem conhecidos no meio alternativo, sendo os caras por trás do Prêmio Bahia de Todos os Rocks (que é bienal e parte para sua terceira edição em 2012). Já João Lessa é outra história: “Ele é um empresário conhecido no meio musical, já foi produtor do Festival de Verão”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando ele saiu da iContent (produtora do FdV) e abriu sua própria empresa, a VDM Entretenimento, nos chamou para fazer um projeto no cenário alternativo. Então ele vem com essa lógica de mainstream que casou bem com a gente, que já tem experiência no rock local”, observa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A ideia é aliar, somar na grade musical da cidade essas bandas do cenário alternativo com uma estrutura profissional de diversão. Neste caso, com as pessoas podendo circular por várias partes da cidade com um único ingresso”, detalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem optar por permanecer em um único local ou mesmo quem ficar em casa com medo da chuva poderá acompanhar tudo a distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JfgxvSSvyOY/Trz9EfaS_sI/AAAAAAAADm0/kgd-38XsJIg/s1600/Messias+Bandeira+Foto+por+Beatriz+Franco.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-JfgxvSSvyOY/Trz9EfaS_sI/AAAAAAAADm0/kgd-38XsJIg/s400/Messias+Bandeira+Foto+por+Beatriz+Franco.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;Em cada casa de show, TVs de plasma transmitirão&amp;nbsp; ao vivo tudo que acontece nos outros quatro locais. Além disso, o site oficial festivalbrainstorm.com&amp;nbsp; também estará transmitindo tudo, com updates constantes via Twitter e Facebook.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como viabilizamos o festival através do patrocínio de uma empresa de telecomunicação (Oi), pensamos muito nessa questão da interatividade, de fazer um evento que explore as novas tecnologias. Então é para a galera usar mesmo o celular, por que vai estar tudo integrado”, garante o produtor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os músicos, a expectativa é boa, já que o formato diferenciado do Brainstorm deverá possibilitar que as bandas se apresentem diante de pessoas que normalmente não assistiriam um show delas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As atrações em sequência não tem nada a ver uma com a outra. Queremos forçar essa situação de movimento”, explica Mirdad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A sacada do formato foi muito boa”, elogia Marcos Rodrigues, baixista da Theatro de Seraphin. “Ele muda um pouco a dinâmica da cidade, fazendo as pessoas circularem e&amp;nbsp; saírem dos seus guetos. Nós nunca tocamos com o Retrofoguetes, por exemplo. Então eu achei muito bacana“, acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A ideia foi massa. Tomara que abra os olhos da galera que acha que em Salvador não se inova nada”, concorda Dimmy Drummer, baterista da Vendo 147.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Achei a ideia interessantíssima, acho que vai fluir legal", aposta Dedé, baixista Haole do Capitão Parafina. "Não sei se teremos tempo para circular também, mas se der vamos. Só vendo depois. Mas com essa historia das vans espero tocar para um público mais ou menos diferente. Nosso show vai ser de repertorio autoral, sangue no olho e é isso aí", conclui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PROGRAMAÇÃO Festival Brainstorm&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-CGlDJeEMRik/Trz8eORL-NI/AAAAAAAADms/UEbwS49Nfu8/s1600/Vendo+147+-+Bruno+Sarraf+-+divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://1.bp.blogspot.com/-CGlDJeEMRik/Trz8eORL-NI/AAAAAAAADms/UEbwS49Nfu8/s320/Vendo+147+-+Bruno+Sarraf+-+divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Groove Bar (Barra): Cascadura, Percussivo Mundo Novo e Capitão Parafina &amp;amp; Os Haoles&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Portela Café (Rio Vermelho):&amp;nbsp; O Círculo, Maglore e Vendo 147&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Bohemia (Barra): Pirigulino Babilake, Ênio &amp;amp; A Maloca e Clube de Patifes&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Farol Music Bar (Rio Vermelho): Retrofoguetes, Café Com Blues e Theatro de Seraphin&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;B-23 (Itaigara): Baiana System, Messias e Acord&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Serviço: Festival Brainstorm / Hoje, 22 horas / Ingressos: R$30 / A venda nos postos da Ticketmix nos shoppings Salvador, Iguatemi, Barra e Paralela&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Acompanhe: Nas cinco casas de show com apenas um ingresso (circule entre uma outra com as vans a disposição) / Ou no site &lt;a href="http://www.festivalbrainstorm.com/"&gt;www.festivalbrainstorm.com&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-8483309662608926504?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/8483309662608926504/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=8483309662608926504' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8483309662608926504'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8483309662608926504'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/11/brainstorm-15-bandas-20-vans-5-casas-e.html' title='BRAINSTORM: 15 BANDAS, 20 VANS, 5 CASAS – E VOCÊ NO MEIO DE TUDO'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-K4F2zhz1zxI/Trz8I0ixS3I/AAAAAAAADmk/6a-MppbNeac/s72-c/Capitao_Parafina__902+-+por+Bruno+Barretto.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-7745864687681678266</id><published>2011-11-08T07:39:00.000-04:00</published><updated>2011-11-08T13:58:16.007-04:00</updated><title type='text'>É TOMADA, RETROVISOR, LAGARTIXA, TEM DE UM TUDO NESSE ROCK LOCO</title><content type='html'>&lt;span id="goog_1135328546"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1135328547"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Tomada: banda paulista, com várias relações baianas, faz um dos melhores CDs do ano&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-2TzQSbKa2PA/TrlsgRIi5_I/AAAAAAAADls/V50uacSfttk/s1600/Tomada+por+Anastasios+Gialopoulos.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="424" src="http://2.bp.blogspot.com/-2TzQSbKa2PA/TrlsgRIi5_I/AAAAAAAADls/V50uacSfttk/s640/Tomada+por+Anastasios+Gialopoulos.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;Quem acompanha esta coluna sabe que se trata de um e&lt;span id="goog_992048478"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_992048479"&gt;&lt;/span&gt;spaço dedicado ao rock autoral e independente baiano. Só de vez em quando enfocamos bandas de outros estados. Hoje é uma dessas ocasiões. E é com muito prazer que apresentamos aqui a banda paulistana Tomada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que? Duas boas razões: o disco deles, O Inevitável (Pisces Records), lançado em julho, é apenas excelente, uma das melhores coisas que o colunista ouviu este ano, e muitas&amp;nbsp; léguas distante do tédio geral instalado na sonolenta cena sambinha folk indie pós-Los Hermanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a segunda razão é que tem três baianos de nobre estirpe envolvidos aqui: Fábio Cascadura, amigo dos caras e parceiro em duas composições do CD, o produtor andré t., responsável pela mixagem e masterização e Martin Mendonça (guitarrista de Pitty), o “guru” do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;Catarina, faixa de O Inevitável, com letra de Fábio Cascadura&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/sBDkmzI8268" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Inventário de subgêneros&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A Tomada existe há pouco mais de dez anos, e O Inevitável é seu terceiro disco. “Lançamos o primeiro em 2003, e o&amp;nbsp; segundo, Volts, em 2005. Já tocamos muito no Sul e Sudeste e agora estamos tentando chegar no Nordeste, aonde temos vários amigos”, conta Pepe Bueno, baixista, ao lado de Ricardo Alpendre (vocais), Alex Marciano (bateria), Lennon Fernandes&amp;nbsp; e Marcião (guitarras e teclados).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não foi só este colunista que curtiu O Inevitável e seu bem resolvido inventário de subgêneros do classic rock. “Tivemos matérias bem legais nas revistas Rolling Stone, Guitar Player e Dynamite”, enumera Pepe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Com certeza, é o nosso melhor disco. Tá vendendo bem e a aceitação de público e critica estão sendo bem legais”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação da Tomada com os baianos começou quando a banda Cascadura morou um período em São Paulo e Martin ainda era o guitarrista. “Em 2006, precisávamos de um produtor, e aí chamamos Martin. &lt;br /&gt;Entramos no estúdio, ele manda essa: ‘a canção é prioridade, esqueçam solos de guitarra’”, lembra Pepe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Martin não pôde continuar o trabalho, mas sua orientação norteou a banda – que, seguindo outra sugestão dele, mandou o disco pronto para andré t mixar. “andré mudou tudo, deu a cara definitiva do disco. Ele acabou meio que fazendo o papel de produtor na pós-produção”, conta o baixista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ah! Nosso disco está a venda aí na loja Trenchtown. Em breve pintamos por aí”, despede-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Ouça: &lt;a href="http://www.myspace.com/tomada"&gt;www.myspace.com/tomada&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sonoridade rock clássica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-2a-i00fU-so/TrltXmB5QQI/AAAAAAAADl8/Z_fUTfNIi3o/s1600/tomada+200x200_capa_menor-4.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="181" src="http://3.bp.blogspot.com/-2a-i00fU-so/TrltXmB5QQI/AAAAAAAADl8/Z_fUTfNIi3o/s200/tomada+200x200_capa_menor-4.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A banda Tomada é artigo cada vez mais raro no árido cenário do pop brasileiro atual: uma banda de rock sem vergonha de sê-lo, sem influências de samba, ritmos regionais ou medalhões da MPB. Uma banda de rock que recupera com certo brilhantismo as bases do gênero: o riff marcante, a levada pra cima, a interpretação emocionada. Sério mesmo: quanto tempo faz que não se ouve uma power ballad tão emocionante quanto Entro Em Órbita (quase uma versão do Pholhas para o século 21)? Ou um rock honesto e sem cinismo fake como Uma Música Forte? Cansado da sonolência proporcionada pelos novos gênios da MPB? A eletricidade da Tomada é o remédio, baby. &lt;i&gt;Tomada / O Inevitável / &lt;a href="http://www.piscesrecords.com.br/store/tomada-o-inevitavel.html"&gt;Pisces Records&lt;/a&gt; / R$ 15,90 &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="225" src="http://player.vimeo.com/video/29918199?title=0&amp;amp;byline=0&amp;amp;portrait=0" webkitallowfullscreen="" width="400"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://vimeo.com/29918199"&gt;Ela não tem medo&lt;/a&gt; from &lt;a href="http://vimeo.com/crislyra"&gt;Cris Lyra&lt;/a&gt; on &lt;a href="http://vimeo.com/"&gt;Vimeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Retrovisor: baixo, vibrafone e bateria em diversas levadas&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-BzsrIKfOpDM/Trls18uuaqI/AAAAAAAADl0/4cuCJhpvYAQ/s1600/Retrovisor+por+Solange+Valad%25C3%25A3o.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://4.bp.blogspot.com/-BzsrIKfOpDM/Trls18uuaqI/AAAAAAAADl0/4cuCJhpvYAQ/s640/Retrovisor+por+Solange+Valad%25C3%25A3o.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;Formação de banda de rock todo mundo sabe como é: baixo, guitarra e bateria. Formações pouco convencionais, que fogem disso aí, não são exatamente novidade, com bandas como Morphine (sax barítono no lugar da guitarra) e a local Vendo 147 (duas baterias) vindo imediatamente à memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A também local Retrovisor é mais uma a abrilhantar essa lista, com uma formação que agrega baixo (Ricardo Cadinho), vibrafone (Antenor Cardoso) e bateria (Angelo Medrado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“(Formar essa banda) É&amp;nbsp; uma ideia antiga de Antenor”, conta Cadinho. “Ele comprou esse vibrafone em 2008, e desde essa época que a gente tinha vontade de fazer esse som”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A proposta é fazer um som instrumental para “explorar outras sonoridades, conjugando cool jazz, música africana, latina, bossa, funk”, enumera o baixista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele diz que o Retrovisor tenta evitar uma coisa que é muito comum em bandas instrumentais: a bolha individual dos músicos. “A gente se preocupa mesmo é com o groove. Não é essa coisa do instrumental, cada um na sua bolha, esperando a hora de fazer seu solo”, garante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É um show com dinâmica, um crescendo bem notório. Começa&amp;nbsp; devagar, com uma ciranda, depois uma bossa, daqui a pouco cai no rock”, descreve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Roubaram nossa identidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cadinho vê o Retrovisor não apenas como uma banda, mas também como uma afirmação de “real pluralidade baiana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O fato é que houve uma apropriação da identidade do baiano. Nós não podemos ser apenas essa coisa engessada de abadá que pula atrás do trio. É muito pouco. Por isso é tão importante uma Orkestra Rumpilezz”, opina o baixista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Queremos nos juntar aos baianos que se destacam fazendo outras coisas, coisas&amp;nbsp; que ferem essa noção ultrapassada. É isso que me deixa feliz, eu quero muito fazer parte dessa outra expressão”, desabafa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Potencial para isto não falta ao trio. Antenor e Angelo são músicos de formação erudita, com passagens pela OSBA e Osufba, entre vários outros grupos de alto conceito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2012, eles pensam em entrar no estúdio e gravar um primeiro álbum. Enquanto isso não acontece, o leitor pode conferi-los dia 24, no lançamento da revista Bequadro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Retrovisor no lançamento da Revista Bequadro / &lt;/b&gt;&lt;b&gt;24 de novembro, q&lt;/b&gt;&lt;b&gt;uinta-feira,&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;19 horas /&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Galeria do Livro do Espaço Unibanco (Pça Castro Alves)&lt;/i&gt; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/45Mgx1Z5XIs" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;NUE-EE-ETAS!&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Gaita master do Rio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O gaitista carioca Jefferson Gonçalves, referência nacional da harmônica, traz sua mistura de country e blues com ritmos nordestinos ao Balthazar (Shop. Cidade). Sexta e sábado, 22 horas. Livre na varanda, R$ 10 (salão) R$ 15 (mezanino).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Seletiva Fun Music&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;As bandas Sertanília, Neologia, Babi Jaques &amp;amp; Os Sicilianos, Os Informais, Gambiarra Cybernética e a dupla Geslaney Brito &amp;amp; Iara Assessú se apresentam na classificatória do concurso de bandas Festival Universitário de Música – Fun Music – nesta sexta-feira. No Zen Dining &amp;amp; Music (Rio Vermelho), 22 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Rosi Marback sábado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;A cantora de blues faz show no Boteco Ali do Lado, com abertura de Carol Rodrigues e Banda Blue Note. 21 horas, R$ 10.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-7745864687681678266?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/7745864687681678266/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=7745864687681678266' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/7745864687681678266'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/7745864687681678266'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/11/e-tomada-retrovisor-lagartixa-tem-de-um.html' title='É TOMADA, RETROVISOR, LAGARTIXA, TEM DE UM TUDO NESSE ROCK LOCO'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-2TzQSbKa2PA/TrlsgRIi5_I/AAAAAAAADls/V50uacSfttk/s72-c/Tomada+por+Anastasios+Gialopoulos.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-8064054090110280479</id><published>2011-11-02T08:09:00.000-04:00</published><updated>2011-11-02T13:11:50.253-04:00</updated><title type='text'>MICRO-RESENHAS DE FINADOS - MAS AINDA QUENTINHAS...</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_cpJKtfL9SU/TrErWiO9EeI/AAAAAAAADgE/Y-jdfPAiaQM/s1600/Neil+Young+A+treasure.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-_cpJKtfL9SU/TrErWiO9EeI/AAAAAAAADgE/Y-jdfPAiaQM/s320/Neil+Young+A+treasure.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Festa no celeiro do Nhô Neil&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “baú do Neil” (a série Neil Young Archives) chega ao nono lançamento: o disco ao vivo A Treasure. Gravado em 1985, durante a turnê do disco Old Ways – fruto de sua fase mais errática – era um disco de country music de raiz, com tudo o que o gênero pede: violino, guitarras pedal steel e slide, banjo, piano, além de grandes canções. Assessorado por uma senhora banda, os International Harvesters (Ben Keith, Spooner Oldham, Rufus Thibodeaux), Mr. Young encanta a plateia com joias do seu repertório, como Flying on The Ground is Wrong, Are You Ready for The Country, Bound For Glory e outras. &lt;i&gt;Neil Young International Harvesters / A Treasure / Warner - Reprise / R$ 34,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Morrissey errou&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-cKj1wJLvT58/TrErn9uIdKI/AAAAAAAADgM/_1mgy0jxjD4/s1600/full_YoungTheGiant_Cover-copy.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-cKj1wJLvT58/TrErn9uIdKI/AAAAAAAADgM/_1mgy0jxjD4/s200/full_YoungTheGiant_Cover-copy.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Morrissey deve estar gagá. Em seu site oficial, o truetoyou. com,&amp;nbsp; o ex-Smiths andou elogiando o disco de estreia do quarteto californiano Young The Giant. A possível senilidade do mancuniano fica evidente quando se ouve este CD de legítimo "pop bege". Fã de bandas radicais do glam e do underground como New York Dolls e Cockney Rejects, Moz fez o elogio de um grupo que vai contra tudo o que ele mesmo representa, pois Young The Giant é uma típica banda do indie rock genérico e comercial, um sub-Coldplay que só aprofunda a crise criativa em que o subgênero entrou na última década. Muito ruim.&amp;nbsp; &lt;i&gt;YOUNG THE GIANT / Roadrunner - Warner / R$ 29,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Cachorro Grande à carioca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-_C9LJAaT9ns/TrErycmYuKI/AAAAAAAADgU/eMI3qPkXU-g/s1600/filhos+da+judith.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="292" src="http://3.bp.blogspot.com/-_C9LJAaT9ns/TrErycmYuKI/AAAAAAAADgU/eMI3qPkXU-g/s320/filhos+da+judith.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Integrados à atual banda de acompanhamento de Erasmo Carlos, o trio carioca Filhos da Judith ganhou a admiração do Tremendão pelo extremo apuro nos arranjos vocais que permeiam todo álbum de estreia da banda. Totalmente retrô, o som dos Filhos ganha pontos pela propriedade com que reproduz a sonoridade sessentista, especialmente de bandas da British Invasion, como Beatles e The Who, ainda objetivos, na fase dos terninhos pretos – nenhuma faixa (de 17) tem mais que 3 minutos.&amp;nbsp; Mais ou menos como um Cachorro Grande da Guanabara – com vocais muito melhores e mais harmônicos. Com letras em português, mandam muito bem em faixas como Drive ‘n’ Beat, Perto do Incerto, Sem Dizer Jamais&amp;nbsp; e Sha La La. &lt;i&gt;FILHOS DA JUDITH / Coqueiro Verde / R$ 19,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Rir pra não chorar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-HChGc5cydes/TrEyubjABaI/AAAAAAAADh8/y1dXuC_sxJc/s1600/nani.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://1.bp.blogspot.com/-HChGc5cydes/TrEyubjABaI/AAAAAAAADh8/y1dXuC_sxJc/s200/nani.jpeg" width="121" /&gt;&lt;/a&gt;Expoente da geração Pasquim, o cartunista mineiro Nani exibe em mais esta coletânea a sua rara habilidade de fazer rir sem perder o tom ferino da crítica social e política que é sua&amp;nbsp; marca (e de seus contemporâneos). Premiado no Brasil e no exterior, Nani é patrimônio nacional do humor gráfico de uma geração caracterizada pela consciência política. &lt;b&gt;Humor do Miserê / Nani / L&amp;amp;PM / 112 p. / R$ 11 / lpm.com.br&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tocha britpop ainda acesa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-ev_2ood7qm8/TrEyjETNDDI/AAAAAAAADh0/5_4aQEATvD8/s1600/kaiser-chiefs-the-future-is-medieval-2.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="198" src="http://2.bp.blogspot.com/-ev_2ood7qm8/TrEyjETNDDI/AAAAAAAADh0/5_4aQEATvD8/s200/kaiser-chiefs-the-future-is-medieval-2.png" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;Surgida em 2004, a banda inglesa de britpop tardio Kaiser Chiefs chega ao seu quarto álbum confirmando o título de uma das suas músicas antigas: Everything Is Average Nowadays (Hoje em dia, tudo é mediano). Apesar de não soar nada demais, o grupo liderado pelo vocalista Ricky Wilson demonstra uma certa dignidade ao manter acesa a chama do bom rock britânico em faixas como Little Shocks, Long Way From Celebrating, Starts With Nothing e When All Is Quiet. Aqui e ali há ecos de Kinks, Beatles, Paul Weller e outros potentados da velha ilha do norte. &lt;i&gt;Kaiser Chiefs / THE FUTURE IS MEDIEVAL / Universal / R$ 29,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Psicodelia nordestina&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-kdzaLkABCec/TrEyWIozmxI/AAAAAAAADhs/mFnwwZ-PZwk/s1600/1972alceuvalen%25C3%25A7ageraldoazevedoquadrafonico.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-kdzaLkABCec/TrEyWIozmxI/AAAAAAAADhs/mFnwwZ-PZwk/s1600/1972alceuvalen%25C3%25A7ageraldoazevedoquadrafonico.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Um marco da MPB, o LP de estreia de Alceu Valença e Geraldo Azevedo, de 1972,&amp;nbsp; evidencia o talento em estado bruto dos dois compositores em um apanhado de faixas magistrais, em que a psicodelia típica do período trava altos&amp;nbsp; diálogos com os ritmos regionais. A rara fluência se deve em parte aos arranjos e a regência do maestro tropicalista Rogério Duprat. Destaque para&amp;nbsp; Me Dá um Beijo, Mister Mistério, o frevo alucinógeno Cordão do Rio Preto e o maracatu psicodélico Planetário. Para esquecer de vez aquela atrocidade embebida em mel que é Dia Branco. &lt;i&gt;Alceu Valença &amp;amp; Geraldo Azevedo /&lt;br /&gt;Quadrafônico / EMI / R$ 17,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Divino humor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9oOsPFQ_pwM/TrEyOI-R7CI/AAAAAAAADhk/DvrGcyJHj68/s1600/Sabado_um_sabado_qualquer.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="177" src="http://4.bp.blogspot.com/-9oOsPFQ_pwM/TrEyOI-R7CI/AAAAAAAADhk/DvrGcyJHj68/s200/Sabado_um_sabado_qualquer.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Não é fácil fazer humor com Deus (ou sobre Ele). Na série de tiras Um Sábado Qualquer... (50 mil seguidores na internet) o niteroiense Carlos Ruas dribla polêmicas vazias e parte para a graça pura e simples, mostrando Deus (representado pelo arquétipo do velhinho de barba branca) às voltas com Adão (angustiado por ter de viver 900 anos com uma única mulher), Eva, Caim, Noé, Darwin, Nietzsche (“Era para você estar morto!”), Einstein até Oscar Niemeyer. Humor leve, inteligente e bem divertido. &lt;i&gt;Um Sábado Qualquer... / Carlos Ruas / Devir / 128 p. / R$ 35 / devir.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Estripulias sulistas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-AGCLNq4-_2E/TrEyDgDV2NI/AAAAAAAADhc/WBvcepIAPbA/s1600/Huckleberry_Finn.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-AGCLNq4-_2E/TrEyDgDV2NI/AAAAAAAADhc/WBvcepIAPbA/s200/Huckleberry_Finn.jpg" width="122" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Apontado por Hemingway como o romance de fundação da literatura norte-americana, Huckleberry Finn ganha edição pocket com nova tradução – tarefa árdua que coube a Rosaura Eichenberg. Em fuga do pai bebum, garoto se refugia, aliado a&amp;nbsp; um escravo fugido, numa ilha do rio Mississippi. &lt;i&gt;AS AVENTURAS DE HUCKLEBERRY FINN / Mark Twain / L&amp;amp;PM / 320 p./ R$ 17/ lpm.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exílio na rua principal&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-VitBDry1vlA/TrEx4Na6MtI/AAAAAAAADhU/arw7kdDe8oI/s1600/story-19-homer-langley-50494.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-VitBDry1vlA/TrEx4Na6MtI/AAAAAAAADhU/arw7kdDe8oI/s200/story-19-homer-langley-50494.jpg" width="129" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Autor do clássico americano Ragtime (1975), E.L. Doctorow resgata a triste história real dos irmãos Homer (cego) e Langley (traumatizado de guerra) Collyer. De família rica, entraram em decadência e viveram isolados&amp;nbsp; em uma mansão na Quinta Avenida (NY), acumulando lixo e contas a pagar. Belo e comovente. &lt;i&gt;Homer &amp;amp; Langley / E. L. Doctorow / Record/ 240 p./ R$ 39,90/ record.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Corrupção policial à escocesa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Dd1aMEIgT9o/TrEvfFVXrII/AAAAAAAADg8/ur33ffxq4u4/s1600/DEN%25C3%259ANCIAS.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-Dd1aMEIgT9o/TrEvfFVXrII/AAAAAAAADg8/ur33ffxq4u4/s200/DEN%25C3%259ANCIAS.jpg" width="126" /&gt;&lt;/a&gt;Vida de policial da corregedoria não é fácil. Além de investigar os próprios colegas, precisa se manter na linha para não dar munição ao inimigo. É isso que acontece com Malcolm Fox, da polícia de Edimburgo (Escócia), quando um assassinato ocorre em sua família e ele é o principal suspeito. Trama intrincada e inteligente de Ian Rankin. &lt;i&gt;Denúncias / Ian Rankin / Companhia das Letras / 504 p. / R$ 48 / companhiadasletras.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Chofer de assaltante &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-3PqZWvJvhmg/TrEvmTTYYoI/AAAAAAAADhE/dhOT_MBpvWE/s1600/O-MOTORISTA.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-3PqZWvJvhmg/TrEvmTTYYoI/AAAAAAAADhE/dhOT_MBpvWE/s200/O-MOTORISTA.JPG" width="133" /&gt;&lt;/a&gt;Patrick Lennon é motorista de assalto a bancos. Um dia, claro, tudo dá errado – e ele cai em uma espiral de violência e correrias, entre chefões do crime, policiais corruptos, capangas pouco inteligentes&amp;nbsp; e outras criaturas do submundo. Autor de quadrinhos, Swierczynski escreve como Tarantino dirige: com humor negro e violência gratuita. &lt;i&gt;O motorista / Duane Swierczynski / Rocco/ 224 p./ R$ 36/ rocco.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Vida de dândi&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aeg55TORkVM/TrEvxU06OfI/AAAAAAAADhM/MtlmfX1sKbU/s1600/oscar.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-aeg55TORkVM/TrEvxU06OfI/AAAAAAAADhM/MtlmfX1sKbU/s200/oscar.jpeg" width="125" /&gt;&lt;/a&gt;Oscar Wilde é uma daquelas figuras “maiores do que a vida”. Nesta biografia, o filósofo Daniel Schiffer narra, em linguagem acessível, a louca vida do homem mais ousado e destemido da Era Vitoriana. Da infância à morte na miséria, após um retumbante período de sucessos e escândalos, tudo é grandioso na vida do autor de &lt;i&gt;O Retrato de Dorian Gray. Oscar wilde / Daniel S. Schiffer / L&amp;amp;PM / 336 p./ R$ 20/ lpm.com.br &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Novas fantasias holandesas e brasileiras&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-mQ-yq0f4UdM/TrEsBVSbiKI/AAAAAAAADgc/33XA-t8-yrY/s1600/Duplo+Fantasia+H+2.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://2.bp.blogspot.com/-mQ-yq0f4UdM/TrEsBVSbiKI/AAAAAAAADgc/33XA-t8-yrY/s200/Duplo+Fantasia+H+2.JPG" width="120" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Segundo volume da coleção de bolso da Devir. Em A Batalha Temerária Contra o Capelobo, Christopher Kastensmidt coloca seus heróis (um ex-escravo africano e um explorador holandês) de frente com a criatura do título. E em Encontros de Sangue, um índio e uma viking estão no centro de uma guerra entre nações indígenas. &lt;i&gt;Duplo fantasia heroica 2 / Christopher Kastensmidt e Roberto Sousa Causo / Devir / 128 p. / R$ 15,90 / devir.