sexta-feira, maio 13, 2005


Johnny Rotten, do Punk ao Pós, sem perder a pose Posted by Hello

3 comentários:

Sid Vicious disse...

Esse cara é foda.

Marcos disse...

Galera do Rock Loco; alguma 'tag' foi alterada no código fonte da página de vcs, por isso o texto tá ficando lá embaixo. Pede pra alguém que saque de html pra dar uma olhada. Abçs.

Ernesto Ribeiro disse...

John Joseph Lydon: FUCKING GENIUS !!! Ele mudou o curso de rios de pensamentos.

Desde criança, eu me identifico e sou fascinado pela personalidade dele, assim como a de Marcelo Nova.


Ame-o ou odeie-o: este homem quebrou a História de Música em 2 partes: Antes de e depois do Punk.


Eleito pela revista TIME um dos Maiores Heróis da Cultura do Século XX.



Nada mau para um irlandês pobre. Apesar de -- e mesmo porque? -- A meningite, a amnésia total aos 8 anos, a curva na sua espinha, a falta de educação musical... ELE É O MELHOR!


Ele é a inteligência encarnada... Um poeta britânico genuíno, original, provocativo, moderno...
Um alquimista real, unindo arte e realidade.


Tenho o livro autobiografia dele:


ROTTEN: NO IRISH, NO BLACKS, NO DOGS é leitura obrigatória, assim como os próprios Sex Pistols são discoteca obrigatória.


Vemos cenas conhecidas em um outro ponto de vista, temos descrições reveladoras — e devastadoras — sobre figuras como Vivienne Westwood, Mick Jagger, David Bowie e até Siouxsie dos Banshees. Ninguém escapa incólume.


Mais do que isso, somos brindados com análises filosóficas sobre a brutalizante sociedade britânica. Quase um quinto do texto não é narrativo, é reflexivo. O homem é basicamente um filósofo humanista.


Resumindo: é como Mate-Me Por Favor com filosofia, sociologia, psicologia. Me surpreendeu. É muito melhor do que eu esperava. Além de ser o relato testemunhal do âmago dos acontecimentos, também é uma obra-prima da literatura, colocando o escritor John Lydon como um dos grandes estilistas da língua inglesa.