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Símbolo de sagitário&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-VkNyQ2uVop4/TrEsJSDNXLI/AAAAAAAADgk/8jRx753wIH4/s1600/Centauro+no+jardim.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-VkNyQ2uVop4/TrEsJSDNXLI/AAAAAAAADgk/8jRx753wIH4/s200/Centauro+no+jardim.jpg" width="137" /&gt;&lt;/a&gt;O mestre gaúcho Moacyr Scliar (1937-2011) tem um de seus romances mais simbólicos republicados em bem-vinda edição de bolso. Um centauro, criatura mítica por definição, nasce no seio de uma família judia em uma pacata cidadezinha do interior do Rio Grande do Sul. &lt;i&gt;O CENTAURO NO JARDIM&amp;nbsp; / Moacyr Scliar / Companhia de Bolso / 224 p. / R$ 23/ companhiadasletras.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Ninfomania moderna&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-OQCM6yE-8q8/TrErGi9jo9I/AAAAAAAADf8/8OKeyd0LNsw/s1600/alineantrologia.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-OQCM6yE-8q8/TrErGi9jo9I/AAAAAAAADf8/8OKeyd0LNsw/s200/alineantrologia.jpg" width="138" /&gt;&lt;/a&gt;Aline, a moderna garota urbana&amp;nbsp; com dois namorados – um mais apalermado do que o outro – foi à TV, mas volta aos quadrinhos. Nesta Antrologia, ela tem suas melhores tiras publicadas em uma edição especial colorida, na qual viaja até Marte (e faz sexo com dois marcianos), visita o capeta no inferno, vira estilista e blogueira. &lt;i&gt;Aline Antrologia / Adão Iturrusgarai / L&amp;amp;PM / 128 p./ R$ 36 / lpm.com.br&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Esplendor playboy&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-jjhYT4QsnwY/TrEuhw7ix2I/AAAAAAAADgs/dxlI0QPrC_4/s1600/guetta.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-jjhYT4QsnwY/TrEuhw7ix2I/AAAAAAAADgs/dxlI0QPrC_4/s200/guetta.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;O DJ superstar David Guetta lembra muito o personagem de HQs Wolverine. Assim como o mutante canadense das garras retráteis, Guetta é o melhor no que faz – só que o que ele faz não é nada agradável. Rei das batidas prontas para embalar pitboys, playboys, maurícios, patrícias, cachorras, tchutchucas e outros animais em boates e esquemas all-inclusive da vida, ele apresenta, neste novo trabalho, um CD duplo. O disco um traz 12 faixas com cantores convidados (gente capacitada como Jessie J. e Usher). O disco dois é só as batida. Devia vir com uma dose de vodca com energético. &lt;i&gt;David Guetta / Nothing But The Beat&amp;nbsp; / EMI / R$ 49,90&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Antes tarde...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zFNK5VitM5g/TrEuoR1qHeI/AAAAAAAADg0/EJ29H4GVULc/s1600/RTEmagicC_Triat_uan_txdam19680_63acea.JPG.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="133" src="http://1.bp.blogspot.com/-zFNK5VitM5g/TrEuoR1qHeI/AAAAAAAADg0/EJ29H4GVULc/s200/RTEmagicC_Triat_uan_txdam19680_63acea.JPG.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Demorou, mas aconteceu. O TriaT’uan, um dos grandes grupos de música instrumental da Bahia, finalmente estreia em disco, só uns 30 anos desde sua formação – e com uma ausência: o baterista e lenda viva Annunciação, retirado da cena musical. Apesar de tudo isso, é um lançamento para ser comemorado entre os apreciadores de música em sua forma mais pura, independente e livre dos castradores padrões mercadológicos. Acompanha as partituras de cada faixa, o que já vale por uma aula. &lt;i&gt;Triat’uan / Caminhos do vento / Independente (contemplado em edital da Funceb) / Preço não divulgado&lt;/i&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-8064054090110280479?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/8064054090110280479/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=8064054090110280479' title='28 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8064054090110280479'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8064054090110280479'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/11/micro-resenhas-de-finados-mas-ainda-bem.html' title='MICRO-RESENHAS DE FINADOS - MAS AINDA QUENTINHAS...'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-_cpJKtfL9SU/TrErWiO9EeI/AAAAAAAADgE/Y-jdfPAiaQM/s72-c/Neil+Young+A+treasure.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>28</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-7745759483420717265</id><published>2011-10-28T13:07:00.000-04:00</published><updated>2011-10-28T13:10:17.511-04:00</updated><title type='text'>SUPER POST NOITES ROCK E INSTRUMENTAL NO BIG BANDS + NUETA FUTURAMA</title><content type='html'>&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Inspirados nos andarilhos beatniks, a Mendigos Blues, de Itabuna, volta a cidade sábado&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-n4Awd3VDLGk/TqrgqUrdYJI/AAAAAAAADf0/YpAxpxa9k2s/s1600/mENDIGOS+bLUES+POR+Marcelo+Sena.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="221" src="http://4.bp.blogspot.com/-n4Awd3VDLGk/TqrgqUrdYJI/AAAAAAAADf0/YpAxpxa9k2s/s400/mENDIGOS+bLUES+POR+Marcelo+Sena.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Ninguém gosta de mendigos, certo? Na melhor das hipóteses, eles nos causam pena, aquele momento de empatia em que pensamos: “Poderia ser eu ali, passando fome”. Mas eis aqui alguns andarilhos da rua que nos causam outras sensações. É a banda Mendigos Blues (em foto de Marcelo Sena), lá de Itabuna, que faz um rock do bão e levanta até defunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suas andanças eles já estiveram aqui em Salvador, fazendo show no evento Faustão Falando Sozinho (a essa altura, um reduto da resistência alternativa local), no Imbuí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sábado, o quarteto retorna à cidade para se apresentar dentro da programação do festival Big Bands 2011, com a promissora banda feirense Magdalene &amp;amp; The Rock ‘n’ Roll Explosion e a soteropolitana Autoreverso, ambas já vistas e recomendadas nesta coluna.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Mendigada a caminho&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formada por Jonnie Walker (voz e guitarra), Ismerarock (guitarra), Ayam U´Brais (baixo) e Chucri (bateria), a Mendigos Blues pratica um blues rock cru, de pegada eletrizante e letras sujas em português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O lance do mendigo é que ele consegue absorver todas as negativas que recebe da sociedade, e mesmo assim, consegue sobreviver e vai em frente. Nós somos assim também. De não em não, nós vamos prosseguindo”, explica Jonnie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Fãs de literatura beatnik, eles citam o único livro escrito por Neal Cassady, o muso inspirador do clássico On The Road, de Jack Kerouac.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“No livro O Primeiro Terço, de Neal Cassady, ele diz que o andarilho nunca pode parar, nem de dia ou de noite, por que só andando, a providência vai chegar. Por isso estamos sempre trabalhando, é isso que nos dá forças para continuar”, acrescenta Ismerarock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com um punhado de faixas demo já gravadas, o quarteto formado em 2008 está e preparando para gravar seu primeiro álbum, que já tem título: “Vamos regravar essas faixas demo e acrescentar mais algumas. O disco será chamado Repúblicas e Mutretas e&amp;nbsp; deve sair no início de 2012”, anuncia Ismerarock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Salvador que se segure, pois a mendigada aqui está chegando!”, brinca Jonnie Walker. Ora, sejam bem-vindos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mendigos Blues / Show no Big Bands Festival&amp;nbsp; 2011 / Com&amp;nbsp; Magdalene &amp;amp; The Rock ‘n’ Roll Explosion e Autoreverso / Sábado, 22 horas / Ali do Lado Boteco Musical (Rio Vermelho) / R$ 5&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-TwymUBHIEgQ/Tqrf9EiYvbI/AAAAAAAADfs/XAgDwh-nQhg/s1600/MS-by-wickbold1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-TwymUBHIEgQ/Tqrf9EiYvbI/AAAAAAAADfs/XAgDwh-nQhg/s320/MS-by-wickbold1.jpg" width="213" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Ouça: &lt;a href="http://mendigosblues.tnb.art.br/"&gt;mendigosblues.tnb.art.br&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;MEGA NUETA: Futurama traz Baia e Madame Saatan&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O evento multimídia Futurama – Música e Intervenção Ambiental é uma ótima pedida para este sábado. Vai ter a fera da guitarra baiana Júlio Caldas &amp;amp; Choro Rock, a elogiada banda paraense de metal amazônico Madame Saatan (em foto de Wickbold) que terá participação de Fábio Cascadura e, fechando a night,&amp;nbsp; nosso querido Baia, um dos grandes compositores / showmen de sua geração. Adorado por um fiel séquito de fãs locais, o ex-Rockboys sempre faz valer a saída de casa nesta cidade bizarra. Ah, ainda tem os Vjs Gabiru e EsquizoMachine com suas traquitanas de video mapping –,&amp;nbsp; seja lá o que for isto, com o perdão pela ignorância do colunista jurássico. Gabiru, curador e residente da mostra de vjing, faz suas projeções sobre obras da artista plástica Andrea May. Já&amp;nbsp; a VJ EsquizoMachine, sobre casarões que estão em volta da praça. Sábado, na Praça das Artes, Pelourinho, 18h30, com entrada gratuita. É ir e curtir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Inspirado em Herman Melville, Tentrio lança primeiro álbum no festival Big Bands&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-FwznoY7KZ5s/TqrfqOgtKnI/AAAAAAAADfk/H05nNcMCsvs/s1600/tentrio_divulgacao_por_thiago_guimaraes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="270" src="http://3.bp.blogspot.com/-FwznoY7KZ5s/TqrfqOgtKnI/AAAAAAAADfk/H05nNcMCsvs/s400/tentrio_divulgacao_por_thiago_guimaraes.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Uma das bandas de rock instrumental surgidas na geração pós-Retrofoguetes mais interessantes do cenário, o Tentrio (em foto de Thiago Guimarães) está&amp;nbsp; soltando, hoje mesmo,&amp;nbsp; seu primeiro álbum para download gratuito no blog do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O show de lançamento será&amp;nbsp; na edição 2011 do festival Big Bands, no dia 1º de novembro, no Póstudo, dentro de uma noite inteiramente dedicada ao rock instrumental – pelo visto, uma forte tendência na cena alternativa, que ainda contará com as bandas Hessel, Retro Visor e Peito de Planta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Intitulado Melville, o disco foi produzido por Jera Cravo (o último em que ele trabalhou antes de se mudar para o Canadá) e conta com participações dos guitarristas Junix 11 (Subaquático) e Edson Rosa (ex-Ronei Jorge &amp;amp; Os Ladrões de Bicicleta), do tecladista Heitor Dantas (Teclas Pretas) e do vocalista Sérgio Franco Filho (Automata).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inspiração vem justamente de Herman Melville (1819- 1891), autor do clássico Moby Dick.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O disco é inspirado nele por que temos uma música chamada Cachalote, que, inicialmente era uma homenagem ao Led Zeppelin, por causa da (música) Moby Dick (faixa do álbum Led Zeppelin II, de 1969)”, conta o guitarrista Eduardo César.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Como cachalote é justamente a espécie da baleia&amp;nbsp; Moby Dick, e eu estava lendo o livro na época,&amp;nbsp; essas coincidências nos levaram a chamar o disco de Melville. E todo o conceito visual do álbum também segue essa inspiração”, detalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Investigação musical&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com João Marques no baixo e Thiago Jende na bateria, o Tentrio pratica, com certa fluência e precisão técnica, uma música que, como todo som instrumental, sugere paisagens e viagens visuais – a trilha sonora de um filme imaginário em longas suítes musicais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É a questão do instrumental. Tem muita banda instrumental que cria suas músicas com uma estrutura de canção. Nós nos permitimos fugir disso. É um trabalho de exploração, investigação musical mesmo”, diz Edu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Com influências entre o rock clássico (Led, Pink Floyd, King Crimson) e o pós-rock (Tortoise, Mogway), o Tentrio, no entanto, se esforça para não soar inacessível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não queremos ser herméticos, complicados demais. Até por que a influência do formato canção está presente. Tanto que uma faixa do disco tem voz”, conclui Eduardo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Baixe grátis: &lt;a href="http://tentrio.blogspot.com/"&gt;tentrio.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NOITE INSTRUMENTAL no POSTUDO / &lt;/b&gt;&lt;b&gt;01/11 / Com&amp;nbsp;HESSEL, PEITO DE PLANTA, RETROVISOR e TENTRIO &lt;/b&gt;&lt;b&gt;/ R$ 10&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-7745759483420717265?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/7745759483420717265/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=7745759483420717265' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/7745759483420717265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/7745759483420717265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/10/super-post-noites-rock-e-instrumental.html' title='SUPER POST NOITES ROCK E INSTRUMENTAL NO BIG BANDS + NUETA FUTURAMA'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-n4Awd3VDLGk/TqrgqUrdYJI/AAAAAAAADf0/YpAxpxa9k2s/s72-c/mENDIGOS+bLUES+POR+Marcelo+Sena.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-4314065805193707272</id><published>2011-10-25T07:47:00.000-04:00</published><updated>2011-10-25T09:12:19.894-04:00</updated><title type='text'>BIG BANDS 2011: "SEM MARQUINHAS DO GOVERNO ESTE ANO"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WiY7BmckGbY/Tqazjs1b4OI/AAAAAAAADfE/KCLgnRycfV4/s1600/Magdalene.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-qDvto29Ec2s/TqagB7-mL5I/AAAAAAAADec/DyrMVuiqcJI/s1600/bigbig.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-qDvto29Ec2s/TqagB7-mL5I/AAAAAAAADec/DyrMVuiqcJI/s1600/bigbig.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Realizado desde 2008, o festival alternativo Big Bands 2011 dá uma mostra inequívoca da força e da união que movem os militantes da música que não se prostitui. Sem qualquer apoio / aporte financeiro governamental, ele acontece maior e mais diversificado do que nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos outros anos, o festival aconteceu nas praças do&amp;nbsp; Pelourinho, via apoio do Pelourinho Cultural. Este ano, porém, segundo o idealizador Rogério Big Bross Brito, “o Pelourinho não teve data pra gente. Acho que esqueceram de nos agendar. A gente também não ficou no pé, achamos que estava tudo certo. Aí, quando chegou lá, não tinham pauta pro BB”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Através&amp;nbsp; da assessoria de imprensa, o Pelourinho Cultural informa que “o festival Big Bands solicitou as datas de 28, 29 e 30 de outubro, no Largo Pedro Archanjo. A solicitação foi protocolada em 16 de agosto. Nessa data, a solicitação&amp;nbsp; foi analisada e foi informado a eles que dois dos dias solicitados, 28 e 30, já estavam pautados. Depois disso, não recebemos mais nenhum outro documento”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem “casa”, o festival corria o risco de não&amp;nbsp; acontecer. Aí&amp;nbsp; entrou em prática a política de colaboração em rede do Circuito Fora do Eixo e da Associação Brasileira de Festivais Independentes (ABRAFIN), entidades às quais o coletivo Quina Cultural (do Big Bands) é filiado. Como diz o próprio Big, "sem marquinhas do governo este ano".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estratégia adotada foi se articular com as próprias bandas e outros coletivos alternativos de Salvador, Região Metropolitana e interior, aproveitando pautas já marcadas por bandas locais em bares e casas de show.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Boa parte das datas já eram pautas marcadas por bandas daqui, que adotamos e incrementamos, adicionando bandas de fora do estado”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, ainda&amp;nbsp; abarcou outras linguagens além da música: artes cênicas, cinema e vídeo.&lt;br /&gt;Cabaré no Póstudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WiY7BmckGbY/Tqazjs1b4OI/AAAAAAAADfE/KCLgnRycfV4/s1600/Magdalene.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://3.bp.blogspot.com/-WiY7BmckGbY/Tqazjs1b4OI/AAAAAAAADfE/KCLgnRycfV4/s400/Magdalene.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;Resultado: o Big Bands 2011 terá 39 atrações em 10 dias de evento que se espalharão por sete bairros da cidade. Isso, só na programação&amp;nbsp; musical (na foto ao lado, a banda feirense Magdalene &amp;amp; The Rock 'n' Roll Explosion).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maratona começa hoje a noite, no Bar Póstudo, com o Cabaré Fora do Eixo, evento coordenado pelo Palco Fora do Eixo, frente de artes cênicas da rede FdE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá performance dos artistas Mab e Ian Cardoso, do grupo Malabares Mágicos, Orquestra Sporo, banda Pirigulino Babilake, palhaços da Cia. Pé na Terra, “performance surpresa”, de João Matos (Coletivo Osso),&amp;nbsp; exposição de fotovídeo de Rodrigo Wanderley e discotecagem de Big Bross e Bernard Le Querré.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A ideia é a mistura de linguagens mesmo”, afirma Larissa Oliveira, coordenadora do&amp;nbsp; Palco Fora do Eixo - Salvador. “A proposta é dialogar com todas as artes. Tudo contribui”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O convite de Big para estender o festival para (o bairro de) Cajazeiras é fantástico”, comemora Jamerson Silva, coordenador do Coletivo Cajá e membro da banda Soul Negro. “A coisa não tem apoio, mas a proposta é se virar, mesmo, para que as coisa aconteçam”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;Já Messias Bandeira, mediador de um dos debates da programação, vê o festival como “um dos mais importantes do país ao oferecer um panorama da música emergente. Artistas de outros estados enxergam o festival como uma oportunidade de entrada no nordeste ou passagem para o sudeste”, opina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;“Vejo uma evolução a&amp;nbsp; cada ano e isto se deve, principalmente, ao trabalho persistente de Rogério. Ele prova que é possível sair da dependência eterna de editais para viabilizar um festival. Sou a favor dos editais e de políticas públicas para a cultura. Mas na perspectiva do seu papel indutor, não da dependência. Este é um evento que ainda precisa de incentivo, mas que, logo, andará com as próprias pernas. Vou comprar ingresso para cada apresentação”, aplaude.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CVsuEgJVGpE/TqagvU8eJnI/AAAAAAAADes/jqyfTLyI3mI/s1600/autoreverso+por+gabriel+ten%252B%25C2%25A6rio.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-x9qeR4zSW2k/TqahVXe7KEI/AAAAAAAADe0/IOCpUrPOAw0/s1600/CANASTRA.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CVsuEgJVGpE/TqagvU8eJnI/AAAAAAAADes/jqyfTLyI3mI/s1600/autoreverso+por+gabriel+ten%252B%25C2%25A6rio.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-vg3ywI7NbcM/TqagYYpRa7I/AAAAAAAADek/AEgY5Uv93Yw/s1600/Mab+Cardoso_+por+Cassia+Cardoso.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-vg3ywI7NbcM/TqagYYpRa7I/AAAAAAAADek/AEgY5Uv93Yw/s320/Mab+Cardoso_+por+Cassia+Cardoso.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;ATRAÇÕES DO FESTIVAL BIGBANDS 2011 CONFIRMADAS 25/10 A 06/11&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;25/10 POSTUDO&lt;/b&gt; – RIO VERMELHO – R$10.00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUÇÃO: PALCO FORA DO EIXO / QUINA CULTURAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CABARÉ FORA DO EIXO - 20H&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- ABERTURA COM&amp;nbsp; DJ BIG BROSS&lt;br /&gt;- APRESENTAÇÃO DO CABARÉ COM VIVIANE ABREU&lt;br /&gt;- SHOW ACÚSTICO PIRIGULINO BABILAKE&lt;br /&gt;- FOTO-VÍDEO 'CAUSOS FOTOGRAFADOS' COM RODRIGO WANDERLEY&lt;br /&gt;- PERFORMANCE COM MAB CARDOSO E IAN CARDOSO&lt;br /&gt;- MALABARES E PERFORMANCE COM DERY (MALABARES MÁGICOS) E JOÃO MATOS&lt;br /&gt;- INTERVENÇÕES VISUAIS COM ORQUESTRA SPORO&lt;br /&gt;- NÚMEROS DE PALHAÇO COM CIA PÉ NA TERRA&lt;br /&gt;- ENCERRAMENTO COM&amp;nbsp; DJ BERNARD LE QUERRÉ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;27/10 QUINTA TRASH – CARLOS GOMES&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUÇÃO COLETIVO EPA / CAVALO DO CÃO / QUINA CULTURAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;https://www.facebook.com/groups/180139372043342/?ref=ts&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HALLOWEEN QUINTA TRASH - 27.10 – 22H - r$15 – Carlos Gomes&lt;br /&gt;GUNS&lt;br /&gt;BIGBROSS&lt;br /&gt;ALMA&lt;br /&gt;MALDITO&lt;br /&gt;TECK TECH BANG BANG&lt;br /&gt;ANDRE D. SINGLETON&lt;br /&gt;STRIPERS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;28/10 ROCKABILLY SESSIONS – PORTELA CAFÉ – RIO VERMELHO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;https://www.facebook.com/event.php?eid=184666194946163&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-x9qeR4zSW2k/TqahVXe7KEI/AAAAAAAADe0/IOCpUrPOAw0/s1600/CANASTRA.jpg" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://3.bp.blogspot.com/-x9qeR4zSW2k/TqahVXe7KEI/AAAAAAAADe0/IOCpUrPOAw0/s320/CANASTRA.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;CANASTRA – RJ http://www.myspace.com/canastra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DJ BIGBROSS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DIA 28/10 SEXTA 22H&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R$15 LISTA AMIGA listaamiga@portelacafe.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;R$ 20 ANTECIPADO COM CD (A VENDA NA COMPANHIA DA PIZZA – RIO VERMELHO / LOJA MITO – IGUATEMI) R$20 NA PORTA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;29/10 NOITE ROCK – ALI DO LADO – RIO VERMELHO – R$5.00&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CVsuEgJVGpE/TqagvU8eJnI/AAAAAAAADes/jqyfTLyI3mI/s1600/autoreverso+por+gabriel+ten%252B%25C2%25A6rio.jpg" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" src="http://2.bp.blogspot.com/-CVsuEgJVGpE/TqagvU8eJnI/AAAAAAAADes/jqyfTLyI3mI/s400/autoreverso+por+gabriel+ten%252B%25C2%25A6rio.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;AUTOREVERSO - BA&lt;br /&gt;MAGDALENE ROCKNROLL EXPLOSION - FEIRA DE SANTANA - BA&lt;br /&gt;MENDIGO BLUES - ITABUNA – BA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;29/10 TARDE EXTREMO – OTHER PLACE – BROTAS – R$10.00&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUÇÃO OTHER PLACE /&amp;nbsp; QUINA CULTURAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The Other Place (Antigo Red Devils MC)&lt;br /&gt;Rua Ariston Bertino de Carvalho, 247 - Brotas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OVERTURN - BA&lt;br /&gt;FACADA – CE&lt;br /&gt;CLAMUS – CE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;29/10 NOITE CAJÁ&lt;/b&gt; – PERFIL FEST - CAJAZEIRAS – R$5.00 – CASADINHA 15H SÁBADO&lt;br /&gt;FIM DE LINHA CAJAZEIRAS VI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-rFk3UEy8Dpo/Tqa1IuZe2oI/AAAAAAAADfU/sNDDLTo3qUs/s1600/Soul+Negro+foto+J%25C3%25BAnior+Ara%25C3%25BAjo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="225" src="http://3.bp.blogspot.com/-rFk3UEy8Dpo/Tqa1IuZe2oI/AAAAAAAADfU/sNDDLTo3qUs/s400/Soul+Negro+foto+J%25C3%25BAnior+Ara%25C3%25BAjo.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;PRODUÇÃO COLETIVO CAJÁ&lt;br /&gt;NOUVE - BA&lt;br /&gt;OS AGENTES - BA&lt;br /&gt;SOUL NEGRO (na foto ao lado) - BA&lt;br /&gt;AGRESSIVOS - BA&lt;br /&gt;INCRÉDULA - BA&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;29/10 NOITE HIPHOP –SUNSHINE – RIO VERMELHO – R$30 HOMEM R$25 MULHER&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUÇÃO POSITIVOZ / SUNSHINE / QUINA CULTURAL&lt;br /&gt;BLACK ALIEN – RJ&lt;br /&gt;DOGA LOVE - BA&lt;br /&gt;PEDRO VUKS - BH&lt;br /&gt;DJ JARRÃO E MCING: DAGANJA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;30/10 NOITE HIPHOP –SUNSHINE – RIO VERMELHO – R$20 HOMEM R$10 MULHER&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUÇÃO POSITIVOZ / SUNSHINE / QUINA CULTURAL&lt;br /&gt;EFEITO ZUMBI – FSA&lt;br /&gt;MC MARECHAL – RJ&lt;br /&gt;RASHID – SP&lt;br /&gt;VERSU2 - BA&lt;br /&gt;DJ JARRÃO E ROBSON VEIO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;30/10 NOITE ROCK – IRISH PUB – RIO VERMELHO&amp;nbsp; - R$5.00&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUÇÃO TENDA ALTERNATIVA / QUINA CULTURAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TRONICA - BA&lt;br /&gt;VC ME EXCITA - BA&lt;br /&gt;MAMUTES- SE&lt;br /&gt;NEVILTON – PR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PFm5zht0THM/TqakVxu_UTI/AAAAAAAADe8/51zK7E7hH9c/s1600/noite+inst.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-PFm5zht0THM/TqakVxu_UTI/AAAAAAAADe8/51zK7E7hH9c/s320/noite+inst.jpg" width="110" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;01/11 NOITE INSTRUMENTAL – POSTUDO – R$10.00&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HESSEL - BA&lt;br /&gt;PEITO DE PLANTA - BA&lt;br /&gt;RETROVISOR - BA&lt;br /&gt;TENTRIO - BA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;04/11 PRAIA DOS LIVROS – PORTO DA BARRA - FREE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nuvem de DJ's com DJ Elettra e convidados&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;05/11 FESTA PUNK – DUBLINERS IRISH PUB – RIO VERMELHO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUÇÃO BRECHÓ DISCOS / QUINA CULTURAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PASTEL DE MIOLOS - LAURO DE FREITAS - BA&lt;br /&gt;THE PIVOS - CAMAÇARI - BA&lt;br /&gt;THRUNDA – CE&lt;br /&gt;MAPACHE MAN - BA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horário: 21h&lt;br /&gt;Ingresso: R$ 5,00 - Mulher FREE até as 22h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;05/11&amp;nbsp; FAUSTÃO FALANDO SOZINHO - ESPAÇO D. NEUZA – MARBACK – FREE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PRODUÇAO CAVERNA DO SOM / QUINA CULTURAL&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-hZMI_SF9zE0/Tqa0UuITpDI/AAAAAAAADfM/fUxErwqVLEE/s1600/Irm%25C3%25A3o+Carlos+e+O+Catado+FOTO+p+Denize+Salazar.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="151" src="http://1.bp.blogspot.com/-hZMI_SF9zE0/Tqa0UuITpDI/AAAAAAAADfM/fUxErwqVLEE/s200/Irm%25C3%25A3o+Carlos+e+O+Catado+FOTO+p+Denize+Salazar.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;BABI JAQUES &amp;amp; OS SICILIANOS - PE&lt;br /&gt;IRMAO CARLOS &amp;amp; O CATADO (foto ao lado) - BA&lt;br /&gt;MONOGRAMA – MG&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;17H FREE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DE 25 A 27/10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PALESTRAS / MOSTRA E OFICINA DE AUDIOVISUAL DO CLUBE DE CINEMA QUINA / FDE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LOCAL: ELETROCOOPERATIVA / PRAÇA DAS ARTES PELOURINHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FREE – A PARTIR DAS 16H ATÉ AS 19H&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;PALESTRAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Su2SDvv5s-M/Tqa1hSdkIRI/AAAAAAAADfc/viSbOasRu4I/s1600/CARTAZPALESTRAS%25281%2529.png" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://4.bp.blogspot.com/-Su2SDvv5s-M/Tqa1hSdkIRI/AAAAAAAADfc/viSbOasRu4I/s640/CARTAZPALESTRAS%25281%2529.png" width="413" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;25/10 – 18h a 19h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rap como novo gás na produção alternativa da cidade: modelos de gestão de grupos independentes na Bahia. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;DAGANJA / NELSON MAKA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mediador: Rangel Santana (Positivoz / Versu2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26/10 – 17h a 19:00&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produção da música independente na Bahia: desafios contemporâneos para gravar, produzir, divulgar,distribuir, e tocar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vandex / Vince de Mira / Irmão Carlos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mediador: Rogério Brito (Quina / PAN-FDE)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27/10&amp;nbsp; – 17h a 19:00h&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Profissionalização e mercado: cenário contemporâneo da música independente na Bahia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chico Castro (Jornalista, critico de Musica)/ Osvaldo Silveira(MTV Salvador)/Luana Vilutis (UNICULT)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mediador: Messias Bandeira (UNICULT/UFBA-HIAC)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CLUBE DE CINEMA QUINA /FDE / MOSTRA AUDIOVISUAL: A MÚSICA AUTORAL INDEPENDENTE BRASILEIRA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Serão exibidos pequenos formatos de videoclipe e documentários sobre o panorama da música autoral independente brasileira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; videoclipes da produção musical independente brasileira&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; documentários sobre a produção independente de bandas brasileiras&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; documentário sobre festivais independentes brasileiros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LOCAL: ELETROCOOPERATIVA / PRAÇA DAS ARTES - PELOURINHO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FREE – A PARTIR DAS 16 HORAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;25/10 – A PARTIR DAS 16 HORAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Videoclipes e documentários sobre Hip Hop&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;26/10 – A PARTIR DAS 16 HORAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Videoclipes e documentários sobre bandas autorais Independente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;27/10 – A PARTIR DAS 16 HORAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Videoclipe de bandas autorais e Documentário sobre festivais independentes&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-4314065805193707272?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/4314065805193707272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=4314065805193707272' title='27 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/4314065805193707272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/4314065805193707272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/10/big-bands-2011-sem-marquinhas-do.html' title='BIG BANDS 2011: &quot;SEM MARQUINHAS DO GOVERNO ESTE ANO&quot;'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-qDvto29Ec2s/TqagB7-mL5I/AAAAAAAADec/DyrMVuiqcJI/s72-c/bigbig.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>27</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-333879990093580622</id><published>2011-10-20T07:28:00.001-04:00</published><updated>2011-10-20T07:36:39.020-04:00</updated><title type='text'>DI MELO, O IMORRÍVEL, IMPERDÍVEL, IMPODÍVEL</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-8keB5DfJNKc/TqAFhJi_N2I/AAAAAAAADd0/vfjkpvP1t14/s1600/DiMelo-300x225.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/-8keB5DfJNKc/TqAFhJi_N2I/AAAAAAAADd0/vfjkpvP1t14/s400/DiMelo-300x225.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Nem só de Tim Maia, Jorge Ben e Cassiano se fez a&amp;nbsp; onda samba funk soul que varreu o Brasil nos anos 1970. Grandes músicos como Orlandivo, Marku Ribas, Luis Vagner e Di Melo também contribuíram muito para o estabelecimento deste estilo como um dos mais ricos da música pop brasileira. Agora, um destes caras, o pernambucano Di Melo, está de volta à cena e faz show em Salvador&amp;nbsp; sexta-feira, com a banda recifense PE Preto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cantor, compositor, poeta, figuraça, Di Melo foi recentemente redescoberto e revalorizado pela juventude pernambucana através do documentário Di Melo, O Imorrível, dirigido por Alan Oliveira e Rubens Pássaro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="360" src="http://www.youtube.com/embed/JHiI4ZUVSMo?feature=player_embedded" width="640"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Di Melo&amp;nbsp; tem&amp;nbsp; apenas um único (e espetacular) disco no currículo. Lançado em 1975, Di Melo foi relançado em CD em 2002, dentro da coleção Odeon 100 Anos, coordenada por Charles Gavin (que aparece no documentário dando&amp;nbsp; depoimento).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com arranjos assinados por Hermeto Paschoal (que ainda tocou flautas e teclados) e Heraldo Dumonte (nos violões), o álbum “vendeu bem”, segundo o próprio Di Melo. “Se você emprestar, não volta”, garante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;“Tudo isso e muito mais”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_tx-pGRZzC4/TqAFpxYukGI/AAAAAAAADd8/I4SmK6RICrg/s1600/capa+cd.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-_tx-pGRZzC4/TqAFpxYukGI/AAAAAAAADd8/I4SmK6RICrg/s1600/capa+cd.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Acontece que, mesmo fazendo relativo sucesso na época, quando foi receber sua parte em direitos autorais, ele só recebeu “onze Cruzeiros. Fiquei revoltado. Aí eu saí do ar. Ia (do Rio de Janeiro, aonde morava) para Recife, dizendo que voltava em uma semana, e passava dez meses. Ia para Tóquio passar um mês fazendo show e voltava para o Brasil depois de 24 horas. Eu tenho essa facilidade de ir e vir, sabe? Sou um andarilho, um cidadão mundano”, viaja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado: de tanto se autoboicotar, Di Melo deu um fim precoce na própria carreira. Ou pelo menos, uma longa pausa, de mais ou menos 35 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sumiço foi tão bem sucedido que muita gente achava que Di Melo tinha morrido em um acidente de moto, boato que se espalhou Brasil afora – daí o apelido “O Imorrível”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“De fato, sofri um acidente de moto. Fiquei paralisado por seis meses. Daí assumiram que eu tinha morrido”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como costuma acontecer, porém, seu disco foi redescoberto pelos DJs – do Brasil e do mundo –, que começaram a animar bailes moderninhos&amp;nbsp; com petardos como Kilariô e A Vida em Seus Métodos Diz Calma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/FPxNT2JbtFo" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o preço de um vinil original de 1975, na Europa, bate nos 700 Euros. “Esse disco é um ícone da MPB? Um êxito musical? Um som para a posteridade? É tudo isso e muito mais”, afirma Di Melo, mandando às favas a falsa modéstia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro momento de puro hype em torno do seu nome foi quando a capa do seu disco surgiu no meio de um clipe da banda Black Eyed Peas, da música Don’t Stop The Party. “Aí perguntaram pro will.i.am quem ele gostava da música brasileira, a resposta veio na ponta da língua: Jorge Ben e Di Melo”, garante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na apresentação de amanhã, o recifense e a banda&amp;nbsp; PE Preto vão executar boa parte do repertório do disco, “e também algumas músicas novas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vai ser um show como eu estou hoje: bonitinho, quentinho, fofinho, gostosinho, lavadinho, pronto pra turbinar”, brinca o&amp;nbsp;&amp;nbsp; Imorrível, verborrágico e vivo como nunca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Di Melo &amp;amp; Banda PE Preto / Amanhã, 22 horas / Portela Café / R$ 30&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-333879990093580622?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/333879990093580622/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=333879990093580622' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/333879990093580622'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/333879990093580622'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/10/di-melo-o-imorrivel-imperdivel.html' title='DI MELO, O IMORRÍVEL, IMPERDÍVEL, IMPODÍVEL'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-8keB5DfJNKc/TqAFhJi_N2I/AAAAAAAADd0/vfjkpvP1t14/s72-c/DiMelo-300x225.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-8388869628401819051</id><published>2011-10-20T07:19:00.000-04:00</published><updated>2011-10-20T07:35:54.635-04:00</updated><title type='text'>SONS DA IRLANDA NO PELOURINHO, NESTA SEXTA E SÁBADO</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-hoLUTUeQJ8k/TqADY3VmfTI/AAAAAAAADds/9nSQY3OMJcg/s1600/Bipolar+Empire+foto+por+Marcelo+Biglia+2010.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-hoLUTUeQJ8k/TqADY3VmfTI/AAAAAAAADds/9nSQY3OMJcg/s400/Bipolar+Empire+foto+por+Marcelo+Biglia+2010.jpg" width="398" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Terra de grande tradição cultural, a Irlanda vem mostrar um pouco de sua arte contemporânea na Bahia, no Brasil Celtic Festival.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A programação conta com shows de música, espetáculo de dança e mostra fotográfica, tudo entre esta sexta-feira o sábado, em diversos locais do Pelourinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O evento é a versão local do I Festival Brasileiro, realizado em novembro de 2010 no sul da Irlanda, quando o guitarrista baiano Armandinho Macedo se apresentou e ministrou aulas de guitarra baiana para os irlandeses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por trás de tudo isto estão os produtores culturais soteropolitanos Christiano Bomfim e Jaime Oliveira Amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Foi quando surgiu um convite do Culture Ireland (Agência do Ministério da Cultura da Irlanda) para aprofundar esse relacionamento entre Brasil e Irlanda”, conta Christiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado poderá ser visto (e ouvido) no Brasil Celtic, que reúne atrações do outro lado do Atlântico e daqui mesmo, em dois dias de evento, quando será possível assistir aos shows de bandas de sucesso na Irlanda, como Mako e Bipolar Empire (foto no alto), do duo de música tradicional celta Séan Garvey e Joe Thoma, da dupla de dança The Tappers, entre outras atrações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-qNc8YlU5Bfw/TqAGxS9XFfI/AAAAAAAADeM/9VTGeJIQe2M/s1600/tran-chan+1+097+foto+divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/-qNc8YlU5Bfw/TqAGxS9XFfI/AAAAAAAADeM/9VTGeJIQe2M/s320/tran-chan+1+097+foto+divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Do lado brasileiro, o próprio Armandinho reedita sua participação, além do celebrado Magary Lord e seu black semba, a banda carioca de rock Medulla e o tradicional grupo de dança Tran Chan (foto ao lado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Christiano, a Bahia pode aprender com a Irlanda&amp;nbsp; uma ou duas lições de cidadania. “Acredito que a lição irlandesa é respeitar as pessoas, a cultura e os patrimônios material e imaterial. Lá, toda a herança celta ancestral é muito bem conservadas,&amp;nbsp; a cultura contemporânea é incentivada e tem edital para tudo. Os cidadãos são respeitados e as ruas são limpas. Acho que poderíamos aprender essas coisas com eles”, opina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;BREVE BATE PAPO COM DECLAN O'SHEA, DA MAKO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GA1Pvyu8v0c/TqAB3oB8UCI/AAAAAAAADdc/7EjiAxSHjiA/s1600/photo+Mako+divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="373" src="http://1.bp.blogspot.com/-GA1Pvyu8v0c/TqAB3oB8UCI/AAAAAAAADdc/7EjiAxSHjiA/s400/photo+Mako+divulga%25C3%25A7%25C3%25A3o.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Com quatro indicações ao Grammy 2011, a dupla irlandesa Mako encara o desafio de tocar em território desconhecido, diante de um público que não os conhece, com naturalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tocamos de coração, damos nosso melhor e mostramos como estamos excitados em nos apresentar para uma audiência nova”, afirma o vocalista Declan O'Shea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“É uma honra tocar em Salvador.&amp;nbsp; Esperamos que o público goste do nosso estilo de música, pois adoraríamos voltar para tocar de novo e, quem sabe, fazer turnê pelo Brasil”, derrete-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma história de peso no rock mundial, a Irlanda gerou nomes fundamentais como Van Morrison (e sua banda inicial, Them), o guitar hero Rory Gallagher, a banda Thin Lizzy (e seu lendário líder, o baixista Phil Lynott), e, claro, o onipresente U2, entre muitos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Longe de ser um peso para novas bandas, Declan vê esta herança como um incentivo: “A Irlanda tem uma grande riqueza em seus artistas, e tudo isto ajuda a inspirar jovens músicos. Falo isto por que me inspirei em todos estes nomes quando comecei a compor”, diz Declan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo com algumas indicações ao Grammy, as dificuldades para as bandas britânicas penetrarem no mercado norte-americano ainda existem, como ele conta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tem que dar muito duro, fazer muita turnê tocando em lugares pequenos, abrindo para outras bandas. Até por que a venda de CDs já era”, explica o irlandês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ATRAÇÕES RECOMENDADAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-2E9jYyXWxAI/TqAC6QIllSI/AAAAAAAADdk/OdykwhRhc5c/s1600/S%25C3%25A9an+Garvey+e+Joe+Thoma.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="190" src="http://3.bp.blogspot.com/-2E9jYyXWxAI/TqAC6QIllSI/AAAAAAAADdk/OdykwhRhc5c/s200/S%25C3%25A9an+Garvey+e+Joe+Thoma.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Séan Garvey e Joe Thoma&lt;/b&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Visto como um professor, considerado uma das maiores autoridades na tradicional música folclórica irlandesa, Séan Garvey (ao violão) se apresenta em Salvador acompanhado do violinista Joe Thoma. Promete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Bipolar Empire&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrelas em ascenção no rock irlandês, a Bipolar Empire tem colhido elogios superlativos na imprensa do seu país desde o lançamento do seu último álbum, Feel That You Own It. É bom conferir, pois podem se tornar bem grandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/eHXSw0RMnuo" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;SERVIÇO: I Brasil Celtic Festival / com: Água Negra, The Tappers, Tran Chan, Séan Gravey &amp;amp; Joe Thoma, Armandinho, Bipolar Empire, Magary Lord, Mako e Medulla / amanhã e sábado / PELOURINHO / R$ 30 e R$ 15 / Informações: &lt;a href="http://www.brasilcelticfestival.com/"&gt;www.brasilcelticfestival.com&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-8388869628401819051?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/8388869628401819051/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=8388869628401819051' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8388869628401819051'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8388869628401819051'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/10/sons-da-irlanda-no-pelourinho-nesta.html' title='SONS DA IRLANDA NO PELOURINHO, NESTA SEXTA E SÁBADO'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-hoLUTUeQJ8k/TqADY3VmfTI/AAAAAAAADds/9nSQY3OMJcg/s72-c/Bipolar+Empire+foto+por+Marcelo+Biglia+2010.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-8682374736323764287</id><published>2011-10-20T07:07:00.004-04:00</published><updated>2011-10-20T12:50:12.041-04:00</updated><title type='text'>NOVIDADE NO CENÁRIO, nana TRAZ TOQUE DELICADO DE CHANSON, BOSSA E INDIE FOFO COM ELETRÔNICA SUTIL</title><content type='html'>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vGUhx_leu0s/TqAAiIrZXhI/AAAAAAAADdU/vDn_uP9rgsY/s1600/nana+por+Agnes+Cajaiba+3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="265" src="http://4.bp.blogspot.com/-vGUhx_leu0s/TqAAiIrZXhI/AAAAAAAADdU/vDn_uP9rgsY/s400/nana+por+Agnes+Cajaiba+3.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;Quem é nana, recentemente vista cantando na última edição do evento multimídia Zona Mundi? Há duas respostas para esta pergunta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma pessoa (duh!), Ananda Lima, ex-estudante da Facom - Ufba e atual aluna da Escola de Música (também da Ufba), cujo apelido é... Nana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E há o projeto musical desta pessoa, intitulado&amp;nbsp; nana, grafado assim, em caixa baixa, em dupla com João Vinicius (violão, guitarra, teclado, escaleta, programação). nana assume a voz e reveza com ele no piano, teclado, escaleta e&amp;nbsp; programação. Eles se conheceram quando ela ainda estudava na Facom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu o conheci por amigos em comum”, conta a moça. “Ele tinha ouvido umas coisas que eu tinha postado no MySpace quando morei na Rússia. Ele ouviu, gostou, ficamos amigos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, tá. Peraí, como é? Rússia? “Eu estudava jornalismo e queria fazer intercâmbio em um lugar bem exótico. Aí tinha um projeto de intercâmbio na Ufba. Me inscrevi e consegui ir pra Rússia. Fiquei quatro meses em São Petersburgo”, explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na volta, Ananda estava decidida sobre o que queria fazer da vida. “Sempre quis estar envolvida com música, é a minha área de interesse. Aí troquei de curso. Jornalismo não era o que eu queria, então, tomei coragem e entrei no curso de Composição e Regência em Música Erudita da EMUS - Ufba”, detalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;nana, o duo, tem algumas músicas demo já gravadas e disponíveis na internet: Expressionismo Alemão, O Céu de Estocolmo, Benjamim, I Can't Fall in Love e Aniversário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se alguém aí achou a coisa toda muito distante da nossa Bahia-iá-iá, a cantora de voz suave tem sua resposta na ponta da língua: “O mundo está tão globalizado que é&amp;nbsp; difícil não ver tudo o que está lá fora também”, manda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas a gente está tentando achar um equilíbrio dessas influencias estrangeiras com uma coisa regional”, acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os planos agora são gravar um disco e fazer shows. Tem um agora, no&amp;nbsp; dia 22, no Sebo Praia dos Livros”, avisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com influências de chanson, bossa nova e do indie fofo do Belle and Sebastian (entre outras bandas), o nana também se relaciona com o duo baiano Dois Em Um, com o qual guarda óbvias semelhanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Show: nana / sábado / sebo praia dos livros (porto da barra) / 20h30 / grátis&lt;br /&gt;Ouça / conheça: &lt;a href="http://www.ouvindonana.com/"&gt;www.ouvindonana.com&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NUETA:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;Theatro Ali do Lado&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Zm6iX7BPHXE/TqAGTeGgD4I/AAAAAAAADeE/SlHX0dm6Ol4/s1600/theatrodeseraphin_by_Fernando_Udo_03.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="151" src="http://3.bp.blogspot.com/-Zm6iX7BPHXE/TqAGTeGgD4I/AAAAAAAADeE/SlHX0dm6Ol4/s200/theatrodeseraphin_by_Fernando_Udo_03.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A Theatro de Seraphin faz mais um show para divulgar o espetacular e recém-lançado álbum &lt;b&gt;No Fim de Maio&lt;/b&gt;. Sábado, 22 horas, no Ali do Lado Boteco Musical (Rio Vermelho), R$ 5. Por R$ 10, assista o show e leve o CD. Recomendadíssimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;The Honkers, apagando a velhinha&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda The Honkers comemora 13 anos de strip-teases, equipamentos destruídos e intervenções da Sucom com show e lançamento de clipe novo na terça-feira, dia 25,&amp;nbsp; na praça Teresa Batista (Pelourinho), com a rapaziada da banda Fridha. Dirigido por Rodrigo Araújo e Diego Haase (já premiados com o troféu Bahia de Todos os Rocks pelo vídeo de &lt;span&gt;&lt;i&gt;CidadeSubtraída: os perigos do sonambulismo filosófico&lt;/i&gt;, do &lt;i&gt;Teclas Pretas&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;), o clipe para&amp;nbsp; &lt;i&gt;24 Hours From Your Heart&lt;/i&gt; (ouçam, é a melhor música desses caras) é inspirado em uma passagem d’&lt;i&gt;A Odisseia, de Homero&lt;/i&gt;, e coloca os membros da banda dentro de um barco cenográfico, atacado por sereias ninfomaníacas de boca espumando. Hilário é apelido. Terça, 19 horas, Pça. Teresa Batista, entrada gratuita. Confira o teaser abaixo.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt; &lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/m5UcvuBD75Q" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-8682374736323764287?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/8682374736323764287/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=8682374736323764287' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8682374736323764287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8682374736323764287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/10/novidade-no-cenario-nana-traz-toque.html' title='NOVIDADE NO CENÁRIO, nana TRAZ TOQUE DELICADO DE CHANSON, BOSSA E INDIE FOFO COM ELETRÔNICA SUTIL'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-vGUhx_leu0s/TqAAiIrZXhI/AAAAAAAADdU/vDn_uP9rgsY/s72-c/nana+por+Agnes+Cajaiba+3.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-7885390266528708182</id><published>2011-10-14T12:24:00.016-04:00</published><updated>2011-10-17T13:56:59.921-04:00</updated><title type='text'>MICRO-RESENHAS PARA QUE PRECISA PARA QUE PRECISA DE MICRO-RESENHAS</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rock de riffs demoníacos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-neiAieVwzO0/TpxnwcqxIFI/AAAAAAAADb4/mqk2In3raHw/s1600/Capa-The-Baggios2.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664516513352196178" src="http://1.bp.blogspot.com/-neiAieVwzO0/TpxnwcqxIFI/AAAAAAAADb4/mqk2In3raHw/s400/Capa-The-Baggios2.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 400px; margin: 0 10px 10px 0; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;Jack White, ex-White Stripes, é o Marcelo Camelo inverso. Ambos influenciaram o rock contemporâneo de forma decisiva. Só que, enquanto Camelo praticamente emasculou uma geração, transformando jovens incautos em wannabes de Chico Buarque, White fez outros tantos tomarem o caminho contrário, retomando o rock ‘n’ roll primitivo, baseado no blues de riffs demoníacos à Led Zeppelin. E o duo sergipano The Baggios mostra, neste álbum de estreia, com quantos paus se faz rock de macho – e soando atual. Quem não aguenta mais tantos jovens wannabes de Chico Buarque no rock, a solução está no disco de estreia do duo sergipano The Baggios. Blues rock cru, o álbum carrega aquela sonoridade da pesada, a la Led Zeppelin, que voltou à baila no pós-White Stripes. O disco é bom como um todo, mas dá para  destacar o riff entortante de O Azar Me Consome, o lirismo flamenco de Oh Cigana, o boogie endemoniado de Aqui Vou Eu (com teclados de Leo Airplane) e o suingue com trompete de Quanto Mais Eu Rezo. O negócio é tão bom que nem Hélio Flanders (Vanguart) consegue estragar (na faixa Morro da Saudade). Um dos melhores discos do ano. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Baggios / The Baggios / Vigilante - Deckdisc / R$ 20&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Acústico e vanguardista&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-J4oKwwppDyE/TpxoD7iRJAI/AAAAAAAADcQ/t6fPgagZ4ew/s1600/Thurston%2BMoore_Demolished%2BThoughts.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664516848055559170" src="http://3.bp.blogspot.com/-J4oKwwppDyE/TpxoD7iRJAI/AAAAAAAADcQ/t6fPgagZ4ew/s400/Thurston%2BMoore_Demolished%2BThoughts.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 400px; margin: 0 10px 10px 0; width: 398px;" /&gt;&lt;/a&gt;Há 30 anos no comando do Sonic Youth, uma lenda do rock avant garde, o guitarrista e vocalista Thurston Moore mostra seu lado mais intimista neste terceiro disco solo. De sonoridade 100% acústica, o álbum produzido por Beck, consegue, mesmo sem uma nota distorcida sequer, carregar toda a estranheza característica do SY. Claro, há faixas que poderiam estar em qualquer disco da banda original (Orchard Street, Circulation), mas a sofisticação do som baseado em violões de cordas de aço, violinos e harpas soam incomuns – e ao gosto do fã habitual do Sonic Youth. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Thurston Moore / Demolished Thoughts / Lab 344 - Matador / R$ 27,90&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sexo é muito gostoso&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DV6K5UH0TdY/TpxoK3wx7uI/AAAAAAAADcc/uFOnP12gjzg/s1600/tn_311_600_sexo_eramos_carlos.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664516967301770978" src="http://3.bp.blogspot.com/-DV6K5UH0TdY/TpxoK3wx7uI/AAAAAAAADcc/uFOnP12gjzg/s400/tn_311_600_sexo_eramos_carlos.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 274px; margin: 0 10px 10px 0; width: 311px;" /&gt;&lt;/a&gt;No exterior, é muito comum ver gigantes do rock, já em idade avançada, gravarem excelentes discos, em que mostram, sem precisar provar mais nada a ninguém, que ainda são os caras. Foi assim com Johnny Cash, Bob Dylan, Lou Reed, Neil Young, Leonard Cohen e outros. Erasmo Carlos tem feito o mesmo agora, aqui no Brasil, desde o álbum Rock ‘n’ Roll (2008). Letrista espetacular, com a voz em boa forma, o Tremendão faz, em Sexo, um inventário das dores e delícias do amor físico, incluindo o antes, o durante e o depois. Difícil citar destaques em um CD tão coeso, bem amarrado e, uh, gostoso. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Erasmo Carlos / Sexo / Coqueiro Verde / R$ 29,90&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Filosófico, mas sem perder a piada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-JQPJ5EeK7QA/Tpxn24yUE9I/AAAAAAAADcE/XI5yOxTba_Q/s1600/Ultralafa-600x600.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664516623979254738" src="http://2.bp.blogspot.com/-JQPJ5EeK7QA/Tpxn24yUE9I/AAAAAAAADcE/XI5yOxTba_Q/s400/Ultralafa-600x600.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 400px; margin: 0 10px 10px 0; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;Um dos maiores talentos das tiras em quadrinhos surgidos no Brasil nos últimos tempos, Daniel Lafayette estreia em livro em grande estilo, com esta coletânea. Dono de traço limpo, cartunesco e de grande expressão gráfica, Lafayette se revela um tirista de primeira linha, transitando com equilíbrio pela linha filosófica contemporânea, mas sem jamais perder a piada. Sem personagens fixos, as tiras passeiam pelas agruras do dia a dia, referências da cultura pop e criaturas bizarras. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ultralafa / Daniel Lafayette / Barba Negra / 176 p. / R$ 39,90 / editorabarbanegra.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Inventário de gênero&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-tKjRgzquVlc/TpxncybE5WI/AAAAAAAADbg/-ilj0No6yHo/s1600/los%2Bangeles.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664516175594579298" src="http://2.bp.blogspot.com/-tKjRgzquVlc/TpxncybE5WI/AAAAAAAADbg/-ilj0No6yHo/s320/los%2Bangeles.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0 10px 10px 0; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;Origem de um cultuado filme com Kim Basinger e Russel Crowe, esta pérola da moderno romance noir traz todo o imaginário do gênero: mulheres fatais, incautos envolvidos em sombrias transações, mafiosos, assassinatos, corrupção, beijos e tiros. Clássico. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Los Angeles: Cidade proibida / James Ellroy / Best Bolso / 496 p. / R$ 19,90 / edicoesbestbolso.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jornalista e bêbado, quem aguenta isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-U8b_NwFmCQM/TpxoUNGGfxI/AAAAAAAADco/LBONKPkWDMQ/s1600/promo_rum.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664517127647166226" src="http://1.bp.blogspot.com/-U8b_NwFmCQM/TpxoUNGGfxI/AAAAAAAADco/LBONKPkWDMQ/s400/promo_rum.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 400px; margin: 0 10px 10px 0; width: 242px;" /&gt;&lt;/a&gt;Com Johnny Depp prestes a retomar nas telas o papel de enfant terrible do jornalismo literário em um novo filme baseado neste livro, é uma boa hora para se inteirar. Este texto, engavetado por 40 anos, é a gênese do estilo gonzo de Thompson, à beira-mar e encharcado de rum em Porto Rico. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;RUM: DIÁRIO DE UM JORNALISTA BÊBADO / Hunter S. Thompson / L&amp;amp;PM / 256 p. / R$ 19 / lpm.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Italiano, pioneiro e contraditório&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-VgnAiiU6Pzk/TpxodCX0atI/AAAAAAAADc0/09g5wh3m8bw/s1600/capa_agostini.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664517279387511506" src="http://3.bp.blogspot.com/-VgnAiiU6Pzk/TpxodCX0atI/AAAAAAAADc0/09g5wh3m8bw/s320/capa_agostini.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0 10px 10px 0; width: 220px;" /&gt;&lt;/a&gt;Com o subtítulo A Imprensa Ilustrada da Corte à Capital Federal, 1864-1910, chega as livrarias a biografia de Angelo Agostini (1843-1910), imigrante italiano que foi o principal artista gráfico em atividade no Brasil durante a segunda metade do século XIX. O livro traz uma boa análise de sua personalidade conflituosa, abolicionista e racista ao mesmo tempo. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Angelo Agostini / Gilberto Maringoni / Devir/ 256 p./ R$ 39,50/ devir.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Em entressafra criativa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-DGJ00YO64Dw/TpxnoT7_SeI/AAAAAAAADbs/HdgS0zQMxxk/s1600/Death%2BCab.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664516373569554914" src="http://3.bp.blogspot.com/-DGJ00YO64Dw/TpxnoT7_SeI/AAAAAAAADbs/HdgS0zQMxxk/s320/Death%2BCab.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0 10px 10px 0; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;Veterana do indie rock, a banda norte-americana Death Cab for Cutie já viu dias melhores com álbuns bem mais emocionantes do que este Codes &amp;amp; Keys, mas os fãs que ouvirem com atenção ainda poderão desfrutar de um outro momento bacana, como Doors Unlocked and Open, You Are a Tourist e Some Boys. Tudo bem que eles chegaram naquele momento em que começam a soar como covers de si mesmos (dizer caricaturas seria muita crueldade), o que é um claro sinal de fadiga criativa. Mas se for pensar bem, tem coisa muito pior e mais indigna por aí. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Death Cab for Cuttie / CODES AND KEYS / Warner / R$ 34,90&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Folk de musicalidade rica&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-71_HJesBrBg/TpxonATCfdI/AAAAAAAADdA/5MfCVcBEZCg/s1600/The-King-is-Dead-the-decemberists-18442525-1425-1425.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664517450629283282" src="http://1.bp.blogspot.com/-71_HJesBrBg/TpxonATCfdI/AAAAAAAADdA/5MfCVcBEZCg/s320/The-King-is-Dead-the-decemberists-18442525-1425-1425.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0 10px 10px 0; width: 320px;" /&gt;&lt;/a&gt;Após um breve namoro com o rock progressivo (The Hazards of Love, 2009), o grupo indie norte-americano The Decemberists dá uma guinada estética e entrega o ouro deste novo disco logo na primeira faixa, Don’t Carry It All: a batida reta em midtempo e o acordeom remetem imediatamente a Out on The Weekend, faixa de abertura do clássico Harvest (1971), de Neil Young. Na linha revival do folk rock, essa rapaziada de Portland até que manda muito bem, cravando um álbum que impressiona pela musicalidade rica e melodiosa. Melancólico, porém redentor. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;The Decemberists / The King is Dead / EMI Music / R$ 29,90&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;No tempo em que Barcelona era imunda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Tm3_T5xJXLI/TpxougRlylI/AAAAAAAADdM/GUOsDk6oFog/s1600/mist%25C3%25A9rio%2Bcripta.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5664517579472226898" src="http://2.bp.blogspot.com/-Tm3_T5xJXLI/TpxougRlylI/AAAAAAAADdM/GUOsDk6oFog/s320/mist%25C3%25A9rio%2Bcripta.jpg" style="cursor: hand; cursor: pointer; float: left; height: 320px; margin: 0 10px 10px 0; width: 221px;" /&gt;&lt;/a&gt;Houve um tempo em que Barcelona não era o moderno centro turístico de hoje em dia. Em um bem-humorado tom de sátira social, o escritor espanhol Eduardo Mendoza constrói seu romance de mistério catalão ambientado na suja Barcelona pré-revitalização. Ótimo exemplo da moderna literatura espanhola. &lt;span style="font-style: italic;"&gt;O mistério da cripta amaldiçoada / Eduardo Mendoza / Planeta / 192 p. / R$ 29,90 / editoraplaneta.com.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-7885390266528708182?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/7885390266528708182/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=7885390266528708182' title='20 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/7885390266528708182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/7885390266528708182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/10/micro-resenhas-para-que-precisa-para.html' title='MICRO-RESENHAS PARA QUE PRECISA PARA QUE PRECISA DE MICRO-RESENHAS'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-neiAieVwzO0/TpxnwcqxIFI/AAAAAAAADb4/mqk2In3raHw/s72-c/Capa-The-Baggios2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>20</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-8698890037953409348</id><published>2011-10-11T14:10:00.007-04:00</published><updated>2011-10-11T14:27:44.858-04:00</updated><title type='text'>COQUETEL MOLOTOV: SEGUNDA EXPLOSÃO BAIANA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-yyfzQZXEW8w/TpSJEr0BebI/AAAAAAAADYs/KJI0okL79_I/s1600/295961_177507895656901_144132335661124_371898_159070918_n.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 282px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-yyfzQZXEW8w/TpSJEr0BebI/AAAAAAAADYs/KJI0okL79_I/s400/295961_177507895656901_144132335661124_371898_159070918_n.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662301345084963250" /&gt;&lt;/a&gt;Em pleno fechamento desta edição, veio a bomba: a banda inglesa The Fall, uma das mais esperadas da segunda edição do festival No Ar Coquetel Molotov em Salvador, não vem mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a organizadora Ana Garcia, de Recife, o líder da banda, Mark E. Smith, alegou “problemas de saúde” para não embarcar no avião ao Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana, que se disse “em estado de choque”, ainda não havia definido  se haverá alguma banda para tapar o buraco na grade de atrações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos conversando para tentar encaixar alguém daí de Salvador ou daqui de Recife no lugar”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O certo é que, mesmo sem The Fall, Salvador recebe, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, hoje e amanhã, a versão baiana do festival recifense No Ar Coquetel Molotov.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realizado desde 2004 na capital pernambucana, o evento se caracteriza por apresentar uma boa mescla de artistas brasileiros com nomes interessantes do pop rock internacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ano passado, foram dois dias com três atrações cada uma, com a clássica banda alternativa Dinosaur Jr., Céu e a banda Cidadão Instigado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2011, o festival continua com dois dias, mas acrescentou uma atração, perfazendo quatro shows diários, incluindo bandas locais – uma solicitação dos fãs baianos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, o No Ar Coquetel Molotov apresenta a banda local Retrofoguetes, os pernambucanos do Mombojó, a banda inglesa Guillemots e o sempre sensacional Tom Zé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amanhã, as atrações se iniciam O Círculo, seguida dos americanos do  Health. Na sequência vem um grupo referencial: Mundo Livre S/A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O pirulito e os hits &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Estamos na expectativa de superar os índices de público alcançados em 2010”, afirma Jorge Albuquerque, diretor de produção da Caderno 2 Produções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Até porque este ano houve uma ampliação de programação, com debates, exibições de filmes e oficina (realizados nos últimos dias)”, lembra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atração principal de hoje, o iraraense Tom Zé comemora seu aniversário de 75 anos no palco da Concha, devendo fazer (mais) um grande show em Salvador, com o repertório baseado no DVD ao vivo O Pirulito da Ciência, em que reúne o melhor de sua produção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Espero que não esteja muito quente, que é  para não derreter o pirulito”, brinca o gênio, por telefone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O repertório é  um apanhado da carreira. Será  toda uma sucessão de sucessos como 2001, Augusta Angélica Consolação, Made In Brazil, Politicar, Xique Xique, etc”, adianta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-3VmuE5ja3-w/TpSKeDB8v-I/AAAAAAAADZc/LCSrOh7z_OI/s1600/Retrofoguetes_UltraRetroTwist_F.SoraMaia.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 268px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-3VmuE5ja3-w/TpSKeDB8v-I/AAAAAAAADZc/LCSrOh7z_OI/s400/Retrofoguetes_UltraRetroTwist_F.SoraMaia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662302880325746658" /&gt;&lt;/a&gt;Os outros baianos dos Retrofoguetes (em foto de Sora Maia), que abrem a noite, estão superempolgados para se apresentar. Afinal – por incrível que pareça –, a banda, com dez anos, nunca tocou na Concha Acústica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Já tocamos duas vezes na sala principal do TCA, mas na Concha é a primeira vez”, diz o baterista Rex.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No som, músicas dos dois discos, mais  temas do espetáculo Ultra Retro Twist, tudo acompanhado por dois músicos de apoio (teclados e percussão).  “É um evento bacana, que traz boas atrações internacionais e Tom Zé, que é genial”, elogia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O abismo fractal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-60k3sMFH5Js/TpSKL6C4AkI/AAAAAAAADZQ/zC4qPapHctM/s1600/Mundo%2BLivre%2B-%2BDivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o%2B%25282%2529.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 214px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-60k3sMFH5Js/TpSKL6C4AkI/AAAAAAAADZQ/zC4qPapHctM/s320/Mundo%2BLivre%2B-%2BDivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o%2B%25282%2529.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662302568676065858" /&gt;&lt;/a&gt;Na linha de frente pernambucana, Molotov em punho, estão Fred 04 e seus companheiros do Mundo Livre S/A.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ônibus que os levava para tocar em Natal, 04 avisou que, além dos “mega hits, para não deixar a galera na mão”, eles pretendem tocar músicas do próximo álbum, que será distribuído pelo selo Coqueiro Verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O selo tem a programação deles, então ainda não sabemos quando (o disco) sai, já que, agora, estão divulgando Erasmo, Kassin e Karina Bühr”, diz Fred.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O CD chama-se Novas Lendas da Etnia Toshi Babaa. “Essa é a etnia da qual todos nós descendemos, lá da galáxia do abismo fractal”, viaja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tem um texto no encarte que é o preâmbulo, como se fosse o inicio de uma nova saga. Fala de pirataria, ética virtual, cultura digital e por aí vai”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NO AR COQUETEL MOLOTOV 2011 / Hoje / Retrofoguetes, Mombojó, Guillemots e Tom Zé / Amanhã / O Círculo, HEALTH, The Fall e Mundo Livre S/A / Concha Acústica do TCA / R$ 20 e R$ 10&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ENTREVISTA: TOM ZÉ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-KQNIRA7wxVQ/TpSJcOVGBvI/AAAAAAAADY4/w4_H8dyj89o/s1600/Tom%2BZ%25C3%25A9_01_Foto%2BMarcelo%2BRossi.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 267px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-KQNIRA7wxVQ/TpSJcOVGBvI/AAAAAAAADY4/w4_H8dyj89o/s400/Tom%2BZ%25C3%25A9_01_Foto%2BMarcelo%2BRossi.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662301749487470322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;O gênio de Irará (foto: Marcelo Rossi) volta à Salvador para um grande show – no melhor palco ao ar livre da cidade – bem no dia em que completa 75 anos em prol do pensamento livre e da rebeldia, artigos cada vez mais escassos no reino das bundas de silicone. Ele vem com o show, inédito por aqui, do CD / DVD ao vivo O Pirulito da Ciência, em que repassa todas as fases da carreira de 40 anos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Como foi o show com os Mutantes no Rock In Rio?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TOM ZÉ: Ah, foi ótimo! Acabou dando certo, foi bem alegre, o pessoal ficou feliz. Na hora é uma confusão, “chega que tá na hora”, aquelas coisas, o stress de  evento grande. Mas no fim deu tudo certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O senhor  faz 75 anos no dia do show aqui. Mas boa parte de seus fãs é duas ou três gerações mais nova do que você.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TZ: Acho que tem gente até uma dúzia de gerações mais nova! (risos) Quanto mais eu envelheço, mais jovem  fica a plateia. As vezes  é um problema, trazem crianças de nove anos em  lugares em que não é permitido. Mas é uma alegria. Parece que isso se deve ao fato não de eu não fazer música, mas  de fazer rebeldia. As gerações necessitam de alguma rebeldia para compreender seu tempo. E depois disso, fazer a antítese, marcar sua passagem pela Terra com seus emblemas. Toda geração precisa disso para não sucumbir, precisa dessa força. E a  rebeldia é uma força muito vigorosa que, através dos séculos acaba desembocando na ciência e  na própria arte – que na Bahia é o cão vivo! A Bahia tem muita força nisso. Toda geração tem sua rebeldia e a procura aonde ela está disponível. É como se fosse o faro do leão atrás da caça. Com o faro natural, ele sabe onde está.  E uma (rebeldia) disponível é a minha. O fato de eu, toda vez que toco aí, encher a Concha e os teatros daqui e do mundo é um assombro. É bastante curioso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O que o senhor anda preparando? Algum disco novo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;TZ: Tenho duas coisa para serem feitas, mas devo lhe pedir socorro. Diz que a mulher que fala muito perde seu amor. Se você fala dos seus projetos, você os mata. Eles devem ficar escondidos no útero. É bom nem fazer ultrassonografia. Quando nascer é que a gente vai descobrir se é homem ou mulher (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ENTREVISTA: MC LORD MAGRÃO (GUILLEMOTS)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-a2XRVBi0lG8/TpSJwdwK-JI/AAAAAAAADZE/an8xaMCmUPM/s1600/Guillemots%2B-%2BDivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o%2B%25282%2529.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 267px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-a2XRVBi0lG8/TpSJwdwK-JI/AAAAAAAADZE/an8xaMCmUPM/s400/Guillemots%2B-%2BDivulga%25C3%25A7%25C3%25A3o%2B%25282%2529.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5662302097224956050" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ele tem nome de funkeiro carioca, mas é paulista e filho de baiano. Nascido Ricardo Bombine Pimentel, MC Lord Magrão (primeiro à esquerda, na foto) toca guitarra na banda inglesa Guillemots, na qual entrou depois de responder a um anúncio do vocalista Fyfe Dangerfield na revista New Musical Express.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sua banda gerou bastante hype quando surgiu em 2005, mas conseguiu superar essa fase inicial e se manteve unida e em certa evidência no cenário da música pop britânica. Como vocês conseguiram isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MC LORD MAGRÃO: Não estou bem certo, acho que nos mantivemos fiéis à nós mesmos. Muitas bandas estão nessa pelo estilo de vida. Nós amamos música e queremos fazer isto pelo resto da vida. O hype é uma coisa bem difícil de entender e também de ignorar. Ele torna as coisas bem confusas  para os artistas que estão tentando se  estabilizar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O grande público em Salvador não é famliarizado com sua música. Isto posto, como será o repertório do show por aqui?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MLM: Nós tendemos a variar bastante a cada show, não gostamos de nos repetir muito. Será uma mistura do material dos primeiros discos, dos EPs e lados B. Talvez apresentemos algumas canções novas também...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sir Paul McCartney elogiou bastante sua banda em uma entrevista de rádio – uma responsabilidade e tanto. Você dormiu naquela noite? Como não deixar que isso o afete de uma forma ruim?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MLM: Sim, eu dormi! (Risos) Não acho que algo assim me afetasse de uma forma ruim. Mas foi maravilhoso ouvir isso – sabe como é, foi o Paul McCartney! Você só deve não se deixar levar por isto e passar a acreditar que tudo o que você faz é espetacular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Quem mais o influenciou como artista?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MLM: Eu diria que foi Tom Zé. Definitivamente, ele é minha maior influência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Conhece Salvador? Qual sua expectativa para o show aqui?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MLM: Meu pai é baiano, de uma vila chamada Missão (estrada BA 131), diz que é perto de Senhor do Bonfim. Espero que possamos fazer o melhor show possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Qual a inspiração por trás do seu maior hit, chamado Trains To Brazil?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MLM: Na época, tinha várias coisas acontecendo por aqui (Londres) em relação ao terrorismo. Por coincidência, estávamos gravando Trains To Brazil quando aconteceu aquele incidente do brasileiro Jean- Charles sendo morto por engano no metrô em Londres. Eu diria que a música é sobre apreciar  ao máximo o fato de estarmos todos vivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Além da guitarra, você toca instrumentos incomuns, como máquina de escrever e furadeira. Como é tirar o som que você deseja desses objetos? Ele é gravado e mixado na música do jeito que está ou é reprocessado com o uso de samplers, plugins, pedais e  recursos eletrônicos?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MLM: Às vezes é meio difícil mesmo microfonar esses instrumentos, já que eles não dispõem da acústica específica dos instrumentos convencionais. Em geral, o som é introduzido na canção do jeito que está. Às vezes eu acrescento alguns pedais para alcançar um som mais imponente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O rock ainda é relevante? Ainda é possível fazer algo novo?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MLM: Tudo que é importante na música nos mostra como ela foi feita, coisas que não deveríamos tentar fazer. Acredito que é possível, sim. Você só precisa estar a par da música que há lá fora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-8698890037953409348?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/8698890037953409348/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=8698890037953409348' title='16 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8698890037953409348'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8698890037953409348'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/10/coquetel-molotov-segunda-explosao.html' title='COQUETEL MOLOTOV: SEGUNDA EXPLOSÃO BAIANA'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-yyfzQZXEW8w/TpSJEr0BebI/AAAAAAAADYs/KJI0okL79_I/s72-c/295961_177507895656901_144132335661124_371898_159070918_n.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>16</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-2656119487924353314</id><published>2011-10-07T08:04:00.006-04:00</published><updated>2011-10-07T08:23:02.368-04:00</updated><title type='text'>A SAGA DA MARIA BACANA</title><content type='html'>&lt;span style="font-style:italic;font-size:85%;" &gt;Faz tempo que o Rock Loco não publica textos de convidados - o que é uma pena, por que fica só eu aqui, na minha velha ladainha de pentelho chegando à meia idade. Aproveitando que meu brother Ricardo Cury está publicando textos enfocando dados e histórias curiosas do rock local no Facebook, o propus que republicasse esses textos aqui no Rock Loco. A primeira razão para isso é que eu não tenho Facebook (nem pretendo) e portanto, não tinha como ler os tais textos (e eu adoro as coisas que esse rapaz escreve). Sim, minha comodidade vem em primeiro lugar - afinal, sou baiano. E em segundo lugar, acredito que aqui, essas histórias possam atingir ainda mais gente - aqueles visitantes ocasionais não exatamente ligados ao rock local. Sem mais delongas, segue o primeiro texto, contando a curta porém impressionante trajetória da banda Maria Bacana. Enjoy!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;O porquê das coisas ou: às vezes é assim&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Por Ricardo Cury&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-nxUbeaSsuUE/To7tyXMe29I/AAAAAAAADYU/G7HaIveTaAQ/s1600/mariabacana96%2Bpor%2Bmarcos%2Bbragatto%2BRock%2BEm%2BGeral.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 255px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-nxUbeaSsuUE/To7tyXMe29I/AAAAAAAADYU/G7HaIveTaAQ/s400/mariabacana96%2Bpor%2Bmarcos%2Bbragatto%2BRock%2BEm%2BGeral.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5660723231126903762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Na historia do rock, quando uma banda que tem tudo pra dar certo não dá certo, é como um acidente de avião. Nunca é um fator só. As causas para a não concretização do plano de voo são inúmeras, as respostas para as questões que se formam são sempre subjetivas e cada historia é singularmente peculiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, passados mais de dez anos desde o final dos anos 1990, já é possível fazer um levantamento, pelo menos superficial, de algumas historias daquela época.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década anterior, os famosos anos 1980, em uma entrevista para a jornalista Leilane Neubarth, a primeira da carreira da banda para a TV, perguntado sobre o sucesso da banda, Renato Russo respondeu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Sucesso?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Legião Urbana quando deu aquela entrevista estava no processo de gravação do seu primeiro disco que, obviamente, ainda não havia sido lançado, então: como já era “sucesso”? Uma das respostas é que naquela época, o simples fato de uma banda sair da sua cidade natal e ir para RJ ou SP gravar um disco já era sinal de sucesso. Esse mito permaneceu por muito tempo. Ainda em 96 eu tinha uma banda de rock e só porque a banda fez um show no Rio de Janeiro, ouvi o comentário “pooooorra, show no Rio, ta fazendo sucesso, hein?!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes merdas show no Rio. Era só pegar uma fita demo, mandar pra vários lugares e esperar uma carta chegar ou o telefone tocar quando você estivesse em casa. Alguma carta de algum lugar chegando, era só marcar um show, concordar em pagar os custos e dividir o lucro (?), pedir o endereço e pegar a estrada. Grandes merdas fazer um show no Rio. Demoramos mais de dois dias pra chegar, num Uno Mille, tocamos pra cinco pessoas e voltamos pra mais dois dias de estrada. Num Uno Mille.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Sucesso?!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra chegar ao que se convencionou chamar de “sucesso” é preciso muito mais do que ir gravar no Rio ou SP, ou ser elogiado por jornalista. A soma das vendas de Beatles, Led Zeppelin, Pink Floyd, Guns and Roses e Nirvana só é menor do que o numero de bandas que acharam que chegariam la. Bandas que só ganharam elogios, sem saber que ganhar elogio é talvez a parte mais fácil da coisa toda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diz a lenda que o jornalista baiano Hagamenon Brito tomou um a zero quando, em 1995, em uma conversa com o guitarrista Dado Villa-Lobos, perguntou a ele:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– E ai, Dado, o que é que ta rolando de som? Alguma novidade no rock?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O guitarrista respondeu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Já ouviu Maria Bacana, daí de Salvador?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As más línguas dizem que Hagamenon ainda perguntou “Quem? Maria Bethania?!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma semana depois, Morotó, guitarrista dos Dead Billies, estava fazendo 20 anos de idade e fez uma festa em sua casa. Na sala, ao invés de uma mesa com comidas, tinha uma mesa com bebidas e ao lado uma bateria, uma guitarra, um baixo, amplificadores e microfones. Foi um show histórico para convidados. Depois dos Dead Billies, outros três caras “subiram no palco”. Eram uns caras que, assim como os Billies, eram dali, do Bonfim. Minha primeira reação foi “oxe, quem é esse magrelo, espinhento, de calça rasgada?”. Quando eu pensei isso, Bola perguntou pra mim:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Já viu esses caras?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não – respondi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Também não – respondeu ele –, mas eu tenho a fita demo, é legal...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a banda atacou. Guitarra, baixo e bateria, tocado de forma alta, suja e, sobretudo, muito bem ensaiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A gente ensaiava religiosamente todo sábado e todo domingo, o dia todo”, disse Macello Medeiros, baterista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estúdio de ensaio era em um quarto nos fundos da casa da avó dele, dona Maria, que liberou o espaço sem hesitar nem reclamar do barulho. Se os Paralamas do Sucesso homenagearam vovó Ondina, a avó de Bi Ribeiro, pelo mesmo motivo na musica “Vovó Ondina é gente fina”, Macello, André e Lelê homenageariam vovó Maria no nome da banda: Maria Bacana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro motivo – menos nobre – do nome é o fato dele conter as mesmas iniciais da banda antiga do trio, chamada Master Brain. Heavy Metal cantado em inglês com referencia em Black Sabath, Metallica e Iron Maiden “até que André descobriu os Mutantes e chegou dizendo que tinha feito musicas novas”, diz Macello.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para André Mendes (guitarra e voz) tanto quanto Mutantes, uma forte influencia foi Ratos de Porão: “ali eu percebi que podia fazer um som pesado cantando em português”, disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com nome novo e musicas novas, gravaram uma fita demo composta por três musicas e bateram (via Correios) nas portas de diversas gravadoras e selos independentes (que pipocavam) no Brasil. Uma dessas portas foi a do jornalista Sergio Espírito Santo, que trabalhava naquele momento na produção de um CD só com novas bandas do Brasil, que se chamaria Brasil Compacto e que seria lançado pela Rockit!, selo criado pelo guitarrista da Legião Urbana, Dado Villa-Lobos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Ouve isso aqui – pediu Espírito Santo e os três acordes com melodias cantadas em português atingiram em cheio o guitarrista da banda que, 10 anos antes, se tornara a maior em vendas no Brasil a partir de um primeiro disco recheado de três acordes com melodias cantadas em português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Recebi uma fita K7 com três faixas e bateu na hora. Não existia vídeo, o material fotográfico era precário, sabíamos apenas que vinham de Salvador. Foi só a musica. A música contagiou a todos no escritório e logo pensamos em como viabilizar o projeto de um disco. Era algo que estávamos buscando – diz o então dono de gravadora Dado Villa-Lobos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O simples e singelo verso “você me faz pensar” da musica Caroline, composta na tal fita demo, fez Dado comentar assustado “tem uma musica do Aborto Elétrico que nunca foi lançada que fala ‘você me faz pensar’”, disse ele, sobre a banda que depois viraria Legião Urbana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a participação garantida na coletânea Brasil Compacto, a Maria Bacana tocou em todos os buracos de Salvador, sempre chamando a atenção de um publico ainda pequeno, porém, a todo o momento, cada vez maior. Esses shows foram fundamentais para preparar a banda para o lançamento do Brasil Compacto, no festival Humaitá pra Peixe, Rio de Janeiro, no final de 1995.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Não tinha muita gente, mas todo mundo que tava la tinha a ver com a coisa – relembra André.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Vim aqui só pra ver o show de vocês”, disse Fred, então baterista dos Raimundos, para ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O show foi impecável. Somado aos ensaios exaustivos que se obrigavam a ter, os inúmeros shows nos inferninhos de Salvador deixaram a banda extremamente competente em cima de um palco, sempre impressionando pelo impacto de ser um trio que sabia tocar alto, pesado e, no meio disso tudo, ainda garantir o espaço da melodia. O assoviável dos Mutantes com os três acordes do punk rock.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Podemos dizer que o pré-emo esta ali – avalia Dado, sem ser pejorativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos Raimundos, estavam presentes nesse show músicos do Planet Hemp, Little Quail e Rappa, assim como jornalistas e a MTV, todos rasgando elogios ao trio. Em uma época onde só se falava de maconha e putaria no rock, uma banda falando de coisas mais existenciais e até mais ingênuas foi um sopro de vida até para os próprios responsáveis pela maconhagem e pela putaria. Em pouco tempo, a imprensa de Rio e SP (e fanzines Brasil afora) se rendeu. “Legião Bacana” dizia uma das matérias da revista Bizz, fazendo uma inevitável comparação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Em pouco tempo a gente estava sendo elogiado por quem a gente admirava – assume André, antecipando um dos fatores que seria responsável pela mudança da maré.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o show empolgou tanto a produção que a banda foi de ônibus e voltou de avião, numa época em que andar de avião não era tão acessível, ainda mais se tratando de uma banda de rock de Salvador. O aeroporto ainda se chamava Dois de Julho. Do ponto de vista histórico, os anos 1990 foram ontem, acabamos de vivenciá-los, mas ainda assim é assustadoramente diferente dos dias atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/RuoyXVZSE-s" allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das bandas do Brasil Compacto, três tiveram investimentos para um vídeo clipe: a também iniciante Eddie, de Pernambuco; Tiroteio, de São Paulo; e Maria Bacana. Feito por Raul Machado, premiado diretor naquele meio de década, o clipe de “Caroline” passava com certa freqüência na MTV, em uma época em que isso era como uma banda de rock de Salvador andar de avião. A banda ainda concorria ao importante premio de Banda Revelação pela revista Bizz, também em uma época em que isso...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Ali, se um clipe seu passasse uma única vez na MTV, você tinha até 15 dias pra aproveitar a fama e ser reconhecido na rua – diz Rogério Big Brother, produtor cultural de Salvador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversando com ele sobre o tema “bandas que achávamos que iam chegar la, mas não chegaram”, ele disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– E Lacertae? – banda sergipana que também estava na coletânea Brasil Compacto. – Os caras saíram de Lagarto, no interior do interior de Sergipe e foram direto, sem escala, pra São Paulo. Todo mundo da MTV dizendo que eles eram legais, todo mundo da Bizz dizendo que eles eram legais, a Folha de São Paulo dizendo que eles eram legais, ficaram seis meses em São Paulo com todo mundo dizendo que eles eram legais, mas ai, de repente, as pessoas que achavam eles legais foram desaparecendo, desaparecendo e eles voltaram pra Lagarto – finaliza Big Brother.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a Maria Bacana o ano de 1996 começava com indícios de que o “chegar la” era questão de tempo. A correnteza de acontecimentos se encarregaria de levar a banda. Os shows em Salvador estavam sempre cheios e o tão sonhado primeiro disco finalmente seria gravado. Agora seria um disco só deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram pro Rio de Janeiro e ficaram hospedados na casa do diplomata Jayme Villa-Lobos, pai do guitarrista. Um dos motivos para isso foi o barateamento da produção, economizando com hotel. Ironicamente, essa economia significava uma cobertura na Gávea, só para eles, três pirralhos de Salvador...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Naquele momento a gente percebeu que a coisa era muito mais do que uma “simples” relação gravadora-banda. Houve uma identificação, uma admiração e, principalmente, uma amizade entre a gente. Foi tudo muito acolhedor – disse André.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O local escolhido para a gravação foi o mega estúdio novinho em folha A.R., então conhecido como “o melhor estúdio do Brasil”, e foi produzido por Dado Villa-Lobos e por um promissor produtor ainda não tão conhecido, como viria a ser, chamado Tom Capone.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A banda vai estourar”, dizia o burburinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tive algumas oportunidades de conversar com Tom Capone e em uma delas o assunto foi Maria Bacana:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Aquela banda era foda e aquelas musicas são fodas. A única coisa que eu me arrependo é que eu não tive tempo pra mixar o disco. Quem mixou foi um cara que faz a mixagem dos discos do Djavan, ai ele deixou tudo meio limpinho... – lamentou Capone, que veio do underground de Brasília e enquanto trabalhava com Maria Bacana já estava sendo requisitado para as mais altas produções fonográficas. Colocando uma sonoridade inovadora por onde passava, artistas consagrados como Gilberto Gil, Barão Vermelho e Skank também passaram a clamar por seu talento. Como produtor do primeiro disco da cantora Maria Rita, ganhou um Grammy em 2004. Após receber o premio, saiu pelas ruas de Los Angeles em sua Harley Davidson, sofreu um acidente de transito e morreu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-o5XXKKodY3U/To7t40qJziI/AAAAAAAADYc/eesR5LVkgdY/s1600/cd.jpeg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 280px; height: 280px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-o5XXKKodY3U/To7t40qJziI/AAAAAAAADYc/eesR5LVkgdY/s400/cd.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5660723342115196450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Com o disco gravado, a Maria Bacana tocou no festival Close-up, em São Paulo, ao lado de David Bowie, No Doubt e outras bandas iniciantes que, como eles, ainda eram promessas: Charlie Brown Jr, Pavilhão 9, Skamundongos e a conterrânea Catapulta. Todas elogiadas pela MTV, Bizz e Folhas, todas na corrida pelo pódio e com chances de vitoria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessas bandas, Skamundongos sumiu; Catapulta, com o inevitável trocadilho, não catapultou; Pavilhão 9 conseguiu algo, mas nada comparável ao Charlie Brown Jr, que quebrou todos os recordes de vendas e de paciência. E Maria Bacana...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o show no Humaitá pra Peixe foi incrível porque foi para um pequeno grupo seleto, esse foi mais incrível ainda porque foi para uma pequena multidão, com milhares de pessoas cantando juntos musicas da Maria Bacana. “Agora vai”, pensaram todos os envolvidos, inclusive Rafael Borges. Se já não bastasse a imprensa comparar a Maria Bacana com a Legião Urbana, de o guitarrista desta ser o produtor executivo e musical do disco, agora era Rafael Borges, o empresário da própria Legião Urbana, quem apostava neles. “Agora vai.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Macello lembra de uma noite em que ele foi tomar uma cerveja com um técnico da equipe e no meio da bebedeira ele descobriu que eles seriam os outros que trabalhariam no lugar da Legião Urbana. Depois de um “não sei se digo”, o tal técnico disse:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Rafael ta colocando toda a equipe da Legião pra trabalhar com vocês, ele falou pra gente que quer transformar vocês num novo Legião Urbana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas acontece que um tal de destino apareceu por la. E o que parecia ser vantajoso se tornou o inverso. Em outubro daquele ano, Dado Villa-Lobos e Rafael Borges tiveram de esquecer a Maria Bacana e todas as outras bandas com que trabalhavam – Dado com as da sua gravadora e Rafael com todo seu elenco que incluía, entre outros, Cássia Eller e Kid Abelha – para cuidar dos interesses de apenas uma banda. Naquele mês, a Legião Urbana terminava suas atividades com a morte de Renato Russo e as pessoas mais próximas a ele eram justamente as pessoas de quem dependia o trabalho da Maria Bacana. E tudo isso justamente no peculiar momento de lançamento de um primeiro disco. Ninguém conseguia fechar shows com a Maria Bacana, ninguém encontrava os discos nas lojas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Legião Urbana, banda que de certa forma gerou a chance de sucesso da Maria Bacana, com o seu fim, gerou também o fim da Maria Bacana? Esse motivo, por mais intrigante e irônico que pareça, seria simples demais se fosse o único.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dado Villa-Lobos avalia de forma mais fria e traz argumentos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Foi um momento conturbado pra mim, para Rafael e todos à nossa volta, talvez esse seja um de vários motivos do "fracasso", não o único... Os discos não chegavam às lojas porque a distribuidora EMI/Virgin não colocava; não colocava porque não havia demanda; não tinha demanda porque não tocava no rádio; não tocava no rádio porque não tínhamos a montanha de dinheiro exigida pro jabá. Impossível querer de um selo como a Rockit! financiar o "marketing" vigente à época, algo a se lamentar, pois havia a confiança na possibilidade de a Maria Bacana alcançar algum êxito no plano nacional, mas faltou dar um passo além, faltou jabá. Simples assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passada a fase do luto, passava com ela a fase dos elogios e chegava-se a fase seguinte, o tal passo além, a fase do dinheiro. Tem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Macello lembra também de depois de um show, no meio do camarim, uma produtora renomada entrou e foi bem direta:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Se tiver 50 mil reais eu estouro. Com Charlie Brown Jr precisei de R$150 mil, mas com vocês só preciso de R$50 mil, tem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma época estranha esse fim dos anos 1990. As chamadas grandes gravadoras estavam desmoronando em praça publica, mas ainda assim se buscavam contratos com elas e ainda assim se usavam as mesmas ferramentas que estavam fazendo aquele próprio império ruir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo antes da morte de Renato Russo, Rafael Borges já sabia que o futuro da “sua” grande banda era mais que incerto. A fila precisava andar e tudo indicava que era a vez da Maria Bacana. Mas saber que o próprio produtor das duas bandas pensava de forma tão megalomaníaca mexeu com a cabeça de André, principalmente depois de que nada passou a acontecer de fato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Cadê a turnê? – se perguntavam os três e a resposta era sempre “a Rockit! não tem dinheiro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um instante, de uma hora pra outra, Dado Villa-Lobos foi de guitar-hero a vilão. Entre desentendimentos e impulsos juvenis, a banda, com exceção de Macello (o mais velho dos três), passou a responsabilizá-lo pela desilusão e decidiram ignorar o contrato e tudo o que já tinha sido feito. Que “livres” e que apenas com Rafael Borges eles conseguiriam um outro contrato, dessa vez com uma grande gravadora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje lamentam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Fomos escrotos e filhos da puta com Dado. Subi no salto, eu pensei ‘eu sou foda’ e vou fazer o que quiser... Fazer o que? Num momento eu sou um guri de Salvador, da cidade baixa e de repente eu estava no Rio, sendo chamado de gênio... Tinha dezessete anos, não segurei a onda, é uma pena – diz André.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de uns dez anos sem saber dele, liguei pra Lelê, baixista, pra ouvir sua versão:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– A verdade é que a gente vacilou com Dado e com todos na Rockit!, a gente endoidou. Ele foi um guerreiro, conseguiu diretores de vídeo clipe, abriu a casa do pai dele pra gente, pagava nossas passagens e a gente deu mole. Tudo foi rápido demais, em um instante já queríamos algo bem maior... Ele ainda mandou uma carta pra cada um de nós, pedindo pra gente não procurar outra gravadora, gravar um segundo CD com ele, mas recusamos e naquele momento eu também já estava pensando em sair.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em sua carreira, além do Close-up em São Paulo, a Maria Bacana fez algumas apresentações interessantes, como a abertura dos shows de Cássia Eller na Concha Acústica, em Salvador, e no Canecão, no Rio de Janeiro (após o show a cantora Elba Ramalho fez questão de ir no camarim conhece-los); tocou no inovador evento Expo Alternative, também no Rio e no festival Abril pro Rock, em Pernambuco. E cancelou alguns de forma irresponsável. Havia um publico enorme em Aracaju, recebiam inúmeras cartas de la e Rafael Jr, musico e produtor cultural da cidade fechou um show com a banda. Mas, na véspera, André desmarcou, colocando mentiras e burocracias no rock, ao dizer que a Rockit! os proibiu de tocarem nesse evento, quando o verdadeiro motivo foi o de que o evento não tinha sido fechado por Rafael Borges.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Marquei o show, tudo bem acertadinho, claro e limpo. Fiz cartaz, busquei patrocinadores, comecei a divulgar e quando consegui falar com eles (depois de um tempo dizendo que “não estavam”), vieram com uma conversa esquisita de que foram proibidos pela gravadora de tocar – relembra Rafael Jr, que, imediatamente, através de uma carta, entrou em contato com a Rockit! pra deixar clara a sua indignação, questionando “como eles (um selo alternativo) atrapalharam um pequeno produtor que fazia o rock gerar e trabalhava com seriedade, pela música, fazendo as coisas acontecerem numa cidade provinciana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sérgio Espírito Santo, ao ler a carta, ligou na hora. E pra surpresa de Rafael Jr, disse que a Rockit! não tinha nada a ver com aquilo, que nem sabiam do evento e que todos la também estavam decepcionados com eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Macello, o único a discordar das atitudes dos companheiros (e que estava atento a todas as nuances), isso foi o começo do fim. Isso e o fato de Lelê ter pedido as contas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Deixei a banda porque estava sentindo a necessidade de construir uma família e a banda já não me dava mais garantias nenhuma... Ou investia no meu sonho de rock and roll ou montava uma família com minha esposa; optei pela família e abandonei meu grande sonho que até hoje me persegue – resigna-se o baixista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para André e Macello, o tecido do sonho do rock ainda se mantinha, mas os fios já começavam a se esfarrapar. Sem Lelê, testaram inúmeros baixistas, mas nenhum conseguiu trazer aquela vibração de volta. Com nova formação, gravaram uma outra fita demo e bateram na porta de outro Rafael. Rafael Ramos, que estava naquele show de lançamento pra um grupo seleto e ficou na frente do palco, hipnotizado, vendo a Maria Bacana tocar. Rafael Ramos, o responsável direto pelo surgimento dos Mamonas Assassinas e que naquele momento era um produtor musical promissor (produziria Los Hermanos e Pitty) respondeu logo em seguida e disse que tinha total interesse em produzir o segundo disco deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com essa promessa, André pensou que estavam salvos. Mas Rafael só se mostrou empolgado até o momento em que ouviu as novas musicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Aconteceu que aquela banda que ele gostava não existia mais – assume André, melancolicamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, enfim, melancolicamente, aquela banda então, literalmente, deixou de existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-Qw1De9T389I/To7uUiZY6bI/AAAAAAAADYk/PFplSYt1Yc0/s1600/12794_1141326424.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 396px; height: 287px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Qw1De9T389I/To7uUiZY6bI/AAAAAAAADYk/PFplSYt1Yc0/s400/12794_1141326424.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5660723818249382322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Dez anos depois, em 2007, André, Lelê e Macello se reuniram novamente numa festa de um amigo em comum, como aquela festa dos Dead Billies.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– Esse dia foi uma coisa incrível, parecia que nunca tínhamos parado, foi algo mágico, impressionante, sobrenatural. Macello fazia “3,4” e a musica entrava. É uma das sensações que vou levar pra sempre comigo – se emociona Lelê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;– O que fica são as canções, Primavera, Caroline, Luvas, Bem Pensado... Como gravadora não correspondemos à expectativa do artista, expectativa essa meio fantasiada pelos sonhos do próprio artista. Esse mundo é cruel! – finaliza Dado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-2656119487924353314?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/2656119487924353314/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=2656119487924353314' title='48 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2656119487924353314'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2656119487924353314'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/10/saga-da-maria-bacana.html' title='A SAGA DA MARIA BACANA'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-nxUbeaSsuUE/To7tyXMe29I/AAAAAAAADYU/G7HaIveTaAQ/s72-c/mariabacana96%2Bpor%2Bmarcos%2Bbragatto%2BRock%2BEm%2BGeral.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>48</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-2924562639374852507</id><published>2011-10-05T08:03:00.007-04:00</published><updated>2011-10-05T08:57:44.499-04:00</updated><title type='text'>SALVADOR NA ROTA DOS EVENTOS DE HQ</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-V3OrUwQwqEI/ToxNIZoqqfI/AAAAAAAADXs/dw-SJblVrNw/s1600/faq_personagens.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 318px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-V3OrUwQwqEI/ToxNIZoqqfI/AAAAAAAADXs/dw-SJblVrNw/s400/faq_personagens.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659983638413617650" /&gt;&lt;/a&gt;Salvador periga entrar no circuito nacional dos grandes eventos ligados aos quadrinhos e às artes gráficas. Pelo menos, é que se espera, a partir da realização da primeira edição do Festival Anual de Quadrinhos (FAQ), que começa amanhã e vai até domingo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As expectativas são as melhores. Alguns dos principais nomes dos quadrinhos brasileiros e baianos estão escalados para participar de palestras, premiações, encontros com os leitores, oficinas, tardes de autógrafos, apresentações de peças, shows e outras atividades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-NAcs97NGpX0/ToxOMOOMIaI/AAAAAAAADX0/riqtWqi_HQg/s1600/Mauricio%2Bde%2BSousa%2B048.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 337px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-NAcs97NGpX0/ToxOMOOMIaI/AAAAAAAADX0/riqtWqi_HQg/s400/Mauricio%2Bde%2BSousa%2B048.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659984803580879266" /&gt;&lt;/a&gt;A abertura, amanhã no Teatro Eva Herz (Livraria Cultura), contará com a presença do maior e mais bem sucedido quadrinista brasileiro em todos os tempos: Maurício de Sousa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O anfitrião será o baiano Luís Augusto, criador da tira Fala, Menino! e um dos idealizadores do FAQ, que entregará ao pai da Turma da Mônica o primeiro Troféu Lucas, pela contribuição para a História das Histórias em Quadrinhos nacionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O FAQ é uma maneira de tentar movimentar o mercado, responder a uma demanda que sabemos que existe”, diz Luís.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Queremos ver esse primeiro evento como um aperitivo. A intenção é promover a turma local e premiar tanto profissionais, quanto amadores. Queremos que as pessoas esperem pelas próximas edições. Esse vai ser o evento no qual as pessoas que querem entrar na área possam ter contato com os principais nomes. Até por que alguns deles estão vindo para passar conhecimento”, detalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Luís, o  empresariado precisa saber que “esse mercado existe. A garotada ama quadrinhos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outro nível, mais pessoal, ele, fã número 1 do Superman, diz que, “como nerd,  sinto muito falta de ter outro nerd para conversar. É chato ficar sem ter com quem discutir o fim da cueca do Superman ou a transa do Batman com a Mulher-Gato. Ninguém leva a sério essas coisas”, queixa-se, entre risos.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Elenco de primeira&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-OmHPGYb4jxQ/ToxOWMovmfI/AAAAAAAADX8/cN3CR7XmUb4/s1600/tiradahmer00876.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 127px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-OmHPGYb4jxQ/ToxOWMovmfI/AAAAAAAADX8/cN3CR7XmUb4/s400/tiradahmer00876.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659984974954076658" /&gt;&lt;/a&gt;Entre os convidados nacionais, pode-se listar alguns dos nomes mais badalados da atualidade, como André Dahmer (Malvados, tira ao lado), Rafael Grampá (Mesmo Delivery), Fábio Moon &amp; Gabriel Bá (Daytripper), Gustavo Duarte (Có!, Taxi), Laudo Ferreira (Yeshuah) e Caeto (Memória de Elefante), entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da Bahia, alguns dos nossos melhores talentos marcarão presença, como Antonio Cedraz (Xaxado), Flávio Luiz (O Cabra) e Bruno Aziz (Rock Sujo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Consagrado Mestre do Quadrinho Brasileiro, Cedraz comemora o evento: ”Espero que seja o ponto de partida, para que eventos dessa natureza venham a colocar a Bahia na rota dos festivais de quadrinhos. Torço por isso e gostaria de colaborar sempre ”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como (ainda) não dá para incluir todo mundo, ele espera mais participação local no próximo FAQ: “Marcos Franco e o Estúdio Fúria, de Feira de Santana, o  pessoal que fez o São Jorge da Mata Escura e o premiado Lucas da Feira,  Hector Salas. Gente que realmente promove a HQ baiana, e no entanto, foram deixados de fora”, lamenta Cedraz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já Flávio Luiz acha “louvável e digna de prêmio a iniciativa. Já estava na hora de Salvador fazer parte do mapa desses eventos, haja vista a sempre significativa participação de artistas baianos nas feiras e convenções  que acontecem ao longo do ano pelo Brasil”, reitera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ele, o mais importante é “conseguir com que tenha Festival  todo os anos. Eventuais equívocos de organização  certamente serão corrigidos nas próximas edições”, considera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Artistas e organizadores em prol de calendário nacional&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Salvador nunca recebeu tantos artistas importantes dos quadrinhos ao mesmo tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-8oJYUmOv7mc/ToxOesfDJrI/AAAAAAAADYE/s0coIkBG5ho/s1600/taxi.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 398px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-8oJYUmOv7mc/ToxOesfDJrI/AAAAAAAADYE/s0coIkBG5ho/s400/taxi.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659985120942302898" /&gt;&lt;/a&gt;Por exemplo: neste sábado, a comic shop RV Cultura &amp; Arte receberá praticamente um who’s who da HQ brasileira atual. Estarão lá André Dahmer, Fábio Moon &amp; Gabriel Bá, Gustavo Duarte, Flávio Luiz, Mário Cau e Rafael Grampá. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Confesso que relutei um pouco em aceitar o convite por medo de avião”, conta André. “Mas a expectativa é grande, por que as coisas ficam muito concentradas no Sudeste. Então, quando pinta um convite assim, eu gosto muito”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele acredita que é viável, como acontece nos Estados Unidos e Europa, o Brasil ter um calendário fixo de grandes eventos ligados à HQ e cartum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Em um pais que produz tanto, com tradição de artes gráficas, cartum, charge, esses eventos deveriam ser naturais. Temos história, como na Argentina e na França. Então, é meio absurdo que ainda não tenhamos um calendário”, acredita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maurício de Sousa, do alto de seus 52 anos de carreira, acha que este,felizmente, já é um caminho sem volta. "Sem dúvida. Estamos nos encaminhando rapidamente para isso (estabelecer um calendário de eventos)".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com orçamento “em torno de R$ 100 mil”, o FAQ foi viabilizado pelo Fazcultura. “Já estamos correndo atrás da edição 2012”, garante Luís Augusto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CONFIRA A PROGRAMAÇÃO:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-SlPC4P7-VYM/ToxUNP9b2YI/AAAAAAAADYM/DRp8feLwmys/s1600/preview_mesmo.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 149px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-SlPC4P7-VYM/ToxUNP9b2YI/AAAAAAAADYM/DRp8feLwmys/s320/preview_mesmo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5659991418297112962" /&gt;&lt;/a&gt;06.10.11, 19h30 às 21h30, Teatro Eva Herz: Abertura Oficial do Festival Anual de Quadrinhos: Bate Papo entre Mauricio de Sousa e Luis Augusto. Premiação do Salão de Humor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07.10.11, 9h às 10h30, Câmara de Vereadores de Salvador, Homenagem Mauricio de Sousa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07.10.11, 14h às 17h, RV Cultura e Arte, Oficina de “Quadrinhos Mudos”, com Gustavo Duarte&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07.10.11, 14h30 às 16h30, Teatro Eva Herz, Bate-Papo Mercado de Quadrinhos na Bahia: como anda e como entrar! Com: Antônio Cedraz e Flavio Luis Mediação: Luis Augusto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07.10.11, 17h às 19h30, Teatro Eva Herz, Bate-Papo Quadrinhos Biográficos&lt;br /&gt;Com: Caeto, Laudo Ferreira e Toni Rodrigues Mediação: Luis Augusto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;07.10.11, 20h, Livraria Cultura, Noite de Autógrafos: Memória de Elefante, de Caeto, Histórias do Clube da Esquina, de Laudo Ferreira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08.10.11 e 09.10.11, 9h às 17h, Livraria Cultura, Espaço infantil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08.10.11, 10h às 17h Livraria Cultura, Stand de Caricaturas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08.10.11, 09h às 12h RV Cultura e Arte, Oficina de Mangá, Com Shirubana e Soni&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08.10.11, 14h às 17h RV Cultura e Arte, Oficina de Quadrinhos Biográficos – construção de narrativas Com Caeto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08.10.11, 14h às 15h30, Teatro Eva Herz, Bate-Papo Quadrinhos em Outras Mídias&lt;br /&gt;Com: Luis Augusto, Luis Adolfo de Andrade e Mario Cau / Lançamento do serie animada da Fala Menino! Produção da RX 30 e Origem. Dur. 7mim&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08.10.11, 15h30 às 17h, Teatro Eva Herz, Bate-Papo Humor em seus diversos formatos Com: André Dahmer, Minêu e Will Leite Mediação: Luis Augusto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08.10.11, 17h, RV Cultura e Arte, Feira de Autores, com a presença de: André Dahmer, Fábio Moon, Flávio Luiz, Gabriel, Bá, Gustavo Duarte, Mário Cau e Rafael Grampá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;08.10.11, 20h, Livraria Cultura, Lançamento de Livro, MSP 50, com Sidney Gusman, O Menino que Não Era, “Fala Menino! As Tiras em Quadrinhos e A cartilha “Igual a Tudo na Vida”, Luis Augusto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09.10.11, 14h às 16h, Teatro Eva Herz, Bate-Papo Artista Jovem de Quadrinhos Com: Bruno Aziz, Pedro Franz e Rafael Grampá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;09.10.11, 19h30, Teatro Eva Herz, Show musical: Banda Set7e, Com participação especial do LDM Cosplay&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-2924562639374852507?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/2924562639374852507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=2924562639374852507' title='17 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2924562639374852507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2924562639374852507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/10/salvador-na-rota-dos-eventos-de-hq.html' title='SALVADOR NA ROTA DOS EVENTOS DE HQ'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-V3OrUwQwqEI/ToxNIZoqqfI/AAAAAAAADXs/dw-SJblVrNw/s72-c/faq_personagens.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>17</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-1719665255951241407</id><published>2011-09-29T08:02:00.009-04:00</published><updated>2011-09-29T10:00:33.964-04:00</updated><title type='text'>A GUERRA NOS GIBIS</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Combate Inglório: a pioneira e censurada revista contra a guerra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-Wm3QvG7WH2I/ToRl8cLiAkI/AAAAAAAADXU/EeGxBkyVyI8/s1600/Combate-Inglorio-Inimigo-1g.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 276px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-Wm3QvG7WH2I/ToRl8cLiAkI/AAAAAAAADXU/EeGxBkyVyI8/s400/Combate-Inglorio-Inimigo-1g.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657759120915300930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em 1965, quando os protestos contra a guerra no Vietnã mal tinham começado nos Estados Unidos, uma revista em quadrinhos se adiantou e ousou se insurgir contra a ideia de enviar soldados americanos ao conflito, o falso patriotismo disfarçado de manipulação ideológica e contra a própria ideia de guerra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tudo isto, Blazing Combat só durou quatro números – mas entrou para a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E as razões para tal honraria são muitas. Todas elas estão disponíveis para o leitor brasileiro conferir no álbum Combate Inglório, que reúne os quatro únicos números de Blazing Combat em uma edição caprichada, que chegou há pouco às livrarias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar, os criadores envolvidos na empreitada foram alguns dos melhores da história das narrativas sequenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O responsável por todos os roteiros foi Archie Goodwin (1937- 1998), um dos mais prolíficos roteiristas e editores das HQs norte-americanas. Pense em qualquer título da Marvel ou da DC, e a mão de Goodwin certamente passou por ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Narrativa precursora&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-H-RJAhDRkFY/ToRmCOSFsII/AAAAAAAADXc/ZpzGNCMflPo/s1600/blazing_combat2p12.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 279px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-H-RJAhDRkFY/ToRmCOSFsII/AAAAAAAADXc/ZpzGNCMflPo/s400/blazing_combat2p12.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657759220263923842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Entre os desenhistas, só “monstros sagrados” como Alex Toth (designer dos melhores desenhos da Hanna-Barbera), Gene Colan (A Tumba do Drácula), Wally Wood (Mad), John Severin (Kull), Al Williamson (Star Wars) e Gray Morrow (Void Indigo), entre outros. As capas eram de &lt;a href="http://rockloco.blogspot.com/2010/05/frazetta-paleta-de-fogo.html"&gt;Frank Frazetta&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado foi uma revista que, além da ousadia política que lhe custou a própria existência, legou alguns dos melhores contos de guerra em quadrinhos de todos os tempos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se dizer, sem medo de errar, que Blazing Combat foi influência decisiva para os criadores que vieram a revolucionar o gênero nos anos 1980, como Alan Moore e Frank Miller.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impossível ler histórias como Mantendo a Posição e Paisagem e não perceber que a sofisticada técnica de decupagem e narrativa cinematográfica de obras como Monstro do Pântano, Watchmen e Cavaleiro das Trevas já estava criada, 20 anos antes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-vhgOby2OxNQ/ToRlX6eVMdI/AAAAAAAADW8/z6gstfl977c/s1600/Combate%2BIngl%25C3%25B3rio.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 219px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-vhgOby2OxNQ/ToRlX6eVMdI/AAAAAAAADW8/z6gstfl977c/s320/Combate%2BIngl%25C3%25B3rio.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657758493392056786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Combate Inglório  / Archie Goodwin, A. Toth, J. Severin, W. Wood e outros / Gal Editora / 208 p. / R$ 42 / &lt;a href="http://www.blogger.com/www.galeditora.com.br"&gt;www.galeditora.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/z75jwHiQ444" allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Gen Pés Descalços é relato genial e sem retoques de Hiroshima&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-MB3KJ5sT23I/ToRlkaI68MI/AAAAAAAADXE/IqZC758kI48/s1600/gen1-vert.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 173px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-MB3KJ5sT23I/ToRlkaI68MI/AAAAAAAADXE/IqZC758kI48/s320/gen1-vert.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657758708050620610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sob qualquer ângulo que se analise, o mangá Gen Pés Descalços, de Keiji Nakazawa,  é um marco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É este dramático relato de sobrevivência na Hiroshima pré e pós-bomba atômica que finalmente chega ao Brasil em sua versão completa de dez volumes, traduzida diretamente do japonês pela Conrad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No reino do  mangá, Gen só pode ser comparada à obras magnas do gênero, como O Lobo Solitário, Akira e às fantasias de Osamu Tezuka (1928-1989), uma espécie de Walt Disney japonês, considerado o “Deus do Mangá”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E em relatos de tempos de guerra de caráter autobiográfico nos quadrinhos, Gen só pode habitar no  mesmo patamar de Maus: A História de um Sobrevivente (Cia. das Letras), o comovente relato de Art Spiegelman sobre como seus pais sobreviveram à Auschwitz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não a toa, é o próprio Spiegeman quem assina o prefácio do primeiro volume (de dois já lançados): “Eu me peguei lembrando das imagens e acontecimentos de Gen como se fossem memórias da minha própria vida, em vez de Nakazawa. (...) Gen lida com o trauma da bomba atômica sem hesitação. Não há godzillas ou supermutantes, somente realidades trágicas”, escreve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Grandeza após o sofrimento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-TTnymbh1KTk/ToRl06MvmKI/AAAAAAAADXM/0KwF5yhCFmY/s1600/Gen%2BP%25C3%25A9s%2BDescal%25C3%25A7os%2B-%2BPagina%2Bdo%2BMang%25C3%25A1.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 257px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-TTnymbh1KTk/ToRl06MvmKI/AAAAAAAADXM/0KwF5yhCFmY/s320/Gen%2BP%25C3%25A9s%2BDescal%25C3%25A7os%2B-%2BPagina%2Bdo%2BMang%25C3%25A1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657758991534495906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Keiji Nakazawa, assim como seu personagem principal, Gen Nakaoka, era apenas uma criança quando o Enola Gay largou a bomba sobre Hiroshima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como Gen, ele e sua mãe viram seu pai e seus irmãos soterrados, ainda vivos, serem queimados até a morte no incêndio que tomou a cidade e devastou o que a bomba não destruiu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse sofrimento indizível, Nakazawa tirou a força para criar uma obra gigantesca, que analisa a loucura da guerra no Japão antes e depois da bomba, um tempo em que a maior honra para uma família era oferecer os próprios filhos em sacrifício à grandeza do Japão e seu Imperador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-3ObjYNrCouE/ToR55rKiDVI/AAAAAAAADXk/z3naDk9zuwY/s1600/Gen-p%25C3%25A9s-descal%25C3%25A7os-2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 134px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-3ObjYNrCouE/ToR55rKiDVI/AAAAAAAADXk/z3naDk9zuwY/s200/Gen-p%25C3%25A9s-descal%25C3%25A7os-2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657781063630589266" /&gt;&lt;/a&gt;Na narrativa de Nakazawa, a loucura e a morte são expostas sem retoques.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gen Pés Descalços / Keiji Nakazawa / Conrad / 280 pgs. (em média) / R$ 24,90 cada volume/ &lt;a href="www.lojaconrad.com.br"&gt;www.lojaconrad.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://www.youtube.com/embed/ASUJkEScItE" allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;HQ utiliza referências fotográficas reais&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-z_3k6N6EMbQ/ToRlOHJV2SI/AAAAAAAADW0/4oVM8R4tTfo/s1600/GUERRA_1939_1945_capa___thumb.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 314px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-z_3k6N6EMbQ/ToRlOHJV2SI/AAAAAAAADW0/4oVM8R4tTfo/s400/GUERRA_1939_1945_capa___thumb.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657758324994988322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Álbum de estreia do brasileiro Julius Ckvalheiyro, Guerra 1939-1945  é uma HQ diferente sobre a 2ª Guerra Mundial. Fruto de intensa pesquisa nos arquivos de Nuremberg e da BBC de Londres, o autor conta uma história para cada ano do conflito, sempre a partir da visão em primeira pessoa de um soldado (ou um piloto de avião, ou um prisioneiro). A arte é toda em cima de referências fotográficas reais, com bom resultado visual em algumas HQs, e em outras, nem tanto. &lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;Guerra 1939-1945 / Conrad / 136 p. / R$ 29,90 / &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;a href="www.lojaconrad.com.br"&gt;www.lojaconrad.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-1719665255951241407?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/1719665255951241407/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=1719665255951241407' title='34 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1719665255951241407'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1719665255951241407'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/09/guerra-nos-gibis.html' title='A GUERRA NOS GIBIS'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-Wm3QvG7WH2I/ToRl8cLiAkI/AAAAAAAADXU/EeGxBkyVyI8/s72-c/Combate-Inglorio-Inimigo-1g.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>34</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-2670872295023945087</id><published>2011-09-27T07:41:00.009-04:00</published><updated>2011-09-27T15:56:13.597-04:00</updated><title type='text'>CANÇÕES SOBRE A PASSAGEM DO TEMPO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-VDMPFGx7Bso/ToG35je2_wI/AAAAAAAADWc/E7dMW7vruw8/s1600/theatrodeseraphin_by_Fernando_Udo_04.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 334px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-VDMPFGx7Bso/ToG35je2_wI/AAAAAAAADWc/E7dMW7vruw8/s400/theatrodeseraphin_by_Fernando_Udo_04.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657004806359154434" /&gt;&lt;/a&gt;Há duas semanas, a banda baiana Theatro de Seraphin (foto de Fernando Udo) fez um show no Bar Póstudo para lançar seu segundo disco, &lt;span style="font-weight:bold;"&gt;No Fim de Maio&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ocasião foi especial por diversas razões. A primeira foi poder degustar o novo trabalho de uma das bandas mais maduras e de personalidade mais forte do chamado “roque baiano”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda é celebrar a volta do grupo aos palcos locais após um bom tempo longe, período em que a banda perdeu o guitarrista Cezar Vieira (ex-brincando de deus) e reintegrou o membro fundador Candido Soto Jr. (ex-Cascadura).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Teve uma demora enorme mesmo. Começamos a gravar há quase um ano. Por outro lado, isso ajudou a dar uma amadurecida, no sentido de deixar o repertório mais redondo, fechou os arranjos, amadureceu o disco como um todo”, observa o baixista Marcos Rodrigues.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Produzido por Luis Fernando Apú Tude, No Fim de Maio foi gravado no esquema “ao vivo no estúdio” – decisão acertada, que construiu uma sonoridade coesa, enxuta, casando bem com a proposta da Theatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Foi uma decisão estética do produtor. Gravamos baixo, bateria, guitarra base e voz guia. Depois acrescentamos solos, voz definitiva e os instrumentos convidados, como o violoncelo de Fernanda Monteiro e o piano de Luisão Pereira (ambos Dois Em Um) e o trompete de Alex Pochat, por exemplo”, cita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Fim de Maio não chega a ser um disco temático, mas seu nível de amadurecimento e coesão são tão evidentes que sugerem o tema da passagem do tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“De fato, a melancolia, a coisa de lidar com o tempo é algo bem recorrente nas nossas músicas”, admite Marcos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas eu não diria que  é um tema do disco. É um tema da banda. Há aí uma densidade que é nossa característica. Essa pegada existencialista é a cara de Arthur – minhas próprias letras não são muito distantes disso. Talvez, num terceiro disco, haja um outro direcionamento”, analisa o músico e arquiteto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com dois veteranos da década de 1980 (Artur, ex-Treblinka e Marcos, ex-Via Sacra) e um dos anos 90 (Cândido) na formação, o grupo tem uma visão bem crítica do atual estado do rock baiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-U215TkLL9fA/ToG42yPf9xI/AAAAAAAADWs/50LIovwIONg/s1600/theatro%2Bde%2Bseraphin%2Bpor%2BMaritza.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-U215TkLL9fA/ToG42yPf9xI/AAAAAAAADWs/50LIovwIONg/s400/theatro%2Bde%2Bseraphin%2Bpor%2BMaritza.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657005858293282578" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-style:italic;"&gt;(Foto Maritza / fotolog.com.br/candidosottojr)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A cena rock está estilhaçada. Nem é exatamente uma cena. Você tem um monte de bandas cavando lugares para tocar, por que  não há um circuito. Não há rádios. E fora um ou dois blogs, não há muitos jornalistas cobrindo o que está acontecendo”, nota Marcos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para ele, o pior de tudo nem é tudo isso, e sim, a prevalência de bandas cover tocando na noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Lamento muito que hoje a gente abra o jornal e veja vinte bandas fazendo cover. Não digo que não deveria existir, mas agora elas são a  maioria. As autorais é que deveriam prevalecer”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A onda de bandas recorrendo às influências de MPB e música regional é outro ponto de discordância para Marcos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Nesse sentido, temos um certo radicalismo purista. A Theatro é uma banda de rock e acabou. Aqui não tem dendê”, demarca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Somos daqui, cantamos em português, nossa sonoridade nos situa  como banda baiana e brasileira. Sempre seremos  isso, independente de qualquer coisa. Por que tem essa onda regionalista aí que acho equivocada no sentido de que virou uma procura, uma busca para  se encaixar na moda”, crê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Tudo bem, podemos não soar nada de mais para a maioria das pessoas,  mas a gente gosta de dizer que somos uma banda de rock, e que, ainda por cima, tem uma linguagem que ainda consegue extrair algo desse estilo musical. E isso nos deixa orgulhosos”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Perfeição na maturidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-IJWgm3J4xl4/ToG4DoZiphI/AAAAAAAADWk/2Q4AdSr7zZo/s1600/capa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 390px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-IJWgm3J4xl4/ToG4DoZiphI/AAAAAAAADWk/2Q4AdSr7zZo/s400/capa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5657004979477718546" /&gt;&lt;/a&gt;Dizem que “rock maduro” é uma contradição em termos – mas gênios como Lou Reed e Neil Young estão aí para provar que não é bem assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Theatro de Seraphin, banda local cujo vocalista, o poeta Artur Ribeiro, já passou dos 50, é o nosso melhor exemplo nesse sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor de letras magistrais, impressiona também pela interpretação  plena de dor – expressa na voz rouca que parece vir das entranhas mais profundas. Tudo emoldurado por arranjos minimalistas, em uma obra de sonoridade sofisticada e suave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só uma banda com músicos tão experientes e bem formados poderia cometer um disco deste porte: coeso, de peso poético evidente e sonoridade exata, precisamente adequada à proposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O guitar hero Candido Soto Jr. é outro destaque, com intervenções melodiosas, preciosas. Um disco perfeito, para ouvir do início ao fim. Ouça hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;No Fim de Maio / Theatro de Seraphin / Independente / Download gratuito em MP3 de alta qualidade e encomendas do disco físico no site: http://theatrodeseraphin.com&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="560" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/jc8yT5D8Zrs" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-2670872295023945087?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/2670872295023945087/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=2670872295023945087' title='37 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2670872295023945087'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2670872295023945087'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/09/cancoes-sobre-passagem-do-tempo.html' title='CANÇÕES SOBRE A PASSAGEM DO TEMPO'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-VDMPFGx7Bso/ToG35je2_wI/AAAAAAAADWc/E7dMW7vruw8/s72-c/theatrodeseraphin_by_Fernando_Udo_04.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>37</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-199770171338915938</id><published>2011-09-23T08:09:00.006-04:00</published><updated>2011-09-23T08:21:28.350-04:00</updated><title type='text'>A GARRA DO MISTÉRIO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-dsI-xpjp7dY/Tnx4xaj-OAI/AAAAAAAADV8/RdkboOKDcF8/s1600/garra_cinzenta_miolo-67_thumb.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 277px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-dsI-xpjp7dY/Tnx4xaj-OAI/AAAAAAAADV8/RdkboOKDcF8/s400/garra_cinzenta_miolo-67_thumb.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5655528022409623554" /&gt;&lt;/a&gt;Um cientista com cara de caveira, louco e cruel, e suas aventuras entre múmias, robôs, mulheres fatais e investigadores de polícia são um prato cheio para qualquer apreciador de histórias pulp com altas doses de fantasia. Mais interessante ainda é se tudo isto ainda tiver uma origem incerta, misteriosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto é Garra Cinzenta (Conrad), uma pioneira HQ brasileira de horror e mistério dos anos 1930, que volta às livrarias em edição luxuosa de capa dura e uma interrogação ainda a ser respondida: quem a escreveu?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Publicada em capítulos de uma página entre 1937 e 1939 no jornal paulista A Gazeta, a HQ leva as assinaturas de Francisco Armond (roteiro) e desenhos de Renato Silva (1904 -1981).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último é razoavelmente conhecido. É o ilustrador de um clássico da literatura infanto-juvenil brasileira: Cazuza (1938), de Viriato Correia – além da conceituada série didática A Arte de Desenhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quanto ao roteirista Francisco Armond, ninguém sabe de quem se trata. A principal “suspeita”, até pouco tempo, recaiu sobre a poeta e jornalista carioca Helena Ferraz de Abreu (1906- 1979).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurado pelo  jornal Estado de São Paulo, o filho de Helena, Arnaldo (hoje com 80 anos) negou que sua mãe seja a autora de Garra Cinzenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mistério persiste. O dono (ou dona) da mente perturbada da qual saíram as aventuras sinistras do personagem ainda é desconhecido(a).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu legado, porém, sobreviveu ao tempo como uma preciosa raridade da cultura pop brasileira, muito graças ao esforço de colecionadores como Worney Almeida de Souza, que adquiriu 70% das chapas de impressão originais de outros colecionadores, recolhidas através das décadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1998, Worney publicou a série completa em um fanzine com tiragem limitada de 500 cópias. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E agora, nesta edição de luxo que só saiu graças ao seu trabalho anterior, assina o texto de apresentação, dando conta do tamanho da influência e do alcance da obra, que foi, inclusive, publicada no exterior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-R4uLbowq1hg/Tnx5bNNuK3I/AAAAAAAADWU/OabuOFJ8aZA/s1600/garra%2B2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 267px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-R4uLbowq1hg/Tnx5bNNuK3I/AAAAAAAADWU/OabuOFJ8aZA/s400/garra%2B2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5655528740381141874" /&gt;&lt;/a&gt;“Sabe-se, com certeza, de pelo menos duas edições internacionais: uma (...) na revista belga Le Moustique, e outra mexicana, da editora Sayrol. Mas é quase certo que existiram outras edições, graças ao poder divulgador da pirataria”, escreve Worney.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o pesquisador, o personagem ainda parece ter influenciado personagens das HQs americanas (o vilão Caveira Vermelha, da Marvel) e italianas (nos anti-heróis Satanik e Kriminal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cria direta da literatura pulp norte-americana, Garra Cinzenta se revela uma leitura até dinâmica e interessante – se o leitor ocasional souber contextualizar a narrativa criada nos moldes de mais de 70 anos atrás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a história ambientada em Nova York, os personagens são chamados de Higgins, Miller, Katy e outros nomes estrangeiros. Os diálogos e textos, conservados do jeito que foram escritos em 1937, guardam expressões involuntariamente  engraçadas, como “cair na esparrela”, entre outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/--WhswSuvYfE/Tnx5Tr-XAxI/AAAAAAAADWM/fNFtvpAF3Hk/s1600/Garra_Cinzenta_capa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 306px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/--WhswSuvYfE/Tnx5Tr-XAxI/AAAAAAAADWM/fNFtvpAF3Hk/s400/Garra_Cinzenta_capa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5655528611199255314" /&gt;&lt;/a&gt;Mas os desenhos de Silva, contudo, captam muito bem o contexto sombrio, tipo “vilão de cinema mudo” da série, e evoluem visivelmente ao longo da narrativa, atingindo grande impacto visual, especialmente  na segunda metade da HQ.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;GARRA CINZENTA / Francisco Armond e Renato Silva / Conrad / 128 p. / R$ 39,90 / www.lojaconrad.com.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-199770171338915938?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/199770171338915938/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=199770171338915938' title='15 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/199770171338915938'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/199770171338915938'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/09/garra-do-misterio.html' title='A GARRA DO MISTÉRIO'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-dsI-xpjp7dY/Tnx4xaj-OAI/AAAAAAAADV8/RdkboOKDcF8/s72-c/garra_cinzenta_miolo-67_thumb.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>15</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-5404638264083758888</id><published>2011-09-21T07:59:00.008-04:00</published><updated>2011-09-21T11:15:34.497-04:00</updated><title type='text'>GLAMOUR NO RAIO-X</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-YSThw-vEKdo/TnnT2OSAHLI/AAAAAAAADVM/2xtmJ7hLnvA/s1600/mad-men-wallpaper-don-draper-1024x819.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-YSThw-vEKdo/TnnT2OSAHLI/AAAAAAAADVM/2xtmJ7hLnvA/s400/mad-men-wallpaper-don-draper-1024x819.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654783735640366258" /&gt;&lt;/a&gt;Nos últimos 10 ou 15 anos, as obras culturais mais impactantes produzidas nos Estados Unidos não saíram do cinema (cada dia mais infantilizado), nem da música  ou mesmo da literatura – mas sim, do mais subestimado dos veículos: a televisão, especialmente através dos canais a cabo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após a pequena revolução causada pela série / marco Família Soprano (1999-2007), os espectadores ficaram cada vez mais exigentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A bola da vez é Mad Men, série ambientada no período histórico que mitificou a propaganda como uma profissão glamourizada: os anos 1960 pré-contracultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe frameborder="0" width="480" height="360" src="http://www.dailymotion.com/embed/video/xar3tw"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.dailymotion.com/video/xar3tw_6-mad-men-opening-title-sequences_shortfilms" target="_blank"&gt;6: Mad Men - Opening Title Sequences&lt;/a&gt; &lt;i&gt;por &lt;a href="http://www.dailymotion.com/HatakTRAILERS" target="_blank"&gt;HatakTRAILERS&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente em sua quarta temporada, a espetacular série do canal AMC (o mesmo das amplamente elogiadas Breaking Bad e The Walking Dead), que está fazendo tanto sucesso que teve dois livros publicados simultaneamente no Brasil: Mad Men - Comunicados do Front Publicitário (Record) e O Guia Não Oficial de Mad Men - Os Reis da Madison Avenue (Best Seller).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro é o livro de memórias do redator Jerry Della Femina. Foi nele que Matthew Weiner, ex-roteirista dos Sopranos e criador de Mad Men, se baseou para criar  a série.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lançado originalmente em 1970, é um magnífico painel do mundo publicitário norte-americano dos anos 60. Tornou-se um clássico do gênero e andava meio esquecido. Como seu livro serviu de inspiração à série, Della Femina ainda atuou como consultor técnico na primeira temporada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já O Guia  Não Oficial, de Jesse McLean, é justamente o que seu título promete: um manual de tudo o que se relaciona diretamente com Mad Men, relatando desde os bastidores da criação da série, até biografias dos atores, fichas técnicas e apreciações críticas de todos os episódios das duas primeiras temporadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;"OS CIGARROS E O DESEJO DE MORTE FREUDIANO"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-rlvoefAwtg4/TnnUOqorZVI/AAAAAAAADVc/2ahSGUrXA4s/s1600/mad.men.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 225px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-rlvoefAwtg4/TnnUOqorZVI/AAAAAAAADVc/2ahSGUrXA4s/s400/mad.men.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654784155568530770" /&gt;&lt;/a&gt;Uma das razões do sucesso estrondoso de Mad Men, a série, talvez resida no fato de que relatos sobre períodos de apogeu (ou decadência, dependendo do ponto de vista) sempre exerçam grande fascínio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E uma narrativa ambientada no centro nevrálgico do auge do capitalismo (as agências de propaganda da Madison Avenue nos anos dourados de John Kennedy), definitivamente se encaixa nesta descrição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O choque causado pelas mudanças dos costumes dos anos 1960 para cá é outro ponto de atração de Mad Men. É inevitável se chocar, especialmente quando se acompanha a série desde o início (as três primeiras temporadas estão disponíveis em DVD).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fumar, beber e trair a esposa eram, praticamente, exigências sociais – e o ambiente de trabalho é um dos locais preferidos para essas atividades. Fumava-se em reuniões de negócios, restaurantes, escritórios, cinemas e até em aviões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O episódio piloto é emblemático, pois ambienta o espectador no clima da série em sua forma mais pura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nele, os funcionários da agência Sterling Cooper, centro da narrativa, queimam os neurônios para driblar as dificuldades que tem pela frente nas campanhas do cigarro, já que o governo proibiu as agências de usarem o argumento – hoje, ridículo – de que eles são bons para a saúde”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mais engraçado é que uma pesquisadora da agência chega a antecipar aos “criativos” que o fascínio dos cigarros está intimamente ligado a um “desejo freudiano de morte”, já que, desde aquela época, já se sabia que os cigarros, na verdade, são nocivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-xMjZQ_l5ESQ/TnnUffM90HI/AAAAAAAADVk/Sg9mr-hweWM/s1600/mad-men-16732875jpg.jpeg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 266px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-xMjZQ_l5ESQ/TnnUffM90HI/AAAAAAAADVk/Sg9mr-hweWM/s400/mad-men-16732875jpg.jpeg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654784444557283442" /&gt;&lt;/a&gt;O argumento é a base de toda a propaganda de cigarros desde então, ligando-os a estilos de vida esportivos e radicais – mas Don Draper, o diretor de criação, rejeita a ideia. E joga o relatório da pesquisadora no cesto de lixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ato contínuo, acende um cigarro e serve-se de um drinque – embora ainda seja de manhã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Momentos de ironia finíssima como este fizeram de Mad Men um clássico televisivo instantâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;PRÊMIOS, GUIAS E GOLPES BAIXOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-v0BS5IPNDy0/TnnUCogzRsI/AAAAAAAADVU/9yb_nTNANIo/s1600/Mad-Men-03.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-v0BS5IPNDy0/TnnUCogzRsI/AAAAAAAADVU/9yb_nTNANIo/s400/Mad-Men-03.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654783948840191682" /&gt;&lt;/a&gt;No domingo passado, Mad Men, mais uma vez, bateu a concorrência fortíssima de seriados como Boardwalk Empire (de Martin Scorsese), Dexter e Game of Thrones, faturando o quarto prêmio Emmy (conhecido como o “Oscar da televisão americana”) consecutivo, de Melhor Série Dramática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O feito ilustra bem a estabilidade alcançada por Matthew Weiner na confecção da série. Mad Men, com sua narrativa constante, pontuada por momentos de introspecção e silêncios – que revelam mais sobre o interior dos personagens do que qualquer diálogo – nunca foi um estrondoso sucesso de audiência, nem nos Estados Unidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, como revela Jesse McLean no Guia Não Oficial, “a vantagem de ser exibida em um canal a cabo pequeno como o AMC (HBO, no Brasil) é que Mad Men jamais precisou se preocupar com a audiência, indulgência concedida sob a condição de que a série continue acumulando prêmios”, escreve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Jesse, a combinação do ambiente de uma agência de propaganda com os anos 1960 – além do extraordinário apuro dos roteiros, atores e direção de arte – é o segredo do sucesso do programa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Através do prisma das aventuras do independente e solitário Don Draper no mundo da publicidade dos anos 1960 em Nova York, o roteirista permite à audiência enxergar as várias facetas da cultura norte-americana, que vivenciou uma transformação devastadora naquela época excitante”, observa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;A realidade da propaganda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o livro que inspirou a série, Mad Men - Comunicados do Front Publicitário, ele é mais indicado aos interessados em propaganda (e na sua história e desenvolvimento) em si do que aos fãs do programa. Nele, não há Don Draper, Peggy Olson ou Pete Campbell.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Volume de memórias de Jerry Della Femina, há 50 anos no ramo da publicidade, seu texto flui com muita facilidade e agilidade, sempre com muito bom humor, contando tudo sobre os meandros do meio publicitário naqueles tempos analógicos, pré-revolução contracultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estão lá em suas páginas todas as loucuras inerentes ao meio: os golpes baixos para roubar contas alheias, a censura, o consumo desenfreado de álcool e drogas, a neurose dos redatores, os egos descontrolados dos diretores de criação e atendimento, métodos pouco ortodoxos de estímulo criativo etc – com um estilo ágil e franco, sem censura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É de se imaginar o rebu que deve ter causado no meio, à época de seu lançamento...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-VTbzQsESbO0/TnnUqdkS_KI/AAAAAAAADVs/TIunRTThcbo/s1600/Guia%2Bn%25C3%25A3o%2Boficial.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 216px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-VTbzQsESbO0/TnnUqdkS_KI/AAAAAAAADVs/TIunRTThcbo/s320/Guia%2Bn%25C3%25A3o%2Boficial.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654784633096830114" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;O GUIA NAO OFICIAL DE MAD MEN / Jesse McLean / Best Seller / 288 p. / R$ 29,90 /www.record.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-V1XGi8XykQw/TnnUyR2GM-I/AAAAAAAADV0/Ew8Ws98nRJQ/s1600/mad%2Bmen%2Bcomunicados.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 143px; height: 236px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-V1XGi8XykQw/TnnUyR2GM-I/AAAAAAAADV0/Ew8Ws98nRJQ/s320/mad%2Bmen%2Bcomunicados.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5654784767389217762" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;MAD MEN - COMUNICADOS DO FRONT PUBLICITÁRIO / Jerry Della Femina / Record / 288 p. / R$ 32,90 / www.record.com.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-5404638264083758888?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/5404638264083758888/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=5404638264083758888' title='22 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/5404638264083758888'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/5404638264083758888'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/09/glamour-no-raio-x.html' title='GLAMOUR NO RAIO-X'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-YSThw-vEKdo/TnnT2OSAHLI/AAAAAAAADVM/2xtmJ7hLnvA/s72-c/mad-men-wallpaper-don-draper-1024x819.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>22</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-7616645390806228107</id><published>2011-09-18T07:35:00.024-04:00</published><updated>2011-09-18T08:33:44.890-04:00</updated><title type='text'>MICRO-RESENHAS DE PRIMAVERA (MAS SEM VIADAGEM!)</title><content type='html'>&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Grande estreia aos 63 anos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-8ORKMEMcgB8/TnXbeEMzwrI/AAAAAAAADTE/zonMHSn8Y5k/s1600/Charles%2BBradley%2B-%2BNo%2BTime%2BFor%2BDreaming%2B%255BFront%2BCover%255D.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-8ORKMEMcgB8/TnXbeEMzwrI/AAAAAAAADTE/zonMHSn8Y5k/s320/Charles%2BBradley%2B-%2BNo%2BTime%2BFor%2BDreaming%2B%255BFront%2BCover%255D.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653666216803549874" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nem só da espetacular Sharon Jones (que só faltou botar o Teatro Castro Alves abaixo em junho último), vive o selo Daptone, especializado em black music. O fenomenal soulman (e encanador!) Charles Bradley lança seu álbum de estreia somente agora, aos 63 anos. E como diz o velho clichê, antes tarde do que nunca. O vozeirão rasgado ora lembra James Brown, ora evoca Otis Redding. Bem acompanhado pela Menahem Street Band, crava, sem favor algum, um dos melhores álbuns do ano, pleno de feeling, suor, sangue, sexo e verdade. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Charles Bradley / No Time For Dreaming (Importado) / Daptone Records / R$ 63&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Um sonzão de big band&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-xJodetWm1DU/TnXe6zTC1aI/AAAAAAAADUU/VPy0MFQwYRM/s1600/jools.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-xJodetWm1DU/TnXe6zTC1aI/AAAAAAAADUU/VPy0MFQwYRM/s320/jools.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653670009017390498" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ex-membro da banda oitentista Squeeze, o pianista inglês Jools Holland se notabilizou como o bonachão apresentador do programa musical Later... da BBC. Esperto, sempre aproveita para fazer jams com os convidados. Neste disco, algumas das melhores colaborações entre Jools, sua orquestra de rhythm &amp;amp; blues e nomes como Solomon Burke, Eric Clapton, Dr. John, Richard Hawley, Tom Jones e Michael “Egg in the mouth” McDonald. Sonzão de big band na caixa, Finding The Keys é um bálsamo de música real, tocada por gente de verdade. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Jools Holland &amp;amp; His R&amp;amp;B Orchestra / Finding The Keys: The Best of / Warner music / R$ 31,90&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Álbum cheio de vazio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-ZbkdLraNA98/TnXe103VhbI/AAAAAAAADUM/1LABS2U96ek/s1600/incubus-if-not-now-when.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZbkdLraNA98/TnXe103VhbI/AAAAAAAADUM/1LABS2U96ek/s320/incubus-if-not-now-when.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653669923538699698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Surgida no resto do tacho do estouro do rock alternativo, na segunda metade dos anos 1990, o Incubus sempre foi uma banda abaixo da média, o que não impediu que conseguisse dialogar com sua geração e amealhar um séquito de fãs. Em seu sexto álbum de estúdio, apresentam mais do mesmo e fazem os ouvintes perguntarem se esses caras estão vivos mesmo. If Not Now, When? é um disco que não causa absolutamente nada em que se dispõe  a ouvi-lo. Não há vibração, não há riffs marcantes, não há emoção, refrãos, nada. Nem para irritar essa banda serve. Fazer o que? &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Incubus / If Not Now, When? / Sony Music / R$ 24,90&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Perfis de Chuck&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-s5sE6ARUo6Q/TnXeQaUx-XI/AAAAAAAADTk/Tekp5uouM5k/s1600/chuck.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 153px; height: 236px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-s5sE6ARUo6Q/TnXeQaUx-XI/AAAAAAAADTk/Tekp5uouM5k/s320/chuck.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653669280759282034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cultuado pelo (superestimado) livro / filme O Clube da Luta, Chuck Palahniuk tem aqui uma razoável coleção de artigos e reportagens escritos para jornais e revistas. Destaque para um festival de sexo em Montana, um duelo de máquinas agrícolas e os perfis de Juliette Lewis e do escritor Ira Levin. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Mais estranho que a ficção / Chuck Palahniuk / Rocco / 272 p. / R$ 36,50 / rocco.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;HQ ou storyboard pré-fabricado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-1HB8ubV2GFU/TnXeXAgW3rI/AAAAAAAADTs/XD7UulmwiEg/s1600/cowboys-aliens-record.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 214px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-1HB8ubV2GFU/TnXeXAgW3rI/AAAAAAAADTs/XD7UulmwiEg/s320/cowboys-aliens-record.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653669394087599794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Só por que uma ideia parece original, não quer dizer que ela vá render. É isso que acontece com a HQ Cowboys &amp;amp; Aliens, que combina western com ficção científica e gerou um filme com Harrison Ford e Daniel Craig. Na verdade, parece que única finalidade da HQ foi esta: vender a ideia para o cinema. Os desenhos (do brasileiro Luciano Lima) são muito feios e a narrativa é capenga. Melhor esperar logo o filme, que estreia no dia 9 de setembro. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Cowboys &amp;amp; Aliens / Rosenberg, Van lente, Foley, Lima, Calero / Galera Record / 112 p. / R$ 42,90 / galerarecord.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Testemunho arrepiante&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-c-HFQMgzC8k/TnXetVMuvkI/AAAAAAAADUE/_Z51ZngSFZE/s1600/gil_scott_heron_im_new_here.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-c-HFQMgzC8k/TnXetVMuvkI/AAAAAAAADUE/_Z51ZngSFZE/s320/gil_scott_heron_im_new_here.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653669777599544898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há um sutil toque de tragédia na voz roufenha de Gil Scott- Heron (1949-2011), o bluesman que, por declamar – ao invés de cantar – ácidos manifestos sócio-políticos, foi frequentemente apontado como precursor do rap. “Não sei se devo levar a culpa por isto”, era sua resposta. Morto em maio ultimo, o homem que preconizou (ainda nos anos 1970) que a “revolução não será televisionada” deixa como testemunho final este último álbum, um arrepiante prenúncio do fim.  Os arranjos minimalistas emolduram com perfeição Me and The Devil (de Robert Johnson), New York is Killing Me e On Coming From a Broken Home. Para corações fortes. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Gil Scott-Heron / I'M NEW HERE / Lab 344 - XL Recordings / R$ 28,90&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Homenagem à altura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-sKJqBwd2aGE/TnXbRn924rI/AAAAAAAADS8/T8p-8OnCKeo/s1600/rave_on_buddy_holly.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-sKJqBwd2aGE/TnXbRn924rI/AAAAAAAADS8/T8p-8OnCKeo/s320/rave_on_buddy_holly.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653666003066217138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No ano em que completaria 75 anos, um elenco de primeiríssima se reúne para homenagear o grande Buddy Holly (1936-1959), um dos pioneiros do rock ‘n’ roll. O tributo se inicia com a melhor banda da atualidade, The Black Keys, mantendo a simplicidade (e a pungência) de Dearest. Sir Paul McCartney, sangue no olho, se esgoela  em It’s So Easy. Patti Smith emociona com Words of Love, My Morning Jacket idem com True Love Ways e Lou Reed experimenta (sem chatear) com Peggy Sue. Há ainda Julian Casablancas, She &amp;amp; Him, Cee-Lo Green e mais. Discaço. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Vários artistas / Rave On Buddy Holly / Universal / R$ 29,90&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Anarquistas literários, graças a Deus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/--oIQUigGdes/TnXd9I0S5nI/AAAAAAAADTM/vXf8FtH3KTo/s1600/anarquistas.gif"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 222px;" src="http://2.bp.blogspot.com/--oIQUigGdes/TnXd9I0S5nI/AAAAAAAADTM/vXf8FtH3KTo/s320/anarquistas.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653668949642110578" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Organizado por Antonio Arnoni Prado, Cláudia Leal e Francisco Hardman, este livro recupera textos de autores anarquistas escritos no Brasil, a maioria por imigrantes italianos e espanhóis, entre fins do século XIX e a década de 1930. Documento importante, ideologica e historicamente falando. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Contos anarquistas / Vários autores / WMF Martins Fontes / 340 p. / R$ 49,80/ wmfmartinsfontes.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Fuego en la bacurita&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-D7SuZNsnr0Q/TnXenaTF_hI/AAAAAAAADT8/gbgWs6dP1XI/s1600/fogo.jpeg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 110px; height: 181px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-D7SuZNsnr0Q/TnXenaTF_hI/AAAAAAAADT8/gbgWs6dP1XI/s320/fogo.jpeg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653669675889196562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mulher a frente do seu tempo, a escritora francesa Anaïs Nin (1903-1977) perseguia desejos como crianças correm atrás de pombos na praça. No terceiro volume de seus diários, ela deixa Paris para se afastar do marido e do amante (o escritor Henry Miller), vai para Nova York atrás de outro, o seu próprio analista, Otto Rank – mas o calor na bacurinha fala mais alto e, logo, lá vai ela de volta a Cidade Luz. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;FOGO: DIÁRIOS NÃO EXPURGADOS 1934 - 1937 / Anaïs Nin / L&amp;amp;PM / 480 p. / R$ 24 / lpm.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Os guarda-chuvas do delírio&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/--Le_Cff2nBE/TnXffLqOgvI/AAAAAAAADVE/1vmiPQ_YwwM/s1600/umbrella%2Bdallas.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 194px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/--Le_Cff2nBE/TnXffLqOgvI/AAAAAAAADVE/1vmiPQ_YwwM/s320/umbrella%2Bdallas.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653670634032366322" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Segundo volume da série de HQs de Gerard Way e do premiado desenhista brasileiro Gabriel Bá, traz de volta sua equipe de seres ultrapoderosos em uma intrincada trama que mistura psicopatas com máscaras fofinhas, viagens no tempo e a conspiração do assassinato de Kennedy. Delirante. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;The Umbrella Academy: Dallas / Gerard Way e Gabriel Bá / Devir / 184 p. / R$ 29,50 / devir.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Dama do rock de volta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-vVbkco00TaY/TnXfMQszstI/AAAAAAAADUs/aPYxD6OfQmQ/s1600/stevienicks.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 319px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-vVbkco00TaY/TnXfMQszstI/AAAAAAAADUs/aPYxD6OfQmQ/s320/stevienicks.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653670308967854802" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Aos 62 anos de idade, a cantora norte-americana Stevie Nicks (ex-Fleetwood Mac), retorna a cena, depois de dez anos sem lançar nada inédito. Produzida por Dave Stewart (Ex-Eurythmics, Super Heavy), a dama do folk rock estradeiro volta em boa forma, com o que tem sido considerado seu melhor trabalho em décadas. Se os anos conferiram uma certa rispidez a sua voz, as composições continuam delicadas, como Secret Love e Wide Sargasso Sea. Annabel Lee é o poema de Edgar Allan Poe, com um belo arranjo de guitarras e cordas. Deve ganhar uns Grammys. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Stevie Nicks / IN YOUR DREAMS / WARNER MUSIC / R$ 29,90&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Transcendendo a tosquidão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-Ve8JQ5s_mtU/TnXfYB8btrI/AAAAAAAADU8/aGxsYMzVdwM/s1600/thekillsbloodpressures.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 319px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-Ve8JQ5s_mtU/TnXfYB8btrI/AAAAAAAADU8/aGxsYMzVdwM/s320/thekillsbloodpressures.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653670511165290162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;À primeira vista, o duo The Kills é só mais uma daquelas bandas de casal fazendo rockinho de garagem tosco (vade retro, Ting Tings!). Porém, em seu quarto álbum, até que eles acertam a mão e transcendem a tosquidão e os hypes vazios em um punhado de faixas. A faixa de abertura Future Starts Slow traz um cativante riff em delay, emoldurado por uma batida quase tribal, enquanto Nail In My Coffin é hit pronto para a pista. Já a linda Baby Says, com riff surf saturado de fuzz,  é trilha sonora para pegar a estrada, sem destino. No geral, um bom disco de rock contemporâneo – o que, hoje em dia, não é pouco. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;The Kills / Blood Pressures / LAB 344 - Domino Records / R$ 27,90&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Fusão popular / vanguarda&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-qQ9UVllCvHA/TnXe_wnm_0I/AAAAAAAADUc/3baeLqXgc6E/s1600/manuela.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 275px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-qQ9UVllCvHA/TnXe_wnm_0I/AAAAAAAADUc/3baeLqXgc6E/s320/manuela.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653670094197686082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em seu segundo álbum, Manuela Rodrigues, dona de voz espetacular e rica em matizes, conseguiu sintetizar,  com rara fluência, uma fusão de popular com vanguarda. Multitarefas, atua também como compositora e coprodutora (com Tadeu Mascarenhas e Mou Brasil), em obra que vale por um  liquidificador de sensações: é capaz de seduzir (Doce de Limão), de sensibilizar (Por Um Fio), de divertir (Barraqueira), de desconstruir (Berimbau, hit do Olodum, é aqui um tour de force de acento jazzístico) e mais. Tudo sem perder o rebolado. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Manuela Rodrigues / Uma Outra Qualquer Por Aí / Garimpo Música / R$ 21,60&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Na zumbilândia madrilenha&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-EvmJ_BptNgU/TnXeDH0HwKI/AAAAAAAADTU/EcnPSE0RLB8/s1600/apocalipse%2Bz.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 150px; height: 216px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-EvmJ_BptNgU/TnXeDH0HwKI/AAAAAAAADTU/EcnPSE0RLB8/s320/apocalipse%2Bz.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653669052452159650" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Considerado o “Stephen King espanhol”, Manel Loureiro emprega sua prosa ágil e enxuta a serviço do apocalipse zumbi, nesta série de arrepiar os pelos da nuca. O segundo volume, Os Dias Escuros, relata a missão suicida de alguns sobreviventes para saquear um hospital em Madri. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Apocalipse Z: Os dias escuros / Manel Loureiro / Planeta / 320 p. /  R$ 39,90/ editoraplaneta.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;King Kubert das Selvas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-J2a6fJD3R2M/TnXegbhWZkI/AAAAAAAADT0/kpesfP60Dqc/s1600/Devir_tarzan2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 175px; height: 250px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-J2a6fJD3R2M/TnXegbhWZkI/AAAAAAAADT0/kpesfP60Dqc/s320/Devir_tarzan2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653669555958343234" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mestre universal das HQs, Joe Kubert tem o 2º volume de sua espetacular fase com Tarzan publicado no Brasil. Ultradinâmicos e repletos de movimento, seus roteiros e desenhos acompanham o Homem Macaco em aventuras nas ruas de Paris, no deserto argelino  e na cidade proibida de Opar. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Tarzan: a Volta do Rei das Selvas e Outras Histórias / Joe Kubert / Devir/ 216 p. / R$ 49,50/ devir.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Quem tá no rock é pra se...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/-zJhhw3VdpDg/TnXbI0dXeJI/AAAAAAAADS0/I59amHZvJfQ/s1600/superguidis_epilogo.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/-zJhhw3VdpDg/TnXbI0dXeJI/AAAAAAAADS0/I59amHZvJfQ/s320/superguidis_epilogo.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653665851800778898" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Já ouviu falar do Superguidis? Não? Agora é tarde, eles já acabaram. A ótima banda gaúcha, na ativa desde 2002, anunciou o fim de suas atividades no final de junho, depois de três bons discos em que praticaram indie rock com guitarras no talo, boas letras em português e zero de pose. É mesmo uma pena, já que eram melhores do que – basicamente – qualquer coisa que se diga rock e ganha milhões no mainstream. Neste EP de despedida, disponível para download, versões demo e ao vivo de algumas músicas favoritas dos fãs. Todos os 15 ou 17. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Superguidis / Epílogo / Independente / Download gratuito: tramavirtual. uol.com.br/superguidis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;CD para quem usa bigode&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-sJ7c4xLyhYw/TnXeJpk7xmI/AAAAAAAADTc/2M_bWM_XNEE/s1600/chic.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-sJ7c4xLyhYw/TnXeJpk7xmI/AAAAAAAADTc/2M_bWM_XNEE/s320/chic.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653669164594480738" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Esclarecedora, essa coletânea: a propósito das comemorações dos 10 anos do site Chic, da consultora de moda Glória Kalil, o CD ficou no meio termo. De um lado, aquele repertório que já fez muito coroa pagar mico em festa de 15 anos, como Dancin’ Days (Frenéticas), Le Freak (Chic) e (a auto- homenagem?) Gloria (Laura Brannigan) Do outro, hits supostamente “alternativos”, para despistar e ficar bem com o povo fashionista: A Cause des Garçons (Yelle), Jager Yoga (CSS) e Blind (Hercules and Love Affair). Indicado para quem usa bigode. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Vários artistas /CHIC 10 ANOS - GLORIA KALIL / Warner Music / R$ 31,20&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Em decadência evidente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-w1992rw64uY/TnXfGqWCmkI/AAAAAAAADUk/Puu-Y1B9Is0/s1600/Queensryche-Dedicated-To-Chaos.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-w1992rw64uY/TnXfGqWCmkI/AAAAAAAADUk/Puu-Y1B9Is0/s320/Queensryche-Dedicated-To-Chaos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653670212772469314" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Espécie de elo perdido entre o progressivo tardio do Marillion e o progmetal virtuoso do Dream Theatre, a banda norte americana Queensryche já foi o supra sumo do heavy metal “inteligente”, com declaradas pretensões artísticas. Em seu 12º álbum de estúdio, contudo, os dias de glória parecem ter ficado para trás. Dedicated to Chaos soa burocrático, frio e sem peso (pecado mortal para uma banda do gênero) desde a primeira música (e faixa de trabalho), Get Started, até a última, Big Noize. Com generosidade, dá pra dizer que The Lie lembra os bons tempos. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;QUEENSRYCHE / DEDICATED TO CHAOS / Roadrunner - Warner / R$ 31,20&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Ninguém chamou de volta&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-l7MPTBLN8-k/TnXfS-Vk_7I/AAAAAAAADU0/nLc181bdvaw/s1600/sublime%2Brome.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 236px; height: 236px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-l7MPTBLN8-k/TnXfS-Vk_7I/AAAAAAAADU0/nLc181bdvaw/s320/sublime%2Brome.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5653670424297668530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Banda fetiche da rapaziada cuca fresca da ensolarada Califórnia, o trio Sublime havia encerrado as atividades em 1996, quando seu líder e vocalista, Brad Nowell, morreu de overdose. Mas eis que um belo dia, os membros remanescentes resolvem chamar um substituto e retomar a banda. Entra em cena o jovem Rome Ramirez e o resultado é esta caricatura de Sublime. Há o ska punk de sempre (Panic, Lovers Rock), o hardcore de Los Angeles (My World), o folk beira de mar a la Jack Johnson (Spun, PCH) e assim vai. Só o que não há é interesse – ou originalidade. &lt;span style="font-style:italic;"&gt;Sublime With Rome / Yours Truly / Fueled by raymen - Warner / R$ 31,20&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-7616645390806228107?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/7616645390806228107/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=7616645390806228107' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/7616645390806228107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/7616645390806228107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/09/micro-resenhas-de-primavera-mas-sem.html' title='MICRO-RESENHAS DE PRIMAVERA (MAS SEM VIADAGEM!)'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-8ORKMEMcgB8/TnXbeEMzwrI/AAAAAAAADTE/zonMHSn8Y5k/s72-c/Charles%2BBradley%2B-%2BNo%2BTime%2BFor%2BDreaming%2B%255BFront%2BCover%255D.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-1362866707839445378</id><published>2011-09-09T14:27:00.007-04:00</published><updated>2011-09-09T14:38:16.554-04:00</updated><title type='text'>LEMMY, 49% FODE-MÃE, 51% FDP</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-3O30SY8EZrU/TmpbJly5X4I/AAAAAAAADSU/bykM-VmEoBw/s1600/Lemmy%2Bo%2Bfilme%2B3.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-3O30SY8EZrU/TmpbJly5X4I/AAAAAAAADSU/bykM-VmEoBw/s400/Lemmy%2Bo%2Bfilme%2B3.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650428902812245890" /&gt;&lt;/a&gt;Existem pessoas que, seja por extrema eficiência, seja por destino, são referência em certas áreas. Por exemplo: Ozzy Osbourne é uma referência do heavy metal, uma lenda viva do rock. Há outros, porém, que parecem encarnar com tamanha paixão e autoridade aquilo que representam que acabam por se tornar aquela própria coisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desta forma, se Ozzy é uma referência do rock, considerado até mesmo o Príncipe das Trevas, Lemmy Kilmister, o líder do Motorhead, pode, sem equívocos, ser considerado “O Rock ‘n’ Roll” em pessoa – ou, como já foi dito, “O Rock em carne, ossos e Jack ‘n’ Coke” (o seu drinque diário de preferência, uísque Jack Daniel’s com Coca-Cola).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É esta visão que o documentário em DVD Lemmy: 49%  Motherf**ker, 51% Son of a Bitch (Coqueiro Verde, 2011) passa ao espectador. O pior (ou o melhor) é que, mesmo para incrédulos, ao final do filme fica  bem difícil discordar dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-DB0-qrkzuto/TmpdCBbIfWI/AAAAAAAADSs/mZVN6fVBBko/s1600/Lemmy%252BKilmister-.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 238px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-DB0-qrkzuto/TmpdCBbIfWI/AAAAAAAADSs/mZVN6fVBBko/s320/Lemmy%252BKilmister-.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650430971813068130" /&gt;&lt;/a&gt;Dirigido pela dupla Greg Olliver e Wes Orshoski, o filme, elogiadíssimo pela crítica mundo afora, abrange todas as facetas do homem por trás do mito: o letrista, o colecionador (e profundo conhecedor) de artefatos bélicos, o viciado (em jogo, álcool e drogas – até hoje), o pai relutante (a mãe do seu filho é uma ex-groupie que perdeu a virgindade com John Lennon) e, por fim, a pessoa um tanto  melancólica e solitária que ele acaba se revelando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultado de três anos em que os diretores viveram grudados em Lemmy, o documentário vai fundo na história e na personalidade do homem, rastreando desde sua infância, passando pela juventude, bandas por que passou, amigos e por fim, sua vida atual, vivendo em um apartamento minúsculo, atulhado de bugingangas em Los Angeles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-1gtNkmLOgWo/TmpbSbKCS9I/AAAAAAAADSc/kh0x4dVUhp4/s1600/Lemmy%2Bo%2Bfilme%2B4.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-1gtNkmLOgWo/TmpbSbKCS9I/AAAAAAAADSc/kh0x4dVUhp4/s400/Lemmy%2Bo%2Bfilme%2B4.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650429054575332306" /&gt;&lt;/a&gt;Com quase duas horas, o filme apresenta dezenas de entrevistados ilustres, como o já citado Ozzy Osbourne, Mick Jones (Clash), Joan Jett,  Slash, membros do Metallica, Anthrax, The Damned, Billy Bob Thornton, Steve Vai, Dave Navarro e até insuspeitos, como  Jarvis Cocker (do clássico brit pop Pulp) e Peter Hook (New Order).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os diretores conseguiram entrevistar até mesmo ex-membros dos The Rockin' Vickers e Hawkwind, as bandas que ele integrou antes de fundar o Motorhead, ainda menino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nenhum depoimento é tão significativo quanto o de Dave Grohl (Foo Fighters): “Dane-se Keith Richards e os caras que sobrevivem do que fizeram nos anos 1960, com seus jatinhos e supermodelos em hotéis cinco estrelas de Paris. Enquanto isso, sabe o que Lemmy está fazendo? Bebendo Jack &amp; Coke e escrevendo outro álbum”, vocifera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-6EaUrHs_m2c/TmpbysPm27I/AAAAAAAADSk/HFAwR0L2yB8/s1600/lemmy%2Bthe%2Bmovie%2B%25283%2529.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 225px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-6EaUrHs_m2c/TmpbysPm27I/AAAAAAAADSk/HFAwR0L2yB8/s400/lemmy%2Bthe%2Bmovie%2B%25283%2529.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650429608917916594" /&gt;&lt;/a&gt;E está mesmo. Em diversas passagens, a câmera acompanha o dia a dia de Lemmy, que vai religiosamente todos os dias (menos quando está em turnê) a um bar a duas quadras de sua casa, aonde se senta sozinho para tomar seus drinques e jogar no caça-níqueis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo um ícone, os donos do bar garantem que ele é um cara acessível, que dá autógrafos e tira fotos com qualquer um que o aborde em seu canto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-rXkXpjAXZiQ/Tmpa9ty2EqI/AAAAAAAADSM/kXc_4_j5qxc/s1600/lemmy%2Bcapa.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 168px; height: 236px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-rXkXpjAXZiQ/Tmpa9ty2EqI/AAAAAAAADSM/kXc_4_j5qxc/s400/lemmy%2Bcapa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5650428698801083042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Cheio de causos hilariantes e momentos tocantes, Lemmy, o filme, é um documento inesquecível sobre um ser humano incomum, alguém que já deveria estar morto há décadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não a toa, Ozzy Osbourne, alguém que de fato entende do assunto, é quem melhor define Lemmy: “Ele é o homem de ferro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;LEMMY - 49% MOTHERF**KER, 51% SON OF A BITCH / Documentário dirigido por Greg Olliver e Wes Orshoski / 116 minutos / Legendado / Não apresenta  extras / Coqueiro Verde / R$ 24,90&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object style="height: 390px; width: 640px"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/t-_Ol3XT6F0?version=3"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/t-_Ol3XT6F0?version=3" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" allowScriptAccess="always" width="640" height="390"&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-1362866707839445378?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/1362866707839445378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=1362866707839445378' title='34 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1362866707839445378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/1362866707839445378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/09/lemmy-49-fode-mae-51-fdp.html' title='LEMMY, 49% FODE-MÃE, 51% FDP'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-3O30SY8EZrU/TmpbJly5X4I/AAAAAAAADSU/bykM-VmEoBw/s72-c/Lemmy%2Bo%2Bfilme%2B3.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>34</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-552114289355946453</id><published>2011-09-06T08:11:00.002-04:00</published><updated>2011-09-06T08:16:44.700-04:00</updated><title type='text'>THE BAGGIOS LANÇA DEBUT VIA VIGILANTE (DECKDISC) E FAZ QUATRO SHOWS DE LANÇAMENTO NA BAHIA</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-G_rmlK-FuhE/TmYNLAqioVI/AAAAAAAADR0/yIpI5Qnd9zY/s1600/The%2BBaggios%2B%2528Foto%2Bpor%2BSnapic%2529%2B%2B05.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="253" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-G_rmlK-FuhE/TmYNLAqioVI/AAAAAAAADR0/yIpI5Qnd9zY/s400/The%2BBaggios%2B%2528Foto%2Bpor%2BSnapic%2529%2B%2B05.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Dois caras, uma guitarra e uma bateria. A dupla sergipana The Baggios só precisa disso para fazer um dos melhores sets de rock ‘n’ roll brasileiro que se tem notícia na última década.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o auto-intitulado primeiro CD recém-lançado nacionalmente pelo selo Vigilante, da gravadora Deckdisc (a mesma de Pitty), Júlio Andrade (guitarra e voz) e Gabriel Carvalho (bateria) voltam à Bahia para uma série de três shows de lançamento (mais um de covers do White Stripes), antes de descer para o Sudeste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A gente gravou o disco  em São Paulo, no começo de 2010”, conta Júlio. “No meio do ano, começamos a mixar em Aracaju. Foi um processo lento, feito aos poucos. Em dezembro de 2010, já tava pronto. Pouco depois, o Rafael Ramos (da Deckdisc) nos procurou e  disse que queria lançar pelo selo dele”, detalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A demora até o lançamento do disco, em agosto, se deveu à “parte burocrática de selo, contrato, prensagem. Só na fábrica levou foi mais de um mês”, conta o guitarrista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gravado ao vivo no estúdio, o álbum captura com perfeição o som blues rock cru e porradão da dupla, uma abordagem moderna que alia tanto a influência clássica do  Led Zeppelin, quanto a bandas contemporâneas, como (a recentemente extinta) White Stripes e Black Keys.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Na gravação, ficamos eu e Gabriel em uma sala e os amplificadores em outra. A gente ouvia o que tocava no fone de ouvido”, detalha Júlio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Isso deixa o som mais isolado, mais fácil de mixar depois. Só a voz foi gravada separadamente. As participações com  teclado e gaita foram gravados aqui em Aracaju”, acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se sabe, a Deckdisc comprou a Polysom, última fábrica de discos de vinil do Brasil – o que levanta a hipótese do disco dos Baggios também sair em LP, a exemplo de Pitty, Matanza e outros contratados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Conversei com Rafael sobre isso, mas a possibilidade por enquanto tá descartada. É muito caro. Se rolar, deve ser só ano que vem. Tem que deixar o disco circular, fazer caixa”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;&lt;b&gt;The Baggios / Etapa Bahia dos shows de lançamento do CD The Baggios (Deck / Vigilante) / Dia 6: Casa de Taipa (Camaçari) / Dia 7: San Domingo (Feira de Santana), com Acord, Clube de Patifes e Magdalene And The Rock And Roll Explosion. 17 horas, R$ 10 / Dia 9 (cover do White Stripes): Groove Bar, com Acord (cover dos Rolling Stones), 22 horas, R$30 ou R$20 (Lista Groove) / Dia 10: Ali do Lado Bar Musical, com Acord e Clube de Patifes, 21 horas, R$ 12 / Download gratuito do disco: w&lt;a href="www.thebaggios.com.br"&gt;&lt;/a&gt;ww.thebaggios.com.br&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NUETAS DA VÉSPERA DO 7 DE SETEMBRO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-DuYGQbLb-xk/TmYNy1HyvRI/AAAAAAAADSE/BfFyBO-V1Ok/s1600/flyer_net_postudo.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="200" width="142" src="http://2.bp.blogspot.com/-DuYGQbLb-xk/TmYNy1HyvRI/AAAAAAAADSE/BfFyBO-V1Ok/s200/flyer_net_postudo.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Les Royales no Pós&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda de rockabilly Les Royales (dos Retrofoguetes Rex e Morotó) tocam hoje no Bar Póstudo, às 20 horas. No repertório, Eddie Cochran, Gene Vincent, Buddy Holly, Elvis Presley, Carl Perkins, Johnny Cash e outros menos cotados. R$ 10.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Candice &amp; Ícaro&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também hoje, a dupla Candice Fiais e Ícaro Britto faz set de blues acústico no Balthazar Grill  &amp; Bar, às 21 horas. Livre na varanda, R$ 10 (salão) R$ 15 (mezanino).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Damm e FFM no PC&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Véspera de feriado é assim mesmo: opção de reggae é o que não falta. No Portela Café, Damm &amp; A Formidável Família Musical lançam, finalmente, seu primeiro álbum, Damm apresenta: Formidável Família Musical Estéreo, com um show completo. O disco poderá ser adquirido no local. Hoje, 22 horas, R$ 20 a entrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;NUETA EXTRA DO SHOW DO BRANFORD MARSALIS QUARTET: VIRTUOSE E TUBERCULOSE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-WBFAG3qE-Jw/TmYNcUb5D6I/AAAAAAAADR8/82pIecdvVdI/s1600/Branford%2BMarsalis%2BQuartet%2B-%2BFoto%2BAdenor%2BGondim%2BIMG_3673.jpg" imageanchor="1" style="clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em"&gt;&lt;img border="0" height="256" width="400" src="http://3.bp.blogspot.com/-WBFAG3qE-Jw/TmYNcUb5D6I/AAAAAAAADR8/82pIecdvVdI/s400/Branford%2BMarsalis%2BQuartet%2B-%2BFoto%2BAdenor%2BGondim%2BIMG_3673.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Uma plateia seleta, que não chegou a lotar o Teatro Castro Alves, foi brindada na noite de domingo com um show espetacular do saxofonista norte-americano  Branford Marsalis e seu trio de acompanhamento &lt;i&gt;(na foto de Adenor Gondim / Divulgação)&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No repertório, peças de autoria própria e standards de Thelonious Monk e John Coltrane. Foi um show enxuto de arranjos espartanos, nos quais não parecia haver uma única nota sobrando ou fora de lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um tanto contido, Branford falou pouco, mas tocou muito. O baterista Justin Faulkner, um prodígio que parecia ter oito braços, maravilhou a plateia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só duas coisas incomodaram. A primeira foi um problema com o contrabaixo acústico, que teve de ser levado de volta à coxia por duas vezes, para os devidos acertos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda coisa foi o constrangedor surto de tuberculose que pareceu tomar parte da plateia durante quase toda a apresentação. Não houve um momento sequer em todo o show em que não havia alguém tossindo como um tuberculoso na plateia – o que foi bastante irritante, especialmente durante os números em que Branford e o pianista tiveram que segurar a onda sozinhos, devido ao já citado problema com o baixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A impressão que me deu é que o jazzista ia interromper o show a qualquer momento: "Peraí, mas que porra é esta? Só tem tuberculoso aqui na Bahia, é? Pára tudo que eu vou embora, não quero pegar essa merda, não"! Seria merecido....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-552114289355946453?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/552114289355946453/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=552114289355946453' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/552114289355946453'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/552114289355946453'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/09/baggios-lanca-debut-via-vigilante.html' title='THE BAGGIOS LANÇA DEBUT VIA VIGILANTE (DECKDISC) E FAZ QUATRO SHOWS DE LANÇAMENTO NA BAHIA'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/-G_rmlK-FuhE/TmYNLAqioVI/AAAAAAAADR0/yIpI5Qnd9zY/s72-c/The%2BBaggios%2B%2528Foto%2Bpor%2BSnapic%2529%2B%2B05.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-2316941920840773973</id><published>2011-08-31T10:17:00.004-04:00</published><updated>2011-08-31T10:28:19.944-04:00</updated><title type='text'>BANDA COPULAR: ESSES CARAS SÓ PENSAM NAQUILO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/-FWzRVLDfnbQ/Tl5DkBwcMQI/AAAAAAAADRk/6ad8paNpiRE/s1600/Banda%2BCopular%2Bfoto%2BTatiana%2BMiranda.JPG"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/-FWzRVLDfnbQ/Tl5DkBwcMQI/AAAAAAAADRk/6ad8paNpiRE/s400/Banda%2BCopular%2Bfoto%2BTatiana%2BMiranda.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647025268995141890" /&gt;&lt;/a&gt;Recentemente, causou polêmica o projeto de lei da deputada estadual Luiza Maia (PT), que proíbe instâncias governamentais de contratarem para seus eventos bandas cujas letras de teor sexual desrespeitem e denigram a mulher.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante de um ambiente cultural tão degradado e violento quanto o da música popularesca baiana (e aqui vão meus agradecimentos aos senhores governantes que, nas últimas décadas, tão apaixonadamente se dedicaram a esmagar nosso sistema educacional, gerando esse cenário apocalíptico), uma banda como a Copular, cujas letras falam basicamente de... sexo, são brincadeira de criança – no bom sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Copular é uma daquelas bandas que um ex-titular dessa coluna, Ricardo Cury, definiria como mais uma “peculiaridade do rock baiano”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Liderada pelo vocalista André Borges, ela surgiu a partir das letras que ele, inicialmente, criava para sua banda de hardcore, a BR64, com algum trânsito no cenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Só que elas não se cabiam. Aí, pensei em fazer essa outra banda”, diz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Entre a sutileza e o explícito&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Copular ainda não fez shows, encontrando-se em pleno processo de gravação de um álbum, cujas gravações demo foram recentemente postadas no MySpace, dando uma ideia do que vem por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os assuntos abordados nas faixas disponibilizadas, estão ninfomania (Brincar), sexo grupal (Swing), pedofilia entre religiosos (Mal-criada) e sexo anal (Objetivo), com variações de nível na abordagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A gente fala de sexo e pornografia com ironia. Na nossa opinião, o sexo está em tudo. É só observar como ele permeia as relações sociais, financeiras, na literatura... O sexo está em todos os contextos”, acredita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se em Objetivo e Brincar, o refrãos não tem meias palavras, em Swing e Mal-criada, as letras são um pouco mais sutis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não nos interessa retratara a mulher como objeto”, delimita André. “Quero falar de sexo como um tema universal, sem ofender ninguém, de uma forma que tanto homens quanto mulheres possam ouvir e se identificar”, acrescenta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formada por André, Adamis Ribeiro (bateria), Elivan e Ivan Orhdep se revezando entre a guitarra e o baixo, a Copular deve disponibilizar seu inventário sexual para download gratuito já em outubro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Ouça: www.myspace.com/copularmpb&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style:italic;"&gt;Foto: Tatiana Miranda / Divulgação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;NUETAS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Show de diva do blues do Canadá&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/-CrLR6Lxcj0Q/Tl5EaCciPZI/AAAAAAAADRs/wRXUWVhMzzw/s1600/Dawn%2BTyler%2BWatson%2Bpor%2BMario%2BGroleau%2B2.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 266px;" src="http://3.bp.blogspot.com/-CrLR6Lxcj0Q/Tl5EaCciPZI/AAAAAAAADRs/wRXUWVhMzzw/s400/Dawn%2BTyler%2BWatson%2Bpor%2BMario%2BGroleau%2B2.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5647026196893023634" /&gt;&lt;/a&gt;De passagem por Salvador, a cantora canadense de blues Dawn Tyler Watson (em foto de Mario Groleau) faz apresentação única neste sábado, no Dubliner’s Irish Pub (Praia da Paciência, 257), acompanhada pelos músicos locais da banda Água Suja. Residente em Montreal, Watson é vencedora seis vezes consecutivas do Quebec Lys Blues Award e de outras premiações do blues internacional, como o Screaming Jay Hawkins Award (pela performance ao vivo). O show está marcado para as 22 horas. Ingressos a R$ 20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Niver do Sertanília&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A Sertanília faz festa de um ano de som no Teatro Vila Velha. Elogiado pela sua sofisticada abordagem da música popular, o grupo recebe no palco Pietro Leal (Pirigulino Babilake) e o cantador  Xangai. Quinta-feira,  20 horas, R$ 10 e R$ 20.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Trônica Ali do Lado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;As bandas Trônica e Os Normandos fazem show no Ali do Lado Boteco Musical nesta sexta-feira, às 21 horas. R$ 10 (rapazes com nome na lista) e R$  5 (moças).&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-2316941920840773973?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/2316941920840773973/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=2316941920840773973' title='30 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2316941920840773973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/2316941920840773973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/08/banda-copular-esses-caras-so-pensam.html' title='BANDA COPULAR: ESSES CARAS SÓ PENSAM NAQUILO'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-FWzRVLDfnbQ/Tl5DkBwcMQI/AAAAAAAADRk/6ad8paNpiRE/s72-c/Banda%2BCopular%2Bfoto%2BTatiana%2BMiranda.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>30</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7358244.post-8049230090585814814</id><published>2011-08-29T09:01:00.008-04:00</published><updated>2011-08-29T14:10:48.668-04:00</updated><title type='text'>TREMENDÃO AINDA DÁ NO COURO!</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/--iKveQHSArg/TlvSKYwcNeI/AAAAAAAADRc/OP1tfWVunJ8/s1600/erasmo_carlos_01%2Bpor%2Bdaryan%2Bdornelles.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 330px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/--iKveQHSArg/TlvSKYwcNeI/AAAAAAAADRc/OP1tfWVunJ8/s400/erasmo_carlos_01%2Bpor%2Bdaryan%2Bdornelles.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5646337633725199842" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Avisa à mulherada que eu tô chegando, viu? Avise às baianas”, pede com ênfase Erasmo Carlos, voz firme e decidida do outro lado da linha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ei, não se é conhecido como Tremendão por cinco décadas  à toa, certo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se para lembrar – como se precisasse – que ainda dá no couro (e gosta), Erasmo, aos 70 anos recém-completos em julho último, está à toda, com quatro shows na Bahia nos próximos dias e um disco novo na praça: Sexo (Coqueiro Verde).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O primeiro show foi sábado, em Lençóis, no Festival de Inverno que agitou a Chapada Diamantina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E entre os dias 9 e 11 de setembro, ele aporta em Salvador, para três datas no Cine-Teatro Casa do Comércio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com Sexo, Erasmo completa a segunda e última parte de uma trilogia que estava planejada para acabar por aqui mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explica-se: em 2009, ele lançou o elogiado álbum Rock ‘n’ Roll, que marcou seu retorno ao gênero que lhe deu fama, ainda na Jovem Guarda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando eu gravei Rock 'n' Roll, todo mundo começou a me perguntar se na sequência, viria Sexo &amp; Drogas”, ri o roqueiro-mór.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas isso é a mentalidade de pessoas que ficaram escravizadas nos anos 1970. Drogas não fazem mais parte da minha vida, e certamente não será este o título do meu próximo disco”, avisa, de antemão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas aí pensei, por que não fazer Sexo? Aí, fiz”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se sabe, desde o lançamento de Rock 'n' Roll, Erasmo promoveu este retorno às suas raízes roqueiras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Passei a dar mais foco a isso. Eu comecei no rock, mas depois me aventurei por outros caminhos da MPB. Ela tem um leque muito grande, sabe, a MPB permite isso por que oferece muitas influências e eu quis usar todas elas. Mas, mais recentemente resolvi focar mesmo no rock 'n' roll, que foi onde comecei saca"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como se sabe, para fazer um bom Sexo, parceiros bem colocados são essenciais. Além do produtor Liminha, Erasmo contou neste disco com parcerias bem azeitadas, como Arnaldo Antunes (nas faixas Kamasutra e Roupa Suja), Adriana Calcanhoto (Seu Homem Mulher), Nelson Motta (Vênus e Marte e E Nem Me Disse Adeus) e Chico Amaral (Sexo e Humor).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando liguei para eles e pedi as letras, eu só disse que o nome do disco seria Sexo, e cada um que fizesse  o que quisesse dentro do tema”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se fizesse todas as letras, eu acabaria me repetindo. Fiz umas cinco ou seis, só. Foi bom assim, por que vi o que os outros pensam sobre sexo também”, crê.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/-hbKTWb2cFOU/TlvR-qls46I/AAAAAAAADRU/5BfxnjBJaCY/s1600/erasmo%2Bcarlos%2Bsexo.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 282px;" src="http://4.bp.blogspot.com/-hbKTWb2cFOU/TlvR-qls46I/AAAAAAAADRU/5BfxnjBJaCY/s320/erasmo%2Bcarlos%2Bsexo.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5646337432353563554" /&gt;&lt;/a&gt;Ao contrário do que a capa pouco sutil pode sugerir, a forma com que Erasmo e seus aliados abordam o tema é elegante – sem ser pudica. “Eu faço o que eu sinto”, delimita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu tenho que impor meu lugar, colocar  esse tipo de música aonde pode não ser aceito. Alguém tem que fazer isto, senão estaria fazendo músicas de adolescente. Comercialmente, seria ótimo, eu estaria mais nas paradas, nas TVs”, reflete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mas esse não é meu negocio. Eu quero mostrar para os adolescentes que os pais deles também amam – e pegam até mais pesado do que eles no sexo”, garante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheio de gás, Erasmo incorporou aos seus músicos de acompanhamento o jovem power trio de estilo sessentista Filhos da Judith, que lançou há pouco também seu primeiro álbum pela mesma Coqueiro Verde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Esses meninos fazem um trabalho vocal muito bom, é uma coisa que sou apaixonado. Junto com mminha voz fica demais. Eu amo vocal, sou um dos poucos artistas que prestigiam o trabalho vocal. Veja bem, não estou falando de coro. Isso todo mundo faz, é vocal mesmo. Inclusive, meu primeiro conjunto foi vocal, Os Snakes", recorda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A música evolui, conforme a gente amadurece. Eu faço o que sinto agora. Eu fazia rock adolescente quando era jovem. Depois fui ficando maduro, conhecendo a vida. Sempre fui muito sincero, honesto e digno ao reproduzir essas coisas, me sinto a vontade de cantar as  músicas adolescentes da Jovem Guarda por que eu as fiz assim. Não as faria hoje. São muito inocentes para mim”, conclui, sábio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight:bold;"&gt;Erasmo Carlos / Show Sexo &amp; Rock 'n' Roll / Teatro SESC Casa do Comércio / 09, 10 e 11 de setembro, 21 horas / No dia 11, às 20 horas / R$ 100 e R$ 50&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe width="640" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/6l46PGFktLU" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7358244-8049230090585814814?l=rockloco.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://rockloco.blogspot.com/feeds/8049230090585814814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7358244&amp;postID=8049230090585814814' title='21 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8049230090585814814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7358244/posts/default/8049230090585814814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://rockloco.blogspot.com/2011/08/tremendao-ainda-da-no-couro.html' title='TREMENDÃO AINDA DÁ NO COURO!'/><author><name>Franchico</name><uri>http://www.blogger.com/profile/17561580027139399402</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='25' src='http://2.bp.blogspot.com/_j-5I3lmxH0Y/SOX_tEDafvI/AAAAAAAABFI/i0k1RlAazHA/S220/dr_evil_edit.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/--iKveQHSArg/TlvSKYwcNeI/AAAAAAAADRc/OP1tfWVunJ8/s72-c/erasmo_carlos_01%2Bpor%2Bdaryan%2Bdornelles.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>21</thr:total>
